"Todos os cômodos", ela disse, me arrastando em direção à sala de estar. "Você não vai sair daqui até ter me comido em cada superfície desta casa. Entendeu?"
Meu pau, endureceu completamente quando ela me empurrou para o seu sofá macio. Montou em mim, já completamente nua, apoiando os seios na minha cara enquanto alinhava meu pau na buceta.
"Primeiro, aqui. Depois na cozinha. Depois no corredor. Depois no meu quarto. Talvez na garagem, se você aguentar."
Sem aviso, ela se deixou cair, se empalando sem dificuldade, sugando cara centímetro com seu buraco quente e molhado. Ela jogou a cabeça para trás, um gemido gutural escapou de sua garganta. "PORRA! Esse seu pau vai me abrir no meio!" Então começou a sentar num ritmo brutal, batendo com tanta força que o sofá deslizava no chão. Sua buceta me apertava de cima a baixo, sons úmidos ecoavam pelo cômodo silencioso.
Agarrei sua cintura, acompanhando o ritmo, penetrando mais fundo. Seus peitos balançavam no meu rosto, chupei um mamilo, mordendo o bico duro. Ela gritou, esfregando o clitóris contra minha virilha com meu pau atolado até o talo. "Acaba com a minha buceta, ela é toda sua!"
Deitei ela de costas sem tirar de dentro, com as pernas apoiadas sobre meus ombros, e a comecei a meter fundo e com força. Ela gritava a cada socada, seus olhos reviraram, saliva escorrendo de seus lábios.
Ela gozou rapidamente, convulsionando e perdendo o controle corporal por um instante. "Não goza ainda, vamos para a cozinha", ela ofegou, pulando do sofá, o esperma escorrendo por suas coxas. Ela me levou até a ilha de mármore, curvou-se sobre ela, empinando a bunda.
Agarrei ela pelos cabelos e voltei a meter sem dó, ela gemia, abrindo a bunda, me implorando para não parar. Dei uns tapas fortes em sua nádega esquerda, depois na direita, observando a carne balançar. "MAIS FORTE!", ela gritou. Obedeci, cada tapa ecoando alto, sua pele vermelha com a marca da minha mão.
Derrubamos uma fruteira, maçãs rolaram pelo chão. Seus seios achatados contra o mármore frio, os mamilos duros. Passei a mão por trás dela, belisquei seu clitóris, enquanto a penetrava. Ela gozou de novo, gritando o meu nome, o corpo estremecendo.
Eu a deitei sobre a borda, abri suas pernas e meti novamente, devagar dessa vez, observando meu pau desaparecer em sua vagina rosa e apertada. "Olha essa bucetinha", eu disse, "já toda inchada, e eu apenas começando."
Comi ela ali, depois na sala de jantar, depois no chão do corredor, suas costas contra a parede, as pernas enroladas na minha cintura enquanto eu a penetrava de pé, seu peso sustentado apenas pelo meu pau e pela parede. Seus gemidos se transformaram em gritos constantes e ofegantes.
Quando chegamos ao quarto dela, estávamos ambos cobertos de suor, esperma e seus fluidos. A cama king-size nos chamava. Ela estava deitada de costas, pernas bem abertas, os lábios da vagina vermelhos, clitóris pulsando. "Me fode até eu desmaiar e depois me acorda e me fode de novo."
Coloquei ela de bruços e comecei a meter devagar e fundo, sentindo cada centímetro do meu pau deslizar para dentro dela. "Você vai gozar dentro de mim, não vai? Enche essa buceta velha até transbordar."
"Vou esvaziar até a última gota de porra", sussurrei, aumentando o ritmo. Estalos de pele, gemidos, a cama rangendo . Ela empinou a bunda, jogando os quadris contra mim, me puxando para mais fundo, sua cara enterrada no travesseiro.
"Vou gozar!" eu gritei. Ela gozou simultaneamente, sua vagina me ordenhando, nossos corpos se contorcendo. Então eu desabei, respirando com dificuldade.
Era por volta das 3 da manhã, estávamos deitados emaranhados, lençóis encharcados, corpos colados um ao outro. Ela estendeu a mão, começou a acariciar meu peitoral. "Você me fez gozar como nunca antes, acho que vou me viciar." Eu beijei sua testa e ela dormiu tranquilamente nos meus braços.
O amanhecer chegou. A luz do sol filtrada pelas cortinas. Eu estava atrás dela, de conchinha, com o pau no meio de suas coxas, uma mão em seu clitóris, dedilhando sua vagina enquanto a penetrava preguiçosamente. Ela gemeu, meio adormecida, ainda molhada da noite.
"O melhor despertador da vida!", murmurou ela. Eu continuei metendo gostoso, mais rápido, até que seu corpo tremeu com um orgasmo final e exausto, gozamos. Nós desabamos, nos unimos, respirando em sincronia.
Ela se virou, me beijou, sorriu com a cara amassada. "Toda semana", disse ela, "a partir de agora. Você dorme aqui todos os sábados. Entendeu?"
Concordei com a cabeça e sorri, já sonhando com o próximo fim de semana.
Ero Sennin aqui! Essa foi a terceira parte e acredito que a final também! Espero que tenham gostado!

