Sou um homem normal, 40 anos, 1,80m, 85 kg, parrudo, peludo, pau de 19 cm, grosso, cabeçudo, saco grande e pesado. Trabalhava numa cooperativa agrícola, n a zona rural de uma cidade pequena, cuja economia girava em torno dessa empresa. Acabei alugando uma casa na cidade, apenas para dormir, pois ia embora todo final de semana e almoçava no trabalho. Tive um problema no chuveiro e, como não entendo de eletricidade, pedi a um eletricista da empresa se poderia ir em casa após o expediente dar uma olhada e me ajudar. Ele disse que acabando o expediente iria lá. Cheguei em casa e ele já estava no portão, de bermuda e camiseta, com suas ferramentas e uma escada de metal (já imaginou que eu não teria nada disso em casa). Pela primeira vez prestei atenção no rapaz, moreno, 1,90m, bem mais alto que eu, corpo bem feito, pernas grossas e peludas, cara de macho, barba cerrada... um belo espécime. Deixei ele no banheiro e fui trocar de roupa, quando ouço ele me chamando. Chego no banheiro e ele me pede: pode segurar a escada, por favor? Esse piso é muito irregular e a escada não tem equilíbrio. Segurei a escada e meu nariz dava direto na região do pau dele e percebi que o bicho estava acordando. Cheguei mais perto e dei uma fungada forte. Ele não falou nada, mas o cacetão deu um pulo. Pensei: o cara está pra jogo. Cara de macho do jeito que eu gosto. Não falei nada e baixei a bermuda dele. Saltou um pau enorme, de uns 22 cm, grosso, cheio de veias e um prepúcio grande protegendo a cabeça. Peguei no pau e já fui liberando a cabeçona. O cheirão de pica que subiu, já me deixou louco. Comecei um vai e vém naquele cacete maravilhoso, que já começou a babar. Engoli a cabeça e comecei uma mamada gostosa e forte. O macho começou a gemer e socar na minha garganta. A escada balançava mais que balanço infantil. Mandei ele descer, levei para cama, arranquei o resto das roupas dele e fiquei pelado também. Deitei ele e fui com meu pau na direção da sua boca, para ver o que rolava. Ele nem pensou e já engoliu me pau e começou um boquete delicioso. Virei e iniciei um 69, descendo pro seu saco e comecei a alisar o cu dele com o dedo. Como ele não falou nada, virei o de costas e meti a cara no cuzão peludo dele que se abriu instintivamente. Comecei a lamber e enfiar a língua, enquanto comecei a punhetar seu pauzão grosso, deixando ele doido. Ele gemia grosso e rebolava na minha língua enquanto eu socava ela dentro do cuzão dele. Peguei um pacote de camisinha na cabeceira da cama e comecei a encapar meu pau. Ele percebeu e falou: quero que coma sem nada, quero sentir esse pau no meu cu, me arrombando. Passei lubrificante no cu dele e meu pau, encostei na portinha do rabo e comecei a enfiar. Ele pediu, “para um pouco, nunca dei”. (como nunca deu? Virgem?) Fiquei louco, ia descabaçar aquele cuzão delicioso. Fiz de conta que ia parar, esperei um pouco e enfiei tudo de uma vez. “Filho da puta, estorou meu rabo. Tira o pau do meu cu”. Mordi o pescoço dele e falei, relaxa, agora é só aproveitar, vou socar gostoso até você gozar com meu pau no seu cu. Ele foi relaxando e eu socando forte, batendo o sacão no rabo dele e deixando ele louco de tesão. Soca, soca mais fundo que vou gozar com esse pauzão no meu cu. Forcei o ritmo e ele deu um urro grosso: caralho, estou gozando. E soltou 4 jatos de porra grossa na minha barriga e peito. Acelerei e gozei dentro dele. Tirei o pau e dei para ele limpar com a boca. Ele levantou, meio sem graça, e disse, vou terminar o chuveiro. Vai lá arruma tudo porque depois você vai me comer.
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