Seu Zé da venda - O português peludo

Cresci numa vila muito pobre, na região metropolitana de BH. Rua de chão batido, onde formavam poças de lama, em dias de chuva, Não tínhamos energia elétrica em casa e às vezes a comida mal dava para minha mãe, eu e meus dois irmãos. Por conta disso vivia pelas ruas jogando bola, soltando pipas e brincando de bolinha de gude. Ia para a escola por conta da merenda gratuita, mas detestava a sala de aula.
Com 15 anos deixei a escola e comecei a fazer bicos pela vizinhança e outros bairros próximos. E foi no bairro ao lado que conheci seu Zé, o dono do armazém. Um português bigodudo, barba sempre por fazer, barriga saliente, cheia de pelos, braços fortes e peludos e uma voz que parecia mais um trovão.
E foi aquela voz grossa e potente, sotaque carregado, que ouvi a me chamar, quando passava, com minha carriola, cheia de instrumentos, pela porta do comércio. – O gajo, venha cá. Olhei para trás e vi aquele homenzarrão (grande, mas de baixa estatura) a dar com a mão para mim.
Voltei, dei boa tarde e perguntei se era comigo. – Sim, é contigo. Quanto é que tu me cobra para capinar o fundo do armazém e tirar o mato no meio dos tijolos da calçada?
Preciso ver o tamanho primeiro. _- Vem cá então, vou te mostrar enquanto o comércio está sem movimento. Acompanhei-o e ele já foi mostrando e dizendo que era serviço pouco, coisa de umas horinhas. Cocei a cabeça e chutei, uns R$ 30,00. Ele disse te pago R$ 20,00 e dou-te um pão com mortadela e um refrigerante. Fechou respondi, intrigado com a proposta, pq ia dar no mesmo valor.
Nisso ele se vira e tira o pinto pra fora e começa a mijar na minha frente. Nunca tinha visto um pinto de homem de verdade e aquele pauzão grosso, cabeçudo e cheio de pentelhos pretos me desconcertou. Fiquei olhando hipnotizado. Ele então, desabotoou o resto da braguilha e puxou o saco pra fora. Eu não era veado, nunca tinha feito nenhuma sacanagem com outro menino, mas aquele saco, pesado, peludo, caindo pra fora da calça me deixou com as pernas bambas.
Seu Zé percebeu minha reação e, experiente na putaria, se aproximou mais de mim, quase mijando em meus pés, pegou minha mão e levou até seu cacete grosso que começava a dar sinal de vida. Não falou nada, só me olhou e começou a movimentar minha mão no seu pau, iniciando uma punheta e deixando aquele pau duro feito pedra.
A cabeçona, vermelha, brilhante, com aquela fenda larga soltando um fio espesso de líquido, me deixava louco. Ele me mandou ajoelhar e foi colocando o pau na minha boca e pedindo pra lamber o pré gozo que saía. Fui enfiando na boca, meio sem jeito, mas gostando do sabor e do cheiro forte que vinha daquele pinto.
Sem ele mandar tirei o pau da boca e desci pro saco, lambendo e tentando engolir as bolas. –Calma, o pá. Coloca uma de cada vez, com cuidado. Abriu bem as pernas e me deixou deliciando com aqueles ovos grandes.
Me puxou para cima, mandou abrir a boca e deu um cuspão na minha boca, me mandando engolir, virar de costas, baixar o calção e a cueca e arrebitar a bunda. Apenas obedeci, sem pensar e me preparar para o que viria.
O filhadaputa cuspiu nas mãos, lambuzou meu cu e veio com aquele pauzão babado na portinha do meu cu. Cutucou, cutucou e não entrava –Tu nunca destes o cu, o gajo? Nunca, respondi já com medo dele socar aquele pauzão no meu cu, mas com vontade de sentir aquele macho em mim. – Tu faças força pra fora, como se fosse cagar e relaxa o corpo.
Nem bem fiz o que ele mandou e ele socou a cabeça, com toda a força, me segurou firme pela cintura e ordenou: não grita, porque vai ficar gostosos, tu vais sempre querer gemer na vara desse português. Esperou um quase nada e socou todo o resto de uma vez. Cheguei a chorar de dor, mas obedeci e fiquei quieto.
Ele começou a morder minhas orelhas e massagear meus mamilos enquanto socava aquela vara grossa no meu rabo. Logo começou a ficar bom, um calor gostoso que espalhava por dentro do meu cu e ia para o resto do corpo. Aquele barrigão peludo suado nas minhas costas e o barulho das bolas batendo na minha bunda, foram me deixando cada vez mais rendido ao coroa que pediu: rebola nessa vara, mostra que é minha putinha, quero gozar dentro de ti.
Comecei a rebolar, meio sem jeito, meu rabo todo ardido e estourado enquanto aquele macho continuava socando forte e suando colado em mim. Não demorou para ele começar a gemer grosso e anunciar, vou gozar, vou gozar, vou te encher de gala e te deixar marcado, meu homenzinho. Toca uma punheta e goze também com meu pau dentro de si.
Mal toquei no meu pauzinho fino e ele me grudou pela cintura, socou fundo e me encheu de porra, urrando feito um touro no cio. Me segurou mais um pouco e arrancou o pau de uma vez.
Colocou as calças e ordenou coloque a cueca e o calção e deixe a porra escorrer, não se limpe. Quando terminar de carpir venha receber, comer o seu lanche e me esperar fechar o armazém que vou te foder de novo sentindo meu cheiro grudado em si.

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Comentários


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damiaogomes Comentou em 22/05/2026

Conto muito bom tomara que ele te com muito depois passe vc para alguns freguês do armazém




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Ficha do conto

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casado1974

Nome do conto:
Seu Zé da venda - O português peludo

Codigo do conto:
262664

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
22/05/2026

Quant.de Votos:
6

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