Paternidade latente - 02

Este conto é a continuação do Conto "Paternidade latente - 01".

Quando ouvimos a porta do quarto de Andy se abrir, Thi colocou meu travesseiro de volta nas minhas pernas e puxou meu lençol para tampar seu volume. Andy pareceu não reparar em nada de estranho, ele só perguntou porquê estávamos acordados e se estava tudo bem. Respondi que estávamos sem sono e por isso ficamos conversando, ele não demonstrou interesse e caminhou para o banheiro. Quando a porta do banheiro fechou Thi me olhou e disse:

- E então? O senhor está com tesão?

Eu não podia acreditar na cara de pau dele em me perguntar isso sem vergonha alguma. Minha cabeça não processava nenhuma resposta, parecia que eu estava vivendo uma realidade paralela e aquele não era o meu filho, mas um homem gostoso com um grande volume entre as pernas que eu só pensava em botar para fora e cair de boca. Enquanto minha mente tentava voltar a funcionar, ouvi a descarga e Andy voltou para o quarto fechando a porta. Na mesma hora Thi se levantou com seu pau em riste apontando para a frente e disse sem emitir som, apenas movendo a boca: "Posso?". Pode o quê? O que ele queria? Queria botar o pau pra fora? Queria pegar no meu pau? Ele não esperou a resposta, simplesmente caminhou em direção ao seu quarto e na porta dele tirou a samba-canção e se exibiu para mim. Aquela cena era linda demais. Meu pau estava doendo de duro ao ver meu filho pelado na minha frente. Ele tem um físico muito parecido comigo, mas o pau não. O pau dele devia ter uns 16 cm, ou menos, mas tinha uma cabeça enorme, rosa e bem babona. Aquela cabeça gigante brilhava dura e reta. Seu pau estava coberto por uma grande quantidade de pentelhos que só deixava a visão ainda mais sexy. Meu filho era o homem mais gostoso que eu já vi: cabelo estilo militar, pele branquinha, peito liso, barriga chapadinha com um caminho de pelos que levava a um matagal de pentelhos bem aparados ao redor de um pau igual de branco, com veias saltando ao longo dele, uma cabeça rosa brilhante que pingava baba e um saco com bolas enormes e pesada. Eu fiquei hipnotizado com aquela visão, só conseguia reparar no fio de baba que cai do pau dele e atingia o chão. Thi levou a mão ao seu pau e com os dedos recolheu sua baba levando à boca. Ele sorria que nem um macho safado que sabe que é gostoso. Depois de provar a sua própria baba, ele entrou no quarto e fechou a porta deixando a samba-canção no chão do lado de fora.

O que caralhos acabou de acontecer? Meu filho mais velho realmente se insinuou para mim? Meu pau estava doendo muito dentro da cueca e eu sentia que também estava todo babado. Me levantei, peguei a samba-canção do Thi e me tranquei no banheiro. Tirei toda a minha roupa, sentei no chão do chuveiro e coloquei aquele presente bem na minha cara. Eu cheirava, lambia, esfregava pelo meu corpo. Sentir a umidade provocada pelo pré-gozo do meu filho, o cheiro de cacete que exalava dali... Porra! não demorou e eu esporrei tudo em cima de mim. Não lembro a última vez que gozei tanto assim. Foi tanta porra que atingiu até o meu cabelo. Eu estava em êxtase! Mesmo tendo gozado minha vontade era ir lá naquele quarto e transar com meu filho até provar o leite dele descendo pela minha garganta, mas me levantei e tomei um banho na intenção de manter a sanidade. Ele é meu filho e isso é errado. Acontece que eu não estava sentindo culpa, não estava arrependido, pelo contrário, meu pau não abaixava e o tesão continuava.

Enquanto eu tentava voltar ao juízo e deixava a água quente cair sobre o meu corpo, ouvi batidas à porta do banheiro e a voz dele: Thi. Meu safado, caralhudo e gostoso filho.

- Pai?
- Oi, filho! Já estou saindo! - Disse eu desligando o chuveiro. Me sequei rápido, me enrolei na toalha, coloquei a samba-canção dele, minha cueca e minha bermuda no cesto de roupa e abri a porta. Mas nada me preparou para o que eu vi: Thi estava pelado na porta do banheiro com o peito e a barriga todo melado de porra. O pau pendia mole com aquela cabeçona toda escondida dento do prepúcio. Sua moita de pentelhos estava manchada de pontos brancos de porra e o cheiro que ele emanava era de puro sexo. Ele me olhou e em seguida se olhou de cima a baixo com aquele sorriso de caba safado que vi mais cedo. Sem emitir nenhuma palavra ele entrou no banheiro, ligou o chuveiro e começou a tomar banho. Meu pau já estava marcando na toalha, mas um lampejo de noção me atingiu e eu só fiz fechar a porta. Fui para o meu quarto e me esforcei para permanecer lá. Olhei pela janela e vi que já estava amanhecendo. Vesti uma roupa e voltei para sala quando ouvi a porta do quarto do Thi se fechar. Meu celular marcava 5h30 da manhã e dali há 2h eu tinha que levar o Andy para fazer exame de sangue. Minha mente só pensava nas provocações dessa madrugada e meu pau seguia endurecendo. Liguei a TV e comecei a assistir alguma coisa para ver se voltava à sintonia.

Ou o programa estava muito chato, ou toda aquela tensão me derrubou, só sei que acordei com o despertador indicando que eram 6h30. Depois disso segui meu dia normalmente. Minha cama chegou naquele mesmo dia e Andy me ajudou na limpeza do pó. Não vi Thi por todo o dia, seguia preso dentro do quarto. Dormindo, batendo uma, vendo pornô, ou só jogando. Vai saber. Quando deu por volta de 16h meu quarto já estava todo pronto e me deitei na cama com Andy para assistir uma série. Lá pela metade do segundo episódio Thi aparece no quarto com a maior cara de sono usando apenas outra samba-canção, mas dessa vez com uma cueca por baixo. Ele me pediu para ir ao shopping e disse que o Tio Rogério ia levar ele e Renan para ver algum filme. Rogério é meu amigo desde muito antes dos meninos nascerem, por isso Thi e Andy chamam ele e a esposa de tios. Renan é o fílho único de Rogério e tem a mesma idade do Thi, sendo mais velho coisa de 4 meses. Enquanto ouvia o pedido só conseguia olhar para a região do pau do meu filho. Quando será que eu iria ver tudo aquilo de novo? Disse que ele podia ir disse que pegasse minha carteira no guarda-roupa para que eu lhe desse dinheiro. Nesse meio tempo Andy disse que queria ir ao shopping com os meninos e Thi respondeu:
- Vamos assistir um filme de terror. Você vai querer ver?

Andy e Thi não são muito próximos, mesmo tendo apenas 2 anos de diferença. Eles têm gostos muito diferentes, mas não costumam brigar e já percebi que vez ou outra conversam muito entre si.

- Quero sim! - Disse Andy.
- Então vai trocar de roupa. - Falou Thi.

Andy levantou correndo e se trancou no quarto. Então Thi me entrega a carteira e eu lhe dou uma nota de 100 reais. Ele pega a nota, olha bem no fundo dos meus olhos e diz: "Já bati 4 punhetas de ontem pra cá. Quer bater uma hoje a noite?". Ao dizer isso sua mão aperta o seu pau mostrando que o volume está crescendo e debaixo da coberta meu pau também dá sinal de vida. Ele continua a provocação e diz baixinho:

- Gostou do presente que deixei para você ontem? Se quiser mais vou deixar essa que tô usando lá no meu quarto em cima da cama. Quando eu e o Andy sairmos passa lá. Você vai gostar.

Ao terminar de dizer isso ele levanta meu cobertor, vê meu pau pulsando, e diz: "Mostra!"

Eu fico sem reação e ele diz mais alto: "Mostra!"

Sem pensar duas vezes coloco meu pau pra fora. Meu filho coloca aquele sorriso safado na cara, me olha e pega no meu pau. Ao sentir sua mão quente segurando a base do meu cacete não consigo me conter e solto um gemido. Thi me olha sorrindo, aperta com mais força e do nada solta, se vira e vai para o quarto dele como se nada tivesse acontecido. Eu estava parecendo uma criança ansioso pelo momento em que os meninos fossem para o shopping para que eu fosse ao quarto do Thi encontrar o que ele deixou para mim. A próxima hora passou muito devagar, mas finalmente Rogério apareceu e levou os meninos.

Meu coração parecia que ia sair pela boca, minhas mãos suavam e tremiam, minhas pernas tinham vontade própria e me levaram direto ao quarto do Thierry. Ao abrir a porta o cheiro de porra entrou pelas minhas narinas e lá estava, bem no meio da cama dele, a samba-canção azul clara toda suja de porra. Olhei ao redor e me senti cheio de tesão. Minha vontade era bater punheta por todo aquele ambiente, parecia que tudo exalava sexo. Sentei na cama e vi um bilhete que dizia: "Pai, bati essa pensando em você e sei que ontem você bateu uma pensando em mim. Se quando eu chegar essa samba-canção não estiver onde eu deixei, de noite eu vou entrar no seu quarto, mas se você deixar ela onde está agora, vou entender que você não quer sentir meu pau te fudendo.".

Que audácia desse moleque. Como pode um garoto da idade dele ter a capacidade de me manipular sexualmente assim , de dizer essas coisas para o próprio pai? Ali meu tesão murchou. Foi um bilhete tão direto e explícito que não soube como reagir, mas ao pensar sobre o assunto eu sabia que queria, sabia que queria transar com meu filho, que queria provar o homem que eu mesmo fiz, então peguei a samba-canção gozada e usei ela para bater uma punheta. esfregava ela pelo meu corpo espalhando a porra do meu filho e sentido o cheiro que ele produzia. Meu pau babava tanto que escorria pelas minhas bolas. Ao inicia o vai e vem da punheta parecia que aquele tecido era o cuzinho do meu filho. Será que ele é apertadinho e quentinho? Ele deixaria eu penetrar ele? A imagem mental do meu pau entrando fundo no rabo do meu filho fez com que eu urrasse de tesão ao gozar. O gozo era tão forte que vazava do tecido e melava a cama dele. Meu corpo inteiro arrepiava e se contorcia de prazer. Que orgasmo gostoso do caralho!


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico vrstbaixinho

Nome do conto:
Paternidade latente - 02

Codigo do conto:
261855

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
12/05/2026

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