Cheguei cansado ao hotel mas com uma enorme vontade de sexo. Mas de sexo especial.
Procurei em várias páginas da região e depois de ver dezenas de anúncios, encontrei um que me chamou a atenção. O de Jessica, uma trans coroa brasileira que oferece serviços de dominação.
Vendo as fotos dela, fiquei logo de pau duro. Imaginei logo aquela deusa me possuindo e maltratando. Me levando aos limites enquanto me sodomizava. Era isso mesmo que eu necessitava naquela noite.
Contatei-a por WhatsApp e expliquei como era e o que procurava. Logo me respondeu que adorava dominar homens como eu. Que fosse rápido que estava com pau duro e muita vontade de me fazer sofrer.
Tomei um banho rápido, fiz a higiene necessária e logo corri para seu apartamento que ficava perto do meu hotel. A cidade é pequena pelo que tudo é pertinho.
Cheguei num edifício bonito numa área boa da cidade. Liguei e ela me mandou subir.
Quando me abre a porta vejo uma mulher imponente, bonita mas com cara de má. Me agarra a cara e diz que demorei e por isso vou sofrer. Quando tento responder, deu-me um tapa na cara. “Puta, você aqui não responde. Eu falo e você aceita. Entendeu? Já para o quarto!”
Fiquei um pouco assustado. Será que ela seria demasiado dominadora?
Chego no quarto e fico parado sem saber que fazer. “Tira sua roupa, maricon. Não estou para esperar mais”. Não falei nada e logo me despi.
Viro-me e ela está já com o pau de fora. “De rodillas (de joelhos) e chupa, seu inútil”. Obedeci e comecei a chupar aquele pau ainda murcho.
“Caralho, chupa em condições. Nunca te ensinaram a chupar, puta” e me agarra a cabeça com força. O pau crescia e ela enfiava com força. “Isso puta. Chupa a tua dona. Quero foder a tua garganta”.
O pau ficou bem duro e ela dava estocadas com mais força. Até que enfiou tudo e parou. O pau foi fundo na garganta e eu quase vomitei. Quis tirar o pau da boca mas ela não deixou. “Aguenta puta. Aguenta. Não queria ser dominada. Obedece à sua dona”.
Quando larga eu quase vomito no chão. Ela me agarra pelos cabelos e me olha nos olhos. “Se você vomitar, te dou um chuto nesse seu pau ridículo. Entendeu?” E voltou a me foder a boca. À bruta. Com força. E eu tentando aguentar. Mas já com lágrimas nos olhos.
Quando se cansou da minha boca, jogou-me para trás. Viu a minha cara de desespero e riu. “A puta achava que eu era uma dominadora soft. Agora está sofrendo. Parece uma cadelinha”. E riu.
“Para a cama, cadela. Agora vou-te arrombar como ninguém te arrombou”.
Me meteu de quarto, encapou o pau e logo enfiou. Sem carinhos ou cuidados. Meteu fundo e duro. Felizmente não era um pau grosso pelo que aguentei bem.
Ela riu e disse “puta velha. Já toda aberta. Aguenta bem”. E estocou muito. Sempre fundo. Sempre me xingando.
Paramos três vezes para eu poder ir no banheiro limpar pois com as fortes estocadas, acabava sujando um pouco. Mas ela não me pareceu preocupada. Creio que ate gosta de coisas mais duras mas não são o meu campeonato.
Depois das pausas, voltava sempre a foder com força. Acostumado, aguentava bem e fui até elogiado pela dona.
“Caralho como este cu aguenta. Você é puta boa de foder. Não como a que esteve aqui antes que só chorava.” Ai tive coragem de responder. “Sou puta experiente, minha rainha. Adoro servir um pau maravilhoso como o seu.”
Continuamos por quase uma hora. Ela aguentando o tesão sem gozar e eu adorando cada estucada. Sempre de quatro e sempre com a minha rainha dentro de mim.
Então me vira e coloca minhas pernas para cima. Enfia de frente e começa a arranhar o meu peito com suas unhas. “Caralho, escravo gostoso. Quero gozar dentro de você”. “Sim por favor”.
E não durou nem 2 minutos e aquela deusa começa a tremer de tesão. “Vai gozar comigo, puta? Vai gozar enquanto te arrombo?” “Vou sim, minha dona”. E aumenta a velocidade e o meu tesão vai ao máximo… e gozamos os dois. Que intensidade. Que loucura.
E ela cai na cama; do meu lado. Olhamos nos olhos e ficamos lado a lado durante minutos. Só respirando, sem falar. Depois me faz uma carícia na cara “foi bom demais”.
Quando recuperamos, a sua faceta de dominadora desapareceu. Ficamos a falar bastante tempo sobre a cidade, sobre o Brasil, sobre a sua vida. Trocamos vários beijos e ficou a promessa de voltar.





wagner, sim. Apesar de no início me ter asustado, foi mesmo muito bom. Penso que ela, com excelente profissional que é, foi descobrindo como eu me sentia mais confortável.
Parece que vc gostou muito
Tesão