Moreno claro, alto, com um corpo forte e definido de quem trabalha na construção civil — ombros largos, braços grossos, mãos grandes e calejadas. Ele não disfarçou nem por um segundo. Seus olhos desceram direto pras minhas nádegas grandes, empinadas e balançando enquanto eu andava.
“Caralho, que bunda gostosa da porra…”, murmurou alto o suficiente pra eu ouvir, com aquele sotaque paraense marcante e delicioso.
Ele se aproximou sem rodeios. Conversamos ali mesmo na calçada. Me contou que era de Ananindeua, no Pará, e tinha vindo pra SP acompanhar a reforma de um apartamento que ele possuía aqui. O papo fluiu rápido, cheio de malícia. Ele não parava de elogiar minha bunda, apertando o ar com as mãos enquanto falava.
Fomos tomar um lanche numa lanchonete na esquina. Enquanto comíamos, a mão grande e áspera dele subia pela minha coxa por baixo da mesa, apertando firme. O tesão estava insuportável. Pagamos a conta e fomos direto pro apartamento dele, ainda em reforma — plásticos no chão, cheiro de tinta, mas o quarto principal já dava pra usar.
Assim que a porta fechou, Roberto me prensou contra a parede. Suas mãos calejadas agarraram minha bunda com força bruta, apertando, abrindo, dando tapas estalados.
“Vou te foder gostoso hoje, fêmea”, rosnou no meu ouvido enquanto me beijava com fome.
Tirei a roupa dele com pressa. O pau era grosso, pesado, veioso — combinava perfeitamente com aquele corpo de trabalhador. Caí de boca, chupando com vontade, babando inteiro.
“Isso, chupa o pau do teu macho, vai… engole ele todinho, fêmea safada”, ele gemia, segurando minha cabeça.
Depois ele me virou, baixou minha calça e enterrou o rosto entre minhas nádegas. A língua quente lambeu meu cu com fome, penetrando, babando, enquanto ele gemia.
“Que cu apertadinho e gostoso… minha fêmea tem uma bundona perfeita.”
“Me come, Roberto… quero teu pau me arrombando”, implorei gemendo.
Ele me jogou na cama de quatro e meteu. Primeiro devagar, depois afundou tudo de uma vez. Gemi desesperado:
“ Ai, que pauzão… me fode, vai! Me fode fundo!”
Roberto segurou meus quadris e meteu forte, batendo fundo, o som das coxas dele contra minha bunda grande ecoando no quarto.
“ Toma, fêmea… essa bunda é minha. Rebola pra teu macho, vai, putinha.” Dava tapas estalados.
“ Sim! Me usa… sou tua fêmea… mete mais forte, por favor!”
Eu gemia como uma cadela. Gozei primeiro, tremendo inteiro, jorrando sem nem tocar no meu pau, apertando ele dentro de mim.
“ Olha só… gozando só com meu pau, fêmea gostosa. Eu adoro te fazer gozar assim, sem tu precisar mexer nessa rolinha”, ele rosnou satisfeito, metendo ainda mais forte.
Ele gozou logo depois com um rugido rouco, enchendo minha bunda de porra quente e grossa.
“ Toma toda a porra do teu macho… enchi minha fêmea direitinho.”
Cinco meses se passaram. Apesar da distância, não paramos de nos falar um dia sequer pelo WhatsApp: mensagens safadas o tempo todo, nudes, áudios gemendo, vídeos dele batendo punheta falando o que queria fazer com minha bunda. Quando avisei que iria pra Belém a trabalho, ele respondeu na hora:
“Então vem pra Ananindeua. Quero te ver de novo… e te dar uma surpresa, fêmea.”
Ele me buscou de moto. Saímos da cidade e fomos pra uma casa simples da família, na área rural. Assim que entramos, ele me levou até um quarto no fundo e abriu a porta: escuridão total. Absoluta. Nem um fio de luz entrava. Ele havia preparado tudo com capricho — janelas completamente vedadas, cortinas grossas, frestas tapadas, nenhum celular, nenhuma tela.
O ar estava quente, úmido, com um leve cheiro de madeira velha e incenso.
“Hoje tu não vai me ver. Não vai ver nada. Só vai sentir teu macho te comendo… só vai me ouvir”, sussurrou rouco, fechando a porta com um clique que pareceu reverberar no breu.
A escuridão era tão completa que desorientava. Eu não sabia mais onde estava o teto, o chão, as paredes. Meu coração batia forte. Todos os outros sentidos se amplificaram imediatamente.
Senti primeiro o calor do corpo dele atrás de mim. Suas mãos grandes e calejadas subiram pelos meus braços, desceram pelas costas, apertaram minha cintura e finalmente agarraram minha bunda com possessividade. Ele me despiu devagar, peça por peça. Cada roupa caindo no chão fazia um barulhinho abafado que parecia alto demais. Quando fiquei nu, ele abriu minhas nádegas e gemeu baixo.
Se ajoelhou. Senti seu hálito quente primeiro, depois a língua larga e molhada lambendo devagar entre minhas nádegas. O som molhado, obsceno da boca dele comendo meu cu ecoava forte no quarto silencioso — lambidas longas, chupadas, a língua penetrando fundo. Ele gemia enquanto me devorava.
“ Senti tanta falta dessa bundona… minha fêmea tá molhadinha pra mim”, murmurou.
“ Me lambe, Roberto… come o cu da tua fêmea com essa língua gostosa”, gemi, empinando mais, a voz falhando.
Ele se levantou. O corpo alto e forte colou no meu: peito largo contra minhas costas, pau grosso e latejando roçando entre minhas nádegas, o cheiro dele de homem, suor e trabalho me invadindo. Me guiou até a cama. O colchão afundou. Ele me colocou de quatro.
Senti a cabeça grossa pressionando, roçando, espalhando baba. Entrou devagar, centímetro por centímetro. Cada veia, cada pulsação era sentida com intensidade absurda no escuro. Gemi alto quando ele afundou tudo.
“ Ai, que delícia… me enche todinho, vai…”
“ Toma o pau do teu macho, fêmea”, rosnou, voz grave reverberando. “Sente ele bem fundo nessa bundona.”
Começou a meter. O barulho molhado e ritmado do pau entrando e saindo do meu cu preenchia todo o quarto, misturado com o tapa úmido de suas coxas contra minha bunda grande. Nossas respirações ofegantes, gemidos e palavras safadas eram o único mundo existente.
Ele acelerou, segurando meus quadris, puxando-me contra ele.
“ Rebola pra mim, fêmea… isso… assim. Tu é tão gostosa apertando meu pau.”
“ Me fode forte, Roberto! Sou tua fêmea… arromba meu cu! Quero sentir você me usando todinho”, implorei alto, rebolando no escuro.
Ele me virou de lado, ergueu minha perna, meteu ainda mais fundo. Depois me colocou de quatro novamente, suados, escorregadios. O cheiro de sexo dominava o ar.
“ Goza pra mim de novo, fêmea… goza só com meu pau te arrombando”, ordenou, batendo direto na próstata.
Eu gozei gemendo alto, jorrando no colchão sem tocar em mim, o corpo inteiro convulsionando. Os sons que saíam da minha boca eram quase selvagens.
“ Isso, caralho… gozando igual uma fêmeazinha no cio. Eu amo te fazer gozar assim, só com meu pau dentro de você. Olha o tanto que tu tá apertando…”, ele grunhiu excitadíssimo.
Quando ele gozou, apertou meus quadris com força e rosnou longo:
“ Vou gozar… toma toda, fêmea… tô enchendo tua bundinha de porra quente!”
Senti cada jato grosso e quente pulsando fundo dentro de mim.
Deitados no breu absoluto, suados e ofegantes, Roberto me abraçou por trás, o pau ainda meio duro dentro de mim, e mordeu minha orelha:
“Da primeira vez que te vi na calçada de SP, soube que essa bunda ia ser minha… e que tu ia virar minha fêmea gostosa.”
Eu sorri na escuridão, ainda sentindo ele latejar dentro de mim.
“E sou… sempre vou ser tua fêmea.”





Sortudonesse Roberto, sua bunda é muita tesuda