Bom, chegando na casa de Patrício, ele me recebe no portão, e no pátio já dava pra enchergar 3 homens, fumaça na churrasqueira, cerveja à vontade, pagode tocando e o cigarrinho passando de mão em mão. Eu entro atras de Patrício que me apresenta: Pessoal, essa é a Diessica, trabalha ali na farmácia da esquina, é casada, então ninguém viu ela aqui… Diessica: esses são Juninho, Leandrao e Felipe, gurizada gente boa Cada um deles me beija e sem exceção olham para minha bucetinha repartida no shortinho vermelho. Eu estava totalmente constrangida e com medo do que Patrício tinha em mente. Patrício então me alcança uma cerveja e acende outro cigarrinho, que eles dividiam entre si, com os olhos vermelhos já. À medida que a carne ia ficando pronta iam comendo, e quando já não tinha mais no espeto, quase 1 da tarde, Patrício estava com seu cigarrinho na mão, sem camisa, só de bermuda curta de futebol, escorado no muro e me chama. Quando chego perto ele me puxa e me beija, ardente e sedutor. Eu me entrego, afinal todos sabiam que ele me comia já. Patrício me envolveu de um jeito que fiquei entregue, sentindo a mão dele na minha bunda por dentro do shortinho, dedinho dele pincelando meu cuzinho. De repente ele pára e me vira de costas pra ele e começa a morder minha nuca. Eu estava de olhos fechados toda arrepiada quando olho pra frente e estavam os 3 em silêncio, nos olhando e alisando o pau. Patrício sussurra no meu ouvido: - Vai lá no banheiro, tira a calcinha e me traz aqui. Não me pergunta porque, só faz. Como sempre, já tonta da bebida, eu fui quietinha, imaginando algum joguinho dele. Quando tirei a calcinha ela estava toda melada já. Quando voltei com ela amassada em minha mão pra ninguém ver, Patrício toma ela de mim e entrega pros amigos, manda eles cheirarem a calcinha e deixa com eles enquanto me leva pro quarto dele. Já no quarto, Patrício me senta na cama, diz que vai no banheiro mijar e já volta. Quando retorna eu estou do mesmo jeito, ele veio já pelado, com pau pingando xixi e já coloca na minha boca. Tudo isso com a porta aberta. Eu comecei a mamar ele, que segurava em uma mão o baseado e na outra um latão de cerveja. 10 minutos chupando ele para, pega no guarda roupa uma camisa velha e duas toalhas. Com a camisa ele vendou meus olhos, com uma das toalhas ele ata minhas mãos juntas pra frente e me manda ficar de 4, e com a outra toalha ele prende na que ja estava em mim e da uma volta, atando na guarda da cama. Quando ele saiu tentei me soltar e nao consegui, estava totalmente presa. - Agora tu espera ai dona Diessi, que vou ali fora beber um pouco e mais tarde volto. Eu pergunto o que ele ia fazer e nao escuto nada, ele nao responde. Ele saiu e eu fiquei de 4 ali presa. De repente sintou uma mão me alisando a bunda, fico em silencio só curtindo a mão me apalpando, mas quando pega na minha cintura noto a diferença de mão. Patrício com certeza estava com os 3 ali no quarto. Fico quieta para tentar ter certeza quando sinto meu shortinho sendo abaixado ate os joelhos, duas mãos fortes na minha cintura agarradas e um pau tentando encaixar na minha buceta que estava escorrendo já. Começa o vai e vem, bolas batendo em mim e eu já gemendo. Não era Patrício, pois ele me comia mais devagar e nesse ritmo ele gozava rápido. O cara me comia com força e 10 minutos para um pouco. Sinto uma mão gelada e fina em mim, um pau maior mas mais fino agora entrava e saia. Só podia ser Juninho. Bombou mais uns minutos e parou. Eu sabia que agora vinha Felipe, negro mal encarado e quieto. Dito e feito. Este me comia com mais raiva, me batia e puxava os cabelos. Ficaram mais de meia hora se revezando atrás de mim até que eu interrompo: - Deixa eu ficar deitada agora, não aguento mais minhas pernas. Ninguém falou nada. Me desamarraram, me deitaram de barriga pra cima, abriram minhas pernas e ataram minhas mãos novamente, braços bem abertos. Um deles subiu em cima de mim, jorrou um bafo de baseado na minha cara e começou a me comer no papai e mamãe. De novo veio um depois do outro, se trocando a cada dez minutos, até que sinto o menor, provavelmente Juninho se acabando dentro de mim. Sai de cima e ninguém mais veio. Ora, se um gozou, como iria continuar me comendo? Então resolvi abrir o jogo: - Me desatem, sei que estão os 4 aqui me comendo. Os 3 que restam não vão deixar de gozar né? Sinto uma mão me desatando, tiro minhas vendas e olho a cena: Patrício deitado, e Leandrão e Felipe de pé batendo punheta e puxando baseado. Tomo o baseado do Felipe, fumo e ordeno pra ele: - Tu foi o que me bateu né? Vou sentar no Patrício e tu vai comer meu cu! Leandrão fica de pé na cama pra mim chupar. Joguei fumaça na cara dele, entreguei o baseado e sentei no Patrício e esperei Felipe se encaixar. Leandro estava de perna aberta em cima de Patrício e de pé, com o pau na minha boca. Felipe achou meu cuzinho facinho e enterrou tudo de uma vez, quando eu comecei um vai e vem que sentia o pau de Patrício mexendo na minha buceta e Felipe arregaçando o meu rabo. Não aguento e começo a gozar e aumentar meu ritmo do vai e vem, e nessa mesma hora Patrício goza dentro de mim. Eu caio em cima dele, que fica com o pau dentro de mim parado e Felipe soca no meu rabo com força e começa a urrar alto e jorrar porra dentro de mim. Agora faltava só um. Leandrão desce da cama e me coloca de joelhos e começo a mamar ele até gozar. Nisso, Juninho entra no quarto e começa a bater uma dizendo que ia gozar de novo. Eu estava com a boca aberta de joelhos, leite escorrendo da bucetinha e do cuzinho ao mesmo tempo e Juninho começa a me dar leitinho na boca. Leandrão com a cena também goza e me lambuza a cara. Finalmente acabei com os 4. Patrício então levanta, coloca meu shortinho em mim e me deixa com os peitos de fora e fala pra irmos beber mais um pouco. Não me deixaram limpar a cara. Ficamos no pátio bebendo, as pessoas na rua passando e eu com os seios de fora e com a cara cheia de porra. Era noite quando lembro de ir pra casa. Patrício não me devolve a calcinha e me manda ir de shortinho apenas. Eles pegam um carro de um deles e me largam na esquina de casa. No caminho vim chupando no banco de trás. Pra minha sorte chego em casa e meu marido bêbado na sala, me beija na boca e continua bebendo, enquanto eu vou ao banheiro me limpar e tomar um banho. Patrício depois de uns meses se muda para Santa Catarina e nunca mais nos falamos…
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