Cachorro comeu a dona de casa Ii.

Depois daquela experiência inesperada, diferente de tudo que já havia vivido, Mariza passou a carregar uma inquietação constante. A ansiedade crescia, e ela esperava, quase contando os minutos, pelo instante em que o marido saía para o trabalho e as crianças iam para a escola, deixando a casa só para ela e o Rex

Assim que o portão bateu, anunciando a saída do marido, e o barulho da van escolar se dissipou na esquina, Mariza sentiu aquele calor familiar subindo pelo ventre. Ele não resistiu. Ela nem precisou chamar. Rex, o labrador, já estava ali, o rabo abanando em um ritmo frenético, os olhos fixos nos dela com uma inteligência que ela preferia não questionar.

No quarto, a rotina já estava estabelecida. As meias grossas de lã, que ela guardava no fundo da gaveta, foram vestidas nas patas traseiras do cachorro. O cheiro de suor e animal preencheu o ambiente. Mariza, nua e de quatro no centro da cama, guiou o focinho úmido do animal até sua carne, sentindo a língua áspera lhe abrir os lábios da vagina com uma precisão que nenhum homem nunca teve. Ela gemeu, baixinho, as unhas cravando no lençol, enquanto permitia que a cafunagem do bicho a levasse ao delírio.

Foi aí que as coisas aconteceram. A respiração presa. O rangido quase imperceptível da maçaneta.

Seu marido, Carlos, estava ali. Ele havia esquecido a carteira no criado-mudo. Seu silêncio habitual, antes um traço de personalidade, agora era uma ferramenta de espionagem involuntária. Paralisado pela visão, ele não conseguiu se mover nem anunciar sua presença. A porta estava entreaberta, uma fresta de espetáculo.

Ele viu Rex montá-la. As patas traseiras calçadas nas meias se firmaram no colchão, enquanto as dianteiras envolviam a cintura dela. O movimento era bruto, primitivo, um ritmo constante que fazia a carne da esposa ondular a cada estocada. O pau do cachorro, a base bulbosa já inchada e presa dentro dela, surgia e desaparecia com uma lubrificação obscena. Os gemidos de Mariza não eram de dor. Eram de um prazer sujo, profundo, que ele nunca tinha ouvido na vida.

Carlos sentiu o sangue descer. Não para o coração, mas para um ponto específico entre as pernas. Sua calça social, antes folgada, ficou subitamente apertada. A visão da esposa sendo comida por um animal, as costas arqueadas, os seios balançando soltos, a boca aberta em um "o" mudo de êxtase, era o combustível mais potente que seu cérebro já havia processado. O tabu se dissolveu em um tesão incontrolável.

Com a mão trêmula, ele abriu o zíper da calça. Seu pau, duro e latejante, escapou para a liberdade do ar frio. Ele começou a se masturbar, uma punheta lenta e deliberada, acompanhando o ritmo das estocadas do labrador. Cada vez que a pélvis do cachorro se chocava contra a bunda de Mariza, Carlos apertava a própria glande, sentindo o pré-gozo escorrer.

Os sons se misturavam: o squish squish da buceta dela sendo perfurada, o grunhido baixo do animal, e o suspiro abafado do homem espiando. Carlos sentiu uma onda de calor no rosto ao ver o cu da esposa se contrair a cada penetração. Ele imaginou a sensação, a pressão, o comprimento. Seu pau estava dolorosamente ereto, pulsando na mão suada.

Mariza, alheia a tudo, começou a falar. "Isso... isso... mais fundo, Rex... Rasga tua mãe... Faz a dona gozar..."

As palavras, obscenas e dirigidas ao cão, foram o estopim. Carlos não aguentou mais. O voyeurismo era um vício que ele não sabia que tinha. A visão do prepúcio do cachorro se retraindo e avançando, as bolas do animal balançando, os lábios da vagina de Mariza, inchados e brilhantes, abertos ao redor daquela carne canina... tudo era absurdo, errado, e absolutamente excitante.

Ele acelerou a punheta, a respiração ofegante quase o denunciando. A mão escorregava no próprio pau, lubrificado pelo suor e pelo desejo. A cena na cama atingiu o clímax. Rex começou a empurrar com mais força, um uivo baixo saindo da garganta, enquanto Mariza urrava um orgasmo, o corpo todo tremendo, a buceta se apertando convulsivamente em torno do pau do cachorro.

Carlos não se conteve. Um jato grosso de esperma explodiu de sua glande, acertando a moldura da porta. Outro, mais forte, escorreu pelos seus dedos, enquanto ele continuava a se masturbar, espremendo cada gota, os olhos fixos na cena do casal de animais.

Quando o gozo passou, o silêncio voltou. Mariza estava deitada, ofegante, as pernas abertas, o líquido branco e espesso do cachorro escorrendo pela sua coxa. Thor desmontou, lambendo a nuca dela. Carlos, ainda com o pau mole na mão, engoliu em seco. Ele fechou o zíper, limpou a mão no lenço do bolso, e ensaiou um sorriso. A carteira? Ele esqueceria de novo. Todos os dias, se necessário.


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261894 - Cachorro comeu a dona de casa. - Categoria: Zoofilia - Votos: 4

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico bonecadepano-

Nome do conto:
Cachorro comeu a dona de casa Ii.

Codigo do conto:
261932

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
13/05/2026

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