Fui passar sete dias na praia com uma amiga virgem, mesmo tendo quase 30 anos. Combinamos de dividir o quarto para economizar, e eu topei na hora – afinal, ela é tranquila, a gente se dá bem, e eu achei que não teria problemas. Só não contava com o meu tesão. O primeiro dia até que foi tranquilo. Chegamos, arrumamos as malas, descemos para a praia no fim da tarde. Bebemos caipirinhas juntas na barraca, rimos de besteira, e eu acabei dormindo cedo, exausta da viagem. Ela também. Tudo certo. Mas no segundo dia, meu corpo já estava subindo pelas paredes.
De manhã, coloquei um biquíni bem menor do que o do dia anterior – uma dessas peças que mal cobrem a bucetinha inchada e entram na bunda. Era azul turquesa, cavadíssimo, quase uma tira de fio dental. Meus peitos ficavam quase pulando para fora, minhas coxas grossas à mostra, e a parte de baixo entrava tão fundo que cada passo fazia o tecido roçar no meu grelinho saltado. Ela olhou para mim quando saímos do quarto e disse "amiga, você vai chamar atenção". Era exatamente o que eu queria. Na praia, me espreguiçava na canga de um jeito que meu quadril ficava empinado. Passava protetor solar devagar, esfregando as coxas de forma proposital, deixando as mãos descansarem por tempo demais na virilha. Quando ia entrar no mar, saía andando bem devagar da água, o biquíni grudado no corpo, transparente, marcando cada curva da minha bucetinha inchada. Eu via os olhares dos caras – e de algumas mulheres também – e isso só aumentava o mel que escorria entre minhas pernas. Cheguei a sentir meu grelinho pulsar sozinho enquanto estava deitada na areia, só de imaginar o que eles estavam pensando.
Voltamos para o quarto no fim da tarde. Ela pegou um livro e se jogou na cama ao lado da minha, de pernas cruzadas, toda inocente. Eu já estava louca. Minha bucetinha estava melada sem eu fazer nada – eu sentia o líquido escorrendo devagar pelas coxas, molhando o biquíni que ainda não tinha tirado. O grelinho pulsava num ritmo que parecia ter vida própria. Meu corpo se contorcia no colchão, eu virava de um lado, virava para o outro, apertava as coxas uma na outra tentando criar algum atrito. Ela nem olhava, absorta no romance água-com-açúcar que lia. Não aguentei mais. Olhei para ela e perguntei direto, com a voz safada: "amiga, você se importa de eu tocar uma siririca gostosa? Estou precisando muito". Ela levantou os olhos do livro com uma expressão horrorizada – a boca abriu, as sobrancelhas foram lá no alto, e ela soltou um "o quê?" meio engasgado. Adorei a reação. Era exatamente o que eu queria provocar. Sentei na cama de frente para ela, abri bem as pernas, e com um movimento lento e deliberado puxei o biquíni para o lado. Minha bucetinha inchada apareceu inteira – os lábios grandes e rosados, o mel escorrendo, e lá no alto, o grelinho saltado, durinho, pulsando. Mostrei bem para ela, apontando com o dedo: "isso aqui, amiga. É o meu grelo. Tá vendo como ele está duro?"
Ela ficou me secando com os olhos arregalados, vermelha, e respondeu com a voz pequena: "nem sei o que é isso". Mas os olhos dela não saíam da minha buceta. Ela devorava cada detalhe com um misto de curiosidade e choque. Eu vi que ela estava fascinada, mesmo sem entender. Então brinquei rapidinho com a minha xoxota na frente dela – só três movimentos circulares no grelinho com o dedo médio, que fizeram meu corpo inteiro tremer e um gemido baixo escapar da minha boca. Já estava quase gozando, mas me segurei. Sorri, levantei da cama, e fui para o banho com a bucetinha latejando, o mel escorrendo pelas coxas e um sorriso de putinha satisfeita.
Fechei a porta do banheiro, tranquei com aquele barulhinho que ela certamente ouviu do lado de fora. Me olhei no espelho: rosto corado, olhos brilhando, os biquinhos dos peitos já duros só de antecipação. Abri o chuveiro, mas não entrei embaixo da água quente ainda. Sentei na borda da banheira, peguei o chuveirinho e desliguei o registro principal – queria só o jato concentrado, forte, bem na minha buceta. Comecei devagar. Passei o chuveirinho pelos meus peitos primeiro, deixando o jato quente bater nos mamilos. Eles contraíram na hora, durinhos. Brinquei com eles com a mão livre, beliscando um, puxando o outro, enquanto o chuveirinho descia pela barriga. Quando chegou na minha bucetinha inchada, eu já estava escorrendo tanto que a água escorregava junto com o mel. Apontei o jato direto no grelinho saltado. O choque foi imediato – um prazer forte, concentrado, que me fez arquear as costas e apoiar a mão na parede. Ajustei a pressão no máximo. Movimentos circulares com o chuveirinho em volta do clitóris, enquanto a outra mão não largava os meus peitos, apertando, puxando, beliscando como se fossem de outra pessoa. Apoiei um pé na borda da banheira, abrindo bem a buceta para o jato. O som da água se misturava com meus gemidos que eu já nem fazia questão de esconder. Queria que ela ouvisse. Queria que ela imaginasse o que estava acontecendo do outro lado da porta. O orgasmo subiu rápido, forte, me pegou de surpresa. Meu corpo inteiro tremeu, as pernas sacudiram, e um esguicho quente se misturou com a água do chuveirinho, escorrendo pela banheira. Continuei com o jato no grelinho enquanto gozava, prolongando cada espasmo, até que não aguentei mais e desliguei tudo, ofegante, sentada na borda com a bucetinha latejando e os mamilos vermelhos de tanto apertar. Tomei meu banho quentinho depois, já pensando no dia seguinte. Faltavam cinco noites. E ela agora já sabe do que eu gosto – e ouviu o quanto eu gozei pensando nela me assistindo.

Uau, você provoca gostoso
Certeza que ela se alisou do outro lado da porta! Impossível resistir! Bjos, Ma & Lu