Depois de umas voltas, pegou em dois vestidos e disse em voz alta, para a vendedora ouvir: “Vou experimentar estes, amor. Já te chamo para dares a tua opinião”.
Sorri e segui-a até ao corredor dos provadores.
Esperei junto de uma funcionária que dobrava a roupa.
Dois minutos depois ela espreitou pela cortina e chamou-me. A funcionária muito prestável disse para a chamarmos se precisassemos de alguma coisa.
Abri a cortina e a Rita estava de costas apenas com um body de renda vermelho que eu lhe oferecera. Mordeu o lábio e sussurrou: "Gostas do que vês?"
O meu caralho ficou logo duro dentro das calças. Ela aproximou-se, roçou o corpo contra o meu e beijou-me no pescoço enquanto desapertava o meu cinto. Ajoelhou-se devagar, olhando-me nos olhos, e baixou-me as calças e boxers até aos joelhos. O meu caralho saltou para fora, duro e latejante.
"Tão duro por causa de mim…", murmurou, com um sorrisinho malandro.
Começou a provocar-me. Passou a língua devagar pela cabeça, lambendo, depois deu beijinhos leves ao longo da pila toda. Eu tinha uma mão no cabelo dela e respirava fundo.
Ela riu baixinho e meteu-me na boca de uma vez. Quente, molhada, profunda. Começou a chupar com vontade, a cabeça a subir e a descer, a língua a enrolar na glande. O barulho molhado da mamada enchia o provador pequeno.
Segurei-lhe o cabelo com mais força e comecei a foder-lhe a boca devagar.
Ela gemia baixinho com a pila dentro, as mamas a balançarem enquanto me chupava cada vez mais fundo. Eu estava a perder o controlo.
Foi nesse momento que ouvimos passos mesmo ao lado. Parámos os dois. A Rita ficou quieta, com o meu caralho todo enfiado na boca, os olhos arregalados a olhar para mim. O coração batia-me com força no peito.
"Os tamanhos estão bons? Precisa que lhe traga alguma coisa?", ouvimos do outro lado
A Rita retirou o meu caralho da boca e respondeu calmamente: "Em princípio vou levar os dois vestidos. Muito obrigado, estão ótimos."
Em silêncio a funcionária afastou-se e a Rita não esperou. Voltou a chupar com ainda mais fome, agora mais rápida e gulosa. A mão dela subia e descia no que não cabia na boca.
"Vou-me vir.", avisei baixinho, quase sem fôlego.
Ela não tirou a boca. Pelo contrário, chupou ainda mais fundo, olhando-me nos olhos. Vim-me com força, segurando-lhe a cabeça enquanto jorrava esperma quente para dentro da garganta dela. A Rita engoliu tudo, sem desperdiçar uma gota, gemendo baixinho de satisfação. Só consegui tirar esta foto que vos mostramos.
Ficou uns segundos com a pila na boca, limpando-me com a língua, depois levantou-se e, sem dizer uma palavra, vestiu-se e saiu. Eu recompus-me como pude e segui-a.
Reparámos que no provador do lado, estava uma jovem a experimentar um vestido com a cortina um pouco aberta. Ela fez um sorriso malicioso, como quem tinha percebido o que se passara.
A funcionária olhou-nos com um ar difícil de interpretar.
"Afinal mudei de ideias. O meu marido não aprovou os vestidos.", disse-lhe a Rita ainda com os lábios molhados do belo trabalho que acabaram de fazer.
A funcionária sorriu, pegou nos vestidos e vociferou algo baixinho quando já estavamos a uns passos de distância. A Rita olhou para trás e disse-me entre vergonha e provocação: "Acho que não fomos muito discretos."
Eu não sabia que responder. Coloquei o braço à sua volta e apressei ligeiramente o passo.
A entrar no carro, a Rita lambeu os lábios e disse baixinho: "Da próxima vez quero que me fodas no provador."
Mas quando eu me preparava para responder ouvimos a jovem que viramos no provador a passar atrás de nós ao telemóvel: "Afinal não sou a única que gosta de fazer malandrices nos provadores. Fiquei toda molhada a ouvir um casal no provador do lado. Acreditas que até a funcionária deu conta?! Que cena!"
Não conseguimos perceber o que mais disse enquanto se afastava, mas claramente aquele magnífico broche da Rita não passou despercebido.
