Quando eu tinha 18 anos, havia uma empregada lá em casa que se chamava Sílvia. Ela era uma mulata clara, de rosto fino e cabelo escuro longo e liso. Tinha olhos alargados e lábios grossos. Estava com vinte e poucos anos e era a melhor empregada que já apareceu por lá, pelo menos na minha opinião, tinha um jeito de mulata sacana e um corpo digno de tal: umas coxas grossas e firmes e uma bunda bem avantajada com nádegas bem redondas e fartas e para completar, tinha seios bem grandes. Ela morava num quartinho pequeno nos fundos da casa e de lá saía para arrumar a casa, sempre vestindo o mesmo: um short jeans surrado bem cavado e uma camiseta de cor clara. Sempre que ela lavava as janelas dos quartos, sua camiseta se molhava, revelando os bicos grandes de seus seios. Quando ela limpava o chão era uma beleza, o short jeans era tão cavado que, quando ela ficava de quatro, dava pra ver todas as coxas e a bunda carnuda totalmente exposta. Eu sempre ficava enrolando onde ela estava pra poder admirar aquele traseiro sensacional, tentando evitar que ela percebesse. Nós nos falávamos de tanto em tanto, mas nada ia além dos olhares que eu mandava pra aquele corpo roliço, e o tesão acabava por ali. Durante muito tempo essa rotina se manteve, até que um dia, nós estávamos sozinhos na casa quando ela tinha acabado de cozinhar o almoço. Nos sentamos na mesa de jantar e começamos à comer. Aquele dia, meu tesão eram muito grandes, Sílvia tinha lavado todas as janelas e o chão e eu já não aguentava mais de olhar para aquela bunda gostosa. Ela também usava uma camiseta com um decote que exibia um pouco os seios, a essa altura eu não conseguia parar de olhar para o decote e imaginar aqueles seios de mulata nas minhas mãos. Numa dessas olhadas, percebi que Sílvia estava me olhando. Fiquei muito sem graça e desviei o olhar imediatamente, tentando disfarçar. Mas logo percebi que não tinha dado certo, ela perguntou: “O que você está olhando rapaz?”. Meio sem saber o que dizer, falei: “Nada!”, ao que ela respondeu imediatamente: “Como nada? Eu sei muito bem o que você estava olhando!” A essa altura eu imaginava a merda que isso podia dar, e insisti que não estava olhando nada. Ela me perguntou a minha idade, e falou que queria ter uma conversa séria comigo. Eu já estava suando frio, quando ela se levantou e foi para o quartinho. Já pensando no esporro que ia levar, entrei no quartinho atrás dela. Ela mandou sentar na pequena cama em que dormia e começou a falar: “Eu percebi ultimamente que já está na idade de você aprender umas coisas.” E assim ela levantou a camiseta deixando a mostra os peitos grandes que eu tanto tinha admirado todo esse tempo. Eu estava de queixo caído, sem poder falar uma palavra, ao mesmo tempo não sabia se olhava para ela ou para aqueles seios impressionantes. Eram bem maiores do que imaginava, mas como já sabia, tinha os bicos bem grandes e pontudos, e uma marca de biquíni bem pequeno que acentuava sua pele escura de mulata. Sem parar de falar, ela se ajoelhou na cama sobre mim e colocou os seios à altura da minha cara: “Pode começar, quero ver se você sabe o que fazer com eles.” Eu continuava surpreso com a Silvinha, mas não ia deixar aquela oportunidade escapar, comecei a lamber aqueles bicos negros e grandes e a beijar cada parte dos peitos enormes de minha empregada. Ela se aproximava mais de mim, segurando os próprios seios pra eu lamber e afundando minha cara mais ainda neles. Eu já só queria saber de morder e apertar a Sílvia, e segurei as suas tetas, que mal cabiam na minha mão. Eu apertava os seios um contra o outro e mordia os bicos, enquanto ela me olhava com ar de quem está ensinando e dizia de vez em quando: “Isso, lambe bem o meus peitos, agora aperta e acaricia eles.” Levei muitos minutos para explorar por inteiro aquela beleza de peitos, até deixá-los completamente úmidos. Finalmente, ela decidiu que já era suficiente e me fez deitar na cama: “Muito bom, agora quero ver se você consegue fazer o mesmo em outro lugar.”, e se ajoelhou na minha frente mas desta vez com a bunda virada pra mim. Devagar, ela separou as pernas e foi descendo aquele colosso de traseiro mais perto. Eu segurei naquelas coxas grossas, e fui passando a língua pela pele morena e macia perto do short, maravilhado com o tamanho de suas nádegas. Fui beijando um pouco por cima do jeans, sentindo o cheiro de sua buceta. Ela abaixou o short, ficando só de calcinha, e liberando aquele rabo que parecia mais imenso ainda sem o short, e eu passei a morder cada pedaço daquela gigantesca bunda morena. Senti a umidade de sua buceta com a língua e não demorei em abaixar sua calcinha. Botei minha língua fundo naquela xoxota, molhando-a mais ainda e provando o doce sabor de buceta de morena sacana que Silvinha possuía. Ela mostrava satisfação dizendo: “Isso, passa a linguinha na xoxota da tua empregadinha. Eu sei que você fica sempre olhando pra minha bunda, então pode continuar beijando.” E eu fui comendo aquela buceta e alternando lambidas nas suas nádegas, até lambuzar também todo o rabo de morenaça que ela tinha. Estava doido para funde-la, mas Sílvia se negou, dizendo que eu ainda não estava pronto e falou para irmos comer. Totalmente contrariado e com um tesão sem tamanho, eu obedeci. Nos próximos dias eu só conseguia pensar na bunda nua da Silvinha naquele quartinho e cada vez que a via pensava nos seus peitos e suas coxas roliças. Ela sorria quando me percebia olhando-a. Até mais uma vez que voltamos a ficar a sós. Ela se sentou no sofá da sala e eu abaixei-lhe o short comendo-lhe a buceta mais uma vez. Esse ritual se repetia várias vezes pela casa, mas ela sempre evitava ir além. Eu já conhecia cada canto de sua xoxota, os lábios grandes, e o gosto doce de morena na sua pele. Um dia, estava na cozinha e ouvi sua voz me chamando desde o quartinho. Entrando lá, ela estava sentada com as pernas abertas na cama e completamente nua e me convidando: “Vem lamber a buceta da tua Silvinha querida, vem.” Eu não conseguia resistir a voz sacana daquela mulata safada e num segundo estava lambendo aquela xoxota que me era já tão familiar. A essa altura eu já tinha suficiente experiência para fazê-la gemer e gozar com facilidade. Segurava-lhe firme as coxas deixando-lhe as pernas bem abertas e o sexo exposto a todas as sacanagens que minha língua era capaz de fazer. Dessa vez, eu não a deixara gozar, tinha parado bem quando seus gemidos começam a aumentar de tom, anunciando que faltava pouco. Subi até os seus seios e dei-lhes o mesmo tratamento, mordendo os bicos e beijando com vontade. Ela logo percebeu minha intenção: “Está querendo me seduzir, seu sacana? Quer meter em mim? Pois vem meter que você está pronto pro próximo passo.” Num segundo estava nu, por cima dela e com o pau penetrando-lhe a xoxota muito bem molhada, com facilidade. O calor e a umidade foram engolindo meu caralho numa enfiada só, com suas coxas roçando a minha cintura, e os seus braços morenos se agarrando a mim. Dalí pra frente fui estocando e fundindo a xoxota da Sílvia com o tesão que eu sempre imaginava que seria comê-la de jeito. A cama balançava sem parar, e eu passava a me segurar nas suas coxas ou me apoiar na cama para aumentar o vai-e-vem que excitava a ambos cada vez mais: “Isso, me fode mais. Que beleza de cacete você tem!” E o roçar de sua pele morena e as sacanagens que falava com seus lábios cheios de mulata me excitavam mais ainda, até que gozamos juntos num gozo que eu já vinha desejando à muito tempo. Mas não acabou por aí, na segunda vez, outro dia, eu estava no meu quarto quando ela entrou e foi logo avisando: “Você está aprendendo rápido, agora que que você me foda de quatro.” Deixei o que estava fazendo e a botei na minha cama, abaixando-lhe o short e a calcinha, e meti minha pica por entre suas nádegas, fodendo com mais vontade do que a primeira vez. Tinha aquele tesão de mulata sobre a minha cama com o seu cabelo escuro balançando nas costas. As minhas mãos em cada nádega, ajudando nas enfiadas, e o meu caralho a entrar e sair por entre as tão desejadas coxas de minha empregada, até gozar como nunca antes, enchendo sua xoxota de tanto gozo que lhe escorria pelas coxas grossas e suadas. As trepadas foram ficando mais frequentes, e cada vez que estávamos sós era pretexto pra sacanagem rolar imediatamente. Quando não dava, eu esperava até de noite de madrugada e ia até o seu quarto, me meia na cama e apertava suas coxas até ela acordar pra podermos transar livremente. Sílvia nunca negava fogo e estava aprendendo muito mais de cama com ela do que com qualquer outra mulherzinha que tinha conhecido até então. Com ela não havia trepada sem tesão, cada uma melhor do que a anterior. Um dia em que toda minha família tinha viajado, cheguei em casa e encontrei a Sílvia conversando com Rosiane, que era outra empregada do prédio, mais ou menos da mesma idade, na cozinha. Ela tinha a pele mais escura do que Sílvia, e o cabelo negro encaracolado e longo. Em comum a mesma cara de sacana, e um bundão maravilhoso, com coxas até mais roliças. Ela vestia uma minissaia que deixava suas pernas grossas à vista e uma camiseta. Eu saí e escutei as duas conversando e rindo, imaginando que deveriam estar falando de mm. Fiquei no meu quarto, na minha até que escutei a Sílvia chamar, imaginando que talvez Rosiane tivesse ido embora e eu pudesse estar a sós com ela outra vez. Ao invés, encontrei as duas no quartinho me esperando. Sílvia foi logo anunciando: “Eu conversei com a Rosiane e queria te perguntar algo”, e nesse momento a Rosiane levantou a saia, exibindo um traseiro tão maravilhoso quanto o de Sílvia, com uma pequena marquinha de biquini sobre a pele marrom-escura pois não estava usando calcinha, “o que você acha do rabo dela? Eu contei como você gosta tanto de minha bunda e ela quer saber se você pode mostrar o que você sabe fazer com ela.” Eu estava alucinado, tinha mais uma bunda morena e gostosa na minha frente. Em seguida, a Rosiane ficou de quatro na cama e eu levantei a saia dela, começando a morder e beijar aquela bunda negra deliciosa. As duas iram, e eu passei a explorar a bucetinha dela, como fazia com Sílvia. Apesar de ter uma buceta mais apertada e menor do que Sílvia, era igual de gostosa. A sacana da Sílvia tinha convencido a amiga a entrar na sacanagem, e eu só tinha a agradecer pois a Rosiane era uma beleza de mulata com o mesmo nível de tesão na cama. Eu continuava explorando aquela xoxota nova e cheirosa, enquanto as duas conversavam animadamente: “E’ Sílvia, esse teu rapaz tem mesmo um dom pra chupar buceta, você ensinou bem!” “Esse safado gosta de bunda de mulata, ele vai passar horas lambendo o teu cuzinho, Rosiane!” Sem ligar para o papo das duas fui fazendo Rosiane se excitar a cada posição que já experimentara com Sílvia e ela começara a gemer. Nesse meio tempo, Sílvia tirara o short e a calcinha, e deitando de costas na cama ao lado da amiga, abrira as coxas e pedia: “Não vá se esquecer de mim, né? Come a minha buceta também!” Levantei a cabeça e tive uma visão incrível: duas morenaças de empregada com as colonas arregaçadas e suas xoxotas me convidando. Ataquei a xereca de Silvinha com a mesma fome, e pronto ia de uma à outra, fazendo as duas gemerem alternadamente. Diferenciava o gosto e o cheiro de suas bucetas facilmente e acariciava aquelas coxas maravilhosas esparramadas na minha frente. Até que Rosiane perguntou: “Eu acho que ele gostou de mim. Será que ele quer foder minha buceta também?”, “Lógico, Rosiane, esse rapaz é bem dotado, enfia que é uma beleza.” E assim, botei a Rosiane de quatro e ainda com a saia levantada enfiei o cacete naquela empregadinha gostosa e apertada. Sílvia me ajudava a foder a sua amiga, separando bem as nádegas dela e tirando-lhe as roupas. Em pouco tempo, o tesão de Rosiane era desenfreado: “Como tinha vontade de sentir esse teu cacete, depois de tudo que Sílvia me falou, continua, vai mais, vai!” Como não podia deixar de ser, Sílvia logo ficava com ciúmes, e também de quatro passava a me exibir o seu traseiro roliço à espera de meu pau. O tesão tinha se multiplicado mil vezes com a presença da Rosiane e nós continuamos numa transa em que tinha aquelas duas morenaças se enroscando em mim em várias posições diferentes; o cheiro, o cabelo, as bocas, as pernas e as bundas se misturando naquela cama apertada, até gozarmos os três. Continuamos deitados e dormi entre os corpos morenos e satisfeitos de Sílvia e Rosiane. Aquela tarde tinha sido maravilhosa e ainda não tinha acabado. Quando acordamos, fomos todos tomar banho num pequeno banheiro com chuveiro que ficava ali do lado do quartinho de empregada. Sílvia e Rosiane lavavam o meu corpo à quatro mãos e a minha felicidade era completa. De repente Sílvia começou a roçar aquela bunda fantástica no meu pau, que voltava a enrijecer apenas sentindo a pele suave de suas nádegas morenas. Ela apoiou as mãos na parede do banheiro e empinou a bunda e falou: “Mete ele no meu cuzinho, que você merece.” Depois daquela tarde, eu realmente merecia enrabar a bunda de Silvinha para fechar com chave de ouro. Afastei suas nádegas com carinho e penetrei o seu cl devagarzinho com a ponta. Fui arregaçando sua bunda cada vez mais até meter o cacete inteiro e começar a estocar a Sílvia por trás. A muito safada, adorava uma sacanagem e, apesar de qualquer dor inicial que pudesse sentir, sequer gemia, deliciando-se em tomar o meu caralho no seu cu. Rosiane apenas observava, olhando para a cara de tesão que Sílvia e eu tínhamos. Não demorou para o vai-e-vem tornar-se frenético e Sílvia gritar de tesão: “Ai, como é bom! Não para, enfia tudo!” Realmente, ela era a própria empregada do sexo. Mal começara a ficar bom, quando Silvinha falou para a Rosiane dar a bunda pra mim também. Ela falou que não tinha certeza pois não tinha feito aquilo antes, mas Sílvia a convenceu dizendo que eu ia botar só até a metade. Empinamos a bundinha de Rosiane, e com a ajuda experiente de Sílvia, fui enrabando também o seu cuzinho apertado de mulata. Levou um bom tempo para meter até a metade, mas com a supervisão de Sílvia, aquela bunda também foi sendo possuída por inteiro. Eu ia metendo mais e Rosiane gemia e xingava: “Ai, seu sacana, você está enfiando tudo, assim você vai arrombar o meu rabo!” E a foda continuou até sentir o corpo de Rosiane ardendo de tesão e prazer. Aproveitamos aquilo por mais um pouco, até que me virei para a Sílvia e falei: “Quero gozar na sua bundinha, Sílvia.” Se deliciando com a ideia, ela posicionou a bunda mais uma vez e enrabei a minha empregada mais uma vez até o gozar chegar quente e longo. Após o banho, Rosiane foi embora e eu fiquei deitado na cama com Sílvia. Nos dias seguintes, as transas com ela prosseguiram tão boas quanto antes. Nos dias em que ficávamos sozinhos por uns dias, ela chamava Rosiane para entrar na brincadeira, principalmente às tardes de Sábado como naquela primeira vez. Às vezes, arranjava com a Rosiane para ela subir quando Sílvia ia de compras e aproveitava para me concentrar naquele corpo mignon de morena levada, sem que minha empregada soubesse, para não rolar ciúmes. Passaram-se meses assim, até que um dia Rosiane foi morar em outra cidade, e Sílvia passou a morar em outra casa, até que outra empregada tomou conta por completo dos serviços da casa, e eu não mais a vi. Eu continuei a namorar normalmente, mas sem nunca esquecer das duas e das várias farras no quartinho ao fundo da casa, que só aquelas duas sacanas tinham me proporcionado tão bem...




