Nota: Essa é uma sequência, então se você chegou aqui de paraquedas considere voltar ao capítulo anterior para entender o motivo do Gabriel estar deitado no colo do pai com a bunda empinada. —— “Conseguiu ir no banheiro filho” perguntei no dia seguinte, tentando não parecer que estava constrangido com aquela pergunta. “Não” ele respondeu sem graça. “Me mantenha informado se conseguir” falei, esperando que apenas uma dose fosse suficiente para fazer efeito e não precisar mais passar por aquilo. Mas no final do dia ele continuava se queixando e fui aplicar novamente. Desta vez ele já se deitou com a bunda empinada no meu colo e cobriu a cabeça com o lençol sem se queixar. Novamente eu abri a bunda dele, sentindo um choque ao tocar no cuzinho dele, minha respiração pesada e naquele momento já estava lutando contra meus pensamentos. “Ah então é isso” falei de repente, levado pelo impulso. “Quê?” Ele perguntou, tirando o lençol e virando o rosto pra mim. “Apliquei errado ontem” falei fingindo ler a caixa do supositório. “Tem que fazer alguns movimentos, é tipo agite antes de usar” “Tá” ele respondeu voltando a cobrir o rosto. Apliquei mais lubrificante e fiquei alisando a área com o dedo, até encostar na portinha e inserir levemente a ponta do dedo, ambos trememos com o toque. Mantive aquele milimetro meu dentro dele e com a outra mão apliquei o resto do lubrificante ao redor do meu dedo, apertei a bunda dele com força e fui enfiando o meu dedo ao poucos, quando não consegui mais ver minha unha ele já não conseguia mais segurar os sons com a garganta, o que me fazia apertar ainda mais a bunda macia dele. Metade do meu dedo ja estava dentro dele, o cu dele apertava meu dedo como se fosse capaz de partir ao meio e nesse ponto eu também não estava mais aguentando segurar os sons com a garganta. Comecei a foder o cu dele com o meu dedo e por mais que ele protestasse com a garganta ele não pedia para parar, me fazendo percorrer a próstata inteira com meu dedo, enquanto minha outra mão também perdia o controle e alisava o corpo dele deitado no meu colo, os sons que ele emitia pela garganta acabaram vencendo e ele deixou escapar um gemido fino, me despertando daquele loucura e tirei o meu dedo, aproveitando a abertura que ficou para enfiar o bastão e aplicar o liquido do remédio. “Acho que dessa vez vai fazer efeito” informei, torcendo que ele não tenha percebido a diferença entre meu dedo e o supositório. Sem falar nada ou olhar em minha direção ele se levantou e foi para o quintal. Me levantei sentindo meu pau duraço e fui direto tomar um banho gelado, mas a sensação do cu dele apertando o meu dedo enquanto eu percorria seu orifício inteiro não saía da minha cabeça e comecei a me masturbar. A Juliana tinha sido minha primeira namorada e o cu estava fora de negociação com ela, então eu nunca tinha tido a experiência de enfiar sequer o dedo em um, ainda mais em um virgem e daquele tamanho. Berrei me abraçando na parede enquanto sentia a gala espirrando na parede, estava até com as pernas tremendo de tanto tesão que tinha me dado, definitivamente eu nunca tinha gozado daquele jeito com a minha esposa. Com um sentimento de culpa, como se meu filho soubesse que eu tinha batido uma punheta pensando nele, passei a evitá-lo no dia seguinte, por mais que olhasse pelo canto do olho toda vez que ele passava por mim, de repente comecei a notar que as pernas dele estava mais torneadas, ou que a barriga dele era bem lisinha, até o pescoço dele estava me chamando atenção. Mas isso tinha que parar, não era certo um pai ter acesso àquela parte do corpo do filho, ou que se aproveitasse para enfiar o dedo ali. Então propositalmente esqueci de aplicar a medicação e como o Gabriel estava constrangido com aquela situação ele que não iria me lembrar. Durante a noite ouvi ele indo ao banheiro e depois de um tempo ouvi-o puxando a descarga 2 vezes, respirei aliviado já que aquilo significava que a medicação já tinha dado resultado e eu não iria mais ter acesso ao cu do meu filho, página virada e talvez aquilo iria virar piada em alguns anos ‘lembra quando eu precisei aplicar um remédio via supositório?’ iríamos rir daquilo um dia. “Eaí alguma novidade?” perguntei animado durante o café da manhã. “Não” ele respondeu triste, sabendo do que eu estava me referindo. “Não?” perguntei em dúvida, já que tinha ouvido ele puxando descarga no dia anterior, e duas vezes, mas me senti culpado por estar negligenciando a aplicação da medicação. Assim que ele voltou da escola, respirei fundo e afastei todos os pensamentos errados da cabeça antes de entrar no quarto dele: “Tenho um trabalho para finalizar, podemos aplicar agora? Antes que eu me esqueça igual ontem.” “Tudo bem” informou ele. Fui pegar a medicação e me lembrei que o lubrificante tinha acabado, retornei ao quarto dele já sem ter certeza de que os pensamentos errados tinham sido afastados por completo. “Olha isso pode parecer meio estranho, mas o lubrificante acabou” avisei. “Eeee?” ele perguntou sem entender. “E… vou ter que lubrificar de outra forma” respondi erguendo uma sobrancelha. “Eca pai” “Olha ou é isso ou fica mais um dia sem remédio e mais um dia sem evacuar.” “Tudo bem eu acho” eu disse, fazendo sinal para eu me sentar para ele assumir a posição com a bunda empinada no meu colo. “Na verdade” disse já deixando meus pensamentos errados assumirem o comando e girando ele. “É melhor ficar assim.” Virei ele de costas para mim, com os joelhos triscando na cama e empurrei as costas dele para a frente até que ele abraçasse a cama, esperei que ele cobrisse o rosto com o lençol fui baixando a bermuda dele, pela primeira vez deixei-o completamente nu, já que das últimas vezes apenas baixávamos a parte da bunda. Apertei a costa dele para baixo, fazendo com que ele ficasse empinadinho e afastei levemente as pernas dele, me ajoelhando entre elas, coloquei as duas mãos na bunda dele, mesmo que com conseguisse abarcar a bunda inteira com apenas uma. Mas apertei abrindo as banda como se estivesse abrindo uma laranja ao meio, naquele momento eu já estava mais respondendo por mim. Encostei a ponta da língua no cuzinho rosa dele, e então já estava enfiando minha cara inteira no meio do rego dele, com a respiração pesada e lambendo com força, com vontade de entrar, de me enfiar por inteiro naquele. O Gabriel se contorceu, abraçando as laterais da cama, apertando com força enquanto eu aplicava pressão no cu dele com a língua, as pregas dele se abriam, se contraindo como se estivesse pedindo mais. Abracei a bunda dele, minha língua percorrendo cada centímetro da bunda antes de voltar para o cu. “Acho que já está lubrificado” avisei e recebi apenas um ruído de garganta como resposta. Encostei o dedo na entrada e fui deslizando para dentro devagar, arrancando mais ruídos dele, fiquei sentindo meu dedo sendo engolido e desaparecendo dentro do cu dele, enfiava, tirava mantendo a unha lá dentro e voltava a enfiar de uma vez. Aquilo estava me enlouquecendo ainda mais que ele não estava mais segurar e os ruídos passaram a ser gemidos. “Acho que precisa de mais lubrificação” avisei voltando a minha língua. O cuzinho dele já estava um pouquinho aberto por causa do estímulo do meu dedo e desta vez senti a minha língua sendo sugada pelo orifício, segurei ele pela cintura e puxei-o em direção a minha cara, minha mão conseguia quase fazer a volta no corpo dele, então meu dedo chegou na virilha dele. Desde bebê as pessoas que o viam pelado diziam que ele iria ter um pinto grande e a piada sempre vinha junto com ‘puxou ao pai’ mesmo que eu não tenha um pinto grande. Mas o pau do meu filho realmente surpreendia para a idade, mesmo que tivesse a finura de um dedo. Senti o pau dele duro e antes que eu racionalizasse já estava apertando. Voltei a foder o cu dele com o dedo enquanto batia uma punheta no pinto dele. Ele começou a se contorcer e naquele momento não conseguia segurar mais o gemido, enfiava o dedo pois sabia que ele não iria aguentar algo mais grosso, mas eu estava fodendo o cu dele com uma vontade que nunca tinha fodido minha esposa antes, ao mesmo tempo que estimulava o pau dele. Estava delicioso apenas vê-lo se contorcendo comigo estimulando-o. “Aaaah…. Aaaahhh… Ahhhh” ele gemeu, se tremendo inteiro e tendo espasmos pelo corpo. Senti um líquido ralo, quase que inexistente, saindo do pauzinho fino dele, provavelmente sua primeira ejaculação. Ele se jogou na cama com a respiração pesada, retirei meu dedo de dentro dele, aproveitando a abertura que ficou para jogar a medicação lá dentro. Desta vez ele não se levantou e fugiu do quarto como das últimas vezes, estava tão sem forças que acabou ali mesmo por um tempo. “Está tudo bem?” perguntei me sentando na cama, ainda olhando para a bunda branca e ainda com água na boca já que eu não tinha gozado ainda. “Sim” ele respondeu, finalmente se sentando e puxando o lençol que antes cobria seu rosto para o colo e cobrir o pinto mole com uma pequena meleca na ponta. “Espero que dessa vez faça efeito.” “Vamos torcer que sim.” sorri de volta, dando dois tapinhas na coxa dele e saindo do quarto antes que eu perdesse o controle de vez e avançasse para cima do meu filho.
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