Perdendo as pregas para o avô dotado



Quando minha avó materna faleceu eu tinha 17 anos. !,80m, 75 kg, corpo bem desenvolvido com muitos exercícios, academia, futebol e bike. Já tinha namorada e pegava meninas desde os 15 anos.
Meu avô ficou muito triste com a sua perda, eram mais de 40 anos de casamento. Ele era um homem de 62 anos, daqueles falsos magros, 1,80m, corpo ainda bem cuidado, com muitas caminhadas e serviço pesado. Era soldador industrial, tinha pernas peludas e um pezão bonito com pelos nos dedos e peito do pé.
Devido a sua tristeza e uma leve depressão, minha mãe, pediu para que eu dormisse com ele a fim de ele ter alguém com quem conversar e também pudesse socorrê-lo caso passasse mal com a pressão alta. Assim, fomos estreitando nossa amizade e conversando sobre os mais variados assuntos.
Certa noite acordei com um baralho estranho vindo do quarto dele, tinhamos um combinado de dormirmos com as portas abertas. Corri para ver do que se tratava e assim que entrei me deparei com o velho deitado pelado, tocando uma punheta e gemendo alto. Ele não me viu de imediato e pude observar o tamanho do pau dele. Era um cacete enorme, grosso, cheio de veias, cercado de muitos pentelhos e um saco grande com as bolas penduradas.
Quando me viu levou um susto, puxou o lençol, mas o caralho continuava duro, manchando o lençol de baba e cuspe. Pediu desculpas e virou o rosto pro outro lado.
Fica calmo vô, não tá fazendo demais, vou puxar a porta e o Sr termina sua punheta,
Voltei para cama, mas a imagem daquele corpo peludo, se contorcendo na punheta não me deixava dormir. Parece que eu também tinha registrado cada centímetro daquele caralhão grosso e quando dei por mim já estava me masturbando pensando naquele homem másculo.
Saí cedo e quando retornei a noite ele estava estranho, quieto, meio envergonhado. Fiz de conta que estava tudo normal e resolvi levar na brincadeira.
Eita que ontem o Sr ontem estava lembrando da minha avó e botando pra quebrar com aquele pintão duro. Achei que nem levantava mais. Hehehe...
Respeito rapaz. Acha que porque estou velho não dou conta mais. Como até o seu cuzinho se bobear. Esse pintão, como você bem notou, ainda pode arrombar muito cu de menino homem.
Opa. Não gosto de homem não. Mas confesso que nunca vi um pinto tão grande até hoje.
Ele se levantou, veio na minha frente e baixou a bermuda, libertando aquele mastro meia bomba e um cheiro forte de mijo e porra invadiu meu nariz, me deixando tonto, sem entender que porra de tesão era esse que estava me dando.
Pegou minha mão e colocou no cacete, pedindo “bate uma pra mim”, sei que você quer. Comecei o vai e vem, me lembrei de uma putinha que eu pegava e fui cheirar a cabeça do pau dele. Que delícia, um cheiro que nenhuma buceta tinha. Enfiei o nariz nos seus pentelhos e o tesão só aumentava.
Ele aproveitou que eu já estava la embaixo e mandou, “lambe meu saco, engole minhas bolas”. Nem precisou repetir, já comecei a lamber o saco e engoli uma bola, depois a outra e tentei colocar as duas, mas eram grandes demais. Tirei da boca e fui pra cabeça do pau. Lambi, contornei ela com a língua e ele começou a gemer alto e grosso. “Caralho, que boca gostosa. Engole tudo, até a garganta”. Mas não era fácil não, o pau era muito grande e grosso. Conforme ia chupando ele babava um líquido seminal grosso, salgado, delicioso. Juntamente eu tirava da boca, pegava aquela baba e passava na cabeça do meu pau pra ir me punhetando.
Ele me mandou levantar, me virou de costas agachou e começou a linguar meu cu, Lambia com aquela língua grossa feito uma lixa, me fazendo gemer e rebolar, como se sempre tivesse feito aquilo. Ele foi ficando com mais tesão.
Me empurrou de volta pro sofá, fez ficar de joelhos com o cu bem a mostra, deu os dedos pra eu chupar e começou a lacear meu cu, sem falar nada, apenas me direcionando conforme sua vontade.
Abriu bem minha bunda cuspiu na mão, foi pincelando com a cabeça do pau e começou a forçar. Eu estava com medo, mas queria ser penetrado por aquele homem, meu avô, gostoso, macho...
Mas, quando a cabeçona começou a entrar a dor veio forte e pedi, “tira, tira, tá doendo”. Puxei o corpo pra frente e escutei o ploft do caralho saindo do cu. Sem falar nada ele me puxou com força, cuspiu no meu cu e, de uma vez só, socou aquele caralho descomunal no meu rabo.
Dei um grito, quase chorando, “Está me arrombando, velho filho da puta, para, para, vai me estourar todo”. Ele nem ouviu, continuou socando aquela vara com força, segurando meu quadril. Então ele começou a bombar, tirou o pinto de dentro e antes que eu respirasse, socou tudo de uma vez e assim continuou. Quando eu percebi, já estava de pau duro, rebolando naquela vara e pedindo para ele gozar dentro do meu cu.
Goza no meu rabo, macho, me enche de porra quente.... Ele acelerou grudou a barriga nas minhas costas, deu um gemido grosso e gozou dentro de mim. Quando senti aquele jato dentro de mim, acelerei a punheta e gozei mais de um jato de porra em cima do sofá.
Ele, esperou o pau baixar e foi tirando de dentro, deixando meu cu destroçado, arrombado.
Fui para o banheiro me lavar e no caminho aquela porra, misturada com sangue começou a escorrer pelas minhas pernas, me deixando de pau duro de novo.
Foto 1 do Conto erotico: Perdendo as pregas para o avô dotado


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Ficha do conto

Foto Perfil casado1974
casado1974

Nome do conto:
Perdendo as pregas para o avô dotado

Codigo do conto:
265595

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
28/06/2026

Quant.de Votos:
2

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