Ela aparecia para treinar no final da tarde, uma morena rabuda, cada dia aparecia com uma roupa mais apertada que a outra. Era casada, a aliança brilhava em sua mão, mas sempre escolhi treinar perto de mim. Especialmente na hora do agachamento, ela fazia questão de agachar na minha frente, empinando bem a bunda. Certo dia depois do treino, ela chegou em mim e pediu uma carona para casa, pois seu marido iria trabalhar até tarde e não conseguiria buscá-la.
Conversamos durante o trajeto, a mão dela roçando minha coxa "acidentalmente" toda vez que eu a fazia rir com minhas histórias bobas. Quando chegamos à sua garagem, ela mordia o lábio, olhando fixamente para a minha virilha. "Deixa eu te agradecer pela carona", sussurrou, acariciando o meu pênis. Eu me reclinei no assento, ela se curvou, abaixando meu short. Meu pau grosso saltou para fora, já duro e com veias saltando, batendo em sua bochecha. Ela exclamou: "Caramba, é enorme". Eu soltei um gemido, "Chupa cachorra", enquanto ela envolvia a glande com os lábios, sugando com vontade, a língua girando sobre a fenda. Agarrei seu rabo de cavalo, enfiando fundo em sua garganta até que ela engasgou, com a saliva escorrendo pelo queixo.
Levei ela pra dentro da casa, na sala de estar ela já estava tirando a legging, revelando a buceta depilada toda molhada. Mas a minha intenção era comer aquela bunda. "Fica de quatro", ordenei. Ela obedeceu, apoiando-se na poltrona da sala e empinando bem o rabo. Cuspi em seu cuzinho apertado, esfregando a cabeça do meu pau contra ele. Ela gemeu, empurrando para trás. Centímetro por centímetro, forcei minha entrada, alargando seu buraco. Ela entre lágrimase gemidos, "Vai devagar pelo amor de Deus... tá me rasgando por dentro". Não parei até que estivesse completamente enterrado naquela bunda gostosa.
Comecei a aumentar a força, devagar no início, depois com mais intensidade, meus quadris batendo contra suas nádegas, as fazendo balançar. Ela gritou: "Come meu cuzinho! Soca fundo!" Seu buraco se contraiu ao redor do meu pau, me puxava para dentro enquanto eu a penetrava. O mel escorria de sua buceta, encharcando suas coxas. Passei a mão por trás dela, dedilhando seu clitóris, fazendo-a se contorcer violentamente.
Foi então que a porta da frente se abriu. Seu marido entrou, com sacolas de compras nas mãos, paralisado na entrada. Seus olhos se arregalaram com a cena: sua esposa de quatro na poltrona, meu pau enfiado até as bolas na bunda dela. "O que é isso, Andressa?!" ele gaguejou, as sacolas caindo no chão e espalhando as compras por toda parte.
Ela não parou de jogar a bunda no meu pau. Em vez disso, riu, uma risada cruel. "Olha quem me trouxe em casa, querido. Esse é o meu colega da academia que eu tanto falava." Continuei metendo, tirando spo a metade para mostrar a ele todo o comprimento do meu pênis grosso coberto de porra. Ele ficou ali parado, de boca aberta, o rosto ficando vermelho. Um cara baixinho e magricela, provavelmente com 1,68m, completo oposto de mim, com meus 1,90m e músculos definidos da academia.
"Fecha essa boca e só observa", ela zombou, encarando-o enquanto socava com mais força, meus testículos batendo com um som molhado. "Tá vendo como um pau de verdade fode? O seu é patético, um pintinho que mal me excita." Ele se mexeu, a mão tremendo como se quisesse fazer alguma coisa, mas os pés permaneceram firmes no chão. Impotente. Pequeno. Sorri para ele por cima do ombro dela, pegando ela pelos cabelos, mostrando o como a esposa dele estava sendo tratada que nem uma puta.
Ela gemeu mais alto para provocá-lo. "Ele está arrombando o meu cu... você é pequeno demais. Lembra da última vez? Você nem conseguiu me cutucar com esse pinto fino." O marido dela corou ainda mais, os olhos vidrados no meu saco balançando, depois para a cuzinho apertado dela se ajustando com dificuldade ao meu pau. "Por favor... chega", ele murmurou, com a voz embargada, mas ela apenas riu novamente. "Chega? Logo agora que eu vou gozar gostoso no pau grosso dele!" O corpo dela tremia, a vagina jorrando no chão enquanto seu cu me apertava que nem um alicate.
"Diga a ele o quanto eu sou melhor que ele", ordenei, dando um tapa na bunda dela. "Muito melhor!", ela ofegou. "Seu pau dele é uma piada! Eu nunca mais vou conseguir sentir aquela piroquinha depois de uma rola como a sua." O marido dela caiu de joelhos ao chão, com lágrimas nos olhos. Completamente destruído, humilhado, olhando enquanto eu arrombava sua esposa bem na sua frente.
"Enxuga essas lágrimas", ordenou ela, ofegante, o chamando para perto. Ele rastejou para frente de quatro, ela se inclinou para trás, abrindo ainda mais as nádegas. "Olha só o buraco que vai ficar quando ele sair... você nunca vai fazer isso comigo." E eu fiz, tirando o pau lentamente, seu cuzinho agora aberto, arruinado, antes de socar de volta até o fundo.
O rosto dele estava a centímetros da ação agora, inalando o aroma da buceta de sua esposa e do meu suor. "Tá gostando parceiro? É assim que se fode uma puta." Ela agarrou ele pelos cabelos, puxando seu nariz em direção à sua vagina molhada. "Chupa minha buceta enquanto ele come o meu cu." Ele hesitou, mas ela puxou com mais força. "Faça isso, seu corno!" Quebrado, ele estendeu a língua, lambendo sua buceta com as minhas bolas batendo em sua cara. Os gemidos dela se transformaram em gritos, seu corpo tremendo com a estimulação dupla.
Eu já estava no limite. "Vou encher a bunda dela", avisei, acelerando o ritmo. "Sim, goza dentro!", ela implorou, rebolando. Ele continuou chupando desesperadamente, saboreando o mel dela misturado com o meu. Eu gozei jatos e jatos, enchendo o cu dela por completo. Retirei com um estalo, a porra borbulhando de seu buraco arruinado, escorrendo até sua vagina, sugou até a última gota.
Ela se endireitou, e o chutou levemente. "Bom garoto. Agora faz o jantar enquanto eu tomo banho com meu comedor."
Ero Sennin, espero que tenham gostado desse relato safado! Dessa vez escrevi um conto único, acho que fica mais objetivo desse jeito. Críticas, avaliações e sugestôes são sempre bem vindas!

