Lá pelos meus 14/15 anos, molecão de um 1,60m, parrudinho, carnes firmes e uma bundinha grande e saliente, fui passar umas férias de verão no sítio do meu tio, no interior de SP. Meus tios já eram de idade e só tinham um filho, adulto, casado, morando em outro estado. Por isso eram muito carinhosos e atenciosos comigo sempre que ia para lá e dessa vez não foi diferente. Já na primeira manhã, café da manhã farto, meu tio me fala, Geraldinho não sai pra caçar passarinho no alto do morro seco, porque o sítio ali foi vendido e o novo proprietário é um homem sozinho, meio bruto e muito sistemático, que não gosta que cacem e pesquem na propriedade dele. Beleza, respondi. É claro que fui direto pro morro seco, onde estava acostumado a caçar e brincar sozinho. Quase lá chegando, vi o homem agachado, montando uma armadilha no chão. Fiquei parado olhando e ele se virou, me olhou com a cara fechada e perguntou, quem é você moleque, o que está fazendo aqui no meu sítio? Gaguejando respondi, sou sobrinho do seu Valdir e não sabia que aqui já era o sítio do Sr., sempre andei por aqui, me desculpe, já vou embora. - Pode ficar, só toma cuidado pra não desarmar minhas armadilhas pra lebres e não quero saber de estilingue, nem gaiolas na minha terra. Me olhou de cima abaixo e completou, e cuidado com essa bundinha gorda saindo pra fora do calção, vista uma calça pra andar no mato, tem muito bicho que come bunda por aqui. Saiu rindo e olhando pra trás. Fiquei com aquilo na cabeça o dia inteiro e na outra manhã, voltei pro mesmo lugar e, de novo, ele estava lá, às voltas com as armadilhas. Ouviu meus passos e se virou. De novo aqui moleque? E com esse calçãozinho curto de novo? Falou rindo para mim. Já que está aqui, vem me ajudar com as cordas. Fui até ele, me agachei e comecei a enrolar a corda. Ele deu uma olhada longa na minha bundinha e cravou, já fez troca troca com seus amigos na cidade, moleque? Fiquei roxo e só sacudi negativamente a cabeça. – Nunca nem bateram uma punheta um pro outro? -Não, respondi baixo, morrendo de vergonha. – Não é possível que um galalau, desse tamanho, nunca deu uma chupadinha, nem deixou darem uma chupada no seu pintinho. A vergonha me impedia até de levantar a cabeça, quanto mais de sair correndo, como era minha vontade. Ele se levantou, abaixou a calça e me mostrou seu cacete. Um pauzão grosso, pentelhudo e com um cheiro de suor e urina que me deixou com vontade de encostar o nariz e cheirar fundo. Vem cá, pega nele, sente como é um pau de homem. Tremendo fui levando a mão e ele a pegou e colocou sobre aquela pica linda, que aos meus olhos de moleque, era gigantesca. Começou a me fazer movimentar seu pau, ao mesmo tempo que começava a gemer e o bichão a crescer. Foi encostando o pau nos meu lábios e mandando, abre a boca, lambe a cabeça dele e desce até o saco. Assim fiz e fui sentindo o gosto salgado, misturando suor e mijo e um resto de gala seca, com certeza resultado de muita punheta. Em seguida, se sentou numa pedra e me mandou tirar a roupa e ficar de 4 para chupá-lo. Com uma mão na minha cabeça, foi me conduzindo a chupar no seu ritmo e com a outra mão começou a alisar minha bunda até chegar na beirada do meu cu. Com calma, enfiou os dedos na boca e começou a enfiar, devagar no meu cuzinho virgem. Ai, está doendo, reclamei. Ele então falou, vai melhorar, enquanto isso vou te ensinar a relaxar. Se esticou mais um pouco e pegou meu pinto, já duro também, e começou a me punhetar bem devagar. Molhava o dedo na boca e ia passando na fenda do meu pinto, me deixando louco. Me levantou e engoliu meu pinto inteiro na boca. Começou a me chupar e enfiar o dedo, de novo, no meu rabo. Tirou meu pau da boca e perguntou se estava bom. Nem precisei de responder e já senti a boca dele no meu mamilo, enquanto enfiava o segundo dedo grosso no meu cu e começou um movimento de entra e sai. Me virou de costas, abriu bem a minha bunda, lambeu meu rabo e enfiou a língua quente lá dentro. Meu Deus, não conseguia mais ficar em pé de tanto prazer. Parece que estava com o dedo numa tomada, tomando choque. Me deixou bem molhado e relaxado, levantou, abriu de novo minha bunda e encostou a pica na portinha. Aquela cabeçona de cogumelo, vermelha e brilhante, chegava a me queimar, tamanho o calor que exalava. Me mandou apoiar na pedra e relaxar, e começou a forçar o pau no meu cu. Era uma sensação deliciosa, ter aquele homem bruto me dominando no meio do mato. Mas, assim que o cabeção entrou, dei um grito e um pulo pra frente, parecia que estava me abrindo em dois. Ele me puxou de volta, segurou com força e falou, relaxa, eu vou te comer de qualquer jeito, com dor ou sem dor. Então, fica calmo. Cuspiu na mão, lambuzou meu rabo e colocou de novo. A dor tomou conta de mim e sabia que sair dali não era opção. Ele deixou a cabeça lá dentro, quieta, esperando me acostumar e quando parei de choramingar, ele colocou um pouquinho mais, começou a melhorar. Só que o macho era macho, apertou os dedos na minha cintura e socou o resto rodo de uma vez só, me tirando lágrimas dos olhos. Pare, por favor, está doendo. Ele começou a socar com força e só avisou, quanto mais você chorar e reclamar, mais eu vou socar nesse cuzinho delicioso. Ele então começou a punhetar meu pinto e a morder meu pescoço. Fui relaxando e começando a gostar. Rebola essa bundinha gorda na minha vara. Mostra que está gostando de ser meu machinho, pede pica pro seu macho. Foi aumentando a velocidade das estocadas e da punheta no meu pauzinho que começou a esporrar como nunca tinha feito. Quando sentiu minha porra melecando sua mão, começou a gemer grosso feito um bicho macho e avisou, vou gozar, encher seu cu de porra de macho. Deu um urro, me puxou mais ainda pro corpo dele, estremeceu e sentiu meu cu inundando de porra. Esperou um pouco, tirou o pau de dentro, me virou pra ele e começou a lamber minha porra nos dedos dele. Me mandou peidar e a porra começou a escorrer do meu cu pelas minhas pernas. Ele passou a mão, lambuzou com sua porra e me deu para lamber. Em seguida fez o impensável, deu um beijo na minha boca e lambeu a gala dele que estava comigo. Amanhã venha no mesmo horário, meu machinho, vou comer seu cu até seu último dia de férias.
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