Tio Paulo Cavalão

O irmão mais novo do meu pai, tio Paulo, era chamado de cavalão. Eu, aos meu 15 anos, meio bobão ainda, achava que o apelido era por conta dele ser grandão e peludo. Mal sabia que ganhou essa alcunha por ter um cacete de 23 cm, grosso igual uma lata de cerveja.
Meu tio tinha 10 anos a mais que eu, 1,85 cm, uns 90 kg de músculos firmes, peludo feito um tapete e uma barba castanha, grossa e cerrada, numa cara de macho bem resolvido. Eu, com meus 1,65m, na época, 80 kg, gordinho, bunda redonda e firme, pouco pelos nas pernas e no saco, cabelos curtos e carinha de safado, como costumavam dizer.
No aniversário de 26 anos do tio Paulo, meu avô fez um churrascão na chácara e chamou toda a família, que não era tão grande. Chegamos umas 10h30 da manhã para ajudar na montagem das mesas, organização das bebidas e confecção da comida. Meu avô já veio me abraçando e pedindo para eu ir com o Cavalão no posto de gasolina buscar mais sacos de gelo para as bebidas.
Paulo chegou todo feliz, sorrindo me abraçou, soltou um “tá crescendo moleque” e já fomos pro carro. Ele andando atrás de mim, do nada, rindo, falou, “oxê, que essa bunda sua está melhor do que as de muitas mulheres, acho que hoje você não escapa”. Eu ri e falei, “sai fora, de macho não gosto nem de cheiro”. Continuamos rindo e entramos no carro.
Ao longo do dia, as pessoas foram chegando, saindo, bebendo, comendo e de vez em quando me vinha a cabeça o “de hoje você não escapa”. Aquilo mexeu comigo. Nunca tinha feito nada com homem, nem me passava pela cabeça fazer, mas eu não parava de pensar.
19h30, mais ou menos, o último convidado saía da festa e nós começamos a limpar a bagunça. Fui juntar uma latinhas que estavam jogadas no gramado, e senti meu tio chegando por trás. “macho, essa bunda arrebitada aí tá me deixando de pau duro, olha aqui”. Virei assustado e curioso ao mesmo tempo e o Paulo estava parado, com o zíper da bermuda aberta, mostrando aquele matagal de pelos e um pedaço do corpo do pau aparecendo.
Fiquei paralisado olhando e ele virou para trás, a fim de se certificar de que ninguém estava por perto e perguntou, olhando sério para mim, “quer que eu tire ou que feche o zíper?”. Não conseguia nem respirar direito. Abaixei a cabeça e disse apenas, “tire”. Ele desabotoou a bermuda , baixou a cueca e tirou aquela tora pra fora.
Era um pauzão lindo, muito grande, grosso (era da largura de uma lata de bebidas mesmo), uma cabeçona, meio coberta pela pele cheia de veias. “Pegue”, ordenou ele. “Pode chegar alguém, meu pai está na churrasqueira”. Ele apenas repetiu, “pegue quero sentir sua mão no meu pau”. Meio tremendo de desejo e de medo de alguém chegar, segurei o que deu daquele pauzão enorme e fui puxando a pele para liberar a cabeçona rosa brilhante.
Ele me deixou mexer um pouco, tirou o pau da minha mão, guardou e avisou, mais tarde você sobe no meu quarto, vou deixar a porta aberta. Espera seu irmão dormir e saia devagar da sala para ele não acordar.
Terminei a limpeza, comi um sanduíche e fui tomar banho. Aquela cena não saía da memória e no chuveiro bati uma punheta lembrando daquele pau na minha mão e aquela cabeça linda, 3 vezes maio do que a minha. Pau normal de moleque de 15 anos, uns 14 cm, grossinho e circuncidado,
Umas 22h já não havia um movimento na casa, todos cansados e já tendo bebido bastante, dormiam ou estavam quase dormindo. Esperei um pouco, confirmei que meu irmão dormia e saí na ponta dos pés.
Abri a porta do quarto do Cavalão sem fazer barulho e ele estava pelado, cochilando. A iluminação de fora, clareava o quarto e seu pauzão mole, caído de lado como uma anaconda que acabou de engolir um bicho grande. Fechei a porta e fui direto até acama, chamei ele baixinho, que abriu os olhos, sorriu, me puxou já procurando minha boca e me deu um beijão de língua, meu primeiro e já foi tirando meu calção e cueca. Me deitou de bruços em cima da sua barriga e peito, e começou a apertar minha bunda e a falar no meu ouvido, “faz tempo que quero experimentar esse seu corpo e seu rabo empinado”.
Enquanto me beijava ele começou a passar o dedo no meu cuzinho e desceu pro meu peito, lambendo e mordiscando meus mamilos. Em seguida me virou de bruços e caiu de língua no meu cu, lambendo, mordiscando e enfiando a língua grossa e dura dentro do meu furico virgem.
Instintivamente fui com a mão no cace te dele, que estava mais quente que brasa, pulsando firme nos meus dedos. Sentindo o que eu estava querendo, ele se levantou e veio em direção a minha boca. Eu, que nunca tinha chupado um cacete, teria que começar com aquele pau de jumento que não cabia nas minha mãos, quem diria na minha boca.
Ele só disse, “abre bem a boca e vai com calma, não passe os dentes”. Quando cheguei bem perto, puxei o prepúcio e aquele cheiro de pau babão entrou pelas narinas e meio que me deixou bêbado de tesão. Lambi o pré gozo, salgadinho, ralo, delicioso. Abri bem a boca e fui engolindo a cabeçona do pau do meu tio. Chupei meio sem jeito, tentando fazer direito para agradá-lo, enquanto ele se contorcia e gemia baixinho, para não acordar ninguém.
Tirou o pau da minha boca. Me colocou de quatro, abriu uma gaveta e pegou um lubrificante (o filhadaputa estava preparado), passou no meu cu e foi laceando com os dedos. Começou com o indicador, doeu um pouco, mas a sensação de uma macho me dedando compensava o desconforto. Colocou mais um dedo e começou a por e tirar. Nessa hora eu já estava entregue e pedi, “me come tio”. Sem pressa ele colocou mais um dedo e enfiou os 3 até o talo. Eu rebolava nos dedos dele, como se tivesse feito isso a vida inteira.
Parece que ele leu o meu pensamento e falou no meu ouvido, “você nasceu para isso meu putinho”. “Agora tenta relaxar que eu vou comer seu cu. Você vai provar que é homem e aguentar o que a maioria das mulheres não aguenta”.
Encheu o pau de lubrificante, encostou a cabeça na porta do meu cu e começou a forçar. Eu comecei a ficar com medo e travei o rabo. Ele mandou, “relaxa para doer menos e faz força pr fora, como se fosse cagar”. Assim fiz e senti meu cu explodindo com a entrada da cabeça do cacete.
“Para, para, está doendo”, comecei a pedir chorando de dor. Ele tampou minha boca e mandou relaxar. Parou um pouco para eu me acostumar e quando parecia que ia acalmar ele deu uma estocada firme e certeira, enterrando aquela tora grossa no meu cu. Mordi a mão dele, tentando escapar. Ele deu um tapão na minha cara e meteu com força, mandou calar a boca. Me segurou pela cintura e iniciou um vai e vem rápido. Só sentia dor enquanto ouvia o barulho do seu saco de touro batendo na minha bunda.
Com o tempo a dor foi diminuindo, sendo substituída pela sensação de ser dominado por um macho de pauzão. Percebendo meu prazer ele ordenou, “rebola no meu pau, mostra que você está gostando do macho arrombando seu cu”. Comecei a me mexer nas mãos daquele garanhão pauzudo e ele acelerou os movimentos e senti meu cu sendo invadido por porra farta e quente, enquanto ele me punhetava e me fez gozar em menos de 1 minuto.
Ele tirou o pau de dentro de mim, se limpou numa toalha e me mandou ir pro banheiro. “Senta na privada e deixa sair a porra e o sangue que tirei do seu cu”.

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Ficha do conto

Foto Perfil casado1974
casado1974

Nome do conto:
Tio Paulo Cavalão

Codigo do conto:
264776

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
18/06/2026

Quant.de Votos:
3

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