Depois daquele primeiro encontro explosivo, em que ela me esculachou sem piedade e me fez chupar sua buceta cheia da porra dele bem na frente do negão, a quarta-feira chegou como um dia ainda mais carregado de tesão e expectativa. A semana inteira foi de pura loucura sexual. Mal acordávamos e já estávamos transando. Eu gozava dentro dela de manhã, e ela, ainda com a buceta melada, abria as pernas e mandava:
— Chupa agora, corno. Lambe tudo. Vai acostumando com o gosto de porra, porque de hoje em diante toda vez que eu foder com alguém, você vai limpar minha buceta com a língua. Toda porra que entrar aqui dentro é pra você engolir.
Ela repetia isso quase todos os dias, com um tom de voz cada vez mais dominante e safado. Falava do negão o tempo todo — como a piroca dele era grossa, como ele metia fundo, como ela gozava diferente com ele. Transamos três, às vezes quatro vezes por dia. Ela chegou a passar no meu trabalho no meio da tarde só para sentar no meu pau rapidinho no banheiro. O cheiro de sexo ficava no ar o dia inteiro. Era como se o corno que eu era tivesse despertado um tesão insano nela. Eu tomava chifre, mas em troca comia minha mulher como nunca.
Na terça-feira, enquanto eu metia nela devagar, suado, ela começou a gemer e puxar o assunto:
— Amanhã ele vem… Tá doido né, corno?
Percebi que ela estava louca para falar dele. Eu sorri e respondi:
— É amanhã. E dessa vez você quer que eu participe mais, né?
Ela mordeu o lábio, rebolando devagar no meu pau: — Quero sim. Quero que você sinta tudo. Quero que você pegue na piroca dele, que sinta aquela grossura quente entrando na minha buceta. Quero que você me veja beijando ele, que me beije enquanto ele me come. Quero te humilhar direito, corno. Você vai abrir minha bunda pra ele, vai colocar a rola dele em mim olhando nos meus olhos. Se prepara, porque amanhã você vai sentir de verdade o que é ser corno.
As palavras dela me deixaram ainda mais duro. Gozei dentro dela logo depois, e como sempre, ela me fez chupar tudo.
Chegou a quarta-feira. Eu saí mais cedo do trabalho, cheguei em casa com o pau já latejando. Beijei ela com vontade, tirei a roupa dela devagar, chupei aqueles peitos firmes, lambi a buceta já molhada e fodi ela gostoso no sofá da sala, gozando dentro mais uma vez. Ela estava radiante, loira escura com os olhos verdes brilhando de safadeza.
Quando deu o horário marcado, o interfone tocou. O negão chegou. Avisou logo que não tinha muito tempo, tinha um compromisso depois, mas que daria pra aproveitar. Assim que entrou, agarrou minha esposa pela cintura e meteu um beijo profundo, línguas se enrolando ruidosamente. Eu me aproximei por trás, abracei ela, sentindo o corpo quente dela entre nós dois. Ela alternava os beijos: enfiava a língua na boca dele, gemia, depois virava o rosto e enfiava na minha. O som molhado dos beijos enchia a sala.
Ele levantou uma perna dela, esfregou aquela rola grossa e preta na xota encharcada. Ela gemeu alto:
— Não… isso quem vai fazer é o corno.
Peguei o pau dele na mão — pesado, quente, latejando, muito mais grosso que o meu. Esfreguei a cabeça grossa para cima e para baixo na entrada dela, sentindo como ela estava molhada. Ela empinou a bunda e eu guiei devagar. Centímetro por centímetro, aquela piroca enorme foi abrindo a buceta dela. Ela soltou um gemido longo e rouco:
— Isso aí, corno… vai sentindo essa rola grossa me abrindo toda…
Ele começou a meter devagar, depois com mais ritmo. A buceta dela fazia barulho molhado a cada estocada. Ela gozou pela primeira vez beijando ele, tremendo inteira nos meus braços.
Em um momento ela mandou parar, virou de lado e puxou nossas duas pirocas. Colocou uma do lado da outra, bem pertinho. Ficou olhando, fascinada. Passou a mão comparando, apertando as duas. O contraste era brutal. A dele era bem mais grossa, mais longa, mais venosa. Ela não falou nada, mas o sorriso safado e o jeito que mordia o lábio diziam tudo. Aquela humilhação silenciosa me deixou vermelho e absurdamente excitado.
Depois ela virou de costas pra ele, empinou bem a bunda e mandou:
— Abre minha bunda pra ele comer.
Abri com as duas mãos. Ele meteu fundo. Tirava a piroca quase toda, eu colocava de volta, lambia a buceta melada, colocava novamente.
Fomos para o quarto. Ela empurrou o negão pra cama, sentou em cima dele e começou a rebolar devagar. Olhou pra mim e mandou com voz safada:
— Vem cá, corno. Segura a piroca dele enquanto eu sento.
Peguei novamente aquela rola grossa na mão, senti o calor e a pulsação enquanto ela descia devagar, engolindo centímetro por centímetro. Eu segurava a base, sentindo a rola dele entrando na minha esposa. Ela gemia alto, olhando nos meus olhos.
Depois ela deitou de lado, mandou ele meter de ladinho e me posicionou bem pertinho. Fiquei chupando a buceta dela enquanto ele metia. Minha língua sentia a piroca grossa dele entrando e saindo, roçando na minha boca a cada estocada. O barulho molhado era intenso.
Quando ele avisou que ia gozar, ela mandou:
— Ainda não.
Ela me fez deitar na cama e subiu por cima de mim em 69, com a buceta bem em cima da minha cara. O negão veio por trás, colocou as pernas dela abertas e começou a comer ela de quatro bem em cima de mim. Eu tinha uma visão perfeita de camarote: via aquela piroca grossa, preta e brilhante entrando e saindo da buceta dela, bem rente ao meu rosto. O saco dele batia na minha testa a cada estocada forte. Eu lambia a buceta dela, lambia a rola dele enquanto ele metia, tudo molhado de tesão.
Ele meteu com força por vários minutos.
Quando finalmente gozou, enfiou bem fundo. Eu vi de perto o saco dele contraindo, a piroca pulsando forte, enchendo ela de porra quente. Ele continuou metendo devagar mesmo depois de gozar, deixando a buceta toda branca e arrombada.
Quando tirou, ela sentou com força na minha cara:
— Toma tudo, corno. Limpa essa buceta gozada.
A buceta dela estava absurdamente molhada e aberta. Minha língua entrava com facilidade naquele buraco quente e frouxo, cheio do leite dele. O gosto era forte, salgado, misturado com o dela. Eu lambia, sugava, engolia tudo enquanto ela esfregava na minha boca e beijava ele.
Quando o negão foi embora, eu ainda estava louco. Fodi ela com força mais uma vez e gozei dentro daquela buceta já destruída. Depois ela me fez chupar novamente, agora com a mistura das duas porras. Fizemos vários vídeos de tudo.
No final da noite, deitados na cama, ela dedou meu cu devagar, depois chupou com vontade me chamando de corno safado. Eu abracei ela e falei:
— Quero que ele vire seu namoradinho fixo. Quero que você possa chamar ele pra foder nas tardes, quando estiver com tesão, mesmo sem eu estar em casa. Quero chegar e você me contar que ele já te comeu gostoso o dia inteiro.
Ela sorriu, me beijou e respondeu:
— Por enquanto eu ainda quero você presente, assistindo e participando. Gosto de te humilhar ao vivo. Mas… quem sabe um dia.
Eu não insisti. Mas por dentro eu sei que esse dia vai chegar. Essa é minha próxima meta como corno manso: ela foder com ele escondido, sem eu estar por perto, e só me avisar depois — talvez mandando uma foto da buceta inchada e cheia da porra dele. E eu vou aceitar, limpar e agradecer como o bom corninho que sou.
O negão já é oficialmente o comedor fixo e leitador da buceta dela. E eu estou cada vez mais viciado nisso.




E squirt, ela já experimentou?