O vizinho coroa me tirou as pregas

Sempre fui um menino miúdo, aos 15 anos todos achavam que eu tinha bem menos e me tratavam como criança, Eu ficava muito chateado, tentava impor minha idade, mas ninguém me levava a sério. Até o dia em que mudou-se para minha rua um senhor viúvo, cinquenta e poucos anos, barriga proeminente dura, esticando os botões das camisas justas que sempre usava. Peludo, barba sempre por fazer e um sorriso bonachão no rosto.
Rua de terra, arborizada, casas quase todas com cercas de madeira e aquela calma de cidade do interior.
Seu Alceu, o novo vizinho, passava todos os dias, pelo menos duas vezes em frente a minha casa e eu gostava de ficar olhando aquele homem rústico, cara boa e um pacotão marcado na frente da calça de tecido. Ele sempre cumprimentava e sorria de canto.
Certa tarde, eu jogando bola sozinho em frente a casa dele, saiu e me chamou. Vem cá menino, vem tomar uma limonada aqui em casa e descansar na sombra do quintal. Entrei na hora e ele foi pra dentro e voltou com um copo gelado na mão. Senta aí no banco e relaxa.
Sentei e ele, sem nenhuma cerimônia, abriu o zíper da calça, puxou o pauzão pra fora e começou a mijar na árvore, bem ao lado de onde eu estava,
Fiquei encantado com aquela jeba grossa, os pelos saindo pra fora da calça. Ele sorrindo, abriu o botão e tirou o saco pra fora. E que saco lindo. Peludo, grande, com as bolas balançando. Virou para mim chacoalhou bem o pinto, puxou o prepúcio, revelando aquela cabeça grande, vermelha e lustrosa. Me olhou nos olhos e soltou, se tu não fosse tão novinho moleque eu ia te deixar segurar nele. E continuou com o pau na mão mexendo no prepúcio e fazendo ele começar a crescer.
Engoli em seco e respondi, tenho 15 anos, mas nunca vi o pau de ninguém.
Ele me puxou pela mão e me fez segurar seu pau que já estava a meio mastro, “segura e massageia, devagar, sente ele crescendo na sua mão”.
Aquele pau grosso ficou totalmente duro nas minhas mãos e eu gostava cada vez mais da sensação de segurar um cacete. Ele foi encostando o pau na minha boca e aquele cheiro de suor, mijo e resto de porra invadiu meu nariz e, pela primeira vez senti o que é ficar extasiado. Não precisou pedir, eu queria sentir o sabor daquele cheiro. Abri os lábios e lambi aquela cabeçona que começava a ficar melada de pré gozo. Aquele gosto acre e salgado era bom demais. Comecei a engolir aquela vara babona e o coroa começou a gemer grosso. “Isso, moleque, engole tudo”. Começou a socar com força e foder minha boca como se fosse uma buceta molhada. Foi acelerando a respiração, agarrou meus cabelos socou lá no fundo da garganta, meus olhos lacrimejando, eu meio que sem folego e veio aquele urro grosso de macho, acompanhado de jatos quentes de porra.
Engoli o que deu, olhei parar ele que ainda gemia e tentava se equilibrar segurando na árvore. A calça arriada, o pau caído, grudado nas bolas grandes e os pentelhos meio melecados da porra que escorreu do seu pau e da minha boca.
Me puxou de volta e mandou cheirar seu saco. Que delícia de cheiro, uma vontade de engolir aquelas bolas grandes e sentir seus pentelhos na boca e na cara.
Com a experiência de seus quase 60 anos ele entendeu que eu estava gostando de tudo aquilo, me mandou tirar a roupa, ficar em pé e encostar na árvore. Abriu minha bunda, cuspiu nos dedos e começou a massagear meu cuzinho virgem.
Encostou aquela barriga dura, peluda e suada nas minhas costas, e começou a sarrar o pau no meu rabo. Parecia que estava tomando diversas descargas elétricas com aquele pau melando meu cuzinho e pedi, “Come meu cu seu Alceu, quero que me coma”.
Sem esperar ele cuspiu na mão, lambuzou meu cu e começou a forçar aquele cabeção lustroso no meu cu. Era uma dor que parecia que estava me rasgando em dois. Pedi pra parar, não estava aguentando. E ele socou tudo de uma vez só. Eu chorava de dor e ele socava até o fundo, sem falar nada, só me rasgando.
Começou a gemer cada vez mais grosso e mais alto, deu um urro no meu ouvido, me apertou entre sua barriga peluda e a árvore e gozou novamente, dessa vez no fundo do meu rabo. Ficou um pouco dentro de mim, dando umas tremidas de vez em quando. Tirou o pau de dentro, veio apertando da base até a cabeça, sacudiu, olhou pra mim e me mandou ir embora porque já tinha gozado.

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Ficha do conto

Foto Perfil casado1974
casado1974

Nome do conto:
O vizinho coroa me tirou as pregas

Codigo do conto:
261665

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
09/05/2026

Quant.de Votos:
3

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