Ele e eu nos conhecíamos desde o jardim de infância, éramos muito amigos e parceiros em tudo. Mas com o passar dos anos fomos nos afastando, nos vendo cada vez menos, até nossos encontros se resumirem a poucos feriados uma ou duas vezes por ano. O que era bem triste pra mim, pois adorava o Mario.
Seria bom revê-lo depois de tanto tempo, mas aquele carnaval foi diferente. Havia uma outra família hospedada na casa, que também tinha um filho da nossa idade, que vou chamá-lo de Robson.
Robson era o novo melhor amigo de Mario, o que me deixou um tanto chateado, com ciúmes. E Rob não era uma boa influência. Logo no sábado, o primeiro dia das três famílias na mesma casa, descobri que ele e Mario fumavam escondidos dos seus pais.
Naquela noite ficaríamos os três sozinhos em casa, pois todos os nossos pais iriam curtir uma noitada em algum baile de carnaval. Para passarmos o tempo à noite, nós três fomos de tarde numa locadora de filmes. Entre uns filmes de terror e comédia, Robson colocou um pornô que prometia cenas quentes de orgias. Eu nunca havia assistido pornô com outras pessoas junto e isso começou a me preocupar, mas não queria passar a imagem de puritano para eles.
Então a noite chegou e sozinhos fomos ver os filmes com pipoca e umas caipirinhas que Robson preparou com vodka, Eu não era de beber, mas não queria ficar pra trás, então fazia tudo o que eles faziam. Assistimos o terror e logo depois fomos ver o pornô.
O filme era bom, me deixou excitado e com vontade de me masturbar. Talvez fosse por causa do álcool também, mas eu não parava de mexer em minha bermuda, acariciando de leve o meu pinto. Foi nessa hora que eu percebi que Mario, sentado ao meu lado já estava brincando com seu pau, sem um pingo de vergonha, com a bermuda levemente abaixada e a rola dura em sua mão. Soltei um "que é isso, Mario?" e ele respondeu brincando "é um pau, nunca viu um?". Robson riu, sentado do outro lado do Mario, na outra ponta do sofá e percebi que ele também já estava bem à vontade, com o próprio pau na mão, tocando uma. Entendi que era uma atividade comum entre os dois. Não havia vergonha entre eles. Já eram íntimos. E aquela pontada de inveja me atingiu novamente.
"Já viu um desse tamanho?", perguntou o Robson exibindo o pau pra mim, com o seu jeito canastrão. E o tamanho realmente havia me chamado a atenção. O meu era tão pequeno, tive vergonha. Mario disse para o Robson me deixar em paz. Eu estava nervoso, com vergonha, sem saber como reagir aquilo, forçava meus olhos a focarem apenas no filme na tv, mas Robson continuava falando comigo, me dizendo para eu ficar à vontade também.
Mas eu não queria ficar para trás, então abaixei um pouco minha bermuda e botei meu pintinho pra fora e me juntei à eles na punheta. Nessa hora Robson se levantou para pegar mais bebida e passou pela nossa frente, exibindo o rolão duro. Fiquei olhando pensando que deveria ser quase o dobro do meu. Robson notou que eu olhava e parou para dar uma balançadinha na minha frente, me provocando. "Quer pegar? Sente o peso?", ele dizia com deboche. Até que Mario, com a mão empurrou o pau de Robson para o lado, dizendo "Tira isso daí, tá assustando o rapaz!" E eu pensei, a intimidade deles ia além do que eu imaginava. Mario havia tocado no pau do amigo.
Na volta, com o copão cheio de caipirinha, Robson parou na minha frente novamente e ofereceu o pau mais uma vez. "Não quer pegar, não? Aproveita que tá fácil!" E eu, juntando coragem, querendo parecer entendido do assunto e invejando a intimidade deles, disse "já vi maiores e mais grossos!", e toquei em seu pau duro, quase fazendo um anel com meus dedos indicador e polegar, para ilustrar o quão grosso era o pau que eu estava inventando. Senti as veias grossas do Rob pulsando entre meus dedos. Ele deu uma leve balançada no quadril, como se penetrasse meus dedos que também levemente se fecharam ao redor do corpo gordo daquela rola. Mas logo em seguida tirei minha mão.
Ambos ficaram curiosos, perguntando de quem era a rola maior que eu já havia visto. Então comecei a inventar uma história, de que havia um vizinho, mais velho e tal. Eles não acreditaram. Mas Mario ficou encucado com o fato de eu ter pego no pau do seu amigo "Pegou no dele, tem que pegar no meu também!" E ficou insistindo, também de pé na minha frente. Os dois cobrindo a minha visão da tv. Aquelas duas rolas duras apontando pra mim. Eu envergonhado, mas excitado com aquilo tudo. Peguei no pau do Mario e apertei com força, punhetando ele por um tempinho. Foi rápido. Só umas batidinhas. Mas foi mais do que o Robson ganhou, que por sua vez percebeu e também pediu um pouco mais.
Logo eu estava com os dois paus nas mãos, punhetando para eles. Eu sentando no sofá e ambos na minha frente. Eu sentia a pele cobrindo e descobrindo as cabeçonas daquelas rolas já um tanto meladas. A de Robson era grande e gorda, afinava quando chegava no corpo. A de Mario começava como uma ponta e ia engordando.
"Ah que gostoso", dizia o Robson, "mas bom mesmo seria uma mamada." E Mario retrucava o amigo "Não força a barra. Ele não é como nós." Era tudo o que eu não queria ouvir. Senti que o clima estava acabando, eu não seria mais o centro da atenção. Então, sem rodeios, sem dizer uma palavra, me inclinei mais para frente, chegando bem perto daquelas rolas e abocanhei o pau de Mario. Senti o gosto daquela cabeça melada. Não era ruim. Mas também não era uma delícia. E antes que Robson dissesse qualquer coisa, os dois estavam boquiabertos, eu abocanhei o cabeção melado dele também e suguei com força.
E fique uns minutos, alternando entre o pau de um de outro, sugando com força, lambendo e punhetando. Ouvia eles gemerem baixinho, suas respirações ficarem cada vez mais ofegantes, até que de repente Mario gozou enquanto eu o chupava. "Engole! Engole! Engole!", ele diziam em coro. E eu com aquele esperma ainda quente na boca, pegajoso e gosmento, sem saber o que fazer, salivava bastante e então forcei a engolir. Foram duas goladas e o gosto ainda estava na minha boca. O pouco que eu babei eu estava limpando com as costas da minha mão, mas Robson punhatando-se sozinho, ejaculou algumas vezes no meu rosto, deixando porra pingar em meu olho, bochecha e lábios.
Me levantei, passei por eles ainda excitados e fui até a pia do banheiro me limpar. No espelho vi o estrago que Robson fez e senti um certo tom julgador em meu reflexo "o que você acabou de fazer?" eu me perguntei pensando em parar, mas meu pau ainda estava duro. Eu ainda não havia gozado. Voltei para a sala e os dois estavam sentados no sofá, um em cada ponta, me deixando no meio. Assim que sentei, ambos pegaram no meu pintinho, sem dizer nada, um bateu um pouco e depois o outro. Só então soube como era boa a sensação em ter outro fazendo isso. Retribui pegando neles novamente. E ficamos um tempo assim. Mas sem eu gozar ainda... acho que o nervosismo não me deixava gozar.
O tesão estava me dominando novamente, tudo o que eu havia pensado no banheiro já havia ido embora e logo me vi abaixando para mamar Mario novamente. Ainda havia gosto de porra em seu pau, mas eu não liguei. Havia gostado da sensação da minha língua envolvendo sua cabeça.
Minha posição deixou minha bunda voltada para Robson e o safado não pensou duas vezes, senti o pau dele encostando devagarinho, melado, empurrando aos poucos entre minhas nádegas. Deixei e ainda o provoquei um pouco, dando umas reboladas curtas e empurrando minha bunda contra sua rola. De joelhos atrás de mim, ele me agarrou pela cintura e tentou empurrar com força. Soltei um "ahhhh" de dor, com a boca cheia. "Que cuzinho apertadinho" ele disse. "Passa manteiga!" Disse o Mario, gemendo de prazer ao mesmo tempo, enquanto eu o mamava. Mas não sei se era uma boa ideia. Robson passou correndo pela sala até a cozinha e voltou correndo também, balançando o pau duro, na mão um punhado de manteiga que ele esfregou na minha bunda e no meu cuzinho.
Robson forçou a rola novamente pelo meu cuzinho e ainda assim estava apertado, eu gemi novamente de desconforto, mas já estava curioso demais para saber qual era a sensação de dar o cu pela primeira vez. Ele foi insistindo até que o cabeção passou pelo buraquinho, me roubando o fôlego e me fazendo gritar de um misto de dor e prazer. E assim ele ficou metendo até gozar, me apertando no quadril e me balançando tanto que eu nem conseguia chupar o Mario. Senti a porra escorrendo pelo meu saco quando ele tirou o pau gozado de lá. Eu pude então respirar aliviado. Por pouco tempo.
"Minha vez" disse o Mario, se levantando e se posicionando atrás de mim, enquanto eu ainda estava de quatro no sofá. Doeu quanto ele meteu fundo com força, mas ao mesmo tempo eu finalmente tive meu orgasmo. Gozei dando o cu. A porra pingava no sofá e eu pensava em como iríamos limpar isso. Robson estava exausto, mas ficou assistindo o amigo me comer. Mario gozou logo e também largou o corpo cansado no sofá. Eu, com a bunda doída, só subi a cueca e a bermuda e fui logo limpar minha porra do sofá.
Guardamos tudo o que bagunçamos e fomos dormir. Tínhamos um quarto só para nós três. Duas camas de solteiro e um colchão no chão, entre elas. Eu dormi no chão. Nossos pais chegaram de madrugada e provavelmente nem desconfiaram da pequena suruba gay que rolou naquela sala de tv.
Na manhã seguinte, acordei com os dois excitados esfregando suas rolas no meu rosto. Meu café da manhã foi leite.

Que delícia de conto.
Maravilha adorei
Delícia de conto, me deixou excitado e com vontade de dar o cu.
Vc é um sortudo do kralho.
Dlc de conto
delicia de putaria
Curiosidade é foda.