Moro numa chácara pequena, na região metropolitana de Curitiba. Espaço amplo, 2 cachorros grandes, uma piscina pequena e muita área de gramado, uma horta e plantas ornamentais. Sempre que possível eu mesmo cuido de tudo, mas nos últimos tempos tenho tido que trabalhar demais, inclusive aos sábados. Tenho 38 anos, 1,80m, 90 Kg, parrudo, pernas grossas, peludo, barba cerrada, meio ruiva, pele clara, pau de 20cm, por 16 cm, saco grande, cuzão peludo. A grama começou a crescer e o mato tomar conta da horta. Meu vizinho, sempre solícito, percebendo o desleixo na propriedade, me indicou um rapaz que faz serviços pra ele, garantiu o serviço e a honestidade. Liguei e combinei dele vir no sábado bem cedo. No dia combinado, o interfone tocou cedo, acordei assustado, tinha esquecido do jardineiro. Fui abrir o portão grande para entrar com a moto e os instrumentos de trabalho. Era um rapaz de uns 28 anos, moreno, cabelo cortado na régua, magrão, em torno de 1,75m e bem bonito. Cumprimentei, aperto de mão firme, mãos grossas e voz bem máscula. Mandei entrar e fui mostrar o serviço. Ele perguntou onde poderia trocar de roupa e disse que poderia usar o quartinho de ferramentas, o banheiro da piscina, onde quisesse, “só estamos nós dois, fique a vontade, vou fazer um café”. Ele entrou no quarto e sem fechar a porta, tirou a camisa e a calça, ficando de cueca. Da janela da cozinha dava pra ver sua bunda bem redondinha e uma pauzão pesado na cueca velha e desbotada. Na hora meu cacete já subiu e comecei a pensar em como pegar o rapaz. Luís, era o nome dele. Enchi uma caneca de café, coloquei uns biscoitos de água e sal no prato e levei para ele, que já estava com uma bermuda surrada de moletom fininho, camiseta cavada e chinelo. “Trouxe um café pra vc, só tenho esses biscoitos, esqueci q vc vinha hoje”. _Eu comi antes de sair de casa, o Sr pode ficar tranquilo. “Sai pra lá rapaz, meu nome é Carlos, não sou velho pra me chemar de Sr, não”, falei rindo. Ele ficou sem jeito e pegou o café. Iniciei o ataque. Venha aqui na cozinha, vou te mostrar onde está a geladeira e os copos. Se vc tiver sede, entre aqui e se sirva. Se quiser pode pegar uma garrafa e levar lá pra fora, mas vai esquentar. Como espero que você volte outras vezes, é melhor já se acostumar com a casa. Quando fui abrir o armário dos copos, já dei uma encostada no pau dele, meio sem querer e não falei nada. Ele ficou vermelho e não disse nada também. Voltou pro quintal e começou o serviço. Passado um tempo fui lá fora, atrás dele. Mostrei uns matos perto da área da piscina e pedi para ele tirar. N o que ele abaixou eu vim por trás, como se fosse olhar e dei uma encoxada de leve. Pronto, já deu para entender o que eu queria e ele entendeu. Pedi marmita para nós, perguntei se ele preferia frango ou carne? “O Sr não se preocupa não, eu como qualquer coisa”. Come qualquer coisa mesmo? Perguntei sorrindo, bem sacana. Ele, de novo ficou vermelho e não falou nada. Sentamos para comer e aproveitei para sondar a vida dele. Era casado há dois anos e a mulher estava grávida quase para parir. “Então você está na punheta há algum tempo, sem uma bucetinha pra comer”? È verdade, faz mais de 2 meses que não tenho sexo, respondeu de cabeça baixa. “Mas nem uma chupetinha ela está fazendo pra você”? Nâo Sr, nem nunca ela fez isso pra mim. “Rapaz, não vai me dizer que nem o cuzinho ela libera pra você”? Nunca, já tentei mais de uma vez, mas ela tem medo, fala que meu pau é grande, vai machucar. Dei uma risada bem sacana e soltei, “então nos parecemos, também tenho pauzão, grande e grosso”. Ele olhou meio de lado, meio curiosos, mas não disse nada. Eu parei a conversa para não forçar e assustar, já tendo um plano na cabeça. Umas 15h30 ele me chamou para ver o serviço e perguntou se eu queria mais alguma coisa. “Não, está tudo perfeito, agora vem sentar aqui vamos tomar uma cerveja e tomar um banho de piscina pra vc se refrescar e relaxar antes de ir embora”. Melhor não, ele disse, estou sujo e não quero voltar muito tarde. “Deixa disso rapaz, água é para limpar o corpo e depois, pra que chegar cedo, pra bater punheta? Porque sexo não vai ter mesmo, só vai estressar, aqui a gente BRINCA na piscina”. (e valorizei bem o brinca, falando devagar e olhando nos olhos dele) Ele sentou peguei as cervejas, sentei de frente pra ele, abri bem as pernas e deixei o pau aparecendo pela perna do calção. Ele bebia a cerveja e olhava de soslaio pro meu pau. Comecei a dar umas pegadas no pau e pus a cabeça pra fora. “vamos dar um mergulho Luís”? Não tenho roupa, ele respondeu. “Por isso não, tire a roupa”. Ele olhou meio assustado. Não deixei ele pensar e já tirei o calção, em direção a piscina. Ele tirou a roupa e veio atrás. E o bicho tinha um pauzão pra lá de lindo. Grosso, cheio de veias, pesado, caído em cima de um saco grande com duas bolas bem marcadas. Calculei que iria chegar nuns 20 cm duro. E não estava errado. Com ele na piscina, comecei a cercar, brincar de jogar água, mergulhar no meio das pernas dele e quando ele estava bem relaxado, o pauzão meia bomba, eu cheguei, sem dar tempo dele pensar e peguei o pau dele, apertando as bolas. Ele ficou sem reação. Só falou, eu não sou veado doutor. “Nem eu, mas me deu vontade de pegar seu pau, acho que é porque é muito parecido com o meu, pega nele pra você ver como parece que está pegando seu próprio cacete”. Melhor não ele falou, já sem muita convicção. Me agachei e botei na boca, embaixo d´água. Ele abriu as pernas e se encostou na beira da piscina, se entregando. Levantei e chamei ele pra fora da piscina e levei ele pro sofá da varanda. Deitei ele e comecei a dar uma mamada bem gostosa. Aquele pauzão branquinho, cabeça rosada, cheio de pentelhos, foi crescendo rapidamente e quando ficou bem duro, deitei de lado e fui forçando meu pau em direção a boca dele. Quando vi que ele não queria mesmo chupar, disse, “estou chupando o seu, retribua, não tem nenhum veado aqui, nunca fiz isso também”. (por dentro eu ria com minha capacidade de mentir). Ele foi colocando meu pau na boca, bem sem jeito, nunca tinha chupado um pau e o meu é grande e bem grosso (20 cm e circunferência de 16 cm), quase igual o dele. Então falei, “vai com calma sem morder, só imagina que está chupando o seu pinto, são quase iguais”. Deixei ele bem excitado e acostumado com meu pau. Virei ele de costas e comecei a lordiscaar o pescoço, lamber as costas e fui descendo até chegar na bunda, abri com calma e caí de boca naquele cuzinho virgem, peludo, do jeito que eu gosto. Lambi, chupei e ele começou a gemer e se contorcer, entregue ao momento. Quando estava bem molhadinho e relaxando de vez, abri bem e comecei a enfiar a língua. Ele começou a urrar de tesão e pedir pra em fiar a língua lá dentro. Fui subindo em direção ao pescoço e quando o pau estava bem na direção do cuzinho dele, comecei a pincelar e falar baixinho no ouvido dele, “deixa eu colocar a cabecinha, só brincar um pouquinho na porta desse cu gostoso”? Ele não respondeu, mas começou a se mexer e forçar o corpo em direção ao meu. Entendi o recado, cuspi no cu dele, aproveitei o pré gozo que já tinha me melado inteiro e fui tentando meter naquele cu cheio de pregas. Conforme fui forçando ele se assustou e pediu, coloca uma camisinha doutor, sou casado. “fica tranquilo nunca transei com homem também”. Fui na cozinha, peguei um vidro de azeite, passei bastante no pau, na entrada do cu dele e fui enfiando um dedo, dois dedos, ele começou a se contorcer e pedir, coloca mai. Pus o terceiro dedo e ele se entregou de vez. Soca esse pau no meu rabo. Pode meter. Fui colocando bem devagar, até entrar a cabeça. Pensei que ele ia tentar sair, mas não. Quando sentiu que a cabeça estava dentro, deu um coice para trás e se arregaçou por conta própria. Deu um gemido grosso e falou, mete tudo, mete com força, arregaça esse cu, que é cu de macho. Aproveitei o tesão do macho e comecei a socar com força. Enfiava tudo, puxava até quase siar e socava de novo. Ele pediu, mete de frango assado, quero ver sua cara me comendo. Virei ele e comecei a comer de novo, ele gemia demais, me deixando mais louco ainda. Quando estava quase para gozar, saaí de dentro, enchi meu cu de azeite, segurei aquele pauzão gostoso, dei uma punhetada e sentei. Quando senti aquele cacetão me estourando, fiz igual a ele e falei, ”soca, soca com força e me arregaça”. Ele ficou doido e enquanto me comia, começou a me punhetar e disse, goza com meu pau no seu cu e enche meu peito de porra. Nem precisou repetir, o tesão era tão grande que dei três esporradas compridas. Quando ele sentiu a porra quente no peito e barriga, deu um urro grosso e encheu meu rabo de leite. Quase caí de cima dele, de tanto tesão, deitei sobre minha própria porra, olhei ele nos olhos e meti um beijo de língua naquele homem de verdade. Ele retribuiu com vontade e enfiou aquela língua grossa na minha boca. Nos levantamos, pediu pra tomar banho, levei ele no banhieo e quando ia sai rpra pegar uma toalha limpa, ele me puxou e falou, quero continuar embaixo do chuveiro....
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