O nome dela é Priscila, é super gostosa com um corpo de deixar qualquer um de queixo caído. Ela tem os cabelos compridos e dourados, emoldurando sua pele bronzeada. Seus olhos são de um tom profundo de verde esmeralda e quando olha para mim, sinto como se o mundo parasse de girar.
Sua voz é suave e sexy, como se mel escorresse de seus lábios. Não é de admirar que todos os garotos da turma fantasiem sobre ela. Mesmo sendo minha professora, não consigo parar de imaginar como seria beijar cada canto de seu corpo.
Hoje durante a aula ela parou na minha frente, sua expressão era uma mistura de preocupação e decepção. "Então, Matheus, estive revisando suas notas e elas simplesmente não estão onde deveriam estar." Seus dedos enrolam inquietamente uma mecha de seu cabelo.
Não consigo olhá-la nos olhos, estou ciente da minha problemática situação. "Eu sei, Sra. Priscila. Tenho dado o meu melhor..." isso soou patético até para mim.
Ela balança a cabeça lentamente. "Eu entendo que a vida pode ser difícil às vezes, com todas as pressões da escola e das atividades extracurriculares. Mas suas notas são importantes, Matheus. Elas refletem não apenas seus esforços nas aulas, mas também seu potencial futuro."
Meu coração foi lá no estômago. Quero dizer a ela que estou fazendo tudo que posso, que estou tentando ao máximo acompanhar. Mas, em vez disso, fico ali sentado em silêncio, olhando para o chão.
Ela respira fundo e se apoia na mesa. "Quero que saiba que acredito em você, Matheus. Acho que você tem muito potencial, é uma pena que essas notas não reflitam isso no momento." Ela faz uma pausa, considerando suas próximas palavras. "Eu quero saber se você estaria interessado em estudar comigo depois da aula. Poderíamos revisar alguns dos assuntos com os quais você está tendo mais dificuldade, talvez trabalhar em alguns projetos de crédito extra."
Fiquei muito animado. Claro que quero trabalhar com ela! É a professora mais gostosa que já tive, e passar mais tempo com ela é um sonho que se tornou realidade. Mas tento não parecer animado demais. "De verdade? Você estaria disposta a me ajudar assim?"
Ela sorri calorosamente. "Claro, Matheus. Eu sei que você é capaz de se sair bem nas minhas aulas e quero ver o seu sucesso. Você só precisa de alguém para guiá-lo em tudo isso." Ela faz uma pausa e acrescenta com um olhar travesso: "E quem melhor do que sua professora favorita?"
Não acredito isso está realmente acontecendo! "Obrigado, Sra. Priscila. Eu agradeço de verdade." respondo, tentando parecer confiante e maduro.
Com os olhos brilhando ela responde: "De nada! Acho que estudar um pouco depois da aula é exatamente o que você precisa para voltar aos trilhos. Além disso, quem sabe? Talvez a gente se divirta um pouco ao longo do caminho." Sua voz sôa como um sussurro sensual fazendo meus batimentos acelerarem.
Engoli seco, tentando manter o controle. "Claro!" Consigo responder, tremendo de ansiedade. Na verdade, mal consigo me concentrar no que ela continuou a dizer. Tudo o que consigo pensar é o quão perto ela está e o quanto quero beijá-la.
Enquanto os últimos alunos saem da sala, a Sra. Priscila se levanta e começa a arrumar as carteiras. Ela olha para mim, com o lápis no canto da boca. "Você está pronto para começar nosso projeto?" ela pergunta.
Com as expectativas altas e o nervosismo a flor da pele, respondi. "S-sim, com certeza." meu coração estava pra sair do peito.
Ela se posiciona atrás de mim, seus quadris balançando sutilmente enquanto se move. Seus seios pressionam meu ombro enquanto fala em meu ouvido: "Sei que tem a mente tão suja Matheus, você acha que não percebo como não tira os olhos de mim durante a aula?" O cheiro dela me arrepiou todo.
Ela solta uma risada suave, sua respiração fez cócegas em minha orelha. "Não se preocupe. Somos adultos aqui. Sou sua professora, certo? E esse tipo de coisa é perfeitamente normal para um rapaz jovem e cheio de energia como você." Ela se inclina ainda mais, apoia seus seios em meu pescoço, e fala baixinho em meu ouvido: "Além disso, eu ouvi vários boatos sobre você."
Então ela começa a esfregar a mão na minha virilha, tento me concentrar no que ela está dizendo, mas é impossível. "B-boatos, Sra. Priscila", consigo gaguejar. "Quero dizer, não sei o que a Sra."
Ela ri. "Dizem por aí que você tem um pau grande. E admito que não consigo parar de me perguntar se isso é verdade... Você pode me chamar de Pri, sabe? Acho que já passamos do ponto de 'Senhora' agora, não é?" sinto sua outra mão deslizar pela minha coxa.
Tudo o que consigo me pensar é na sensação de suas mãos em mim, nos seus seios em meu pescoço, no calor de sua respiração em meu ouvido. "E-estamos na sala de aula, Pri…"
Ela responde. "Oh, não se faça de inocente agora. Sei que isso não te incomoda nem um pouco." Seus dedos dançam pelo meu abdômen. "E que lugar melhor para descobrir algo do que aqui, na sala de aula?"
Ela se afasta um pouco, e fixa os olhos na minha virilha. Se abaixa, abre meu cinto, desabotoa minha calça e enfia a mão dentro da minha cueca. Ela engasga suavemente, seus olhos se arregalando enquanto sua mão envolve meu pau. "Por Deus!", ela exclama. "É maior do que eu imaginava."
Ela começa a deslizar a mão suavemente e sinto meu controle indo embora. Posso sentir o calor subindo dentro de mim e meu coração acelerando enquanto ela me provoca. "É tão grande", ela murmura, olhando para o meu pau através de seus longos cílios. "Tão perfeito." Ela se inclina o coloca em sua boca.
A sensação de seus lábios quentes e úmidos me engolindo é quase insuportável. Eu gemo no fundo da minha garganta, arqueando as costas quando ela começa a me chupar. A sua língua gira em volta da cabeça, enquanto segura com força, me masturbando com ritmo da sua boca. Sinto um prazer agudo, mal começou e eu já estou quase explodindo.
"Oh, Pri", eu gemo, com a voz rouca. "Eu não vou durar muito tempo assim." Ela olha para mim com um olhar cheio de desejo e passa a chupar mais fundo. Seus lábios são tão suaves e a maneira como ela move as mãos me leva a loucura.
Deslizo minhas mãos em seus cabelos, sentindo os fios sedosos deslizarem por entre meus dedos. Eu tô excitado ao extremo, o som dela me chupando está me enlouquecendo. Sinto a pressão aumentando em mim, sei que estou prestes a gozar. "Pri!", eu gemo, "EU VOU!…"
Antes que eu possa terminar a frase, ela para de chupar e aperta minhas bolas com força. Então ela se levanta, tira o vestido e deita na mesa com as pernas abertas. Abrindo bem, revelando sua buceta perfeita. "Me come Matheus", ela pede "Eu quero sentir você dentro de mim."
Ainda sem acreditar que isso esteja realmente acontecendo, me posiciono entre suas pernas, sentindo o calor irradiando de seu corpo. Deslizo a cabeça do meu pau ao longo de sua buceta, ela arqueia as costas, gemendo alto.
Meto devagar, quero que ela sinta cada centímetro do meu pau. Suas paredes internas me apertam, e eu gemo quando ela me pede para enfiar tudo. Ela respira fundo, seus olhos se fecham e suas mãos agarram os lados da mesa.
Olho para ela, admirando a forma como seu corpo se move com o meu. A maneira como ela se contorce, os sons que ela faz. É demais para aguentar. Começo a socar com força, mais rápido, tentando com todas as minhas forças não gozar rápido.
Passo a meter com tudo nela, sentindo o fundo de sua buceta. Sua respiração fica ofegante, seus peitos balançam enquanto ela morde os lábios. A cabeça jogada para trás, seus cabelos dourados espalhados pela mesa.
Ela crava as unhas em minhas costas, eu estou prestes a esvaziar minhas bolas dentro dela. O ar na sala fica denso com o cheiro do nosso suor e o barulho de nossos corpos batendo um no outro.
Ela levanta as costas da mesa e solta um grito longo e agudo. Seus músculos ficam tensos e sinto sua buceta se contrair em um orgasmo intenso e estremecedor. Ao mesmo tempo, eu gozo, esguichando minha porra quente fundo na buceta dela.
Ela cai de volta na mesa, seu corpo ainda tremendo com a intensidade de tudo isso. Eu me inclino, beijando seu pescoço, seu ombro, sentindo sua pele macia sob meus lábios. Ela estende a mão, envolvendo os dedos em meus cabelos, puxando meus lábios para os dela. A sua boca com sabor de vinho e suor, posso sentir o calor residual do seu orgasmo enquanto as nossas línguas dançam juntas.
À medida que nossa temperatura diminui, ficamos ofegantes, nossos corpos ainda conectados, escorregadios de suor e tesão. Deslizo para fora dela, meu coração desacelerando aos poucos. Ela pega um lenço em sua bolsa e se enxuga, depois olha para mim com um sorriso satisfeito.
"Isso foi incrível", sua voz falha, quase inaudível acima do som de nossa respiração. "Não consigo acreditar no que acabamos de fazer."
Eu sorrio, passando a mão pelo meu cabelo encharcado de suor. "Nem eu. Eu sonho com isso desde a primeira vez que te vi."
Ela se aproxima, pega minha mão e a leva aos lábios. "Você foi incrível, sabia disso?" Ela beija meus dedos. "Me fez sentir tão viva."
ninguém nunca disse algo assim para mim antes. Quero acreditar nela, mas não posso deixar de me perguntar se é apenas o pós orgasmo falando. Mas a forma como ela olha pra mim, acho que realmente fala sério.
A beijo suavemente na testa. "Estou feliz que você se sinta assim", coloco as mão em seu quadril. "Porque me sinto do mesmo jeito."
Seu sorriso fica mais brilhante e ela me abraça. "Sabe", ela começa, parecendo pensativa, "eu nunca gozei assim antes. Quero dizer, eu tive muitas experiências, mas…" Ela para, procurando as palavras. "Foi diferente com você."
Eu beijo o pescoço dela. "Realmente?" Eu pergunto. "Você achou diferente?"
Seus olhos se encontram com os meus, sua expressão séria. "Sim", ela diz, balançando a cabeça. "Parece… mais profundo. Mais intenso." Ela faz uma pausa, mordendo o lábio. "Foi mais real."
Posso sentir a pulsação em seu peito. Ela estende a mão, traçando o dedo ao longo do meu rosto. "Eu quero ver onde isso vai dar", ela diz. "Quero saber o que acontece depois."
Ero Sennin aqui! Espero que tenham gostado dessa história quente e cheia de paixão! Críticas, avaliações e sugestões são sempre bem vindas!


