O portão do quintal rangeu ao abrir, e lá estava ela, esparramada numa espreguiçadeira na borda da piscina, tomando sol num biquíni branco minúsculo que mal a cobria. A parte de cima apertava seus seios fartos, os triângulos escorregando para o lado e revelando as aréolas rosadas. A parte de baixo subia nos seus quadris largos, o tecido espremido entre os lábios carnudos da vagina, a virilha à mostra. Ela se apoiou nos cotovelos, os óculos de sol no nariz, com um sorriso malicioso enquanto me aproximava.
"Já era hora, garoto do jardim", ela disse, as pernas se entreabrindo, a parte de baixo do biquíni dividindo a buceta. "Mãos à obra... mas sem pressa." Coloquei meu equipamento no chão, com o pau já ficando duro observando suas coxas se contraírem. Ela olhou para o volume na minha bermuda, lambendo os lábios. Não precisava ler mentes para saber o que ela estava imaginando.
Mergulhei a peneira na piscina, recolhendo folhas, com o olhar dela fixado em mim. Minutos depois, ela desamarrou a parte de cima do biquíni, deixando seus seios enormes à mostra, mamilos delicados endurecendo com a brisa. "Muito quente", ela suspirou, apertando um dos seios, beliscando a ponta.
"Chega aqui", ordenou ela, com a voz embargada. Larguei a ferramenta e me ajoelhei entre suas pernas abertas. Sua mão se enroscou no meu cabelo, guiando meu rosto até sua virilha. " Veja de perto como você me deixa molhadinha". Encaixei meus dedos na parte de baixo do biquíni dela, puxando-a para o lado. Sua buceta se abriu, dobras rosadas e inchadas, encharcada, clitóris durinho. O aroma forte me deixou em transe.
Comecei a chupá-la, a língua deslizando por entre seus lábios, saboreando seus fluidos em longas lambidas. Ela gemia, os quadris se erguendo para esfregar a buceta na minha boca. "Isso mesmo, chupa essa buceta". Chupei seu clitóris, estimulando-o rapidamente com a língua enquanto dois dedos penetravam fundo, curvando-se para atingir seu ponto G. Sua buceta de contraía, o mel dela escorria por entre os meus dedos.
"Mais forte querido... Chupa com força!". As coxas dela apertaram minha cabeça, os calcanhares cravando nas minhas costas. Eu a penetrei com os dedos mais rápido, a língua girando implacavelmente em seu clitóris. Seu corpo se tensionou, os seios subindo e descendo enquanto ela gritava, a vagina se contraindo violentamente. Um jato quente escorreu pelo meu queixo, o orgasmo a dominando, tremendo, gritando, as unhas arranhando meu couro cabeludo. Eu chupei tudo, sem parar até que ela me empurrou para trás, ofegante.
"Caramba, você acabou comigo", ela suspirou. Então ela se sentou, me empurrando de costas sobre as lajotas quentes do deck. Meu short sumiu em segundos, meu pau batendo rígido contra minha barriga, as veias pulsando, a glande roxa e escorregadia. "Eu vou devorar esse seu pau grosso."
Elena rastejou sobre mim, a bunda empinada, os seios roçando minhas coxas. Ela roçou o nariz nos meus testículos primeiro, a língua lambendo o saco pesado, sugando para dentro da boca quente com um estalo molhado. "Tão cheio...". Sua língua percorreu a parte de baixo do meu pau, da base à ponta, antes de engolir a cabeça.
Ela desceu, relaxando a garganta, engolindo até a metade, engasgando, mas indo cada vez mais fundo. A saliva escorria, cobrindo meus testículos enquanto meu pau sumia completamente, o nariz enterrado nos pelos da minha virilha, o queixo no meu saco. Sua garganta apertando a cada descida, os olhos lacrimejando, mas fixos nos meus. Ela se afastou ofegante, fios de saliva nos conectando, e então voltou a engolir com força.
Agarrei seus cabelos, e comecei a foder sua boca enquanto ela sugava ferozmente cada centímetro. A pressão nas minhas bolas era intensa, eu não conseguia mais me segurar. "Vou gozar!" Ela assentiu freneticamente, a garganta me ordenhando. Eu gozei, lançando jatos fortes o mais fundo que pude. Elena engoliu, sentindo cada pulsação, ruidosamente, até eu amolecer em sua boca.
Ela se afastou, tentando recuperar o fôlego, um fio de esperma escorrendo pelo canto da boca. "Fique aqui em casa hoje. Me come na minha cama, quero te dar até amanhã de manhã." Eu concordei de imediato, comer a buceta dela era a única coisa que se passava na minha cabeça naquela hora.
Ero Sennin aqui! Essa foi a segunda parte de "Entre Rosas e Tentações", espero que tenham gostado.

