Histórias que não se conta nem para o espelho 4

Os anos 2000 chegam com muitas novidades. Os mais jovens já cresceram com essas inovações e a adaptação foi tranquila, mas a minha geração teve alguma dificuldade. Embora eu tenha passado, devido a minha atividade profissional, com facilidade da realidade analógica para o digital.
Eu vivia nas salas de bate-papo de Salvador e conheci muitas mulheres. Meu Deus, acho que nunca comi tanta mulher. Virava noite conversando e no outro dia já estávamos saindo, muitas vezes até no mesmo dia. Algumas mulheres não eram tudo aquilo que eu imaginava, mas faz parte. Com certeza em muitos encontros eu também não devo ter correspondido com o que elas esperavam.
O meu desejo por pica voltou, mesmo só transando com mulheres. Havia quase 15 anos que não tinha uma relação homo. É que conheci algumas mulheres taradas por praticar fio-terra. Isso nunca tinha rolado comigo e uma mulher. Tomei susto no início, mas fui me acostumando e adorando. Era algo que apimentava muito a transa.
Namorei com uma por um tempo uma loirona grandona, que tinha uma buceta enorme e tinha orgulho disso. Ela adorava ir à praia e deitar na espreguiçadeira com o “capô de Fusca” exposto. Ela adorava se exibir e chamar atenção. Eram muitas chupadas naquela buceta deliciosa e quando transávamos no papai-mamãe, ela me enlaçava os seus braços, me puxando pela bunda e começava a enfiar o dedo no meu cu. Nunca falamos nada sobre isso. Até um dia que fomos comprar umas coisas numa farmácia e ela comprou um lubrificante. No caminho pra casa ela falou: hoje vai ser mais gostoso. E quando começamos, ela lambusou os dedos e começou a enfiar e falar que ia me comer todinho. Alguns problemas de relacionamentos nos afastaram. Mas sinto falta dela até hoje.
Depois dela conheci muitas outras com essa tara por inversão. Isso me pirou por um tempo. Eu pensava: será que eu dou pinta de que gosto de pica e essas mulheres ficam querendo me comer ou será que elas estão vendo muitos vídeos e nos bate-papos descobrem que têm muitos homens que gostam dessa prática? Teve uma que no primeiro encontro levou um consolo enorme na bolsa. Descobri depois. Depois de fazermos de tudo e gozarmos bem gostoso, fiquei largado na cama, fechei os olhos, relaxando. A danada foi no banheiro e quando voltou – eu não vi, já pegou o brinquedinho e o gel lubrificante e trouxe pra cama – veio fazendo carinho, começou a me beijar. Eu disse a ela: gozei agora, não vai rolar outra, assim, rapidamente. Ela retrucou: “Duvido. Deixe comigo que eu quero ver se essa pica não vai subir”. Encheu a mão com o líquido mágico e começou a chupar e massagear meu pau. Estava delicioso, mas a ferramenta ainda não dava sinais de querer participar da brincadeira. Aí ela colocou mais gel na mão e começou a alisar minha virilha, as bolas e foi descendo pro cuzinho. O quadro imediatamente mudou. A pica começou a crescer. Ela percebeu e intensificou. Com uma mão me masturbava e a outra ia brincando com o anelzinho. Alisando, pressionando e começou a enfiar um dedo. Depois enfiou outro. Comecei a rebolar e gemer. Ela se jogou em cima de mim, começou a me beijar e encaixou a buceta no meu pau. Por um instante fiquei retado, porque estava gostoso. A sacana fez meu pau subir com os dedinhos no meu cu. Mas tinha vergonha de pedir pra ela continuar.
Só que a transa também estava gostosa. Vê-la subindo e descendo com os seios, não muito grandes, mas muito bonitos, balançando e de vez em quando eu apertando e beijando me fez entrar no clima e ficar cada vez mais intenso. Ela foi fazendo os movimentos, me beijando e chegou no meu ouvido e disse: “Viu que eu sei como lhe deixar taradinho?”. Eu só balancei a cabeça e gemi. Ela aproveitou o clima e perguntou: “Posso continuar e deixar você com mais tesão ainda?”. Mais uma vez só gemi e concordei. Achei que ela fosse intensificar as subidas e descidas no meu pau e fazer eu gozar dentro dela. Em vez disso, ela saiu de cima e de forma carinhosa pediu pra eu virar de costas. Não entendi muito, mas fui na onda. A partir daí ela voltou a encher meu cu com gel e dedos. Metendo e tirando. Eu gemendo e erguendo a bunda. Adorando tudo aquilo.
Era uma avalanche de sensações e prazeres. E a coisa ficou mais louca ainda quando ela pegou o consolo – só aí eu fui saber que íamos ter um “amigo” na festa – e começou a tentar enfiar. Me arrepiei todo, gemi mais forte e abri mais as pernas. Ela entendeu como autorização e passou a pressionar mais para entrar. Comecei a sentir a pressão, uma dor muito forte quando a cabeça entrou. Foi como se tivesse, literalmente, rompido um lacre. Dei um pulo pra frente e o brinquedo saiu. Ela insistiu pra continuar. Mas não aceitei. Prometi que na próxima vez a gente tentava novamente. Ela entendeu e ficou alisando a entrada do meu cuzinho. Começou a me chupar e enfiar um dedinho até eu encher sua boca.
Me arrependo até hoje de não ter continuado. Até porque não saímos mais.
Tem outra mulher que me ajudou muito a aceitar esses desejos e entender que não há nada de errado. Que não estou fazendo nada errado. Só buscando prazer sem prejudicar ninguém. No próximo relato falarei dela.

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Ficha do conto

Foto Perfil luciano1966
luciano1966

Nome do conto:
Histórias que não se conta nem para o espelho 4

Codigo do conto:
261396

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
06/05/2026

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