Nos meu vinte e poucos anos, namorava a Sara, uma ruivinha judia que tinha mais fogo que fogão a lenha. Transávamos todas as vezes que nos encontrávamos. Ela adorava engolir meu pauzão de 19 cm, grosso, cabeçona de cogumelo e não tinha problema em liberar o cuzinho sempre que eu pedia. Com 1,58 metros, ela quase sumia ao meu lado. Com 1,82m, peludo, pernas grossas, peitoral largo e barriga chapada, eu chamava atenção e ela adorava isso. Sara tinha um sobrinho, Davi, menino bonito, 15 anos, cabelos ruivos, encaracolados, olhos azuis, lisinho e miúdo, menos de 1,60m e sempre quieto, muito na dele. Mas, sempre que me via demonstrava felicidade e gostava de conversar comigo. A mãe dele dizia que eu tinha açúcar, porque “esse menino não conversa nem com o pai dele”. Eu dava uma risadinha e saía fora, nunca gostei muito de criança e ele apesar de 15 anos, agia como criança ainda. Combinamos de, num sábado, ir pro clube a tarde e esticar num motel depois. Porém, ao chegar no clube, vi que a irmã e o sobrinho dela estavam na mesa. Fiquei meio puto e já cheguei de cara amarrada. Sara entendeu na hora, mas não falou nada, não gostou da minha reação. Logo saí dizendo que ia no banheiro e dar uma volta pelo bar. Nisso o Davi já se levantou e perguntou se poderia ir comigo. Nem respondi e o moleque veio atrás. Chegando no banheiro fui mijar na bica e ele veio do lado, puxou um pintinho fino, de uns 13 cm e tentou mijar. Mas estava tão concentrado no meu pinto que não conseguia. Pensei, esse moleque é veado e vou comer ele hoje. Vai parar de encher meu saco. Perguntei, “tá gostando do meu pinto Davi, não para de olhar”. Não, respondeu, impressão sua. “Impressão nada, não tem ninguém no banheiro, pega no meu cacete agora”. Ele, trêmulo, nervoso, esticou a mão e pegou. O inusitado da situação já fez meu pau começar a crescer e mandei, “puxa a pele pra baixo pra vc ver a cabeçona dele”, ele obedeceu e veio cheirar. Olhei pra baixo e o pintinho dele já estava duro e babando. O veadinho estava gostando. Olhei pra trás, pra porta e mandei, “entra ali no primeiro box e já tira a roupa, deixa em cima da tampa da privada. Esperei um pouco e entrei atrás; O moleque estava pelado, branquinho, corpinho liso, pentelhinhos vermelhos, tremendo feito vara verde. Já estava quase chorando de nervoso e medo. Abaixei ele e, sem dizer nada, fui levando meu pau na boca dele e ele pediu para cheirar de novo.”Vai lá, cheire, cheire o sacão também”, puxei ele pelos cabelos e enterrei a cara dele nos meus pentelhos. Mandei ele chupar e já fui enfiando o pau na boca dele. Ele lambeu a cabeça, olhou pra cima e foi engolindo o pau. “Tu já chupou pau antes, moleque”? -Não, mas já vi em filme pornô. O veadinho já estava se instruindo pra foder comigo. “Então engole tudo” e comecei a foder a boca dele com força, fazendo sair lágrimas daqueles olhos azuis sacanas. Ouvi alguém entrando no banheiro, parei de socar e enquanto esperava, puxei ele pra cima e meti a língua na boca dele, descabaçando aquela boquinha vermelha. E fiquei beijando ele para não fazer barulho. Passado o perigo virei ele de costas alisei sua bundinha carnuda e firme mandei ele subir na privada, abri sua bunda e meti a língua lá dentro. O moleque quase caiu tamanha a tremedeira e o tesão. Coloquei ele ajoelhado na privada, cuspi no cu dele e comecei a dedar. Um dedo e ele reclamou que estava doendo. Coloquei mais um dedo e ele quis sair. Segurei o pintinho dele, comecei a punhetar, para ele relaxar e continuei a fodê-lo com os dedos e ele foi se entregando. Cheguei no ouvido dele por trás e falei baixinho, “agora vou foder seu cuzinho, vai relaxando pq você não tem pra onde correr”. Ele resmungou alguma coisa, mas eu já tinha cuspido na cabeça do pau e estava passando saliva no rabo dele. Fui encostando a cabeça e fazendo força. Quando começou a entrar ele deu um pulo para sair, segurei pela cintura e pelo pescoço e avisei, “se tu tentar sair de novo eu vou te bater aqui dentro e se vc gritar eu vou falar pra sua mãe que você é um veadinho que dá pra molecada depois da sinagoga e seu pai te arrebenta. Ele ficou quieto, mesmo assim, tapei sua boca e soquei o pau inteiro de uma vez. Ele começou a chorar baixinho e eu continuei a socar, engoli a orelha dele e fui enfiando a língua dentro, enquanto com uma mão segurava pela cintura e com a outra comecei a brincar com o pinto dele, que babava muito. O tesão foi tanto que ele gozou com meu enterrado no cu. Quando senti a porra dele na minha mão, levei pra boca e comecei a engolir. Foi uma sensação tão diferente que comecei a gozar dentro dele. Gozei feito um cavalo, sem poder gritar, nem gemer. Tirei o pau sujo de sangue, merda e porra do cu dele, Mandei ele sentar e deixar escorrer a porra com sangue, depois se lavar no chuveiro pular na piscina antes de voltar pra mãe dele.
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