No meu prédio tem um porteiro da tarde início da noite, Jorge, que é bem marrentão. Coroa, uns 55 anos, peludo, barba sempre por fazer, um bigode grisalho farto, sobrancelhas grossas, peito largo, uma barriguinha saliente e uma mala bem marcada na calça azul de tecido sintético, que ele faz questão de ficar alisando. Minha garagem é uma das duas que ficam bem ao nível da rua, ao lado da portaria. Sempre que chego e ele está de serviço, me olha de cima abaixo, cumprimenta com um aceno de cabeça e dá uma pegada no pau. Aceno a cabeça e vou para a escada, moro no 1º andar. Sou viúvo, tenho 38 anos, 1,80m, 90 Kg, parrudo, pernas grossas, peludo, barba cerrada, meio ruiva, pele clara, pau de 20cm, por 16 cm, saco grande, cuzão peludo. Uma noite cheguei puto, dia complicado no trabalho, trânsito caótico e um motoqueiro bateu na minha porta e fugiu. Desci do carro e o Jorge já pegou no pau me olhando. Foi o que bastava. O quê que foi Jorge, que tá alisando essa merda de pau aí. Acha que é grande coisa? Vamos ali atrás que vou te mostrar o que é um pinto de verdade e te colocar pra mamar. Acho que é o que você está querendo. O que é isso seu Fernando, não curto isso não. Que intimidade é essa? Nunca te dei moral não. Deu sim. Tu fica aí esfregando esse pauzinho de merda, todo dia. Não deve ter nem 15 cm. Quer saber o que é um pau de verdade vem aqui atrás, te dou 20 cm de pau grosso pra vc matar a vontade. Agora, se não é o que quer mesmo, tu nunca mais olha pra mim e esfrega essa miséria aí. O louco, o Sr. É sempre tão educado, não precisa esculachar. Quer saber o que é esculacho, vai lá em casa mais tarde. Se o seu pau for maior que o meu eu te dou o cu, caso contrário vou mamar seu cuzinho peludo, enfiar a língua lá dentro, deixar bem molhadinho e relaxado e depois vou socar gostoso até estourar a última prega. Ele abaixou a cabeça, não respondeu nada. Virei as costas e fui pra casa. Abri uma cerveja, tirei a roupa, fiquei só de cueca, liguei a televisão, tentando relaxar um pouco. Duas cervejas e meia hora depois fui tomar um banho, ainda estressado. Saindo do chuveiro toca a campainha. Abro a porta e dou de cara com o Jorge, já de camiseta e bermuda, parado na porta, nariz empinado, cheio de marra, já falando vai mandar entrar ou não? Sai da frente, ele entrou, fechei a porta e já soltei a toalha, deixando livre meu pau pentelhudo e meti a mão no pau dele por cima da bermuda e o bicho já estava duro. Baixa a calça, mandei. Ele não tirava os olhos do meu pau que começava a levantar e falou, puta merda, me fodi. Falei, ainda não, primeiro vou chupar seu pau, seu cu e depois vou te deixar sem nenhuma prega nesse cuzão peludo de macho. Já ajoelhei e fui engolindo aquele pau gostoso, grosso, branquinho, cabeça rosada, não muito grosso, uns 18 cm, pelos claros e aparados. Que delícia, ainda suado do dia de trabalho, o pau estava salgado e com aquele cheiro de macho que invade o nariz. Engolia até quase engasgar e ele gemendo alto. Virei ele de costas, coloquei de 4 no sofá, abri aquela bunda peluda e dei de cara com aquele rabo perfeito, com muitos pelos em volta de um cu cheio de pregas, apertadinho. Não resisti e meti a língua. Foi como se tivesse colocado um fio descascado no cu dele. Levou um choque e gritou de prazer. Lambi, chupei, enfiei a língua lá dentro e ele só ia se entregando e pedindo, “caralho, me come. Soca rola no meu cu, tira as pregas desse rabo...” Calma, ainda não está na hora. Virei ele de frente e lambi aquele bigodão grisalho com vontade. Ele abriu a boca e chupou a minha língua no primeiro beijo em um homem que aquele coroa másculo já tinha dado. Fui descendo lambendo aquele corpão peludo suado, mordiscando pescoço, mamilos, enfiei a língua no umbigo, lambi os pentelhos curtos e caí de boca no pau. Ele se contorcia e pedia, para que eu vou gozar. Não. Não vai. Só vai gozar com o meu pau no seu cu. Fica de 4 no sofá. Lambi o cu dele, passei lubrificante e sem lacear com os dedos, fui encaixando a cabeça do pau na porta do cu. Fui forçando e conforme foi avançando ele começou a gritar, “ai meu cu, ai meu cu, seu filho da puta”. E eu enfiando. Relaxa, faz força pra cagar. Quando ele fez, não pensei duas vezes, soquei tudo de uma vez. Aiiii... sai, sai, está machucando. Segurei firme na cintura e comecei a bombar. Aguenta. Aguenta que agora você arrumou um macho e esse cu tem um dono. Comecei a morder a orelha e ordenei, rebola pro seu macho. Vai, rebola.... Ele foi se soltando gemendo, gostando e pedindo, soca tudo. Soca, pq aqui é cu de macho, soca que eu aguento. Aumentei o ritmo, peguei no pau dele, comecei a punhetar ele e falei agora goza com meu pau no seu cu, vou te encher de porra. Soltei a pica e ele começou a se masturbar rápido e falou estou gozando, me enche de porra quero gozar sentindo leite quente no meu cu e soltou uns 4 jatos grossos de porra enquanto eu enchia ele de leite. Tomamos banho, sem ele falar uma palavra e na saída disse, tenho 3 filhos 2 netos e hoje você me fez de veado. Respondi e vai ser meu veado sempre que eu quiser.
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