Eu nunca encarei conscientemente a minha safadeza. Sempre fui um cara safado, e até já tive um período bem fetichista na adolescência. Quando comecei a sentir a urgência de expelir todo aquele tesão que surgiu de repente, e, como todo menino passei a ficar horas no banho imaginando toda sorte de cenários eróticos, nos quais eu sempre era completamente satisfeito por ninfas, ou outros seres quase perfeitos que saciavam toda lascívia que podia existir na mente de um garoto na puberdade. Porém, salvo por essas punhetas heroicas, onde eu saciava minha testosterona em orgias com semideusas do prazer, uma vez que me considerei adulto, não pensei mais nessas coisas, apenas no sexo em si. Logo, a minha sacanagem não era latente, era à flor da pele, e, não costumava ter muitas ideias fixas sobre o sexo, contanto que fosse com uma mulher. No entanto, um da coisa que sempre me excitou foi a espontaneidade presente no tesão do casal. Como disse, nunca guardei ideias fixas, mas certo dia estava de carona com um casal de amigos, quando notei que ela estava com o braço esticado e a mão sobre o colo dele, e estava pegando no pau dele por cima da calça. Achei aquilo interessantíssimo e pensei, quando estiver num relacionamento quero que a minha mulher também faça essas coisas. E, não era pelo fato de ser algo em público ou até no mesmo ambiente, mas pela espontaneidade. Acho que a espontaneidade é uma das coisas que sustentam o tesão. Quanto a esse aspecto, sinto que estamos em plena evolução, pois minha putinha está cada dia mais devassa, sem vergonha, espontânea, voyeurista e exibicionista. Outro dia estávamos na rede que fica na varanda do nosso quarto, deitados um de frente para o outro, com as nossas virilhas bem juntinhas. Eu podia sentir o calor que vinha da sua xota, tão coladinha em mim, a pele das suas coxas roçando as minhas, e o tesão foi batendo em mim, além de tudo isso, a minha mulher é uma safada, uma verdadeira putinha que não consegue ficar perto da pica sem senti-la, sem tocá-la, sem ter o pau duro em alguma parte do seu corpo. Por isso a safada começou a pegar no meu caralho e fazer carinhos. E minha pica cresceu na mão dela. Era noite, mas não era tarde, não devia ter chegado às 21h naquele momento. Nossa varanda fica voltada para uma avenida principal e vários outros prédios, embora nenhum muito próximo. Os carros passavam normalmente, lá embaixo, e na vizinhança várias varandas acesas. Nossa luz estava apagada. Ela, safada como é, me pediu para apenas deitar, relaxar, e ficar sentindo a punhetinha que ela iria bater. Eu, safado como sou, obedeci, deitei, relaxei e fiquei curtindo o prazer que a minha garota de programa particular estava me dando, até cheguei a fechar os olhos. Quando os abri, para ver ao redor, me deparo com aquela cena, a minha putinha de pernas abertas, a xota à mostra, as mãos segurando meu caralho e tocando uma, e no rosto, olhinhos fechados e uma cara de vagabunda, vagabunda satisfeita, com um sorrisinho nos lábios vermelhos e molhados, um tesão do caralho! Que carinha de puta! E, que puta linda! Que puta linda eu tenho! Aquilo me encheu de tesão de uma forma absurda. Então não resisti e disse o que queria: - Meu bem, quero xota! Eu quero buceta! Me dá buceta! Eu quero que você sente na minha pica! A piranha apenas perguntou: - Aqui? Nem precisei responder. E, para minha completa surpresa a safada começou a tirar o short do pijama que vestia. Eu, rapidamente, terminei de tirar meu calção e fiquei prontinho, sem acreditar que aquilo realmente iria acontecer. Deitei de novo, com o caralho em riste, todo babado de tanto tesão. Meu amor, minha mulher, minha noivinha, minha puta safada, posicionou-se sobre o meu pau, e deixando seu corpo descer sentou na cabeça da minha pica, deixando seu corpo relaxar, e meu pau adentrar cada milímetro daquela xota gostosa. Que buceta apertada! Eu adoro aquela xota! Eu adoro foder aquela bucetinha! Amo o mel daquela xoxota! Nunca fui tão apaixonado por uma buceta quanto sou pela xota da minha mulher. Nunca imaginei que poderia foder tanto uma puta, por tantos anos, e ela continuaria com a buceta apertadinha, que abraça o meu cacete com calor, um calor úmido, um calor doce, de rapariga que gosta do que faz. Ela desceu na pica e sentou até o tato. Pensei até que ela ficaria quietinha, mas, comecei a meter de baixo pra cima e ela não reclamou, não esboçou reação de protesto, pelo contrário, começou a rebolar na minha pica. Aquilo elevou meu tesão ao extremo, comecei a comer gostoso aquela mulher safada, em plena varanda, na rede, carros passando, pessoas nas suas casas, luzes da cidade acesas, e os gemidos dela já tomando conta de todo o ar. Eu sou um safado pervertido, graças a ela. Tudo mérito dela! E, naquela obscenidade gostosa a minha safadeza fez a única coisa que poderia fazer nessas circunstâncias, ela aumentou. Eu levantei meus braços e comecei a tirar a blusa que ela ainda vestia, e aquela puta, não apenas não ofereceu resistência, como me ajudou. Aquela imagem ficou gravada em minhas retinas, mais vívida que a luz do Sol. Aquela putinha safada linda, sentada na pica rebolando, gemendo alto feito uma vagabunda, me enxarcando de mel, gozando, com os peitinhos bem arrepiados, duros, ouriçados, apontando para mim, e completamente expostos! Minha putinha dando, completamente nua, na varanda do apartamento, numa rede, sentada na minha pica, gozando! Gozando e gemendo feito uma vagabunda, e com toda certeza fomos ouvidos pelos apartamentos de baixo e de cima. E, de repente a melhor parte da noite, a vadia começou a gozar gemendo alto, expressando seu desejo, seu tesão, sua putaria e obscenidade, momento em que não resisti, e jorrei todo o meu gozo dentro dela. Enchi aquela buceta de porra! Ah! Puta que é puta gosta de porra. E, a minha putinha adora uma gozada do macho dela, ela ama gala na cara, na boca, na língua, no fundo da garganta, nos peitos, nas mãos, que por sinal ela leva à boca e toma todinha. Adora um jato de porra sobre sua pele, principalmente se for a pele daquela raba deliciosa, ou da xoxota. Ela goza só de sentir uma jatada de porra em cima do grelinho, e, ela esfrega a gala na xota enquanto se toca, feito uma vagabunda bem pornô. Mas, onde aquela putinha mais gosta de sentir uma gozada é na buceta, na xota, lá dentro! E, com a xota cheia da minha leitada a minha puta teve seu orgasmo definitivo, soltando um pequeno grito que ecoou para dentro do quarto, revelando no rosto uma expressão vulgar de mulher vagabunda, capaz de fazer corar a maior meretriz que qualquer lupanário já tenha visto. Que delícia! Eu te amo! Eu te amo, puta! Amo-te bem puta! Meu bem!
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