Se não leu meu conto Descabaçando meu pai, olha lá e vai entender melhor. Aos 15 anos já era bem desenvolvido, quase 1,80m, 70 kg, magrão, bastante pêlo no corpo, pernas, um pau de 17 cm e saco grande. Só que ainda era virgem. Foi quando comi meu pai pela primeira vez durante o banho e tirei o cabaço do cuzinho dele, o meu cabaço do pau e saí do banheiro com a promessa de que no dia seguinte ele iria me comer e arregaçar meu cuzinho peludo, Acordei no sábado com um misto de desejo e medo do que viria a seguir. Sabia que iria levar vara de qualquer jeito e a imagem daquele pauzão grosso, cabeçudo, babão e pentelhudo não me saía de cabeça. Da cozinha veio o chamado, vem tomar café moleque e não enrola porque te quero bem nutrido hoje. Desci ressabiado e quando entro na cozinha ele está só de cueca, com o sacão balançando, garrafa de café numa mão e um prato com sanduíche na outra. Senta aí e come. Depois, Veio por trás encostou o pau no meu ombro, chegou no meu ouvido e ordenou baixinho: sobe, tira roupa e deita na minha cama, que já vou subir e te ensinar como é bom foder um cu sem dó. Subi, as pernas já bambas, tirei a roupa e deitei, tremendo de vontade. Ele entrou, o pau estourando na cueca já manchada de pré gozo. Puxou minha cabeça e mandou, cheira. Lambe essa cueca e engole meu pau, sem raspar os dentes. Abaixei a cueca dele, puxei o pau e fui engolindo, como se já tivesse feito antes. Tirei da boca, lambi a cabeça, como ele fez comigo, desci pro saco e engoli uma bola de cada vez. Ele gemia alto e pedia, engole meu pau. Me puxou para ele e enfiou a língua na minha garganta antes de me dar o primeiro beijo e roçar aquela barba mal feita no meu rosto. Me virou na cama e começou roçando a barba no meu pescoço, desceu lambendo e beijando minhas costas até chegar na minha bunda. Abriu o rego e caiu de boca no meu cu. Foi como se tivesse levado um choque naquela hora. Uma descarga elétrica desceu pelo cu e eriçou até os pelos do saco. Dei aquele gemidão, ele riu e falou, agora você está pronto para sentir o que eu senti ontem, só tem uma diferença, meu pau é maior e mais grosso que o seu. Continuou trabalhando a língua no meu cu e eu rebolando de tesão naquele cunete maravilhoso. Ele levantou, me deu o pau na boca e pediu para deixar bem lambuzado porque chegou a hora de te dar pica no rabo. Me colocou de lado e foi roçando aquela cabeça roxa no meu cu. Deitou por cima e começou a forçar a entrada. Uma dor fodida tomou conta do meu corpo e pedi, pare por favor. - Calma, relaxa que vai doer menos. - Ai pai, tá doendo, vou me cagar. - Calma, você socou no seu pai sem dó e eu aguentei. Agora é sua vez de aguentar um pauzão no cu e gozar com ele dentro. Faz força pra fora que vai melhorar, fazia assim com sua mãe e ela aguentava até o talo. Agora é sua vez, porque a partir de hoje nós vamos nos comer sempre. Dei uma relaxada e ele socou tudo se uma vez, sem dó. Dei um grito e ele começou um vai e vém forte e ritmado. Fui me acostumando e aquela fricção do pau dele no meu cu foi me dando prazer e vontade de sentir aquela picona cada vez mais funda. Ele tirou tudo e pediu, senta que eu quero sentir sua bunda roçando meus pentelhos enquanto olho nos seus olhos. Assim fiz e ele começou a socar mais forte e mordia os lábios e começou a gemer mais groso, deu um tranco e me encheu de porra. Tirou o pau me virou de lado, voltou a lamber meu cu, levantou me olhou bem no fundo dos olhos e avisou, a partir de agora vai ter troca troca todos os dias nessa casa.
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