Meu nome é Carlos, tenho 35 anos e moro em São Paulo há uns 5 anos. Tive que me mudar porque passei num bom concurso público, desde então tenho morado por aqui sozinho. Sou um cara bissexual, sempre tive meus casos com homem, namorei mulheres até meus 25 anos, até que decidi me focar total em sair do interior. Minha família não me pressiona a ter filhos, nem casar, até porque passei a assumir um papel importante nas finanças, acabei ajudando muito meus pais de uns anos pra cá.
Acontece que esse ano minha irmã tinha comentado que o filho dela, Eduardo, tinha passado na USP pra Farmácia e que não sabia se ele ia cursar. Eu já saquei de cara que ela queria que o moleque morasse comigo, mas se tem uma coisa que eu prezo de uns anos pra cá é a minha paz, família perto é só problema... Não dei nem a ideia, desconversei.
Nunca tive muita proximidade com o Edu, pra falar a verdade, nem com a irmã dele. Como eu sou o caçula, acabei não me dando muito com os irmãos mais velhos e não participando da vida dele. Eu acho no fundo que a família toda sabe que eu gosto de homem e que eu ter ido embora acabou sendo um alívio pros mais velhos. Tanto faz, isso não importava mais.
Aqui em São Paulo eu tive meus casos, namorei um carinha pela primeira vez, mas no momento tava solteiro. E assim tinha de ser.
Era segunda, por volta das 8, eu tava voltando da academia e noto uma movimentação no bloco de frente do meu apê. Sou um cara gordinho, mas bem alto, bem distribuído. Tava cansado, queria só tomar um banho e socar uma punheta antes de dormir (sou um grande punheteiro).
Vejo um adolescente perto da porta do bloco, cabelo pintado de vermelho, com um mullet, alargador na orelha, um óculos de grau. Pequeno, uns 1,60, mas todo estilo punk. De cara eu não reconheci, só quando cheguei mais perto e vi uma mochila pequena perto dos all star que ele tava calçando.
-Pensei que o senhor não chegava hoje. Com um sorrisinho de canto de boca.
Era meu sobrinho, Eduardo. Não conheci de cara. Voltei a mim ali e eu o abracei meio que instintivamente.
-Da última vez que eu te vi tu não parecia o vocalista do My Chemical Romance... Ri alto apertando ele.
-Tio, desculpa eu ter vindo assim. Eu discuti com a minha mãe porque ela não queria que eu cursasse faculdade aqui e vim sem pensar pra cá, eu só conheço o senhor aqui. Desculpa. Convenci o porteiro me deixar te esperando aqui. Desculpa.
Realmente ele tava muito nervoso e eu meio que não tava nem bravo com ele, talvez eu tivesse sido meio idiota em não ter pensado nos sentimentos dele simplesmente negando ele ficar em casa enquanto estudava.
O olho dele tava cheio de lágrimas, como um cachorro abandonado. Abracei ele de novo.
-Edu, tá tudo bem. Vamo entrar que você já ficou tempo demais aqui fora sozinho.
Ele abriu um sorriso e me abraçou de novo. O corpo dele tava quentinho e o cabelo dele tava cheiroso.
Subimos, ele me explicou como queria sair da cidade da família pra morar aqui e me vi nele.
Liguei em seguida pra minha irmã, que já tava desesperada, a acalmei e sem ele ouvir, consenti dele ficar o primeiro período da faculdade comigo, até que ela pudesse se organizar e o manter numa república. Ela agradeceu e disse que ia mandar as coisas dele pela transportadora assim que pudesse, eu disse que ia comprar algumas roupas pra ele e prometi que o mandaria de volta pra casa no feriado, pra que ele pudesse se despedir de forma correta deles.
Falei que depois ele ligaria pra ela, que no momento tava cansado.
Voltando pra sala, ele tava acuado no cantinho. Realmente era um menino bonito, e cabia todinho no meu colo ainda, mas tinha alguma coisa diferente nele, eu acho que era o cheiro de homem que ele já tinha agora.
Sentei no sofá do lado dele, sem dizer nada desamarrei os cadarços dos tênis dele, retirei e guardei. Ele só aceitou, calado e olhando. Tirei as meias, chulezinho de macho subiu, mas eu até gosto um pouco. Virei as pernas dele e as coloquei nas minhas coxas.
Eu tava suado e minha bermuda estava apertando até meu saco.
Ele tinha um pezão, uns 42 no mínimo, o que era estranho pra um menino tão pequeno.
Ele aceitou o carinho e foi ficando mais calmo.
-Falei com a sua mãe agora no telefone.
Ele fechou o olho e mais lágrimas.
-Tio...
-Calma, filhote. Me escuta.
-É que...
-Você vai morar comigo por seis meses, até sua mãe te colocar numa república.
Mais choro.
-Obrigado, tio.
Puxei ele pra perto, abracei ele forte.
-Tio que pede desculpa, não levei em conta como você queria fazer esse curso, logo eu que deixei tudo pra estudar.
-Não vou te dar problema, prometo.
-Sei que não vai, seu punk anão. Rimos juntos.
-Só não tenho cama extra, Edu. Amanhã eu vou atrás disso, hoje você dorme na minha cama. Pode ser?
-Eu ronco. Ele riu.
-Eu também. Rimos juntos.
Peguei uma toalha pra ele, falei que ele poderia se sentir em casa.
Eu fui banhar primeiro, porque tava suado ainda.
No banho ensaiei uma punheta, agora eu teria que ter cuidado e não poderia andar pelado em casa, então teria de aproveitar o banho pra me aliviar. Meu pau é médio, tem seus 15cm, mas é bem grosso e fino na ponta, é bem torto pra cima. Eu sou um cara mega sacudo, daqueles que dá pra ouvir o saco batendo na coxa. E eu nem me atentei que a água batendo no meu saco fazia barulho, não me importei. Ouvi um barulho lá fora, como que passos perto da porta, não me importei e continuei na punheta. Esporrei na parede e na correria acabei esquecendo de jogar água pra limpar a porra.
Saindo do banheiro, Edu tava sentado no sofá só de cueca. Era uma cueca slip branca que já tinha umas marcas de mijo seco. Era um belo de um pacote, daqueles que dá pra ver um pouco do saco pelas laterais, mas o que me chamou atenção foram os pentelhos. O moleque era muito pentelhudo, daqueles que fazem volume. Não as pernas eram muito peludas e os pentelhos subiam pela barriga.
Eu de toalha vendo aquele novinho que já tinha corpo de homem invariavelmente comecei a ficar meia bomba e pra afastar esses pensamento sentei no sofá junto com ele, esperando que ele não tivesse notado.
-Tá fedendo seu fedelho, e essa cueca mijada aí?
Ele riu com uma malícia que eu ainda não tinha notado antes.
-Eu gosto tio, tenho cheiro de homem. Rindo alto.
-Então você não é mais meu filhote?
-Sempre vou ser, tio.
Levantou, puxou a minha toalha me deixando totalmente peladão e saiu correndo pro banheiro.
Eu cobri meu pau e fui pro quarto quando ele entrou no banheiro.
Será se eu acabei de flertar com meu próprio sobrinho? Não posso fazer essas coisas.
Botei uma cueca vermelha slip, ajeitei meu pau que agora tava bem duro por cima. Botei uma roupa e dei um grito pra ele ouvir.
-Edu, tô indo no supermercado comprar algo pra gente comer. Beleza? Se comporta aí.
Ouvi barulho de água batendo no pau. Imediatamente fiquei duro.
-É?.... Tá.... Bom.... T-i-o....
Ele tava falando comigo enquanto se punhetava? Não é possível.
-Beleza. Volto em meia hora.
Quando voltei ele não tava na sala, já tava tarde mesmo, não ia me importar se ele tivesse dormindo.
Quando entrei no quarto ele tava com a mesma cueca e sim, o pau dele agora estava totalmente desenhado na cueca. Era um pau bem fino, mas bem grande. Ele tava deitado mexendo no celular, o pau meia bomba. Ele tava com as pernas abertas, então vi que ele tinha uma bunda peluda também, tava vazando pentelho até ali de perto do cu.
Me recompus.
-Edu, bora trocar essa cueca. Vou te dar uma minha e amanhã a gente compra roupa pra você.
-Beleza tio.
Peguei uma cueca samba canção e dei pra ele.
Eduardo levantou e tirou a cueca minha frente.
O pau era fino, torto pra esquerda, ele era sacudo. Era um menino branco, mas engraçadamente seu pau era preto, muito pentelhudo. Virei o rosto, mas antes disso notei um fio de baba saindo do prepúcio dele.
-Desencana tio, todo mundo tem pau.
-É, mas você é meu sobrinho.
-Mas eu tenho pau e você também, bora se acostumar um com o outro.
-Tu é muito folgado, pau preto.
Ele riu alto vestindo a cueca.
-Mas esse pau aqui já é usado tem tempo.
-E tu tem lá idade pra fazer sacanagem, fedelho?
-O senhor se assustaria se eu te contasse o que eu já fiz.
-É seu ator porno anão, mas agora é hora de comer.
Rimos juntos e fomos comer alguma coisa que comprei congelada.
Na hora de dormir, notei que meu travesseiro tava meio bagunçado, deixei pra lá.
Ao deitar a cabeça senti um cheiro forte de pica, mas tava tão cansado que nem notei que o travesseiro tava meio molhado. Esfreguei as bochechas e cheirei fundo.
Cheiro de pica é bom demais, devia ser coincidência, precisava lavar a roupa de cama.
Antes de fechar o olho, dei boa noite pro Edu, que tava do meu lado com um sorriso malicioso no rosto.
Deixei pra lá.
De madrugada estava dormindo de lado, acordei mas me mantive imóvel. Ouvi um barulho de pica, Eduardo tava batendo punheta do meu lado de madrugada.
Uma onda de desespero e confusão me atingiu, eu só conseguia prestar atenção no barulho. Barulho de pele da cabeça da pica descendo e subindo.
Ele respirava fundo e soltava o ar pela boca.
Não era possível que aquilo tava acontecendo.
CONTINUA