A Mamada: O Retorno

Existem prazeres que o tempo não apaga. Conheci esse cara logo no início da faculdade, em 2022. Na época, a dinâmica era certeira: ele me chamava, eu ia ao apê dele e ele se acabava no meu pau. Foram anos assim, uma rotina de alívio garantido após as aulas. Ele sempre me esperava do mesmo jeito: ajoelhado atrás da porta, pronto para o trabalho.

O tempo passou, perdemos o contato, mas o destino (e os apps de foda) resolveu agir.

07 de Maio de 2026.
Eu estava no meio do campus quando o celular vibrou. Era ele. A mensagem foi curta e grossa: "Oi, quero mamar". Quando mandei a foto da minha pica para confirmar quem era, ele pirou: "Não acredito! Que saudade dessa pica... vem logo aqui me dar leite".

O que mais me instiga nesse cara é a discrição. Quem vê aquele cara na rua, no trabalho, com aquela voz grave e postura de homem sério, não imagina o que ele faz entre quatro paredes. Ele é o tipo de cara que ninguém desconfia, mas que, no sigilo, se entrega totalmente.

Saí da aula e fui direto para o prédio dele. O ritual não mudou nada. Assim que entrei, ele já estava ali, submisso, no chão atrás da porta. Não trocamos muitas palavras; o tesão acumulado falava mais alto.

Abaixei a calça e senti o olhar dele brilhar. Ele deu um cheirão no meu pau, respirando fundo como se estivesse diante de um banquete, e mandou: "Que saudade eu tava dessa pica".

O que se seguiu foi uma cena digna de filme.

Ele começou uma mamada frenética, profunda, sem medo de se engasgar.

Enquanto trabalhava com a boca, batia uma punheta firme para mim, passando a língua na cabeça do meu pau com uma agilidade absurda.

O cara estava louco, mordendo com os lábios a cabeça do meu pau e e me olhando de baixo com aqueles olhos sedentos.

Eu só fazia o meu papel: segurava a nuca dele, ditando o ritmo e empurrando a cabeça dele contra o meu pau. Ver um cara com aquela postura toda se acabando, insaciável, é uma das visões mais fodas que existem. Ele é um passivo nato, nascido para servir e adorar uma pica.

A pressão foi subindo até ficar insuportável. Quando senti que ia explodir, ele não recuou um milímetro. Leitei a boca dele com vontade. O cara engoliu tudo, faminto, limpando cada gota como se fosse o prêmio que ele esperou muito para ter de volta.

Saí de lá leve, com a certeza de que, não importa quanto tempo passe, tem conexões que a gente nunca esquece. O melhor boquete daquela região continua sendo dele.


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Comentários


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rotta10 Comentou em 08/05/2026

Delícia




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico ativo-novinho-

Nome do conto:
A Mamada: O Retorno

Codigo do conto:
261558

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
07/05/2026

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