Eu era a bobinha… e o cunhado me fodeu à força na cachoeira

Eu era a bobinha… e o cunhado me fodeu à força na cachoeira

Meu nome é Aninha. Sou loira, casada, e sempre fui a menininha certinha. Nunca traí, nunca fiz nada demais. Quando meu marido foi visitar a tia doente e me deixou na casa do irmão dele, eu fiquei nervosa. O cunhado era muito maior, mais forte e tinha um olhar que me deixava sem jeito.

No segundo dia sozinha com ele, eu perguntei toda tímida:

— Cunhado… tem algum lugar bonito pra gente ir? Tô morrendo de tédio aqui em casa.

Ele sorriu de um jeito que me deu um frio na barriga e falou da cachoeira. Eu top ei, achando que seria só um passeio inocente.

Quando chegamos, quase não tinha ninguém. Eu fiquei envergonhada, mas tirei o short e a blusinha devagar, ficando só com aquele biquíni minúsculo que meu marido tinha comprado pra mim. Senti o olhar dele percorrendo meu corpo inteiro — meus peitos grandes, a cintura e principalmente minha bunda redonda. Fiquei vermelha.

Entrei na água primeiro. Ele veio logo atrás. Eu estava com água até a cintura quando senti ele se aproximar por trás. De repente algo bem grosso, quente e duro encostou bem no meio da minha bunda. Era o pau dele. Bem duro. Eu gelei.

— Cunhado… o que é isso? — perguntei baixinho, voz tremendo, fingindo que não entendia.

Ele não respondeu com palavras. Segurou minha cintura com as duas mãos grandes e apertou o pau latejando contra mim com mais força, esfregando devagar entre minhas nádegas por cima do biquíni.

— Para… a gente não pode… — murmurei, mas minha bocetinha já estava ficando molhadinha, traindo meu corpo.

Ele me virou de frente, me olhou nos olhos e disse rouco:

— Você veio pra cá toda gostosa, de biquíni pequeno… agora aguenta.

Tentei sair, mas ele me puxou com força pra um canto mais escondido, atrás das pedras grandes. Meu coração batia disparado. Ele puxou o laço do biquíni de cima e meus peitos saltaram pra fora. Depois puxou a parte de baixo com um só movimento, me deixando completamente pelada.

— Cunhado… por favor… eu sou casada… — pedi, quase choramingando, mas minhas pernas estavam moles.

Ele não ligou. Abaixou a bermuda e aquele pau enorme pulou pra fora, grosso, cheio de veias, cabeça vermelha e brilhando. Era muito maior que o do meu marido. Eu fiquei assustada.

— Não… isso não vai caber… — sussurrei, bobinha.

Ele me pegou no colo como se eu não pesasse nada, me deitou na toalha sobre as pedras quentes e abriu minhas pernas com os joelhos dele. Eu tentei fechar, mas ele era forte demais. Sentiu minha bocetinha com os dedos e riu baixo:

— Olha como tá molhada essa xaninha… finge que não quer, mas tá pingando.

Ele se encaixou e empurrou a cabeça grossa com força. Eu gemi alto, sentindo ele me abrindo. Doeu um pouco, mas era tão gostoso que meu corpo tremeu.

— Ai… devagar… por favor… — implorei, voz manhosa.

Ele não foi devagar. Segurou meus pulsos acima da cabeça com uma mão e meteu tudo de uma vez, bem fundo. Soltei um grito abafado quando senti aquele caralho grosso me rasgando inteira. Ele começou a foder forte, batendo bem no fundinho da minha buceta, fazendo meus peitos pularem descontrolados.

— Que xana apertada… — rosnava ele, metendo cada vez mais bruto. — Agora você é minha putinha.

Eu choramingava, gemia, pedia pra ele parar… mas minha boceta apertava o pau dele, escorrendo tesão pelas bolas. Ele me virou de quatro, segurou meu cabelo como rédea e me fodeu ainda mais forte, dando tapas na bunda enquanto a cachoeira abafava meus gemidos.

— Diz que quer meu caralho, Aninha.

— Eu… eu quero… — acabei confessando, voz tremendo de tesão.

Ele meteu até eu gozar pela primeira vez, tremendo inteira, apertando ele lá dentro. Depois me fez sentar no pau dele e me segurou pela cintura, me subindo e descendo com força, me usando como uma bonequinha. Gozei de novo, e de novo, até ele finalmente me encher toda de porra quente, jorrando fundo dentro da minha xaninha.

Depois, ainda com o pau dentro de mim, ele sussurrou no meu ouvido:

— Esse fim de semana inteiro você vai ser minha. Toda vez que seu marido ligar, você vai estar com minha porra escorrendo de você.

E foi exatamente o que aconteceu.

Quero que voce me conte no privado se voce fosse meu cunhado o que gostaria de fazer comigo.

Foto 1 do Conto erotico: Eu era a bobinha… e o cunhado me fodeu à força na cachoeira

Foto 2 do Conto erotico: Eu era a bobinha… e o cunhado me fodeu à força na cachoeira


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Ficha do conto

Foto Perfil aninha2020
aninha2020

Nome do conto:
Eu era a bobinha… e o cunhado me fodeu à força na cachoeira

Codigo do conto:
262066

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/05/2026

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