Eu concordei imediatamente, o pau latejando só de imaginar. Mandei mensagem para ele. Respondeu na hora: “Mentira… agora?” Respondi que seria à noite. Ele disse que era o sonho dele. Marquei para as 21h.
Quando cheguei em casa, ela já estava linda, só de robe de seda preto, maquiada, cabelo solto. Olhou para mim com cara de puta e disse: “Tá louco né, corno?” Passei a mão na boceta dela: estava encharcada, escorrendo de tesão. Sentei ela no sofá, abri bem as pernas e chupei com vontade por uns bons cinco minutos, sentindo o gosto doce e molhado que ela fica quando está no auge.
O interfone tocou. Ela arregalou os olhos, mordeu o lábio e falou com voz rouca: “É agora…”
Abri a porta. Ele é enorme, alto pra caralho. Cumprimentei. Ele foi dar um beijo no rosto dela, mas ela agarrou o pescoço dele e meteu um amasso intenso, línguas se enrolando por uns vinte minutos. Depois ele a colocou no sofá, tirou o robe dela e chupou aquela buceta com fome. Ela gemia: “Nossa… que saudade de você…” Olhava pra mim com cara de safada enquanto ele devorava ela. Eu filmava e fotografava tudo, pau duro latejando na calça.
Ele tirou o pau pra fora — grosso, preto, venoso, enorme. Ela gemeu: “Que saudade dessa rola…” Pegou ele com as duas mãos e falou: “Vamos pra cama do corno!”
No quarto, ela ajoelhou e mamou com vontade. Chupava com habilidade, mas era visível o esforço — o pau era realmente grande demais. Babava inteiro, engasgava, olhava pra mim com os olhos cheios de tesão. Ela já tinha confessado que adorava foder com ele, que ele beija gostoso pra caralho e que por isso tinha ido duas vezes na mesma semana no começo. Ver ela se acabando naquela rola me deixou insano.
Ela puxou ele pra cima: “Vem sem camisinha. Agora pode gozar dentro.” Ele esfregou a cabeça grossa na entrada molhada, ela revirou os olhos e gemeu olhando pra mim: “Tô amando isso…” Ele foi entrando devagar. Ela o beijou com paixão enquanto ele metia fundo. Eu filmava tudo, pau doendo de tão duro.
Ela sentou nele de frente pra mim, me beijou enquanto rebolava e gozou gostoso, tremendo. Depois virou de quatro. Ele comeu ela com força, estocadas fundas. Ela gozava sem parar, gritando, suando. Quando ele avisou que ia gozar, ela empinou mais a bunda: “Leita lá no fundo!” Ele gozou forte, jatos grossos enchendo ela. Ela gozou junto, sentindo cada pulsada.
Depois ele saiu, ela deitou, abriu bem as pernas, boceta vermelha e inchada, esperma escorrendo. Olhou pra mim: “Corno, vem cá.” Fui e comecei a chupar. O gosto salgado dele misturado com o dela era forte. Ela falava com ele, que ainda estava ali: “Nossa, que bela pirocada hein…” Ele a beijava enquanto eu lambia tudo. A boceta dela estava bem larga, aberta. Ela ria: “Isso aí, corno… vai se acostumando.”
Sentamos os três pelados na cama. Ela percebeu minha vergonha e provocou: “Tá com vergonha né, corno?” Me deu um beijo, depois sentou de novo nele. A rola dele endureceu rápido. Fiquei deitado do lado, assistindo ela cavalgar gostoso, gozando várias vezes até ele encher ela de novo. Depois ela sentou na minha cara, me fazendo limpar tudo enquanto me chamava de corno.
Quando ele foi embora, ela ficou um pouco sem graça, achando que tinha exagerado. Eu abri as pernas dela de novo, mostrei o quanto tinha amado e comi ela com força. Depois ela me mandou virar, chupou meu cu com vontade e ficou me chamando de corno safado.
Agora o negão voltou fixo. Já temos visita semanal marcada.
Próxima é quarta-feira.


Amigo vc fez o que a de melhor que um bom corninho cúmplice pode fazer pra deixar sua esposa putinha feliz e vc ter o melhor tesão do mundo que é lamber a bucetinha dela toda gozada por outros machos o meu Esso meu corninho sempre me lamber todinha gozada por outros machos e chupa tudo dentro da minha bucetinha cheia de leitinho deles e isso me deixa louca de tesão e amor pelo meu Esso e ele afirma que esse é o maior prazer e tesão que ele sente e toda semana trago leitinho na buceta, bjs Mari