Se Organizar direitinho.... (Capítulo 1)

Fogo no Asfalto e Bucetas Molhadas
GOSTOU... CURTE E COMPARTILHA!!!!! (NÃO GOSTOU, CURTE IGUAL)

O calor dentro daquela SUV parecia um forno, mas o verdadeiro incêndio não tinha nada a ver com o sol do meio-dia que castigava a Freeway na saída de Porto Alegre em direção ao litoral. O ar-condicionado no máximo mal dava conta de resfriar a tensão absurda que empapava o estofado de couro do carro. Eram cinco mulheres espremidas ali dentro, cada uma carregando uma bomba-relógio de tesão, segredos sujos e uma vontade desgraçada de foder até rasgar a alma naquele maldito resort de luxo. A viagem de fim de semana tinha acabado de começar, mas a putaria já estava armada na cabeça de cada uma delas. O cheiro de perfume caro se misturava com o odor inconfundível de feromônios e umidade feminina.
No banco do motorista, Darlene esmagava o acelerador com a ponta do salto alto. Aos 42 anos, ela era o puro suco da vulgaridade embrulhada em dinheiro e autoconfiança. Usava um shortinho jeans tão curto que metade da polpa da bunda ficava roçando no banco de couro a cada curva, e um top de crochê que mal segurava os peitos fartos, sem sutiã por baixo, os faróis acesos e marcados no tecido, balançando livremente. Darlene era tarada, do tipo que não conseguia passar um dia sem enfiar alguma coisa na buceta. Ela dirigia de pernas abertas, sentindo o ventinho gelado do ar bater bem no meio das coxas, porque a verdade é que ela já estava babando de vontade. Ela olhava pelo retrovisor, via os carrões passando, e só conseguia imaginar se os motoristas tinham uma caceta grossa o suficiente para dar o trato que ela estava precisando. Darlene era divertida, desbocada, o tipo de mulher que contava piada suja no bar e, dez minutos depois, estava no banheiro de joelhos engolindo o pau de um desconhecido. O resort para ela era um cardápio aberto, e ela estava morta de fome. A mão esquerda no volante, a direita coçando a coxa, deslizando perigosamente perto da virilha, doida para enfiar dois dedos ali mesmo e se aliviar do tesão do caralho que sentia só de pensar nos machos (e nas fêmeas) que ia devorar naqueles dias.
No banco do carona, ao lado da irmã devassa, estava Dayse. Se alguém olhasse apenas para a cara dela, acharia que a mulher estava indo para um culto de domingo pedir perdão. A postura de "santinha" intocável continuava ali, o nariz empinado julgando o pecado alheio por trás dos óculos escuros de grife. Mas o visual... puta que pariu. Dayse tinha perdido uma aposta escrota para Darlene naquela semana, e o prêmio da irmã foi o direito de escolher a roupa da viagem. O resultado? A falsa beata estava enfiada num vestido tubinho de lycra vermelho-sangue, tão curto e estupidamente apertado que parecia costurado direto na pele, com um decote que quase deixava os bicos dos peitos pularem para fora a cada buraco na estrada.
Darlene ria alto da cara de humilhação da irmã, achando que estava torturando a pudica ao obrigá-la a viajar vestida como uma puta de beira de estrada. Pura merda. Dayse fingia indignação, cruzando as pernas apertadas e puxando a barra do vestido minúsculo para baixo o tempo todo, bufando e reclamando. Mas a verdade nua e crua é que Dayse não usava calcinha por baixo daquela lycra vagabunda. Ela adorava o perigo. O atrito do tecido sintético esticado, roçando direto nos grandes lábios inchados com o balanço do carro, a deixava insana. Estar vestida como uma vadia, sem poder reclamar de verdade porque era o trato da aposta, era o maior tesão da vida dela. Era a desculpa perfeita para deixar a vagabunda interna respirar, enquanto o vento do ar-condicionado batia direto na sua buceta molhada, fazendo-a pingar no banco de couro em total silêncio. Dayse gostava da humilhação, do suor, de ser tratada como lixo na cama. A ideia de chegar num resort de luxo, bancar a madame ofendida no saguão e depois dar o cu pro garçom no beco da cozinha fazia a buceta dela latejar freneticamente. Ela deu um suspiro baixo, disfarçando o gemido de tesão sob a máscara de irritação, apertando as coxas para sentir a própria umidade escorregadia.
Atrás da falsa santa, no banco de trás, a amiga de infância das duas tentava manter a compostura. Aline, 40 anos, cara de mãe de família rica, dona de casa entediada, corpo violão moldado a base de pilates e plásticas muito bem pagas. Ela olhava a paisagem pela janela, com a perna tremendo num tique nervoso. Aline tinha um fetiche, uma tara obscura, suja e profunda que a consumia de dentro para fora, algo que ela esconderia das filhas até o dia de sua morte: ela era completamente, absurdamente alucinada por homens negros. Não qualquer um, mas homens grandes, rústicos, com ferramentas monumentais e brutas. O marido dela, um branquelo sem sal que transava de luz apagada em cinco minutos numa rotina medíocre, não fazia nem cócegas no buraco insaciável que Aline carregava entre as pernas. O tesão dela era imaginário, sujo e constante. Ela só conseguia pensar nos seguranças do resort, nos carregadores de mala suados, com os músculos tensionados sob a farda do hotel, a pele escura brilhando sob o sol. Na cabeça dela, a viagem perfeita não era massagem no spa, era ser arrastada para o quarto de serviço por dois negões bem dotados, ter a boca preenchida por uma rola veiuda e grossa, engasgando com a porra, enquanto o outro macetava a buceta dela sem dó, até ela perder os sentidos e o fôlego. Ela cruzou as pernas, engolindo em seco, sentindo uma pontada aguda no clitóris. Estava tão necessitada, tão na seca de uma foda de verdade, que qualquer olhar mais demorado de um negro na rua a fazia cruzar as pernas e suar frio. Suas filhas, sentadas ao seu lado, não faziam a menor ideia da puta insaciável que a mãe era quando ninguém estava olhando.
E por falar nas filhas, as duas estavam logo ali, dividindo o banco de trás, e a podridão genética do tesão tinha passado para as duas de forma espetacular. O sangue quente não mentia.
Sophia, a mais velha, 21 anos, era o veneno em forma de menina. Os olhos afiados, de delineador gatinho, não desgrudavam do banco da frente. Mais especificamente, do corpo de Dayse sendo espremido pela lycra vermelha. Sophia era bissexual, mas, naquele momento, nenhum homem da face da terra importava ou faria diferença. O que ela queria, a obsessão doentia que a fazia acordar no meio da noite se tocando, era a "tia" santinha. Sophia não era idiota. Ela via através do teatrinho. Ela sentia o cheiro de cadela no cio vindo de Dayse. Ela observava a mulher puxando o vestido para baixo, via o bico do peito duro marcando o decote, via os mínimos movimentos, a respiração ofegante disfarçada, o jeito que a mulher cruzava a perna tentando esconder que estava se esfregando.
Sophia tinha uma fantasia explícita e repetitiva: queria encurralar Dayse num daqueles banheiros de mármore frio do resort. Queria rasgar aquele vestido vermelho de vadia, calar a boca cheia de moralismo da mulher com um beijo agressivo, arrastar a cara dela na parede e afundar a língua e os dedos naquela buceta que ela sabia que estaria encharcada e pulsando. Sophia imaginava o gosto daquela mulher madura, o cheiro dela. Queria fazê-la gozar, esguichar, gritar e perder toda a pose de santa na frente dela, provando quem mandava. O tesão de Sophia era predatório, dominante. Ela passava a língua nos próprios lábios secos, imaginando o momento em que abriria as pernas de Dayse à força e escutaria os gemidos contidos se transformarem em grunhidos de pura putaria submissa. O dedão de Sophia alisava a tela do celular apagada, mas ela só pensava em esfregar esse mesmo dedo no clitóris da amiga da mãe até fazê-la implorar por mais, chorando de tesão.
No outro canto do carro, fechando a equação de luxúria e perversão, estava Laura, a caçula de 19 anos. Com uma carinha de anjo recém-caído do céu, pele pêssego e um corpo que estava florescendo e ganhando curvas com uma rapidez perigosa, Laura era a mais quieta. Mas a mente da guria era um esgoto a céu aberto, uma festa rave de baixaria. Se Sophia queria quebrar a falsa santa, Laura era completamente obcecada pela devassa assumida. Seus olhos castanhos devoravam Darlene no banco do motorista. Laura via o top de crochê esgarçando, via os mamilos de Darlene duros contra o tecido, acompanhava o movimento dos ombros e das coxas grossas dela dirigindo, e sentia uma fisgada lá embaixo, uma agulhada de tesão quente, úmido e profundo.
Laura também gostava de mulheres, mas a energia caótica de Darlene, aquela coisa de "mulher grande, experiente, sem pudor e tarada", a deixava de quatro, submissa e carente. Na cabeça da caçula, a viagem já tinha um objetivo claro e inegociável. Ela queria que Darlene a ensinasse a ser puta. Queria que a amiga da mãe a agarrasse no quarto assim que chegassem, jogasse ela na cama king size, apertasse seus peitos jovens com brutalidade e metesse a mão sem dó na sua calcinha, rasgando o algodão se fosse preciso. Laura imaginava a boca de Darlene, aquela boca enorme que falava tanta merda e contava piada suja, descendo pelo seu pescoço, chupando seus peitos até deixar marca, enfiando a cara na sua bacia juvenil e comendo sua buceta apertada com a voracidade de um animal selvagem. O calor subia pelo pescoço de Laura, que se remexia no banco com desconforto, disfarçando o quão molhada estava, apertando a própria coxa com força, fechando os olhos por um segundo para visualizar os peitões de Darlene roçando nos dela num chuveiro fumegante e cheio de vapor do hotel.
O carro inteiro era um barril de pólvora fedendo a sexo, secreções guardadas, lubrificação natural e fetiches reprimidos prestes a explodir. Ninguém falava sobre o que realmente estava acontecendo nas entrelinhas. Darlene xingava o trânsito e ria da desgraça da irmã; Dayse fingia ignorar e amaldiçoava o vestido enquanto gozava mentalmente com o atrito; Aline olhava o celular disfarçando os pensamentos com rolas colossais entaladas na sua garganta; Sophia dissecava o corpo de Dayse mentalmente, planejando o ataque perfeito; e Laura babava por Darlene, esperando o momento de se oferecer numa bandeja.
Quando a placa monumental do mega-resort finalmente apareceu, brilhando sob o sol do litoral como os grandes portões do inferno, o silêncio no carro mudou de tom. Não era mais cansaço, era pura expectativa. Era a largada. Darlene reduziu a velocidade, os pneus da SUV estalando sobre o cascalho impecável da entrada principal.
A porta monumental do hotel se abriu e de lá saiu o valet para recebê-las. Um homem negro, alto, com mais de um e noventa, ombros larguíssimos marcados numa camisa branca impecavelmente ajustada, braços fortes com veias saltadas e um sorriso que faria o diabo tremer.
Aline, no banco de trás, quase teve um ataque cardíaco. Ela olhou direto para o volume pesado marcando o tecido da calça social do funcionário e sentiu o mel descer de vez, ensopando o forro da calcinha e escorrendo pelas coxas. O bico do peito endureceu na hora, doendo contra o sutiã. Ela teve que morder a parte interna da bochecha para não gemer ali mesmo.
Darlene, no volante, soltou uma risada rouca e suja, já medindo o valet de cima a baixo com olhos de quem ia dar o bote, avaliando o tamanho da carne que estava no cardápio.
Dayse ajustou os óculos escuros, engoliu em seco, tentando manter a cara blasé. Ela abriu a porta do carona. Quando colocou a perna para fora, o vestido de lycra subiu de forma escandalosa até a raiz da coxa. Ela teve que se contorcer para sair do carro alto, e por uma fração de segundo, o tecido esticou tanto que quem estivesse no ângulo certo poderia ver perfeitamente que não havia porra nenhuma ali cobrindo a buceta dela, apenas os lábios carnudos espremidos contra o vermelho. Ela puxou a barra com força, bancando a envergonhada, mas o coração batia a mil por hora com a exibição.
Sophia, ainda no carro, deu um sorriso de canto de boca, maléfico e sombrio. Ela tinha visto. Ela viu a ausência da calcinha. Ela sentiu o cheiro do desespero de Dayse e quase não conseguiu se segurar no banco.
E Laura mordeu o lábio inferior até quase sangrar, vendo Darlene sair do carro, batendo a porta e rebolando aquela bunda espetacular dentro do shortinho jeans minúsculo, pronta para destruir tudo e todos que cruzassem o seu caminho naquele fim de semana.
As cinco pisaram no chão de pedra polida da recepção. O ar cheirava a maresia, flores caras e protetor solar de grife, mas, se alguém prestasse muita atenção, sentiria o cheiro cru e selvagem de cinco cadelas prontas para transformar aquele paraíso particular num verdadeiro e absoluto prostíbulo a céu aberto. A viagem tinha oficialmente começado. A primeira regra do resort era simples: não haveria regras, calcinhas, pudor ou limites morais dali em diante. O inferno tinha ganhado um CEP novo.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico neymarodrigues

Nome do conto:
Se Organizar direitinho.... (Capítulo 1)

Codigo do conto:
261428

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
06/05/2026

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2

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