Valdir era casado, mas a esposa não havia ido para festa, estava em casa cuidando da própria mãe doente. E Valdir estava bêbado demais para dirigir. Todos estávamos. Pedi para ele dormir ali mesmo, no sofá da sala e ligamos para mulher dele, para avisá-la. A música ainda tocava, mas bem baixinho quando levei a Jaque para dormir, nossa filhota tinha dois anos na época, e quando voltei pra sala flagrei Valdir e Gabi, minha esposa, dançando uma música lenta, juntinhos, de corpos colados.
Fiquei em silêncio, no canto da porta, só espiando os dois, torcendo para aquela dança levá-los para mais longe. Vi a mão de Valdir descer pelas costas da minha esposa e agarrar a bunda dela. Gabi gemeu gostoso e inclinou ainda mais a cabeça. O sujeito aproveitou para roubar-lhe um beijo no pescoço. Ela gemeu novamente e entregou os lábios para a boca de Valdir. O beijo foi molhado, de língua, mas bem rápido. Fiquei excitado vendo os dois assim como se fossem íntimos.
Gabi abriu os olhos, ainda dançando lentamente e me viu. Eu pisquei pra ela e a safada piscou de volta pra mim, dançou mais um pouco e afastou Valdir do corpo dela. O sujeito de calça de agasalho, estava visivelmente excitado. Quando ele me viu ficou todo envergonhado, sem jeito, "a gente tava só dançando", ele disse, tentando se desculpar. "Tudo bem", eu falei, "acho que é hora da gente ir pro quarto". Gabi foi na frente, seguindo pelo corredor e Valdir sentou-se no sofá, na certa esperando que eu trouxesse uma coberta para ele. "e você não vem?" eu perguntei pra ele, fazendo sinal com a cabeça, apontando para o corredor. Ele não entendeu. "Não quer comer a minha mulher?" perguntei e me virei seguindo para o quarto.
Um tanto bêbado, Valdir deve ter demorado para entender o que estava acontecendo. Ele chegou uns minutos depois na porta do nosso quarto. Um aquecedor estava ligado e eu já vestia um pijama e Gabi usava uma camisola apenas e calcinha, estava deitada na cama e fez sinal para o meu amigo entrar. "É sério isso?" ele ainda estava incrédulo. Fechei a porta atrás dele e sentei na cama ao lado dela. Então Valdir entendeu a oportunidade que estava bem na sua frente.
Ele tirou o agasalho bem rápido, ficou apenas de camisa e cueca, ainda de barraca armada, ignorou a minha presença e se jogou sobre o corpo de Gabi para abraçá-la e beijá-la. Ela o recebeu de pernas abertas, deixando ele se encaixar entre elas. O beijo foi quente, da boca desceu para o pescoço dela e logo procurou com os lábios pelos seios. Gabi o ajudou se desfazendo da camisola e meu amigo mamou aqueles seios gostosos com fome, arrancando gemidos gostosos dos lábios dela. Ela o fez tirar a camisa e brincou com os dedos pelo tórax dele, o sujeito era encorpado, fã de musculação, e ela adora esse tipo.
Da camisa foram para a cueca, quando Gabi puxou ela para baixo, uma rola comprida e pentelhuda pulou para fora, levemente torta para a esquerda, como a minha. Valdir gabou-se do tamanho da rola e puxou a pele que cobria a cabeçona para exibi-la melada para minha esposa. Ela não resistiu, louca por uma mamada como sempre foi, Gabi mudou rápido de posição para abocanhar aquele cabeção, enquanto Valdir ficava de joelhos ao meu lado me dizendo "tua mulher é muito safada", "eu sei" respondi já com meu pau pra fora, me tocando e me deliciando com a cena.
Minha esposa mamava ele com gula, colocava tudo aquilo dentro da boca e depois tirava devagarinho apertando com os lábios e quando terminava de passar pela cabeça do pau, sua boca fazia aqueles estalos molhados, me dando água na boca também. Mas fiquei apenas assistindo os dois. Valdir gemia alto acariciando os cabelos da Gabi. Às vezes ele fazia pequenos movimentos com o quadril, como se penetrasse a boca dela. E com a mão ela o punhetava rápido, querendo o gozo dele, que não demorou para sair em longos jatos de porra que acertavam os lábios dela e respingavam pelo rosto e seios. Gabi limpava o queixo com os dedos e lambia a porra de Valdir.
Meu amigo, então, aproveitou o momento para fazer Gabi se deitar de costas novamente, e ainda de joelhos entre as pernas dela, ele puxou a sua calcinha, fazendo minha mulher apontar as pernas para o alto. Valdir beijou-lhe os pés, depois a canela, coxas e se abaixando caiu de boca na boceta dela. Raspadinha, com lábios carnudos e provavelmente bastante molhadinha, Gabi fica excitada com facilidade, ele chupou e a penetrou com a língua, falando coisas do tipo "que xoxota mais cheirosa". Ela ria e gemia, segurando a cabeça do rapaz e olhava pra mim sorrindo, mordendo o lábio inferior, com cara de safada. Quando ela mandou um beijinho para mim, não me aguentei e me abaixei para beijá-la nos lábios, ainda um tanto lambuzados pela porra de Valdir.
Gabi depois de tanto ser chupada puxou o homem para cima de seu corpo, abrindo bastante as pernas, convidando-o para lhe penetrar. Valdir ajeitou o pau duro com a mão e empurrou tudo com força, deitando-se sobre ela. E então, como o cão no cio, ele a penetrou, fazendo ela dar pequenos gritos de prazer, agarrando a bunda do sujeito e se segurando para não lhe arranhar as costas. Do lado, eu batia uma punheta gostosa, ouvindo o som molhado das pancadas da virilha dele contra a dela.
Valdir parecia estar em transe, movia-se rápido e cada vez mais forte. Ele forçou ela a se virar, deixando-a de quatro, e ele de joelhos atrás dela voltou a meter com força, agarrando ela pelo quadril. Gabi me beijou novamente, gemendo ao mesmo tempo, e depois deitou a cabeça no travesseiro, ficando com a bunda apontada para o alto, mas Valdir ainda metia forte na boceta dela. A respiração dela mudou, sua perna estremeceu e o gemido foi longo roubando-lhe o ar. Ela estava gozando. Pegou na minha mão e apertou com força. E Valdir como um animal bruto, dava tapas na bunda dela, deixando marcas de sua mão.
"Eu quero gozar!" Ele disse mais alto. "Pode gozar dentro" ela sussurrou. E o cara travou de repente, fazendo caretas de prazer, enchendo a bocetinha da minha esposa com mais jatos de sua porra. Só então ele soltou ela, deixando que Gabi se deitasse de costas novamente. Valdir deitou cansado do lado dela. Gabi ficou no meio entre nó. E eu terminei minha punheta gozando no rostinho lindo dela, ganhando umas chupadas também.
Dormimos assim. Os três na mesma cama de casal, com ela no meio de dois homens. De manhã ela bateu uma para nós dois e nos chupou também. Valdir foi pra casa dele agradecido pela experiência, prometendo manter tudo em segredo, era nosso trato para que ele pudesse voltar.
Foi um dos melhores presentes de aniversário que eu já ganhei.

delicia de puta
Excelente