Já haviam passado mais de três meses depois que meu pai proibiu de ver meu avô.
Eu e minha irmã esperavamos o ônibus, um carro para perto e uma voz me faz tremer falando: oi meu amorzinho, quer uma carona pra escola?
Minha irmã sorri fala: é ele!
Falei que sabia, mas não ia olhar.
Ela acena negativa e o carro sai, tento evitar mas não consigo, começando a chorar.
Outro carro para e a mesma pergunta é feita, minha irmã sorrindo responde: ela ja ia se matar, (risos).
Ele abre a porta desce e me pega pelo colo, procurando minha boca não resisto e o beijo como louca, falando que o amava, mas estava com medo.
Ele pergunta se minha irmã que passar o dia conosco ou ir pra escola.
Ela, pergunta oque ganharia indo conosco, ele sorrindo responde, um dia maravilhoso.
Não consigo mais desgrudar dele, e ela sorrindo entra no carro.
Sorrindo ele pergunta se estava com saudades, bato levemente mó peito dele pedindo pra ele parar.
Vamos direto para um pequeno sítio a uns 15km da cidade.
Era simples apenas uma pequena casa um grande pomar e uma pequena piscina.
Mas dentro a casa era luxuosa ele falou que era de um amigo que cedeu pra ele passar o fim de semana.
Falei a ele que não tínhamos roupa além dos uniformes, ele olhou pra minha irmã e perguntou se ela tinha problema em usar uma camisa dele, ela apenas sorriu, então ele perguntou se eu tinha esquecido oque éramos um pro outro.
Respondi que não! Então pronto disse ele, tudo resolvido.
Fomos pro quarto e cada uma vestiu uma camisa branca, como sempre, saímos então chamei ele falando que não era pra ficar olhando pra minha irmã.
Ele sorriu, perguntando se eu tava com ciúmes do vô.
Respondi que, oque é meu é meu, mas como ela era minha irmã e amiga, ela quisesse ele estava liberado.
Fomos pra piscina e brincamos muito, notei os olhares dele pra minha irmã o corpo dela é mais desenvolvido que o meu, é isso me deixou com ciúmes,verá hora de acalmar ele.
Falei pra Renata que iríamos pro quarto conversar e ela ficaria na sala vendo TV.
Pegamos as toalhas nos enrolando e fomos direto pro quarto, Renata ficou na piscina disse que depois entraria.
Ele me deitou na cama puxou a toalha e eu já estava pronta então ele ficou de pé ao lado da cama fiquei olhando ele se despedir, era maravilhoso ver seu membro enorme e grosso, ficando duro.
Aquilo sempre me assustava e ao mesmo tempo me deixava louca de tesão, sentada na cama começo alisando sua rola enquanto ele acaricia minha cabeça guiando rumo a minha boca.
Devagar abro a boca para engolir o máximo que pudesse.
Minha saliva já era abundante fui beijando até chegar ao saco dele suguei com força, ele pediu pra eu ir devagar.
Fiz aquilo por várias vezes até que ele pediu pra me chupar, começando pelos meus seios que apesar de um pouco maiores após nosso último encontro o bico bainda não tinha formado direito.
Era maravilhoso, sua boca engolia meu seio inteiro e com a língua ele acariciava o bico.
Eu não queria nem saber se alguém ouvia, com a voz rouca gritava pra ele me comer.
Não queria perder tempo queria sentir ele dentro de mim.
Pedi pra ele sentar na beira da cama e sentei no colo dele direcionando seu pau bem no meu cuzinho.
Afinal era virgem ainda e ele comia somente minha bunda.
Apesar de já ter experimentado aquele rolão no meu cuzinho, fazia tempo e eu era escandalosa então quando sua rola começou a entrar eu gritava pra ele parar e pedia socorro.
Era delicioso em tudo, o meu desespero era mais um tesão que propriamente medo.
Mas, minha irmã não sabia disso, tanto que após alguns minutos ela abriu a porta " acho que pra me socorrer" me vendo sentada sobre aquela imensa rola e abraçada a ele, mordendo, beijando, ficou parada na porta espantada sem voz.
Eu continuava baixando o corpo engolindo aos poucos a rola dele qua apenas me acariciava.
Eu a cada centímetro que entrava, gritava, falava que estava doendo mas queria tudo.
Minha irmã continuou na porta observando tudo e eu sendo rasgada forçava o corpo até entrar tudo.
Finalmente entrou tudo e a presença dela alí na porta me deu mais tesão e mesmo doendo muito subi o corpo até sair quase tudo e baixei em seguida sem parar .
E a cada movimento meu corpo tremia, e eu alimentava o ritmo até que acelerei e cavalguei batendo minha bunda de encontro as pernas dele.
Eu ouvia o barulho, sentia a dor mas ao mesmo tempo era gostoso te tudo dentro de mim.
Por um bom tempo cavalguei até sentir que minha bunda estava ficando melada então gritei: Re estou gozando pelo cu, esse filho da putaaaaa, arrombou meu cuuuu.
Fui ficando tonta, e tudo rodou, ele rolou rápido ficando comigo na posição de frango assado e começou socar bem fundo e forte, eu já não sabia como me controlar pois ele tbem ficou louco e socava forte, até que urrou me chamam de putinha dele e encheu meu cuzinho de porra ele forçava tanto parecendo que ia vara do outro lado.
Gozamos loucos e finalmente ele pediu pra eu levantar, aí que percebi que a rola dele tinha uma mistura de fezes e sangue.
Ele perguntou se eu estava satisfeita, respondi que naquele instante sim, mas ele me devia mais de três meses de rola.
Ficamos no beijando enquanto Renata falava: mana tô assustada contigo, não sei como tu aguenta tudo isso tão nova.
Respondi que era meu vô que tinha me enfeitiçado pois já na primeira vez entrou tudo e lógico que teve um preço mas aguentei.
Eu e ele fomos para o banheiro e lá estava eu de. Em pé levando rola no cu novamente, mas dessa vez gozei mais rápido.
Tomamos banho banho e sair s, Renata ainda estava no quarto e quando ele saiu me carregando ela pode ver o real tamanho e grossura daquilo que eu acabará de aguentar.
Ela disse: por curiosidade posso medir , ele me olhou dei um olhar fulminante pra ele.
Ela sorriu e em seu a régua dela, medi e deram 23cm. Ela gritou: Garota tu é uma arrombada olha a grossura disso, não e nem pelo tamanho mas é muito grosso.
Deus me livre, tu desse tamanho, com esse corpo tu me assusta, imagina quando tiver a minha idade.
Respondi a ela que aguentaria a mesma coisa pois ele seria meu único homem.
Falei que tinha percebido a boca dela salivando, mas pra eu repartir ele, ela podia esperar e muito!
Ela respondeu: quem me ama sou eu manhinha não sou você, louca estamos em um sítio mas prefiro frutas, o cavalo pode ficar só pra você!
É lógico que naquele dia meu avô comeu a bucetona dela.
Mas depois. Eu conto!