Não sei o que se passava na cabeça do Eduardo, também não sei o que ele queria tomando a atitude de me atiçar e bater punheta enquanto eu tava do lado.
Eu tava completamente desesperado e um filme passou na minha cabeça, de quando eu comi um cu pela primeira vez, a sensação de frio na barriga de ficar com um cara tava se repetindo e eu não conseguia controlar meu pau, que agora tava duro que nem pedra na cueca e pulsando. Se eu não estivesse de lado ele teria percebido que eu tava acordado por conta da puta ereção que eu tava tendo ali mesmo.
Eu não podia fazer isso com a minha irmã, esse desgraçado fedelho tava mexendo com meu psicológico em menos de um dia morando comigo. Mas a minha vontade era de virar e dar leite pra ele, pra mostrar que a casa é minha, que a cama é minha e que até ele era meu. Mas eu não podia fazer isso, era contra tudo que eu acreditava.
Enquanto eu me paralisado tava imerso em pensamentos absurdos, continuava ouvindo meu sobrinho socando uma punheta, que agora era molhada. Ele cuspia na mão e se punhetava, o barulho da pica sendo friccionada com saliva fazia barulho ainda maior.
O cheiro de pica tava tomando todo quarto, eu não sei o que esse moleque tinha mas era cheiro de pica muito forte, um cheiro que me deixava inebriado e eu nem sou passivo, porra, eu sempre gostei de comer cu, por que meu cu tava piscando pra porra do meu sobrinho inconsequente?
Amanhã eu ia mandar ele de volta pra casa, mas eu não podia mandar ele pra casa de qualquer modo, o que eu ia falar pra minha irmã? Que tipo de tio eu sou se eu não entendo que ele era adolescente e precisava dar vazão a esse tesão todo? Mas por que comigo? Por que ele tá me deixando maluco?
O barulho de punheta continuava, mas agora ele tava gemendo baixinho.
-Arrhnn. Barulho de pica descendo e subindo.
Isso tá insustentável e eu não consigo me mover.
Ouço um barulho, ele tá se movimentando na cama e tá chegando mais perto de mim. Sinto cheiro de suor de suvaco, filho da puta nem pra tomar banho direito. Ele tá ficando de ladinho, tá chegando perto. O cheiro de pica e suvaco era inebriante, e tava cada vez mais perto.
Como um cara de 1,60 conseguia imobilizar um de 1,85, todo entroncado sem nem tocar?
Mas ele tocou.
Senti bem devagar sua coxa encostando na minha e podia sentir os pêlos suados de sua perna colando na minha. Ele com certeza tava se punhetando há muitos minutos pra ficar tão suado assim. Será se ele achava que eu tava dormindo? Por que raios ele tá tentando me encoxar?
-Tio? Ele perguntou bem baixinho.
Fiquei em silêncio e com os olhos bem fechados.
Ele riu baixinho. Parte de mim quer acreditar que ele tava realmente achando que eu tava dormindo, parte acredita que ele era um moleque sádico, que sabia que tinha me dominado.
Senti na cueca uma pressão.
Era a pica do meu sobrinho apertando minha bunda por cima do tecido.
Minha cueca era folgadinha, daquelas que entram na bunda e com ele forçando a pica fina e imensa dele na entrada a cabeça empurrou o tecido pra dentro dela. Agora eu sentia o formato exato da cabeça da pica do Eduardo forçando entrada no meu cu pela cueca.
Aquilo era demais pra mim, meu pau tava duro igual pedra e eu tava queimando de tesão por dentro. Eu queria que ele rasgasse aquela cueca na mão e atolasse a pica dele toda no meu cu. Mas eu não conseguia me mexer, eu continuava refém dessa situação maldita.
-Tio? Ele perguntou baixinho de novo.
Eu continuei em silêncio, mas agora eu sabia que ele sabia que eu tava acordado, porque ele riu mais alto.
Ele passou a mão por cima da minha cintura e segurou meu pau duro.
Congelei.
Por cima da cueca ele começou a acariciar minha pica grossa dura feito pedra. Nessa altura minha cueca já tava toda melada de pré gozo. Ele percebia e de vez em quando levava até a boca dele, eu ouvia o barulho do dedo dele cheio de baba da minha pica sendo lambido.
Onde esse maldito aprendeu a ser tão puto assim?
É meu sobrinho, que inferno. Isso é errado. Mas eu tô queimando de tesão, meu cu tá piscando com esse pau forçando a cueca.
-Hora da brincadeira acabar. Ele falou em tom normal. Parou de acariciar meu pau, como se fosse um castigo por não encarar ele de frente. Ele sabia exatamente o que tava fazendo comigo, tava me punindo e a punição era não me fazer gozar.
Começou a pica dele pra cima e pra baixo na minha cueca. Eu já sentia tudo melando através do tecido.
-Minha puta.
Que porra é essa? E por que eu não consigo falar?
Senti seis jatos de porra que atravessaram minha cueca e cu.
Eu tinha sido leitado pelo Eduardo.
Ele virou, riu mais uma vez e depois de alguns minutos começou a roncar muito alto.
Maldito, esse moleque é o capeta.
Eu demorei horas pra dormir, sentindo cheiro forte de pica, suor e porra. Minha cueca secou no formato da pica dele. E eu desmaiei de sono após.
Pela manhã acordei com o celular, saio muito cedo pra trabalhar e ele ainda continuava dormindo. Era melhor, eu precisava matutar o que fazer com ele, eu não sabia de mais nada.
Levantei sem fazer barulho, tirei a cueca esporrada e ao entrar no box do banheiro percebi porra seca na parede, mas não só a que eu esqueci de limpar, ele tinha gozado em cima no banho.
Me troquei rapidamente, peguei o carro e fui pro trabalho.
Chegando lá, falei com uma amiga minha que trabalhava em outro setor, ela é psicóloga, mas não minha, pois somos amigos de foda. Ela é uma negra voluptuosa, Andressa. Uma grande confidente, e uma grande vadia. Logo que cheguei em SP, ela me mostrou os lugares legais da Augusta e acabou nessa mesma noite me dando o cu.
Eu tava suando lembrando da noite passada e confuso.
Perguntei dicas de como lidar com adolescentes muito sexuais, pois meu sobrinho era e eu não sabia como lidar.
-Tá com um punheteiro em casa?
-To, Andressa. E em menos de um dia ele já botou cheiro de pica na casa toda, não sei o que fazer.
-Cara, ele tá na idade, deixa ele explorar o corpo dele. E você senta com ele depois e explica como funciona, também estabeleça limites.
-E quais são os limites?
-O limite é esse cu gostoso que você tem e que eu já dedei. Ela riu.
-Oh filha da puta, eu tô falando sério.
Mal sabia ela que ele já tinha ultrapassado esse limite e que parte de mim tava ansiosa pra saber onde isso ia dar.
CONTINUA