Quando a porta do apartamento fechou, isolando o barulho frenético da metrópole lá fora, as luzes da cidade eram apenas um borrão de neon entrando pela fresta da cortina. A Carla, minha mulher e cúmplice de todas as horas, já estava no clima, sem paciência para preliminares sociais. Ela me olhou com aquele brilho sacana e já começou a ditar o ritmo, enquanto o Zé Carlos, nosso querido nerd gostoso, exibia o abdômen definido de quem não pula um treino, mantendo aquele jeito doce que esconde o safado versátil que ele é.
O Fábio, o amante dela, entrou com a fome de quem passou o dia inteiro imaginando o que faria com a gente.
No sofá, a temperatura subiu em segundos. Carla sentou ao meu lado e, enquanto guiava a mão do amante para suas coxas, disparou o gatilho que me faz ferver: "Olha só, Fábio... olha como o meu viado favorito já está pronto... ele passou a tarde inteira sendo o meu corno submisso, esperando por vocês". Fábio ajoelhou-se entre minhas pernas, entregando-se a uma urgência bruta e molhada, enquanto Zé Carlos colou nas minhas costas, me abraçando e beijando meu pescoço com a pegada firme de quem sabe exatamente onde me levar. A sincronia era perfeita. Carla deitou no sofá e eu fiz sinal para o Fábio subir; o amante dela, ainda com o gosto do meu pau na boca, mergulhou na bucetinha dela com uma fome selvagem.
Enquanto isso, Zé Carlos libertou o pau dele, perfeito e pulsando, oferecendo-o para minha boca enquanto a Carla gritava: "Isso, chupa o pau do seu amigo, seu viado safado!". O clímax veio quando o Zé me colocou na posição de frango assado, bem ao lado da Carla. Com minhas pernas puxadas para trás, meu cuzinho ficou totalmente entregue ao Zé, que me penetrou com precisão cirúrgica, preenchendo cada espaço com força. Ao meu lado, o amante a estocava com vontade, e por cima de nós, os dois homens se encontraram: Zé Carlos e Fábio se deram um beijo de língua profundo e molhado, unindo suas bocas enquanto seus quadris trabalhavam em nós.
"Olha os seus machos se beijando, seu corno!", gritava Carla entre gemidos de puro prazer. Carla e Fábio gozaram juntos, um dilúvio de fluidos e suor que selou a entrega deles. Eu, porém, era o único que ainda não tinha gozado, sentindo cada nervo do meu corpo em curto-circuito. Zé Carlos, o querido que sabe exatamente o que eu preciso, deu um jeito nisso: ele saiu de dentro de mim, me puxou para seus braços e sugou meu pau com uma técnica e uma vontade absurdas, até encher a boca com toda a minha porra. Fábio, o amante, assistiu a cena completamente hipnotizado e excitado; ele não resistiu e procurou a boca de Zé Carlos, ainda quente e com o gosto da minha porra, para um novo beijo de língua, longo e profundo, celebrando o final perfeito daquela tarde no coração de São Paulo.
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