Depois de um tempo chupando aquela bucetona rosa, cuja dona era extremamente branca, o marido pegou algo, que suponho ser um banquinho, subiu, sacou a rola pra fora e partiu pra cima da mulher. Eu estava quase gozando, mas não queria perder nada. O vizinho metia bem lento e bem fundo. Os gemidos da vizinha eram tão gostosos, que cada som que ela emitia eu sentia como se fosse algo quente me penetrando e me abrindo toda. Eu só pensava em estar lá e beijar a boca daquela mulher e acariciá-la enquanto ela era fodida.
"Come meu cuzinho, come". Foi a frase que me tirou do chão. Eu tremia. Que voz doce, que pedido. O marido tirou o pau da buceta da esposa, lubrificou com saliva e começou a enfiar, bem lentamente, no rabo dela. O gemido que ela soltava era letal, era um feitiço, um ímã de orgasmos. Dava pra ver que o marido estava se segurando pra não gozar. E ele não aguentou muito tempo. Foi fodendo o cú da esposa com firmeza, enquanto cheirava, beijava e chupava o tornozelo dela. Eu também estava ardendo de tesão. Em pouco tempo ele começou a urrar e meter com força. A vizinha abafou seus gemidos maravilhosos com a mão e deitou a cabeça pra traz. Ele socou por mais alguns minutos, depois saiu dela com rapidez e, gemendo muito, gozou esguichando muita porra sobre ela.
Eu saí dali, corri pro meu quarto, peguei meu dildo, enfiei, meti e gozei, gritando abafado no travesseiro. Agora toda vez que escuto essa vizinha falar, um tesão enorme percorre meu corpo e eu sonho em transar com aquela mulher, ou com os dois.
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