O tempo passou, perdemos o contato, mas o destino (e os apps de foda) resolveu agir.
07 de Maio de 2026.
Eu estava no meio do campus quando o celular vibrou. Era ele. A mensagem foi curta e grossa: "Oi, quero mamar". Quando mandei a foto da minha pica para confirmar quem era, ele pirou: "Não acredito! Que saudade dessa pica... vem logo aqui me dar leite".
O que mais me instiga nesse cara é a discrição. Quem vê aquele cara na rua, no trabalho, com aquela voz grave e postura de homem sério, não imagina o que ele faz entre quatro paredes. Ele é o tipo de cara que ninguém desconfia, mas que, no sigilo, se entrega totalmente.
Saí da aula e fui direto para o prédio dele. O ritual não mudou nada. Assim que entrei, ele já estava ali, submisso, no chão atrás da porta. Não trocamos muitas palavras; o tesão acumulado falava mais alto.
Abaixei a calça e senti o olhar dele brilhar. Ele deu um cheirão no meu pau, respirando fundo como se estivesse diante de um banquete, e mandou: "Que saudade eu tava dessa pica".
O que se seguiu foi uma cena digna de filme.
Ele começou uma mamada frenética, profunda, sem medo de se engasgar.
Enquanto trabalhava com a boca, batia uma punheta firme para mim, passando a língua na cabeça do meu pau com uma agilidade absurda.
O cara estava louco, mordendo com os lábios a cabeça do meu pau e e me olhando de baixo com aqueles olhos sedentos.
Eu só fazia o meu papel: segurava a nuca dele, ditando o ritmo e empurrando a cabeça dele contra o meu pau. Ver um cara com aquela postura toda se acabando, insaciável, é uma das visões mais fodas que existem. Ele é um passivo nato, nascido para servir e adorar uma pica.
A pressão foi subindo até ficar insuportável. Quando senti que ia explodir, ele não recuou um milímetro. Leitei a boca dele com vontade. O cara engoliu tudo, faminto, limpando cada gota como se fosse o prêmio que ele esperou muito para ter de volta.
Saí de lá leve, com a certeza de que, não importa quanto tempo passe, tem conexões que a gente nunca esquece. O melhor boquete daquela região continua sendo dele.
Delícia
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