Tenho 40 anos, 1,80m, 85 kg, parrudo, peludo, pau de 19 cm, grosso, cabeçudo, saco grande e pesado, casado, que curte socar um cuzinho quando tenho chance. Minha esposa tem um irmão de 30 anos, solteiro, 1,80m, uns 78 kg, loiro, olhos claros, bonitão, mas muito arrogante e exibido. Sua conversa preferida é falar de quantas mulheres ele come na semana e dos negócios de milhões que ele fecha. Por essas características, não é bem vindo em nenhuma casa da família, com exceção da minha, só pq minha esposa adora ele desde criança. Já eu, tenho vontade de quebrar ele na porrada a cada vez que abre a boca para contar vantagens. Um homem que fecha negócios de milhões, mas anda de HB 20, ano 2015 e mora num quarto e sala alugado. No último churrasco aqui em casa, ele apareceu de bermuda e regata, já foi beijando e abraçando a irmã, me deu um oi de longe e pediu uma cerveja. Confesso que não era um dia bom, tentei meter com minha esposa na noite da véspera e logo pela manhã, ela me deu dois foras e ainda me xingou. O carvão estava úmido, fazendo fumaça e meu vizinho/melhor amigo não veio me ajudar por doença. Cerveja? Você quer cerveja, folgado? Porque não trouxe a sua de casa? Minha esposa, já me fuzilou com o olhar e correu na geladeira pegar pro irmãozinho, que ficou rindo da minha cara. Pensei, hoje eu pego esse babaca. Ele veio chegando na churrasqueira e perguntou, “a linguiça está pronta”? Peguei no pau, por cima do calção e falei, está quase, mas é só vc colocar na boca que ela fica pronta na hora. Quer experimentar? Ele ficou vermelho, sem reação, eu nunca tinha maltratado ele, apesar de toda vontade que já passei. Ele saiu de cabeça baixa e entrou pra dentro de casa. Eu, que ainda estava puto da vida, fui atrás. Falei pro meu sogro cuidar da churrasqueira que eu precisava ir no banheiro. Quando cheguei na cozinha, ele estava de costas, mexendo na geladeira. Agarrei ele por trás e falei no ouvido, “tá aqui sua linguiça, hoje você vai experimentar e vai se lambuzar. Ele tentou se soltar e falou, cai fora seu babaca, tá pensando o que. “Estou pensando que hoje vou arrebentar suas pregas e fazer com você o que a sua irmã me negou. Vou meter no seu rabo e gozar no seu cu. Sai fora, não sou viado, não estou gostando da brincadeira. Me larga que vou gritar. “Isso, grta viadinho, chama o papaizinho, que vou falar que você queria dar o cu e eu não quis te comer, todo mundo vai acreditar, sua fama é a pior”. Dito isso, puxei a bermuda dele e encaixei meu pau no rego dele, apertei ele de encontro a geladeira e baixei meu calção com a cueca, deixando o pauzão babão, cutucando o cu dele, passei a mão no pau dele e o filho da mãe, estava duro feito pedra. “Tá gostando né bichinha? Vamos pra sala de tv”. Já fui empurrando ele, sem desencaixar a pica e segurando no pau dele, que não era muito grande, uns 15 cm, normal. Fechei a porta a chave, da sala de Tv virei ele de frente, fiz se abaixar e mandei mamar. Ele qquis refutar e eu avise, chupa direito, porque se passar o dente ou machucar eu te meto uma porrada na cara, entendeu? Ele foi chegando com cara meio de nojo, foi abrindo a boca e sem coragem de engolir. Meti um tapão na cara do puto, que abriu a boca de imediato e soquei o pau na boca dele. Foi chupando meio sem jeito e se acostumando, com meus 20 cm e foi se animando. Vai batendo punheta enquanto eu fodo essa boquinha de veludo, mas não goza antes de eu mandar. Ele assim fez e foi se animando mais. Fui socando até a garganta, tirando lágrimas do puto, que quase se afogava. Tirei o pau da boca, mandei ele se levantar, apoiar no aparador de tv e empinar bem a bunda. Nisso já vim abrindo as nádegas dele e cai de boca no cuzinho virgem. Rosadinho, umas penugens claras e cheio de pregas. Fiquei louco, caí de boca e quando enfiei a língua forçando a entrada, ele começou a gemer. Isso, putinha, geme mexe essa bunda na minha língua, que vou te deixar bem molhadinho pra socar daqui a pouco. Meu pau babava muito. Fui passando a baba no cu dele e posicionando a cabeça do meu pau na entrada do rego. Comecei a forçar, no que a cabeça começou a passar, ele deu um grito e tentou sair. Dei um murrão nas costas dele, tapei sua boca e joguei ele no chão. Abri as pernas dele, com meus joelhos, me deitei em cima e fui forçando o pau, com a força do meu peso. O pau foi entrando e ele começou a chorar, pedir para parar que estava arrebentando ele. “Está doendo, para, par. Vai me matar, pelo amor de deus, para”. Quanto mais ele me pedia, mais eu enterrava e comecei a bombar. Tirava o pau quase inteiro pra fora e quando a cabeçona começava a aparecer eu enterrava de novo. Fui assim por mais uns 3 minutos e devido ao inusitado da situação, o tesão foi mais forte e não segurei. Um, dois, três, quatro, jatos de porra grossa dentro do novo viadinho. Nem esperei, tirei o pau de dentro e estava sujo de sangue e um pouco de merda. Peguei a bermuda, limpei meu pau e avisei, agora vc fica aí deitado, que eu vou sair e se aalguém perguntar vou dizer que estava te dando um remédio pra dor. Voltei pra churrasqueira e de vez em quando meu viadinho vem em casa me dar o cu.
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