Chegamos lá e começamos o nosso trabalho, entre entradas e saídas para repormos a normalidade, conseguimos repor a luz, mas faltou-nos material para terminar o trabalho, o meu colega regressou ao nosso armazém para reabastecer o carro e eu fiquei a terminar o que podia. O inquilino do primeiro andar, que nos acompanhou todo o tempo perguntou se queria beber algo quente, como já havia eletricidade, podia fazer, pois, estava frio além de que estava todo encharcado.
Como não podia fazer mais nada, o meu colega ainda ia demorar, aceitei, subimos e quando entramos em casa deles a TV estava ligada com um filme porno a dar, a imagem que saltou logo era de dois homens, um a foder o outro. Ele um bocado atrapalhado foi a correr para desligar. Pediu desculpa, tinha-se esquecido para eu não levar a mal.
Disse-lhe que tudo bem, sem qualquer problema, se quisesse podia continuar a ver, ele aliviado sorriu e perguntou se eu também via daqueles filmes. Disse-lhe que aquela hora podia ver qualquer coisa. Ele pôs o filme a dar, preparou o café e ficamos ali sentados no sofá a ver o filme, ele com um volume visivelmente notório e eu alternava a visão entre o filme e o volume no fato de treino.
Perguntei se ele via aqueles filmes porque gostava ou por serem diferentes. Ele respondeu que gostava e quando tinha vontade e não arranjava ninguém via os filmes. Fez-me a mesma pergunta. Respondi que não é usual ver, mas que quando os vejo imagino que estou no papel de quem dá.
Ele meio espantado, pergunta se já alguma vez tinha dado para outro homem. Disse que sim, esporadicamente quando surgia a oportunidade gostava de ser comido.
Com um sorriso de quem podia ter sorte, diz que ali era uma oportunidade, e tira o pau para fora. Era bonito, depilado, uns 18 cm todo proporcional. A cabeça já pingava de tanta tesão. Diz-me que uma rapidinha antes do teu colega chegar e alivamos os dois. Pus logo a mão e ajoelhei-me e comecei a mamar aquele pau. Fui-me despindo, enquanto alternadamente mamava e ele fodia a boca.
Mandou-me por de 4 no sofá, começou por enfiar um dedo, espalhou lubrificante de modo a ficar bem oleado, depois pôs dois, e quando já se moviam sem qualquer resistência, foi a vez de meter o pau dele. Mais grosso sinto a cabeça a tentar entrar, passa o anel e lentamente sem parar, sinto-o a abrir-me o cu todo. Tirou-o e pôs mais lubrificante, voltou a meter, agora deslizava mais, foi até ao fim. Senti as bolas dele no meu cu.
Lentamente começo a foder, estava preenchido os movimentos foram aumentando, as bolas batiam de cada vez que entrava com tudo, ele fodia-me e eu rebolava naquele pau, os dois em silencio, apenas o prazer que era grande, sinto o pau dele a dilatar, o pulsar quando começa a deixar toda a esporra dentro de mim.
Continua mais devagar, com uma cadência certa até parar. Retira-o sinto um rio de esporra a cair pelas minhas pernas. Dá-me um pano para me limpar, vestimo-nos e voltamos sentarmos no sofá como não se tivesse passado nada.
Ele pergunta se queria um café. Respondo que sim. Ficamos a falar do temporal, entretanto passados 2 minutos chega o meu colega, a porta de casa estava aberta. Refilou pois já tinha chegado a já algum tempo e eu ali em casa de uma das pessoas a beber café.
Ele perguntou se também queria um e foi buscar a chaleira. Também bebeu um café, depois fomos terminar o trabalho.
Depois de tudo feito, informamos as pessoas que estava resolvido. Todos deram uma gorjeta, a cada um.
O vizinho do primeiro andar, além de duas notas de 20€, vinha um papel, estava um número de telefone, e uma frase.
“Quando quiseres mais, liga.”
Delícia de conto, gostei muito
havlis