O que Nayane não sabia é que a vida dupla do marido ia muito além das viagens. Em Ponta Grossa, a menos de duas horas dali, Fábio mantinha outra mulher e um filho de quatro anos. Um relacionamento que já existia antes mesmo de ele casar com Nayane.
Tudo mudou no dia em que Marcelo encontrou Fábio por acaso num bar em Ponta Grossa. Depois de duas cervejas, Fábio fez a proposta sem rodeios: queria que Marcelo seduzisse Nayane. Seduzisse de verdade. Se fosse preciso, até colocasse algo na bebida dela. O plano era simples na cabeça dele: se Nayane traísse primeiro, ficaria vulnerável, culpada. Aí ele poderia revelar sua outra família sem que ela tivesse moral pra reclamar.
Marcelo recusou na hora. Disse que jamais faria algo contra a vontade de uma mulher, muito menos com a vizinha. Voltou pra casa perturbado, mas nunca contou nada pra Juliane.
Três meses depois, Nayane descobriu tudo. A outra mulher, o filho, as mentiras. A separação foi feia. No meio da briga, Fábio jogou na cara dela:
"Se aquele covarde do Marcelo tivesse feito o que eu pedi, você teria me traído também. A gente estaria quites."
Foi assim que Nayane descobriu que o marido tinha tentado usar o vizinho pra armar uma cilada contra ela.
Agora, com o divórcio em andamento, Nayane vivia sozinha na casa em frente. E toda vez que olhava para o outro lado da rua, seus olhos paravam um pouco mais em Marcelo.
Nas semanas seguintes, Nayane começou a aparecer mais do outro lado da rua. Primeiro foram só acenos. Depois um “oi” mais demorado. Até que uma tarde Juliane a chamou pra tomar um café.
As duas começaram a conversar quase todo dia. Nayane desabafava sobre a traição, sobre como descobriu que Fábio tinha outra família em Ponta Grossa. Juliane ouvia com paciência, segurava a mão dela, dizia que sentia muito. Falava também do próprio casamento, de como ela e Marcelo eram felizes, de como o respeito entre eles era a base de tudo.
— Sabe, às vezes é melhor descobrir logo — dizia Juliane, passando o dedo no braço de Nayane. — Melhor do que passar anos ao lado de quem não te merece.
Nayane se sentia confortável ali. Juliane tinha um jeito carinhoso, uma voz macia. Aos poucos, as conversas foram ficando mais íntimas, mais longas. Às vezes Marcelo chegava do trabalho e encontrava as duas no sofá, rindo baixinho.
Certa noite, depois de uma sessão intensa de sexo, Juliane deitou a cabeça no peito de Marcelo, ainda ofegante, e perguntou de repente:
— Por que você nunca me contou que o Fábio te pediu pra seduzir a Nayane?
Marcelo ficou tenso. Ela continuou, com a voz baixa:
— Ela me contou tudo hoje. Disse que o Fábio te procurou pra tentar armar pra ela. Que ele queria que você... colocasse até alguma coisa na bebida dela, se fosse preciso.
Marcelo respirou fundo e respondeu com calma:
— Eu nunca faria isso. Jamais. Não importa o quanto uma mulher seja bonita, se não for por vontade dela, não tem graça nenhuma. Eu respeito a Nayane, sempre respeitei. E respeito você também. Não preciso de outra pessoa.
Juliane subiu o corpo, montou nele de novo, olhando nos olhos dele. Seus cabelos caíam sobre o rosto dele enquanto ela falava baixinho:
— Mas ela é tão gostosa... Aquela bunda grande, aquelas pernas grossas, aqueles peitos fartos que ela vive mostrando no decote. Você nunca sentiu vontade? O marido dela mesmo te entregando de bandeja... Podia ter comido ela fácil, amor.
Ele segurou a cintura dela com as duas mãos e respondeu sério:
— Ela é linda, é gostosa sim. Não vou mentir pra você. Mas não é assim que eu faço as coisas e você sabe. Eu te amo. Te acho linda, te acho deliciosa. Seu corpo me deixa louco todos os dias. Não preciso sair por aí atrás de ninguém, muito menos usando um golpe baixo desses.
Juliane sorriu, satisfeita com a resposta. Deu um beijo lento nele e sussurrou:
— Bom saber que meu marido me deseja e me ama... e que tem caráter.
Ela se aninhou nele e os dois dormiram pouco depois.
No dia seguinte, um sábado, Nayane apareceu cedo na casa deles pra tomar café da manhã. Marcelo ainda estava no andar de cima, terminando de tomar banho, quando ouviu as vozes das duas na cozinha.
— Nossa, você tá tão radiante hoje, hein? Parece que viu o passarinho amarelo. — brincou Nayane.
Juliane deu uma risadinha cúmplice e respondeu baixinho:
— Radiante não, minha filha... Tô é bem comida. E não era passarinho amarelo que eu vi, não... Era cor da pele mesmo.
As duas caíram na gargalhada, e Marcelo sorriu sozinho, ainda no corredor.
Quando ele desceu, encontrou as duas já sentadas à mesa. Juliane estava diferente — mais sorridente, mais leve. Não tirava os olhos de Nayane. Toda vez que Nayane falava, Juliane ria, tocava o braço dela, se inclinava mais pra perto. Era uma intimidade nova, clara, quase íntima.
Nayane, por sua vez, lançava olhares pra ele o tempo todo. Olhos demorados, um meio sorriso. Uma mistura de curiosidade e algo mais.
No meio do café, Nayane de repente colocou a xícara na mesa e olhou direto pra ele, com a voz mais baixa:
— Eu posso te fazer uma pergunta sincera, Marcelo?
Ele assentiu.
— Eu sou tão feia assim? Tão... desprezível? — A voz dela tremeu um pouco. — A ponto de você recusar a proposta do meu marido? Mesmo sabendo que ele ia te ajudar, que ele ia embebedar a própria mulher pra você me comer... Mesmo assim você não quis. Eu fico pensando... será que meu corpo não te atrai? Essa bunda, esses peitos... Será que é por isso que o Fábio foi procurar outra mulher? Porque eu não sou o suficiente?
Nayane terminou de falar e o silêncio tomou conta da cozinha. Seus olhos estavam brilhando, à beira das lágrimas.
Juliane ficou visivelmente emocionada. Seus olhos encheram de lágrimas na hora. Ela esticou a mão por cima da mesa e segurou a de Nayane com força.
— Nayane, olha pra mim — disse Juliane, com a voz embargada. — Você é linda. Uma mulher linda, inteligente, sedutora. Seu corpo é maravilhoso. Você é extremamente gostosa, de verdade. Não pensa uma coisa dessas.
Juliane então virou o rosto para o marido, com os olhos ainda molhados, e falou com urgência:
— Amor, fala pra ela. Fala pra ela o quanto você acha ela gostosa. Fala que você acha ela gostosa, vai. Não deixa ela pensando que ela é feia. Ela tá se sentindo muito sozinha, amor. Fala pra ela.
Marcelo ficou um pouco espantado com o pedido, mas Juliane insistiu, apertando a mão dele agora:
— Fala o que você me falou ontem à noite. Fala que você acha as pernas dela grossas e gostosas, fala que você acha a bunda dela linda. Fala pra ela, amor. Fala pra ela saber o quanto ela é gostosa. Diz que você só não fez nada por respeito, porque você jamais faria algo contra a vontade dela. Que isso poderia machucar ela demais. Fala, amor. Por favor.
Os dois olhares estavam fixos nele agora — o de Nayane, vulnerável e ansioso, e o de Juliane, cheio de lágrimas e expectativa.
Marcelo respirou fundo, sentindo o peso do momento.
Marcelo olhou para Nayane com calma e começou a falar com a voz firme, mas gentil:
— Eu só não aceitei porque te respeito, Nayane. Jamais faria algo contra a sua vontade. Nem bêbada, nem dopada, nem com ajuda de ninguém. Eu nunca ia te colocar nessa situação, nunca ia te usar desse jeito. Isso poderia te machucar demais, te deixar com traumas. Eu não sou esse tipo de homem.
Ele fez uma pausa e o tom da voz mudou um pouco, ficando mais baixo e sincero:
— Mas... sim, você é muito gostosa. Desde que vocês se mudaram pra cá eu sempre achei você linda. Suas pernas são grossas e bem torneadas, sua bunda é grande e empinada, daqueles tipos que a gente não consegue parar de olhar. Seus peitos são fartos, bonitos... Você tem um corpo que chama muita atenção. Não tem nada de feia ou desprezível em você. Pelo contrário.
Nayane baixou o olhar, claramente emocionada, enquanto Juliane apertava a mão dela com mais força, com um sorrisinho satisfeito no rosto.
Nayane ouviu cada palavra com atenção. Aos poucos, seu semblante foi mudando. O olhar triste e receoso deu lugar a um brilho de felicidade, um sorriso tímido que foi crescendo até iluminar todo o rosto dela. Ela ficou claramente emocionada, com os olhos marejados, mas agora de alívio e alegria.
— Obrigada... — murmurou ela, com a voz doce. — Vocês não fazem ideia do que isso significa pra mim.
Juliane sorriu, acariciando a mão dela.
Eles continuaram o café da manhã, mas a conversa mais pesada ficou pra trás. Conversaram sobre coisas leves, riram bastante. Quando terminaram, Nayane se levantou e, antes de ir embora, falou:
— Olha, pra agradecer vocês dois por tudo isso que estão fazendo por mim, eu quero fazer um jantar lá em casa hoje. Eu preparo tudo. Vocês só aparecem. Quero retribuir esse carinho, essa força que vocês estão me dando. Tô me sentindo bonita de novo graças a vocês.
Juliane olhou para Marcelo com um sorrisinho malicioso e respondeu na hora:
— Vamos sim. Vamos com o maior prazer.
Nayane deu um abraço apertado em Juliane, depois um beijo no rosto de Marcelo e saiu com um sorriso largo no rosto.
Quando estavam saindo de casa à noite, Juliane segurou o braço de Marcelo e falou baixinho antes de atravessar a rua:
— Amor, hoje você elogia bastante ela, tá? Fala que ela tá bonita, fala que ela tá gostosa. Não fica com vergonha, deixa ela bem à vontade. Quanto mais você falar, melhor. Eu também vou fazer a minha parte.
Marcelo parou no meio da rua e olhou pra ela:
— Você não acha que isso pode ser perigoso? E se ela achar que a gente tá dando em cima dela?
Juliane sorriu, com um brilho diferente no olhar, e respondeu quase no ouvido dele:
— Se ela interpretar dessa forma... que seja. Quem sabe isso não vira uma amizade mais colorida pra gente? Uma experiência nova como casal. Eu acho que adoraria isso.
Ela olhou fixo nos olhos dele e perguntou diretamente:
— Você acharia ruim isso?
Marcelo respirou fundo, sentindo o coração acelerar, e respondeu sincero:
— Se você adoraria... eu também adoraria.
Juliane deu um sorrisinho satisfeito, entrelaçou os dedos nos dele e puxou ele em direção à casa de Nayane.
Eles atravessaram a rua de mãos dadas e bateram na porta. Nayane abriu com um sorriso largo, ainda usando um avental por cima da roupa.
— Oi, Ju! Oi, Mar! — cumprimentou ela, já usando os apelidos com intimidade.
— Oi, Nai — responderam os dois quase juntos, entrando na casa.
O cheiro de comida estava delicioso, mas Nayane ainda não estava arrumada. Ela parecia um pouco atrapalhada e falou:
— Ai, me desculpem, eu acabei de terminar de preparar o jantar agora. Nem tive tempo de me arrumar ainda. Ju, vem comigo rapidinho? Sobe comigo pra me ajudar a escolher uma roupa?
Juliane nem hesitou:
— Claro, vou sim.
As duas subiram as escadas juntas, rindo baixinho enquanto conversavam. Marcelo ficou sozinho na sala, sentado no sofá, esperando elas voltarem.
Ele conseguia ouvir o som das vozes delas vindo do quarto no andar de cima, mas não entendia o que estavam falando. Só risadas e um tom de conversa bem íntimo.
Enquanto Marcelo esperava na sala, Nayane colocou uma música bem suave e baixinha para tocar, só para criar um clima. Pouco depois, ele ouviu os passos das duas descendo a escada.
Quando elas apareceram na sala, Marcelo não conseguiu segurar:
— Meu Deus... que delícia — falou em voz alta, sem filtro.
Juliane abriu um sorriso largo, claramente satisfeita. Nayane, por sua vez, ficou um pouco corada, envergonhada, mas com um sorriso tímido.
Ela estava usando um vestido vermelho ousado, iluminado pelos longos cabelos loiros bem penteados. O decote ia até quase o umbigo, mal conseguindo conter os seios generosos, que quase saltavam para fora a cada movimento. A saia era extremamente curta, mal cobrindo a bunda dela — qualquer movimento um pouco mais brusco e tudo ficaria à mostra. Suas pernas grossas e bem torneadas estavam completamente expostas.
— Nossa, obrigada... — murmurou Nayane, toda tímida, mexendo nas mãos.
Juliane cutucou o marido com o cotovelo, incentivando ele.
— Você tá muito gostosa, Nai — disse Marcelo, a voz sincera. — Putz, tá um tesão.
Nayane sorriu, ainda corada, e respondeu:
— Foi a sua esposa que escolheu. Ela que me fez colocar esse vestido. Não era esse que eu ia usar hoje, mas ela insistiu tanto... Disse que você ia adorar ver o decote, que ia amar ver minhas pernas, que eu ficava muito gostosa nele. Ela insistiu tanto que eu acabei usando. Espero que você...
Ela deixou a frase no ar, olhando para ele com um misto de timidez e curiosidade.
Juliane não perdeu tempo e completou, com a voz cheia de malícia:
— Amor, se você tivesse visto a Nai pelada lá em cima, você teria ficado de pau duro na hora. O corpo dela é incrível. Ela é toda depiladinha, a bucetinha dela é lisinha, lisinha... As tetas dela são enormes, e os biquinhos são bem rosadinhos, uma delícia.
Nayane ficou ainda mais vermelha, cobrindo o rosto com as mãos, mas dava pra ver que ela estava gostando de ouvir aquilo.
Juliane continuou, sem nenhuma vergonha:
— Eu insisti pra ela não usar calcinha hoje, mas a coitada ficou com vergonha e colocou uma. Mas ela tá um tesão, Mar. Eu adoraria que você tivesse visto ela pelada. Com certeza você teria ficado com o pau latejando.
Marcelo olhou para Nayane de cima a baixo, sentindo o pau já bem duro dentro da calça, e respondeu com sinceridade:
— Eu já tô de pau duro só olhando ela vestida desse jeito. Se tivesse visto ela pelada... com certeza eu teria avançado nela.
Nayane tirou as mãos do rosto, mordendo o lábio inferior, claramente excitada com as palavras dos dois. O clima na sala ficou bem mais quente.
— Ai, vocês dois... — disse Nayane, ainda corada, cobrindo o rosto com as mãos. — Agradeço tanto esses incentivos, mas tô morrendo de vergonha. Vamos jantar de uma vez? Vamos tomar um vinho.
Eles sentaram à mesa e começaram a jantar. A conversa fluía sobre assuntos aleatórios, mas o clima estava completamente carregado. Durante todo o jantar, os olhares eram lascivos. Marcelo não conseguia tirar os olhos do decote generoso da Nayane. Juliane também não parava de elogiar:
— Nai, você tá tão gostosa nesse vestido...
Marcelo completava, com a voz mais rouca:
— Você tá linda demais. Esse sorriso, esse cabelo... tá me matando aqui.
O vinho ajudava a soltar ainda mais a língua. Em determinado momento, Nayane se levantou pra servir mais vinho pro Marcelo. Ela se inclinou segurando a garrafa e avisou, com um sorrisinho:
— Levanta o copo, senão eu vou abaixar e minhas tetas vão aparecer.
Marcelo, provocador, abaixou ainda mais a taça, como se quisesse exatamente isso. Nayane riu, envergonhada, mas não se endireitou completamente.
Mais tarde, quando ela foi servir um pedaço de peixe pra Juliane, falou de novo:
— Ju, levanta o copo que senão você vai ver minhas tetas.
Juliane respondeu na hora, sem vergonha nenhuma:
— Eu já vi suas tetas lá em cima. Qual é o problema de mostrar de novo?
Nayane então se inclinou bastante na frente dela. O decote abriu completamente, deixando um dos seios quase todo à mostra. Juliane olhou sem disfarçar e murmurou:
— Nossa... que teta gostosa. Olha esse bico, que vontade de chupar...
Nayane ficou vermelha, mas claramente excitada com a provocação. Já com Marcelo ela mantinha um pouco mais de pudor, criando aquela tensão gostosa de vai-não-vai.
O jogo de sedução continuou durante todo o jantar, cada vez mais quente.
Depois do jantar, os três foram para a cozinha organizar a louça. Juliane e Nayane ficaram lado a lado na pia, lavando os pratos. Marcelo ficou atrás delas, admirando as duas.
— Caralho... que visão — disse ele, com a voz rouca. — As duas bundas mais gostosas do condomínio bem na minha frente. A bunda da Nai é mais redondinha, empinada, perfeita. A bunda da Ju é menorzinha, mais larga, mas também é deliciosa. As duas são gostosas pra caralho. As pernas da Nai são mais grossas, mais carnudas... e a pele dela é mais branquinha. A Ju tem a pele mais bronzeada. Ambas são incríveis.
As duas olharam pra trás ao mesmo tempo, sorrindo. Marcelo, sem vergonha, passou a mão por cima da calça, bem no volume do pau duro, deixando as duas verem.
Nayane falou baixinho pra Juliane:
— Nossa, Ju... teu marido é muito gostoso. Ele fica te elogiando assim o tempo todo em casa? Eu ia adorar ter um homem que me elogiasse desse jeito.
Juliane riu e respondeu:
— Ele é assim mesmo, adora elogiar. Mas fica tranquila, enquanto a gente for amigo, ele pode te elogiar o quanto quiser. Aliás, eu faço questão que ele te elogie. Você é muito gostosa mesmo, tem uma bunda maravilhosa. A gente vai ficar sempre juntos.
Em determinado momento, Juliane olhou pra Nayane com um sorrisinho e falou:
— Se você quiser ter certeza que ele tá sincero, pode ir lá conferir se o pau dele tá mesmo duro. Eu deixo.
Nayane ficou vermelha na hora:
— Ai, claro que não! Eu confio que ele tá me achando gostosa...
Juliane insistiu:
— Eu gosto muito de você. Se você quiser apertar o pau dele, por mim tudo bem.
As duas se olharam, depois olharam pra Marcelo. Nayane respirou fundo, se aproximou dele devagar e, com a mão tremendo um pouco, segurou o pau dele por cima da calça. Deu um carinho lento e falou baixinho:
— Ai, obrigada por ficar de pau duro por mim... Mas eu ainda não tô pronta pros próximos passos. Você fica muito chateado comigo?
Marcelo olhou pra ela com carinho:
— Claro que não, Nai. Eu espero o teu tempo.
Nayane então abaixou um pouco o corpo pra pegar algo, fazendo o decote abrir completamente. Um dos seios fartos apareceu inteiro pra ele — o bico rosado e duro. Marcelo viu pela primeira vez.
— Gostou? — perguntou ela, ainda segurando o pau dele.
— Adorei. Suas tetas são lindas. Esse bico rosadinho tá me deixando louco. Eu adoraria chupar, mas vou esperar você estar pronta.
Nayane sorriu, satisfeita, e soltou ele. Depois virou pra Juliane:
— Ju, você sobe comigo pra me ajudar a me trocar pra dormir? Quero ficar à vontade.
Juliane olhou pro marido:
— Posso subir?
— Claro — respondeu Marcelo. — Sem pressa. Eu fico aqui embaixo tomando o resto do vinho. Depois que vocês terminarem, a gente vai pra casa... e eu vou te comer gostoso.
Juliane sorriu maliciosa:
— Adoro quando você fala assim. Vou querer dar bastante pra você.
Nayane riu e completou:
— Eu vou ficar com inveja, mas vocês têm que aproveitar.
Elas subiram as escadas e, logo depois, começaram a dar muita risada. De vez em quando o silêncio tomava conta, depois vinham mais risadas e sons abafados. Uns quinze minutos depois, Juliane desceu sozinha. Seu rosto estava completamente vermelho, os lábios inchados e os olhos brilhando de tesão.
Sem falar nada, ela pegou a mão de Marcelo e puxou ele porta afora. Atravessaram a rua praticamente correndo. Assim que entraram em casa, Juliane se jogou em cima dele, beijando com fome, esfregando o corpo inteiro nele.
Eles mal chegaram no quarto. Juliane acendeu todas as luzes do quarto e, com a voz rouca, falou:
— Hoje nós vamos transar muito...
Ela foi direto até a janela, abriu a cortina completamente e deixou a luz do quarto acesa, iluminando tudo. A casa da Nayane ficava bem de frente, e a janela do quarto dela dava direto pra eles.
— A Nai vai assistir a gente do quarto dela — disse Juliane, já tirando o vestido. — Enquanto eu tava lá em cima com ela, a gente se beijou bastante. A boca dela é tão macia...
Juliane puxou Marcelo pra cama, subindo em cima dele, completamente molhada.
— Me come pensando nela, amor. Eu vou te contar tudinho que aconteceu lá em cima enquanto você me fode.
Juliane já tinha tirado o vestido vermelho na sala. Estava completamente nua, só de salto. Ela empurrou Marcelo pra cama, tirou a roupa dele rapidinho e subiu em cima dele.
Sem perder tempo, pegou o pau dele com as duas mãos, já bem duro, e enfiou na boca. Começou a chupar com vontade, fazendo questão de ficar de lado, bem de frente pra janela aberta, pra que Nayane tivesse a visão perfeita dela mamando o marido.
Enquanto chupava, Juliane tirava o pau da boca só pra falar, babando nele:
— A Nai é tão gostosa, amor... Eu beijei ela lá em cima. Chupei as tetas grandes dela, aqueles bicos rosados... Ela apertou minha bunda toda, disse que eu era um tesão. Falou que tá com muito tesão por mim... e por você também.
Ela deu uma punhetinha rápida e continuou:
— Ela disse que ainda quer dar muito pra você. Eu falei que só deixo se for nós três juntos. Não vai ter sexo separado, tem que ser um relacionamento a três de verdade. Todo mundo junto. Ela concordou. Disse que ainda não tá pronta pra transar, mas que tá muito ansiosa pra isso acontecer.
Juliane voltou a chupar o pau dele com mais vontade, gemendo enquanto falava:
— Ela pediu pra eu chupar as tetas dela de novo, ficou gemendo na minha boca... Depois eu passei a mão na bucetinha dela. Tava toda molhadinha, babada. Falei pra ela se masturbar bastante enquanto assiste a gente foder agora. Quero que ela goze pensando na gente comendo ela juntos.
Ela olhou pra janela, depois voltou a olhar pro Marcelo com os olhos cheios de tesão:
— Nossa transa hoje é pra ela, amor. Quero que ela goze olhando pra gente.
Juliane subiu em cima de Marcelo, pegou o pau dele com a mão e direcionou direto pra sua buceta molhada. Desceu devagar, engolindo ele inteiro, soltando um gemido alto.
Começou a quicar com força, rebolando gostoso, os peitos balançando enquanto ela cavalgava. A janela aberta deixava tudo bem iluminado, caso Nayane estivesse assistindo.
— Ahh... tô tão molhada... — gemeu ela, acelerando o movimento.
Não demorou muito pra Juliane gozar pela primeira vez. O corpo tremeu, ela apertou forte no pau dele e soltou um gemido longo, mas não parou. Continuou quicando cada vez mais rápido, suada, desesperada.
Eles transaram com vontade, ela cavalgando sem parar, até que os dois gozaram juntos. Marcelo segurou a cintura dela com força e encheu a buceta dela de porra, gemendo alto.
Juliane ficou uns segundos parada, sentindo ele pulsar dentro dela. Depois se levantou devagar, com o esperma escorrendo pelas coxas, foi até a janela, olhou direto pra casa da Nayane e mandou um beijo.
Em seguida fechou a cortina, apagou a luz e se jogou na cama ao lado do marido, completamente realizada.
— Amanhã a gente conversa com ela — murmurou Juliane, já quase dormindo.
No dia seguinte, bem cedo, Nayane bateu na porta deles carregando uma bandeja com café da manhã. Juliane abriu a porta ainda de robe, e Marcelo apareceu logo atrás.
— Bom dia... — disse Nayane, com um sorriso tímido. — Trouxe um café da manhã pra vocês. Como agradecimento por ontem. Eu assisti tudo. Fiquei olhando vocês dois transando com a janela aberta. Me masturbei bastante pensando em vocês... principalmente imaginando que eu tava no lugar da Ju. Gozei muito assistindo.
Juliane sorriu, claramente excitada com a confissão.
— Entra, Nai. Fica à vontade.
Nayane entrou e continuou, um pouco corada:
— Vocês gostaram de saber que eu tava assistindo?
— Adoramos — respondeu Juliane na hora. — Transamos com muito mais tesão sabendo que você tava olhando. Quem sabe da próxima vez você assiste de perto... dentro do quarto. Ou até participa.
Nayane mordeu o lábio e olhou pra Juliane com desejo:
— Nossa, Ju... você me deixou com muito tesão. Tô com muita vontade de beijar essa tua boca gostosa de novo.
Depois virou o rosto pro Marcelo e perguntou, quase sussurrando:
— Mar... posso beijar a boca da sua esposa? Posso beijar ela gostoso, igual eu beijei ela ontem no meu quarto, mas dessa vez na sua frente?
Marcelo sorriu e respondeu sem hesitar:
— Mas é claro. Aliás, eu já esperava que você tivesse feito isso quando chegou. Somos amigos. Já deixamos claro que isso é permitido. Todos nós queremos que isso aconteça.
Nayane não esperou mais. Foi até Juliane, segurou o rosto dela e as duas se beijaram com vontade. Um beijo demorado, de língua, cheio de desejo. As mãos não paravam quietas: Juliane apertava a bunda grande de Nayane, Nayane apertava a de Juliane, as duas se tocavam, passando a mão nos peitos uma da outra, gemendo baixinho enquanto se beijavam.
Quando finalmente se separaram, Juliane olhou pra Nayane com os olhos brilhando e falou:
— Nossa... sabe quem ia gostar muito de um beijo desses? Meu marido. Vai lá, beija ele gostoso, assim como você me beijou.
Nayane foi até Marcelo. Os dois se beijaram com a mesma intensidade. Língua, saliva, desejo cru. Marcelo apertou a bunda dela com força, depois segurou os seios fartos por cima da blusa. Nayane passou as mãos pelo corpo dele inteiro — uma delas ficou o tempo todo apertando o pau duro por cima da calça.
Quando pararam de se beijar, Nayane estava ofegante. Olhou pra ele e murmurou:
— Nossa... acho que eu não vou aguentar muito tempo. Eu vou querer dar pra você de qualquer jeito.
Marcelo respondeu, com a voz rouca:
— A hora que você quiser. Meu pau vai tá duro pra você.
Eles tomaram o café da manhã juntos, o clima carregado de tensão sexual. Já era quase hora do almoço, quando Nayane estava indo embora, Juliane falou:
— Queria muito que você viesse pro nosso quarto hoje... pra assistir a gente transando de perto.
Nayane sorriu, nervosa e excitada:
— Vou pensar no assunto.
À tarde, Nayane mandou uma mensagem pra Juliane: “Tô com muito tesão. Posso ir aí hoje assistir vocês? Que horas posso aparecer?”
Juliane respondeu na hora: “Vem às oito.”
Pontualmente às oito, Nayane bateu na porta. Juliane recebeu ela com um beijo quente na boca, de língua, bem demorado. Depois pegou na mão dela e trouxe até Marcelo.
— Beija ele também — pediu Juliane.
Nayane beijou Marcelo com a mesma vontade. Ele apertou a bunda dela com força enquanto se beijavam. Ela desceu a mão e segurou o pau duro por cima da calça, apertando.
— Nossa, tá muito duro... Coitada da Ju, vai sofrer hoje — brincou Nayane.
Juliane riu e respondeu:
— Esse é o tipo de sofrimento que eu gosto, meu amor. E queria muito dividir com você. Quem sabe você não resolve participar com a gente...
— Hoje eu só quero assistir — disse Nayane, corada. — Não tô pronta ainda pra participar.
Os três deram as mãos e subiram pro quarto. Assim que entraram, Juliane começou a beijar Nayane novamente. Enquanto elas se beijavam, Marcelo tirou toda a roupa e ficou pelado, o pau duro latejando.
As duas continuaram se beijando e se alisando. Marcelo ficou ali, pelado, punhetando devagar enquanto assistia.
Juliane olhou pra ele e disse:
— Vou dar uma atenção pro meu marido, mas antes quero que você beije ele de novo. Deixa ele sentir teu gostinho.
Nayane foi até Marcelo e os dois se beijaram mais uma vez, bem molhado. Ela segurou o pau nú dele pela primeira vez, sentiu o pré-gozo babando na cabeça e gemeu baixinho:
— Tá com muito tesão...
Depois olhou pros dois e perguntou, tímida:
— Posso ficar peladinha enquanto vocês trepam? Quero me tocar, tocar minha siririca enquanto assisto vocês...
— Claro — respondeu Juliane sorrindo. — Vai ser uma delícia te assistir se masturbando.
Juliane tirou a roupa da Nayane devagar, deixando ela completamente pelada. Nayane fez o mesmo com Juliane. As duas ainda deram uma chupadinha nos seios uma da outra antes de Nayane falar, ofegante:
— Vai lá, amor. Vai dar pra teu marido. Deixa eu assistir vocês trepando.
Juliane subiu em cima de Marcelo e os dois começaram a transar. Nayane sentou numa poltrona ao lado da cama e começou a se masturbar, os dedos deslizando na buceta molhada.
Em determinado momento, os gemidos de Nayane ficaram bem altos. Marcelo e Juliane pararam de mexer, com o pau dele enterrado na buceta dela, e ficaram só assistindo Nayane gozar.
Quando ela terminou, Nayane ficou envergonhada e cobriu o rosto.
— Meu Deus, acabei me soltando demais...
Juliane riu e falou:
— Foi muito gostoso te ver gozando. Agora é tua vez de assistir a gente gozar.
Eles voltaram a foder com força. Pouco depois, Marcelo gozou dentro de Juliane, enchendo a buceta dela de porra.
Logo em seguida ele chamou Nayane:
— Vem cá, vem pertinho.
Nayane se aproximou. Marcelo tirou o pau devagar da buceta da esposa. A porra começou a escorrer pra fora. Nayane ficou olhando, fascinada:
— Nossa... quanta porra. A buceta da Ju é tão linda toda gozada assim... Meu Deus, que tesão. Assim vocês me matam.
— Vem cá, deita aqui com a gente — chamou Juliane, com a voz macia.
Nayane, ainda pelada e um pouco tímida, subiu na cama e deitou no meio dos dois. Juliane ficou bem no centro, entre o marido e a Nayane.
Os três ficaram um tempo em silêncio, só curtindo o momento. Marcelo e Nayane começaram a fazer carinho na Juliane — ele passando a mão na barriga e nos seios dela, Nayane acariciando o braço e o pescoço. Juliane fechava os olhos, claramente adorando toda aquela atenção.
De vez em quando, Marcelo esticava a mão e fazia um carinho lento na coxa ou na cintura de Nayane. Ela não se afastava, pelo contrário, parecia gostar.
Aos poucos o clima foi esquentando de novo. Nayane e Juliane se aproximaram e começaram a se beijar mais uma vez, agora com mais calma, mas com bastante desejo. Os beijos foram ficando mais intensos, as mãos começaram a se explorar com mais vontade — Nayane apertando os seios de Juliane, Juliane passando a mão na bunda grande de Nayane.
Em determinado momento, Nayane afastou o rosto só um pouco e perguntou, quase sussurrando:
— Ju... você já tinha se envolvido com mulher antes?
Juliane balançou a cabeça, olhando nos olhos dela com carinho.
— Nunca. Você é a primeira mulher que eu senti desejo de verdade. A primeira que me deu tesão só de olhar. Tá sendo tudo muito novo pra mim... mas tá sendo maravilhoso. Eu tô encantada com você.
Nayane sorriu, visivelmente emocionada com a resposta. As duas voltaram a se beijar, agora com ainda mais entrega.
Eles ficaram mais um tempo na cama, trocando carinhos e beijos. Em determinado momento, Marcelo sugeriu:
— Que tal a gente tomar um banho os três juntos? Pra dar uma refrescada.
As duas concordaram na hora. Foram pro banheiro e entraram debaixo do chuveiro. A água quente caiu sobre os três corpos pelados.
Nayane e Juliane começaram ensaboando Marcelo. As duas passavam as mãos no peito dele, nos braços, e Nayane não parava de elogiar o pau dele, segurando e acariciando com bastante interesse.
Depois a atenção virou pra Nayane. Marcelo e Juliane ensaboaram ela juntos. Passavam bastante tempo nos seios fartos dela, apertando e massageando. Juliane chegou a dar uma lambida no biquinho rosado de Nayane, que gemeu baixinho. Marcelo apertava bastante a bunda grande e redonda dela, repetindo o tempo todo o quanto achava aquela bunda gostosa.
Eles desceram lavando as coxas grossas dela até que Juliane passou a mão na bucetinha de Nayane, que já estava toda molhada e babada. Fez um carinho gostoso e depois pegou a mão de Marcelo, levando até lá também. Os dois ficaram lavando a bucetinha dela ao mesmo tempo, cada um com uma mão apertando um seio dela.
Nayane ficou louca de tesão, gemendo e tremendo.
Depois foi a vez de Juliane. Nayane e Marcelo ensaboaram ela com o mesmo carinho. Nayane deu várias chupadinhas nas tetas da Juliane, dizendo o quanto gostava de chupar elas. Marcelo colocou um dedo dentro da buceta da esposa enquanto Nayane mamava nos peitos dela.
Quando saíram do banho e se enxugaram, o tesão estava alto demais. Nayane e Juliane voltaram a se beijar com vontade. Marcelo foi por trás de Nayane, encaixou o pau duro bem no meio da bunda grande dela e ficou fazendo um sanduíche gostoso, beijando o pescoço e dando mordidinhas no ombro dela, enquanto Juliane beijava sua boca.
Juliane, já bem excitada, afastou o rosto e perguntou pro marido, ofegante:
— Amor... eu tô com muito tesão. Posso transar com a Nay na nossa cama?
Marcelo respondeu sem hesitar:
— Pode. Vamos pra cama. Tudo bem eu assistir? Tudo bem eu ficar junto?
— Eu não transaria com ela se você não estivesse junto — respondeu Juliane. Depois olhou pra Nayane: — Quer transar comigo, Nai?
Nayane, com os olhos brilhando de desejo, respondeu:
— Mas é claro que sim. Tô louca pra isso. Vamos pra cama.
Os três voltaram para a cama. Marcelo sentou na poltrona ao lado, assistindo com calma.
Juliane e Nayane deitaram uma de frente pra outra no centro da cama. O clima entre elas era de muito desejo, mas também de bastante carinho e respeito.
Nayane foi a primeira. Pegou a mão de Juliane com delicadeza e levou até seus próprios seios fartos.
— Toca em mim... — pediu baixinho.
Juliane apertou os seios dela com vontade, passando o polegar nos biquinhos rosados.
— Seus peitos são tão lindos, Nai... tão macios e pesados. Eu adoro eles.
Nayane sorriu, visivelmente excitada com o elogio. Em seguida, pegou a mão de Juliane mais uma vez e levou lentamente até sua bucetinha, que já estava bem molhada.
— Aqui também... — sussurrou.
Juliane começou a fazer carinho suave na buceta dela, deslizando os dedos entre os lábios.
Nayane fez o mesmo. Pegou a mão de Juliane e colocou sobre sua própria bucetinha, guiando os dedos dela.
— Quero sentir tua mão em mim também.
As duas ficaram um tempo assim, se tocando devagar, cada uma guiando a mão da outra pelo seu corpo. Os movimentos eram suaves, desejados e completamente consensuais.
Juliane olhava o corpo de Nayane com admiração e murmurou:
— Seu corpo é tão bonito... essa bunda, essas coxas grossas, essa bucetinha lisinha... eu tô encantada com você.
Nayane retribuiu o elogio, passando a mão pela cintura fina de Juliane:
— Você também é linda, Ju. Seu corpo é tão delicado, tão gostoso... Eu nunca imaginei que ia querer tanto uma mulher como eu tô te querendo agora.
As duas se aproximaram mais e voltaram a se beijar, agora com ainda mais intimidade, os corpos colados, as mãos continuando a explorar uma à outra com carinho e desejo.
As carícias foram ficando mais intensas. Nayane e Juliane começaram a se beijar no pescoço uma da outra, lambendo e dando selinhos molhados. Os gemidos baixinhos começaram a encher o quarto enquanto o tesão aumentava rápido.
Juliane, ofegante, virou o rosto na direção de Marcelo e pediu com a voz manhosa:
— Amor, vem pra cama... fica mais perto da gente.
Nayane também olhou pra ele, com os olhos brilhando:
— Vem, Mar... a gente quer você aqui do nosso lado.
Marcelo subiu na cama e ficou bem pertinho das duas, assistindo tudo de perto.
As duas voltaram a se beijar com mais fome. Da boca, desceram pro pescoço, depois para os seios. Juliane chupou um dos bicos rosados de Nayane com vontade, enquanto Nayane gemia e apertava os seios menores de Juliane, levando um deles à boca.
Elas foram descendo devagar, beijando a barriga uma da outra, lambendo em volta do umbigo, cada vez mais baixo. Os corpos se esfregavam, as respirações estavam pesadas.
Nayane foi a primeira a chegar entre as pernas de Juliane. Olhou pra cima, como se pedisse permissão, e Juliane abriu as pernas lentamente, entregando-se.
Nayane desceu o corpo e se posicionou entre as pernas de Juliane. Ficou olhando para a buceta dela por alguns segundos, claramente nervosa e excitada.
— Ju... eu nunca fiz isso — confessou baixinho. — Me fala se eu estiver fazendo certo, tá?
Juliane abriu mais as pernas e respondeu com a voz doce:
— Pode ir, meu amor. Faz do jeito que você quiser.
Nayane aproximou o rosto devagar e deu uma primeira lambida lenta, de baixo pra cima, passando a língua por toda a bucetinha de Juliane. Depois começou a chupar o clitóris com cuidado, fazendo movimentos circulares com a língua.
— Tá bom assim? — perguntou Nayane, levantando um pouco o rosto, com os lábios brilhando. — Você gosta quando eu chupo seu clitóris assim?
— Aahh... sim... tá muito bom — gemeu Juliane, passando a mão no cabelo dela.
Nayane sorriu, ganhou confiança e voltou a chupar, agora com mais vontade. Passava a língua entre os lábios, voltava pro clitóris e chupava com mais pressão.
— E assim? Tá gostando de sentir minha língua na sua bucetinha? — perguntou novamente, quase sussurrando.
— Tá delicioso, Nai... continua, por favor — respondeu Juliane, rebolando devagar contra o rosto dela.
Nayane estava visivelmente molhada só de chupar. Lambeu mais fundo e perguntou mais uma vez, com a voz cheia de desejo:
— Sua bucetinha é tão gostosa... você tá gostando de ser chupada por mim?
Juliane segurou a cabeça dela com mais força e gemeu alto:
— Tô amando... não para.
Nayane continuou chupando com mais confiança, alternando entre lamber toda a buceta e chupar o clitóris, sempre olhando pra cima pra ver a reação de Juliane.
Juliane começou a gemer cada vez mais alto, empurrando o quadril contra o rosto de Nayane. Com a boca totalmente cravada na buceta dela, Nayane não parava de chupar e lamber.
— Ai meu Deus, Nai... assim... assim eu vou gozar na tua boca! — gemeu Juliane.
Nayane segurou as coxas dela com força e continuou chupando com vontade até que Juliane gozou forte, tremendo e apertando a cabeça dela entre as pernas.
Quando o orgasmo passou, Juliane puxou Nayane pra cima e deu um beijo profundo nela, provando o próprio gosto.
— Caralho, Ju... agora eu entendi porque o Mar adora chupar sua buceta — disse Nayane, ainda ofegante. — Porque ela é muito gostosa mesmo. Você chupou tão bem... Foi maravilhoso. Obrigada, meu amor.
Juliane então virou Nayane de costas na cama e subiu em cima dela, dando um beijo bem gostoso e demorado em sua boca. Depois começou a descer beijando todo o corpo da amiga — pescoço, seios, barriga — até chegar entre suas pernas.
Diferente de Nayane, Juliane estava mais segura. Não perguntou nada. Simplesmente abriu as coxas grossas dela e atacou a bucetinha com vontade, passando a língua direto no clitóris e chupando com fome.
Nayane não aguentou muito tempo. Em poucos minutos começou a gemer alto, segurou a cabeça de Juliane e gozou forte na boca dela, o corpo inteiro tremendo.
As duas então se deitaram abraçadas, suadas e ofegantes, trocando carinhos e beijos leves.
— Foi maravilhoso... — murmurou Nayane. — Quero repetir isso muitas vezes.
Juliane sorriu e concordou:
— Eu também... quem sabe da próxima vez você já se solta mais com o Mar também.
Marcelo, que estava ali do lado assistindo tudo, estava com o pau extremamente duro e latejando.
Juliane olhou pro marido com os olhos cheios de tesão e falou com a voz rouca:
— Vem, amor... vem me comer.
Ela deitou de costas entre as pernas abertas de Nayane, usando o colo dela como apoio. Depois abriu bem as próprias pernas, olhando pra Marcelo, e chamou:
— Vem, meu amor. Vem que eu tô cheia de tesão. Quero matar teu tesão também. Vem... enfia esse pau gostoso na minha buceta. Me come aqui no colo da minha namorada.
Ela virou o rosto pra Nayane e completou, com um sorriso safado:
— Porque a partir de agora a Nay vai ser nossa namorada. A nossa namorada que vai ficar sempre na nossa cama.
Marcelo não esperou mais, encaixou o pau na buceta molhada da esposa e enfiou tudo de uma vez. Começou a meter com força enquanto Juliane gemia alto, deitada no colo de Nayane.
Nayane, cheia de tesão, segurou o seio esquerdo e ofereceu o bico pra Juliane, que começou a mamar com vontade enquanto era fodida pelo marido. Com a outra mão, Nayane levou o dedo até a boca de Marcelo o conduzindo até a seio direito que foi prontamente abocanhado por Marcelo. Os dois — marido e mulher — ficaram mamando nas tetas de Nayane enquanto ele comia Juliane sem parar.
O tesão era absurdo.
Marcelo acelerou as estocadas, gemendo contra o seio de Nayane. Juliane chupava o outro peito com força, gemendo a cada vez que o pau entrava fundo nela.
Pouco depois, Marcelo não aguentou. Enterrou o pau bem fundo e gozou forte, enchendo a buceta da esposa de porra quente enquanto continuava chupando o seio de Nayane. Juliane também gemeu alto, sentindo o marido gozando dentro dela.
Os três ficaram ali por alguns segundos, ofegantes e conectados — Marcelo ainda dentro da Juliane, os dois mamando nas tetas de Nayane, que respirava pesado de tanto tesão.
Os três estavam completamente exaustos. Depois de toda aquela intensidade, Marcelo saiu de dentro de Juliane e desabou na cama. Juliane, ainda deitada no colo de Nayane, virou de lado e abraçou a cintura dela. Nayane deslizou o corpo para baixo e se encaixou entre os dois.
Marcelo passou um braço por baixo da cabeça de Juliane e esticou o outro sobre Nayane. As duas se aninharam no peito dele, uma de cada lado.
Nenhum dos três falou nada. O quarto estava em silêncio, apenas com o som das respirações ainda aceleradas. O cheiro de sexo pairava no ar.
Em poucos minutos, os três dormiram profundamente — Juliane no meio, Marcelo de um lado e Nayane do outro, os corpos entrelaçados e suados, como se já fossem um só.
Na manhã seguinte, a luz entrava suave pela janela. Os três acordaram quase juntos, ainda abraçados.
Marcelo foi o primeiro a se mexer. Deu um beijo longo e carinhoso na boca de Nayane, que retribuiu com carinho. Depois virou e beijou Juliane com a mesma vontade. Nayane então puxou Juliane e as duas se beijaram bem gostoso, ainda deitadas.
— Foi maravilhoso ontem... — murmurou Nayane, sorrindo.
— Perfeito — respondeu Juliane, ainda com a voz de sono.
Marcelo deu mais um beijo em cada uma e falou:
— Vou descer pra preparar um café da manhã pra vocês. Se arrumem com calma.
Ele se levantou, vestiu uma bermuda e uma camiseta e desceu para a cozinha.
As duas ficaram mais um pouco na cama, trocando carinhos e beijos preguiçosos.
Na mesa do café da manhã, os três estavam sentados, ainda com aquele clima gostoso e íntimo de quem tinha dormido juntos. Nayane estava usando uma camiseta grande do Marcelo, que ficava enorme nela.
Enquanto tomavam café, Juliane falou, sorrindo:
— Gente, a gente precisa planejar essa semana. Quero que a gente fique bem mais junto, se conhecer melhor.
Marcelo concordou e completou:
— Na quarta-feira tem feriado, né? A gente podia emendar e viajar. Ir pra praia, pegar um sol, passar uns dias os três juntos. Tá fazendo bastante calor essa época.
Nayane abriu um sorriso largo, claramente animada com a ideia.
Juliane continuou:
— Como hoje é segunda, a gente pode fazer o seguinte: durante a semana, depois do trabalho, a Nay vem dormir aqui em casa todos os dias. Assim a gente se vê toda noite, dorme junto, vai criando mais intimidade e conexão. E na quarta a gente emenda o feriado e vai pra praia.
Nayane olhou para os dois, mordendo o lábio, feliz:
— Eu topo. Quero muito isso. Dormir aqui todas as noites e viajar com vocês depois... parece um sonho.
Marcelo esticou as mãos e segurou uma de cada uma sobre a mesa.
— Então tá combinado. Essa semana é nossa. E na praia... a gente vai poder se soltar ainda mais.
As duas sorriram, claramente empolgadas com o plano.
Na quarta-feira de manhã, os três pegaram a estrada cedo e chegaram na praia por volta das 10h.
Nayane e Juliane escolheram biquínis bem ousados. Juliane usava um biquíni preto pequeno, e Nayane um vermelho que mal continha seus seios fartos e deixava boa parte da bunda grande à mostra.
Marcelo vestiu uma sunga branca bem justa, que marcava o volume do pau de forma bem evidente.
Assim que estenderam as cangas na areia e se deitaram, as duas começaram a provocar ele sem dó.
Juliane passou protetor nas coxas de Nayane bem devagar, de forma sensual, enquanto olhava pra Marcelo. Nayane, por sua vez, deitou de bruços e empinou a bunda grande de propósito, balançando de leve enquanto conversava com ele.
As duas não paravam de passar a mão no corpo uma da outra, se beijar, e de vez em quando olhavam direto pro volume na sunga branca de Marcelo e sorriam.
Não demorou muito para o pau dele começar a inchar. A sunga branca marcava tudo — o formato, o tamanho, até o contorno da cabeça ficava visível.
Juliane se aproximou do ouvido dele e sussurrou, rindo:
— Olha o que você tá fazendo com o nosso homem, Nai... tá deixando ele de pau duro na frente da praia inteira.
Nayane mordeu o lábio e olhou descaradamente pro volume dele, falando baixinho:
— Eu adoro quando ele fica assim... bem marcado pra todo mundo ver.
As duas trocaram um olhar safado e continuaram provocando, claramente curtindo deixar o Marcelo excitado e exibido pra quem quisesse olhar.
Juliane se levantou primeiro, caminhou até Marcelo e sentou de lado no colo dele. Deu um beijo bem gostoso em sua boca, demorado, enquanto passava a mão no peito dele.
— Você tá tão gostoso hoje... — murmurou ela, sorrindo contra os lábios dele.
Depois ela voltou para a canga, deitou ao lado de Nayane e as duas começaram a se beijar na boca com bastante vontade, as línguas se encontrando enquanto se abraçavam.
Ali perto, um grupo de três mulheres — claramente mãe e duas filhas — observava tudo em silêncio. A mais velha aparentava uns 50 anos, e as duas mais novas, por volta dos 18 a 22 anos. Elas não demonstravam reprovação, apenas curiosidade. Ficavam olhando e comentando bem baixinho entre si.
Quando Juliane e Nayane terminaram de se beijar, Nayane se levantou, foi até Marcelo e sentou direto no colo dele, de frente. Passou os braços ao redor do pescoço dele e o beijou ardentemente, um beijo bem intenso, rebolando de leve enquanto se beijavam.
As três mulheres se entreolharam novamente. A mais velha, sem conseguir se conter, falou um pouco mais alto:
— Nossa, esse rapaz tem muita sorte, hein? Duas mulheres lindas dessas... que sorte!
As filhas riram baixinho, concordando com a mãe, sem tirar os olhos da cena.
Marcelo, com a sunga ainda mais marcada agora por causa do beijo quente de Nayane, apenas sorriu, um pouco sem graça, mas claramente gostando da situação.
Logo depois, a filha mais velha do trio, uma morena de uns 20 anos, não se segurou e comentou um pouco mais alto:
— Mãe, olha o volume daquela sunga branca... o cara tá armado o tempo todo.
A mãe deu uma risadinha cúmplice e respondeu baixinho:
— Coitado... com essas duas em cima dele o dia inteiro, o rapaz não tem sossego mesmo.
Nayane, ainda sentada no colo de Marcelo, ouviu o comentário e deu uma risadinha contra a boca dele, sem parar de beijá-lo.
Juliane virou o rosto para as três mulheres, sorriu sem nenhuma vergonha e falou bem alto, só para elas ouvirem:
— Ele merece, né? Olha o tamanho do homem...
O dia foi passando e, por volta das duas da tarde, a praia já estava bem mais vazia. Quase não tinha mais ninguém por perto.
Juliane olhou para Marcelo com um sorrisinho e pediu:
— Amor, pode passar protetor em nós duas?
Marcelo concordou. Primeiro passou em Juliane, com bastante carinho. Suas mãos deslizaram pelas costas, pela bunda, pelas coxas e, sem pressa, passou também na parte íntima dela, tocando sua bucetinha por cima do biquíni com cuidado. Juliane soltou um suspiro baixo, gostando do toque.
Depois foi a vez de Nayane. Ele passou protetor no corpo dela com ainda mais atenção — apertando a bunda grande, deslizando as mãos pelas coxas grossas e, por fim, passando a mão bem devagar entre as pernas dela, acariciando sua bucetinha por cima do tecido. Nayane mordeu o lábio e gemeu baixinho.
Eles ficaram mais um tempo na praia, relaxando. Quando o sol começou a ficar mais forte, resolveram voltar pra casa alugada.
Assim que entraram, já começaram a se acariciar. Foram direto pro banho. Debaixo do chuveiro, Marcelo e Nayane ensaboaram Juliane juntos, passando as mãos pelo corpo dela com bastante desejo. Enquanto isso, Juliane, com a voz manhosa e cheia de tesão, perguntou:
— Vocês não querem ir pra cama agora? Tô morrendo de vontade de vocês dois...
Ela olhou para os dois, com os olhos brilhando, claramente ansiosa pelo que viria em seguida.
Os três foram direto para a cama, ainda molhados do banho. Juliane deitou de costas no meio da cama. Nayane subiu em cima dela, posicionando-se em 69. Seus seios grandes e pesados ficaram pendurados bem em cima do rosto de Juliane.
Sem esperar, Juliane abriu a boca e começou a chupar uma das tetas de Nayane com vontade, sugando o bico rosado enquanto gemia. Nayane soltou um gemido baixo e abaixou o corpo, tomando um dos seios de Juliane na boca também. As duas ficaram mamando as tetas uma da outra com fome, os sons molhados enchendo o quarto.
Marcelo, sentado ao lado da cama, assistia tudo com o pau duro latejando. Ele murmurou, quase sem voz:
— Essa é a cena mais linda que eu já vi na minha vida...
As duas continuaram por um tempo, gemendo e se contorcendo, até que Nayane começou a descer pelo corpo de Juliane. Beijou a barriga, o umbigo, e finalmente chegou entre as pernas dela. Juliane fez o mesmo, puxando Nayane pela bunda até deixar a bucetinha dela bem em cima do seu rosto.
As duas começaram a chupar uma à outra ao mesmo tempo. Nayane lambia e chupava o clitóris de Juliane com vontade, enquanto Juliane enfiava a língua fundo na buceta de Nayane, segurando sua bunda grande com as duas mãos.
Não demorou muito. Os gemidos foram ficando mais altos e desesperados. Primeiro Juliane gozou, tremendo e gemendo alto contra a buceta de Nayane. Pouco depois Nayane também gozou, apertando o rosto de Juliane entre as coxas grossas enquanto gozava na boca dela.
Juliane, ainda com o rosto molhado do gozo de Nayane, olhou para Marcelo e chamou com a voz rouca:
— Vem aqui, amor... vem provar o gostinho da nossa namorada.
Marcelo se aproximou e lambeu o rosto de Juliane, limpando parte do gozo dela. Depois a beijou profundamente, dividindo o sabor de Nayane entre os dois. Em seguida foi até Nayane, lambeu o rosto dela também e a beijou, compartilhando o gosto de Juliane.
Os três se juntaram num beijo triplo, línguas se misturando, se lambendo sem pressa, gemendo baixinho.
Nayane então olhou para Juliane, um pouco nervosa, mas decidida:
— Ju... você deixaria o nosso namorado fazer amor comigo? Eu tô com muita vontade dele hoje. Se você concordar, eu quero dar pra ele agora.
Juliane abriu um sorriso enorme, radiante de felicidade:
— Meu Deus, eu tava esperando tanto por isso! Claro que eu concordo! Eu tava até com medo que você não quisesse ficar com ele. Achei que a gente não ia conseguir ficar junto se você não aceitasse ele também.
Marcelo, já com o pau latejando, falou com a voz grossa:
— Tô com muito tesão... Eu quero muito comer a Nai.
Juliane segurou o rosto de Marcelo e de Nayane, juntando os dois. Eles começaram a se beijar intensamente. Enquanto isso, Marcelo desceu beijando o pescoço de Nayane, depois chegou aos seios grandes dela. Ele mamou uma teta enquanto Juliane mamava a outra, os dois chupando e lambendo os bicos dela ao mesmo tempo.
Eles desceram devagar pelo corpo de Nayane, beijando e acariciando com muito carinho.
Juliane olhou para o marido e disse:
— Vai lá, amor. Chupa a buceta da nossa namorada. Chupa ela até ela gozar na tua boca. Quero que você sinta o gostinho dela.
Marcelo desceu entre as pernas grossas de Nayane e começou a chupá-la com vontade. Pouco tempo depois, Nayane gozou forte, tremendo e gemendo alto na boca dele.
Marcelo subiu, beijou Juliane dividindo o gozo de Nayane com ela, depois beijou Nayane também, deixando ela provar o próprio gosto.
Juliane então segurou o pau duro do marido, olhou para Nayane e falou com um sorriso safado:
— Agora é a hora. Eu vou colocar o pau do nosso namorado na sua buceta.
Ela direcionou o pau de Marcelo até a entrada molhada de Nayane e ele começou a penetrá-la bem devagar, centímetro por centímetro, entrando na buceta dela com cuidado.
Marcelo começou a foder Nayane com força. O pau entrava e saía da buceta dela com velocidade, fazendo um barulho molhado e alto — plaft, plaft, plaft — ecoando no quarto, pois ela estava completamente encharcada.
De vez em quando ele tirava o pau todo para fora da buceta de Nayane e enfiava direto na boca de Juliane, que chupava com vontade, babando no pau que acabara de sair da amiga. Depois ele voltava a meter fundo em Nayane.
— Nossa... tá tão gostosa essa foda... — gemeu Nayane.
Juliane sorriu e falou:
— É gostosa, né? Então vai ficar ainda melhor.
Quando ele tirou o pau novamente, Juliane não chupou só o pau. Colou a boca na buceta de Nayane e começou a chupar ela com fome, enfiando a língua lá dentro. Nayane gozou forte na boca de Juliane, tremendo inteira.
Marcelo voltou a enfiar o pau nela e continuou metendo sem parar. O ciclo se repetia: ele fodia Nayane, tirava o pau e dava para Juliane mamar ou chupar a buceta dela.
Até que Nayane não aguentou mais.
— Vou gozar de novo! — avisou ela.
Ela gozou pela segunda vez, apertando o pau de Marcelo dentro dela. Assim que ele tirou o pau, Juliane colocou a boca na buceta da amiga e chupou todo o gozo que escorria.
— Agora eu quero de quatro — pediu Nayane, ofegante. — Quero que você veja minha bunda enquanto me come.
Nayane se posicionou de quatro. Juliane rapidamente deitou embaixo dela, formando um 69 perfeito. Enquanto Marcelo enfiava o pau novamente na buceta de Nayane, as duas começaram a chupar uma à outra.
O barulho ficou ainda mais molhado. Marcelo metia forte, suas bolas batendo no rosto de Juliane toda vez que ele entrava fundo na namorada. Juliane chupava o clitóris de Nayane enquanto o marido a fodia.
Não demorou muito. Nayane começou a gemer alto, o corpo tremendo.
— Tô gozando! — gritou ela.
Marcelo deu mais algumas estocadas fortes e gozou junto, enchendo a buceta de Nayane de porra quente e grossa.
Quando ele tirou o pau, uma grande quantidade de esperma escorreu direto na boca de Juliane, que estava embaixo. Juliane lambeu, chupou e engoliu tudo com gosto, completamente extasiada.
— Meu Deus... que porra deliciosa... — murmurou ela, ainda lambendo a buceta da amiga. — Foi o melhor gozo da minha vida. Os três gozando juntos... perfeito.
Depois que terminaram, Juliane subiu e deu um beijo demorado em Nayane, dividindo o gosto da porra do marido com ela. As duas ficaram se beijando de língua, gemendo baixinho enquanto trocavam o sêmen na boca.
Marcelo, que já estava ficando duro novamente só de assistir, ouviu Nayane pedir com a voz manhosa:
— Agora eu quero ver você comer a Ju... do mesmo jeito. Quero ficar debaixo dela chupando a bucetinha enquanto você fode ela. Quero provar a sua porra saindo de dentro dela também.
Juliane sorriu, excitada com o pedido. Ela se posicionou de quatro na cama. Nayane deitou debaixo dela, formando outro 69. Enquanto as duas voltavam a chupar a buceta uma da outra, Marcelo encaixou o pau na buceta molhada da esposa e começou a meter com força.
O barulho molhado voltou a encher o quarto. Ele fodia Juliane com vontade, tirava o pau e colocava direto na boca de Nayane, que chupava tudo com gosto. Depois voltava a enfiar na esposa.
As duas não paravam de se lamber e chupar embaixo dele.
— Ahh... eu vou gozar! — gemeu Juliane, quase sem voz.
Marcelo acelerou as estocadas e Nayane chupou o clitóris dela com mais força. Juliane gozou tremendo inteiro, apertando o pau do marido. Marcelo não segurou e gozou logo em seguida, enchendo a buceta da esposa de porra mais uma vez.
Nayane colocou a boca bem aberta embaixo da buceta de Juliane, recebendo toda a porra que escorria. Lambeu, chupou e engoliu tudo, gemendo de satisfação.
— Que delícia... — murmurou ela, ainda lambendo a buceta da amiga. — O gosto de vocês dois juntos é maravilhoso.
Completamente exaustos, os três se abraçaram no meio da cama. Nayane no meio, Marcelo e Juliane de cada lado, os corpos suados e entrelaçados. Não demorou nem cinco minutos e os três dormiram profundamente.
Durante os dias na praia, os três repetiram aquela intensidade várias vezes. Quase todos os dias eles transavam por horas, sempre os três juntos, cada vez mais conectados e entrosados. Gozavam muito e sempre juntos.
No último dia, deitados na cama depois de mais uma sessão intensa, eles tomaram uma decisão importante. Nayane olhou para os dois e falou com carinho:
— Quando a gente voltar, eu quero me mudar pra casa de vocês. Vou vender a minha casa. Quero que a gente more junto de verdade.
Marcelo e Juliane sorriram, felizes. Juliane completou:
— E com o dinheiro da sua casa, a gente pode comprar uma casinha aqui na praia. Assim a gente pode vir sempre, sempre que quiser.
Nayane concordou, com os olhos brilhando:
— Quero viver com vocês. Os três juntos.
E foi exatamente o que aconteceu.
Eles voltaram para a cidade, Nayane se mudou para a casa deles, e os três passaram a viver juntos. Compraram uma casinha simples na praia e sempre que podiam, iam para lá curtir um ao outro sem limites.
Viveram felizes, cheios de desejo e cumplicidade, gozando muito um com o outro pelo resto de suas vidas.




