Gabi, que namora há anos um grande amigo meu, Murilo, é completamente apaixonada por ele. Mas, segundo Clara, Gabi tem uma forma peculiar de expressar seu amor: ela vive contando para Clara e Rayssa que o pau do Murilo é tão grande que a machuca, e que ele quer sexo o tempo todo. Essa confissão, vinda dos lábios de Gabi, acabou despertando algo em Clara. Ela me contou, com um misto de vergonha e desejo nos olhos, que tem se sentido cada vez mais atraída por Murilo.
A confissão de Clara não parou por aí. Ela, em sua total confiança com Rayssa, admitiu que essa atração por Murilo a excita. Rayssa, embora surpresa, deu o conselho que qualquer amiga faria: se Clara realmente quisesse seguir em frente com isso, precisaria encontrar um jeito de manter tudo em segredo. Clara sabe, e eu também sei, que Murilo não pensaria duas vezes antes de pegá-la se tivesse a oportunidade. O problema é que agora ela está em um impasse, sem saber como fazer essa fantasia se tornar realidade.
Confesso que, na hora, a raiva me consumiu. Minha esposa, a mulher que eu amo, querendo se entregar a qualquer um, especialmente aos meus amigos? A sensação de impotência era esmagadora. Mas, como eu disse, a noite de ontem foi um turbilhão. Essa madrugada, enquanto a insônia me assombrava, acabei me perdendo em pensamentos. Imaginei Clara, de quatro, com aquela bunda maravilhosa erguida, e Murilo, com toda a sua força, arrombando-a. A imagem era tão vívida, tão crua, que me consumiu.
Minha mente, traidora e perversa, começou a trabalhar em cima dessa possibilidade. Eu sei que Clara é esperta. Ela tem essa doçura que esconde uma astúcia perigosa. E agora, com essa nova obsessão por Murilo, por causa do pau dele que Gabi faz questão de enaltecer, sinto que ela vai encontrar um jeito. Ela vai arquitetar algo. E o pior, ou talvez o melhor, é que eu sei que ela vai fazer isso. E eu, Fábio, estou aqui, sabendo que minha esposa vai me trair com meu amigo, e estranhamente, essa informação me excita de uma forma que eu não consigo explicar. A ideia de ser corno, de saber que ela está se entregando a Murilo por causa de sua virilidade descomunal, me deixa em um estado de excitação que beira o desespero. Eu sei que ela vai dar um jeito. E eu estarei aqui para ouvir tudo. Murilo. Meu melhor amigo. A ideia, antes um sussurro incômodo no fundo da minha mente, agora ecoava com uma clareza quase ensurdecedora. Não era ciúme, era algo mais primal, mais selvagem. Era a ânsia de ver Ana Clara desabrochar de formas que eu, talvez, não conseguisse explorar completamente. Era a fantasia de testemunhar a sua beleza, o seu desejo, sendo plenamente correspondido, amplificado, por mãos que não as minhas.
Eu a observava, deitada ao meu lado, o peito subindo e descendo em um ritmo tranquilo. Imaginava os dedos dele, traçando a linha suave da sua clavícula, descobrindo a maciez da sua pele. Imaginava os lábios dele, encontrando os dela, um beijo que começaria hesitante e logo se tornaria voraz, um espelho da paixão que eu sabia que ela possuía. E eu, Fábio, estaria ali, observando. Não como um espectador passivo, mas como o arquiteto dessa cena, o condutor desse êxtase.
Queria que ele a tocasse sem pudor, que explorasse cada centímetro do seu corpo com a devoção que ele merecia. Queria que ele a fizesse gemer, que a levasse a um ponto de não retorno, onde o prazer se tornasse uma onda avassaladora. Minha mente se perdia em detalhes: a forma como o corpo dela se arqueava sob o toque dele, os sons que escapariam dos seus lábios, a intensidade do olhar que ela trocaria com Murilo, um olhar cúmplice, carregado de desejo mútuo.
Fantasiava com o momento em que ele a despiria, peça por peça, cada retirada de tecido revelando mais da sua beleza, mais da sua entrega. Queria que ele a admirasse, que a adorasse, que a fizesse sentir a mulher mais desejada do mundo. E eu, deitado ali, sentindo o calor do seu corpo ao meu lado, me excitaria com cada toque dele, com cada suspiro dela. Era um paradoxo cruel e excitante: a minha própria excitação alimentada pela visão do meu melhor amigo com a minha esposa.
Imaginava Murilo entre as pernas dela, sentindo a umidade que eu tanto amava, a forma como ela se entregava ao prazer. Queria que ele a fizesse implorar por mais, que a levasse ao limite, que a fizesse esquecer de tudo, menos da sensação que ele lhe proporcionava. Clara se perderia nos braços de Murilo. Queria que ele a fizesse sentir a força do instinto, a profundidade do desejo, a entrega total.



Olava triste ou feliz realidade ksks. Impossível segurar uma gostosa dessas que ainda por cima é uma safadinha
Meu caro, uma gata dessas não pode ser de um homem só. Abs e ótimos chifres