Comecei a assistir, fui ficando muito excitada com aquilo tudo, não me dei conta do horário. E da louça que tinha ficado na pia para lavar.
Estava tão entretida que não ouvi a chave girar na porta, e nem meu marido entrando. Estava começando a me tocar, gemendo baixo, quando ouço:
- O que acha que está fazendo??
Travei na hora! Meu rosto estava vermelho de vergonha, abaixei a cabeça e não tive coragem de falar nada. Ele pegou o celular da minha mão e viu o vídeo...
- É isso que você quer?? Ser comida por 3 homens super dotados??
- Não senhor.... Eu só estava curiosa.
Nisso ele colocou a mão no meio das minhas pernas e sentiu. Eu estava pingando tesão. Encharcada.
- Tire toda a roupa. Dobre seu corpo sobre a mesa. E deixa essa bunda bem arrebitada.
- Senhor, por favor não me castigue...
Não consegui terminar a frase, levei um tapa na cara e um puxão nos dois seios que me fez perder o ar e me dobrar de dor.
- Enquanto não aprender a me obedecer, seu corpo vai sofrer as consequências. Faça o que mandei. AGORA!
Deitei nua sobre a mesa, ele passou uma tira de borracha por baixo, me prendendo. Prendeu minhas pernas abertas, uma em cada pé da mesa. E meus braços esticados para frente. Eu estava imóvel. E apavorada.
Deixou-me ali e foi buscar uma palmatória de madeira, grande e cheia de furos. Estremeci assim que soube o que ele ia fazer.
- Hoje sua bunda vai sofrer. Não terei dó. Contarei 100 de cada lado. Serão fortes, e vão deixar marcas. Muito provável que você não consiga sentar direito e nem tocar nela por alguns dias. Pode gritar a vontade. Pode implorar. Só vou parar no final da contagem.
Então ele começou. Deu uma palmada muito forte do lado direito. O calor foi intenso e instantâneo. Eu não precisava contar. Gritei... Chorei e implorei.
PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT
Ele estava indo rápido, num ritmo que nunca tinha usado comigo. Minha bunda ardia, eu tentava me contorcer, mas estava presa.
- Aiiiiii para, para, está doendo, desculpem-me senhor.... Aiiiiii Aiiiiii
PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT
- Por favor!!!! Não estou aguentando senhor.....
PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT
Eu chorava copiosamente, minha bunda em chamas. E então ele terminou.
Respirei num alívio, muito dolorida. Mas ele não me soltou. Foi na mesinha de cabeceira, pegou uma camisinha e um lubrificante.
Mas a gente não transava mais de camisinha... Não entendi.
Quando dei conta, ele estava lubrificando meu cuzinho...
- NAAAAOOOOOO, POR FAVOR!!!! NAOOO SENHOR, PERDÃO!!!! NÃO FAÇA ISSO!!!!
Mas ele não me ouvia. Estava determinado.
Meu cu todo melado, então eu sinto seu pau na entrada... Tentei contrair, para evitar a curra. Tomei um tapa, na minha bunda já tão machucada...
- Se continuar fazendo isso, vou dar mais 100. E depois vou comer seu cu de qualquer jeito. O que prefere?
- Por favor não me bata mais...
- Ótimo, agora me deixe terminar.
Voltou a pressionar seu pau contra meu cuzinho. Estava difícil, pois eu nunca tinha feito anal antes. Ele forçava, eu urrava de dor. Forçava, forçava, até que entrou toda a cabeça. Eu sentia que meu cu tinha sido arrombado. Uma dor intensa!! Ele continuou forçando até entrar tudo..
Me fodia com força e com raiva, como se eu fosse um animal. Minha bunda doía pelas pancadas, meu cu estava ardendo...
Para meu azar ele demorou até gozar... Foram uns 10 minutos de tortura.
Quando finalmente me soltou, eu estava toda marcada, aberta, vermelha... Me mandou tomar banho, mas tudo ardia. Eu só chorava.
- Da próxima vez, vou trazer mais um pra te foder a boceta enquanto como seu cu.
Um dia eu aprendo a servir meu mestre como verdadeira escrava.