Como virei a namoradinha do meu vizinho velho - Parte 2

Conforme havia prometido, segue a continuação da minha história. Lembrando que nada aqui é fictício, com exceção dos nomes, tudo realmente aconteceu comigo.
Caso não tenham lido, recomendo que leiam a primeira parte para entender toda a história.
Bem, vamos a continuação...
Umas 2 semanas depois, eu chegava da escola e lá estava o Sr. Antonio sentado em seu banco, quando me viu, veio ao meu encontro e falou que depois que eu me trocasse e fizesse minhas coisas era pra ir até a casa dele, por que ele queria me mostrar uma gaiola nova que estava finalizando.
Mais tarde um pouco chamei no portão, e de lá dos fundos ele gritou que eu podia entrar. Entrei e lá estava ele finalizando uma gaiola muito bonita que uma pessoa tinha encomendado. Sentei em cima de uma bancada e ficamos conversando em quanto ele trabalhava. Passado algum tempo ele falou que iria fazer um lanche, perguntou se eu queria, e eu disse sim. Ele entrou em seu quarto e eu fui atrás dele. Assim que entrei ele trancou a porta, me agarrou por trás e começou a me beijar, enquanto me beijava acaricia meu pintinho e minha bunda, me chamava de gostosinha, de cadelinha, dizia que estava morrendo de saudade. Me lembro que pedia pra ele me soltar, e tentava me desvencilhar dele, mas ele me segurava forte. Dessa vez ele foi mais
ousado, enquanto me segurava e me beijava ele abaixou meu short, se sentou na cama e me
puxou para sentar no seu colo. Senti algo quente e duro bem no meio da minha bunda, e percebi que ele também estava sem short. Ele segurou na cintura, me forçava pra baixo e fazia um movimento de vai e vem. Em nenhum momento tentou me penetrar, mas ficou nesse movimento até que senti de novo aquele mesmo suspiro forte do outro dia, e senti aquela coisa quente e melequenta se
esparramar pela minha bunda. Da mesma maneira da outra vez, ele se levantou, se vestiu e continuou conversando como se nada tivesse acontecido. Só que dessa vez ele me perguntou
se eu estava gostando do que a gente estava fazendo, e eu disse que não. Ele me perguntou
por que não estava gostando, e eu não soube responder, só disse que tinha medo de alguém
ver. Ele falou pra não me preocupar, por que ninguem nunca saberia de nada. Então ele pediu pra eu me levantar da cama por que ele precisava pegar algo debaixo do colchão pra me mostrar. Ele levantou o colchão e pegou várias revistas. Nos sentamos de novo, e ele falou: - Vou te mostrar umas revistas e você vai ver que o que estamos fazendo é normal!
Ele começou a folhear as revistas e me mostrar. Eram revistas de sexo, mas não era sexo entre homens e mulheres, e sim homens com travestis. Eu nem sabia o que era um travesti, achei muito estranho aquelas “mulheres” terem pinto, mas fiquei interessado em ver as revistas.
Perguntei por que elas eram assim, e ele falou:
- São pessoas iguais a você que nascem meninos, mas descobrem que gostam mais de ser meninas, aí elas mudam seu corpo e viram meninas.
Então respondi: - Mas eu não quero ser menina!
E ele retrucou: - Você quer ser menina sim, você só não descobriu ainda! Eu sei que você está
gostando do que a gente tá fazendo!
Respondi que não estava gostando, então ele me puxou e me fez sentar no colo dele novamente, e falou que ia me mostra como eu estava gostando. Fomos folheando as revistas, e ele ficava falando pra eu me imaginar com aquele corpo, com peitos, que eu ia poder usar calcinhas e soutiens, etc. Que ele ia comprar calcinhas pra eu usar pra ele. Enquanto falava enfiava a mão dentro do meu short e acaricia meu pintinho e meu saco, e eu comecei a sentir algo diferente, daí a pouco ele puxou meu short pra baixo, tirou a revista da minha mão e falou: - Olha como seu pintinho ficou! Quando fica assim é por que a gente tá gostando! Eu olhei e vi que estava de pintinho duro, isso nunca tinha acontecido.
Ele começou a me beijar, e com 2 dedos ficou fazendo um movimento de vai e vem no meu
pintinho. Ficamos assim por um tempo, até que senti uma sensação esquisita, ele falou:
- Tá vendo como você tá gostando! Até gozou!
Eu olhei e percebi que meu pintinho estava um pouquinho melado.
Ele falou: - É igual saí do meu, só que do seu sai pouquinho por que você ainda é novinho!
Acho que nesse dia percebi que realmente estava gostando das nossas brincadeiras, e comecei a ir mais vezes na casa dele. Os meses foram passando, e eu fui ficando viciado nas nossas brincadeiras. Quando ele passava alguns dias sem me chamar, eu arrumava alguma desculpa pra ir até lá, e sempre pedia pra ver as revistas dele de novo. Ao que ele me respondia: - Você gostou né minha cadelinha! Tá querendo ficar igual elas!
Eu amava ver aquelas cenas. Quando ele
me agarrava, me beijava e me dedava, eu já não reclamava, sequer tentava me soltar, na verdade até correspondia. Minha única preocupação realmente era que alguém podia nos ver.
E assim nossas brincadeiras continuavam, mas sem ir além do que já fazíamos. Um dia
estávamos na oficina lá nos fundos, e comecei a reparar nas roupas secando no varal que tinha no outro corredor, tinham várias calcinhas lindas, de rendinha, tanga, fio dental, etc Percebendo que eu estava olhando, ele perguntou se eu tinha gostado, e eu respondi que sim. Ele me falou que eram da sua neta mais velha, me mandou escolher uma pra eu vestir, mas que depois precisa devolver no varal. Eu fui direto numa rosa toda de renda, na frente parecia um shortinho e atrás era tipo fio dental. Ele me mandou ir pro quarto e vestir
que ele iria em seguida. Tirei o short e a camiseta, vesti a calcinha que serviu perfeitamente. Me olhei no espelho e amei o que vi, me senti as próprias "mulheres de pinto" das revistas! Quando ele entrou no quarto e me viu na frente do espelho, sequer se deu ao trabalho de fechar a porta. Me agarrou e começou a me beijar com tanta euforia como nunca tinha feito antes. Me chamava de Marcelinha, de cadelinha, de travequinha, e dizia que eu era só dele, que eu iria ser sua namoradinha pra sempre.
Me colocou na cama e começou a me beijar o corpo todo, tirou minha calcinha, abriu minha bunda e começou a passar a língua no
meu rego e no cuzinho. Que coisa maravilhosa,! Eu sentia sua lingua entrando dentro do meu cuzinho. Fiquei com as oernas moles, quase morri. Nunca tinha sentido uma sensação tão boa. Então ele me virou de frente e começou a chupar meu pintinho e meu saco, como eram pequenos, os 2 cabiam na boca dele ao mesmo tempo, enquanto me chupava ia tentando me penetrar com o dedo. Como meu cuzinho estava todo lambuzado por que ele tinha acabado de chupar, o dedo entrou com certa facilidade. De início foi uma sensação estranha, mas longe de ser ruim. Ele ficou em pé na minha frente, tirou o pau pra fora e me mandou pegar. Foi a primeira vez que toquei no seu pau, era quente, duro e macio ao mesmo tempo, e eu achei ele muito bonito. Então ele me mandou chupar, eu disse que não sabia como fazer, ele me mandou eu abrir a boca, segurou minha cabeça, colocou o pau na minha boca e começou a ir pra frente e pra trás, depois me mandou continuar no meamo ritmo. Comparando com os das revistas, o pau dele não era muito grande, então não foi difícil chupar.
Ele me mandou ficar de quatro em cima do braço do sofá e começou a chupar meu cuzinho de novo, sentia que a língua dele dentro de mim de novo, só que mais fundo.
Ele alternava entre enfiar a língua e o dedo. Daí a pouco ele parou e disse que ia tentar me penetrar. Ele lambeu mais um pouco meu cuzinho, enfiou a língua novamente, cuspiu
na mão, passou no pau e posicionou a cabeça bem na entradinha do meu cuzinho. Me segurou pela cintura e começou a forçar, achei que entraria fácil como foi com o dedo. Engano meu! Senti uma dor insuportável. Eu puxava a bunda pra frente, mas ele me puxava de volta pela cintura.
Ele parava, lambia meu cuzinho mais um pouco, colocava mais saliva no pau e tentava
novamente, mas não ia. Em dado momento senti uma ardência muito forte, acho que estava quase passando a cabeça, mas não aguentei e pedi pra parar. Ele então disse que pararia, que iria deixar pra outro dia, mas que iria gozar na minha boca, o que aceitei prontamente, pois não aguentava mais aquela dor. Eu mesmi tomei a iniciativa de começar a chupá-lo, de repente ele falou pra me preparar por que ele iria gozar.
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a socar forte na minha boca. Senti o pau dele pulsar e os jatos saindo, o primeiro já foi direto pra garganta, e eu quase vomitei. Acabei engolindo todo o seu gozo, o gosto não era ruim, mas também não era bom.
Assim que terminamos, ele voltou a me beijar e dizer que agira eu era só pra ele.
Naquele dia eu fui pra casa nas nuvens, tinha amado tudo o que tinha acontecido. Passei dias pensando nessas coisas, e doido pra usar uma calcinha novamente.
Esse foi o início de algo que duraria cerca de 4 anos, e foi evoluindo com o tempo, mas o restante vou contar em breve.

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260950 - Como virei a namoradinha do meu vizinho velho - Categoria: Confissão - Votos: 4

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico marcelofs1983

Nome do conto:
Como virei a namoradinha do meu vizinho velho - Parte 2

Codigo do conto:
261261

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
04/05/2026

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