A Noite em que Eu Não Voltei Inteira

Logo após as famosas enchentes no RS e retornando para casa. Decidi fazer um cadastro num site de relacionamentos. Um rapaz se interessou. Conversamos por semanas sem muita pretensão de nada, até avançarmos para o Skype. Ele, 22 anos mais velho que eu e mora no bairro ao lado. Um gentleman. Adorável. Trocamos algumas fotos, a coisa foi esquentando até que abrimos as câmeras.  Ele era lindo e tinha algo que nunca pensei achar: o pau era bonito. Era todo rosinha, delicado. Uma fofura de pau. Daqueles que dá vontade de dormir abraçada. Ele já estava totalmente nú enquanto eu estava me despindo sensualmente.  Eu, que adoro me exibir, primeiro coloquei uma legging bem justa e maiô. Depois uma saia bem apertada. O tesão foi subindo, ele falava muitas safadezas, xingava, chamava de puta e eu adorando ser apreciada por ele. 
Aí pensei com meus botoês: por que não real? Ele mora sozinho (até então kkk). Sugeri para ele que não acreditou.

Tomei um belo banho, depilei, passei creme e coloquei uma calcinha fio vermelha e um vestido (sem sutiã) bem justo, decotado e curto para me sentir gostosa. Combinamos e 2 horas da manhã peguei um Uber e fui até a casa dele que fica uns 5 km da minha. Que loucura da minha cabeça. Eu nunca o tinha visto presencialmente.  Fui ansiosa, com medo, frio na na barriga, mas muito, muito tesão.

Quando cheguei era uma mansão dentro de um condomínio de luxo da zona sul de Porto Alegre. Morri de medo. O tesão parece que havia sumido. Me senti vulnerável. Mas, para a minha sorte e que sorte, ele era do bem. Me recebeu no portão, entramos na sua sala que tava passando um filme porno na TV e o ar condicionado no quente, pois, fazia frio naquela noite. Fiquei tímida, sem graça e trêmula. Ele demorou para se aproximar. Viu meu nervosismo. Minhas mãos suavam. Ofereceu-me uma água, mas recusei (fiquei com medo que tivesse um boa noite Cinderela). Quase que pedi para ir embora.

Deixei a minha bolsa em cima de uma mesinha. E sentei no sofá. Ele veio devagar até mim. Não falou de imediato. Só ficou ali, perto demais para ser neutro, longe demais para ser invasivo. A mão dele não foi direto. Ficou no caminho por um segundo a mais do que o necessário. E foi exatamente esse segundo que fez meu corpo reagir antes de qualquer toque. Depois de alguns segundos, segurou minha mão. E só então perguntou se eu estava com medo — como se já soubesse a resposta antes de ouvir.

Ele estava excitantemente cheiroso e o clima daquela casa era muito afrodisíaco: meia luz, música ambiente, lugar lindo, decoração de luxo...lustres, fez me sentir uma princesa. Ele começou a passar as mãos na minha coxa e foi subindo, me fazendo ficar à vontade. Ele não dizia nada. Só me olhava como se estivesse tentando decidir até onde aquilo ainda era brincadeira… e até onde já tinha deixado de ser. A resposta não veio em palavras. Veio no espaço que desapareceu entre nós. E quando percebi, já não existia mais distância suficiente para hesitar. Tomei coragem, virei para ele e nos beijamos. E que beijo gostoso. Ele era cheiroso, tinha acabado de sair do banho. Um perfume maravilhoso. Durou um tempão esse beijo. Ainda de lado e "meio tortos", eu resolvi subir nele que estava apenas de bermuda e sem camiseta. Por cima dele, senti seu pau por cima da roupa e roçava nele enquanto nos beijávamos. O medo passou e o tesão era enorme. Eu estava muito quente.  Ele parecia tímido, me beijava, mas não avançava muito.  Não falava nada.  Nem parecia o mesmo das conversas e da chamada de vídeo. Aí tirei a minha boca da dele e pedi: - pega na minha bunda bem forte. Nossa Senhora, ele tinha uma mão, grande, um pouco áspera e muito forte que pegava quase toda a minha nadega. Ele comecou a dar tapinhas maravilhosos na minha bunda e eu adorei. A partir de então, ele começou a nos conduzir. Enquanto eu seguia roçando no seu pau e sendo acaricida no bumbum e ele tirou a sua boca da minha e abocanhou meus seios puxando vestido para baixo. Sua barba roçava levemente e me deixou louca (amo carinho nos seios). 

Gentilmente pediu para eu sair de cima dele. Fui para o lado, ele me posicionou na posição "frango assado", tirou meu vestido, me beijou e foi descendo bem lentamente (ele não parecia ter a mínima pressa e isso fez toda a diferença), roçando a barba e beijando meu pescoço, seios novamente, minha barriga (adoro), pulou para as minhas coxas e subiu para a minha bucetinha. Era uma calcinha bem pequeninha, fio e ele rasgou com a mão (que máximo). Ficou por alguns segundos passando o dedo e parecia estar admirando-a. Depois com sua língua quente e molhada comecou a lamber os grandes lábios, foi entrando, chegou na entrada da minha vagina até que "eureka", meu clitóris. Ele sabia exatamente onde estava. Dedicou muito tempo ali. Até que com uma mão acariciava meus seios e a outra introduzia dedos na minha vagina. Era maravilhoso. Eu não estava mais em sã consciência. Êxtase era o meu estado. Em alguns momentos, ele parava só para me olhar. E esses segundos eram piores do que qualquer toque. Porque havia algo no olhar dele que parecia dizer “eu sei exatamente o que você está sentindo agora”. E eu odiava… e adorava isso. Quando ele me tocava de novo, mais perto, mais presente, era como se ele estivesse me puxando para um lugar onde não existia controle nenhum. Só resposta. Só reação. Só corpo. O prazer veio crescendo de um jeito que eu não consegui mais controlar. Minha respiração já estava completamente descompassada, e meu corpo começou a reagir sozinho, como se tivesse perdido qualquer noção de comando. Meu quadril movia involuntariamente ao ritmo da sua língua quente e molhada. Eu tentava me conter, não por falta de vontade, mas por aquela mistura estranha de vergonha e desejo que faz a gente querer se esconder e, ao mesmo tempo, continuar exatamente ali. Me peguei mordendo os lábios, tentando não me entregar por completo aos gemidos que teimavam em sair de mim. Tive medo de parecer escandalosa.  Meu corpo começou a responder de forma involuntária. Eu já não decidia mais os movimentos,  só sentia. E isso me deixava num estado quase perigoso de entrega, como se eu estivesse sendo levada para um lugar sem controle de volta. Em algum momento, minhas mãos buscaram buscavam meus seios para acariciar, como se eu precisasse sentir algo concreto para não me perder completamente naquela onda. O toque era mais instintivo do que consciente, como uma tentativa de me ancorar enquanto tudo dentro de mim se desfazia em sensação. Ele continuava ali, presente demais, perto demais, e isso só intensificava tudo. Havia uma parte de mim que queria afastar, respirar, recuperar o controle… e outra parte que já tinha desistido disso há muito tempo. E foi aí que a contradição ficou clara: uma mistura de irritação e desejo subiu junto. Uma espécie de raiva passageira por ele ter conseguido me levar até aquele ponto tão rápido, tão fundo, tão sem defesa… como se ele tivesse descoberto partes minhas que eu nem planejava mostrar. Mas essa sensação durou pouco... Gozei uma vez intensamente...Ele não parava de me chupar. Perdi as forças.

Puxei ele pelos cabelos, olhei nos seus olhos e disse: - põe a camisinha bem rápido e me come. Lembra daquele medo inicial? Nem lembrava mais. Estava completamente entregue àquele homem maravilhoso. Ele me pegou no colo. E naquele silêncio, eu já sabia para onde aquilo ia. Tinha uma cama enorme e gostosa. Tirou a roupa e saltou seu pau para fora e veio para cima de mim. Me beijou e aos poucos sem eu me dar conta foi colocando seu pau em mim. Senti o calor e a pulsação dentro de mim, depois uma pressão, depois me preeenchendo que fez meu corpo perder qualquer referência de calma. Havia uma sensibilidade absurda em tudo. Pequenas mudanças de intensidade me faziam perder o ar por instantes curtos, como se eu estivesse sempre um segundo atrás do que estava sentindo. O mais intenso não era só o toque em si, mas a forma como ele me fazia perceber meu próprio corpo de um jeito diferente,  mais vivo, mais exposto, mais reativo. Tudo parecia amplificado. Eu me pegava completamente focada na sensação, sem espaço para pensamentos longos. Só percepções fragmentadas: calor que sobe, arrepios que cortam, respiração que falha, e o corpo que responde antes da mente entender o que está acontecendo. Estava muito gostoso. Eu não queria parar. Quando ele me puxou para mais perto e nossos corpos se encaixaram de verdade, senti uma mistura quase desesperadora de ansiedade e tesão. Meu coração batia rápido, minhas pernas estavam levemente trêmulas e, ao mesmo tempo, eu queria aquilo com uma intensidade absurda. O jeito como ele me olhava fazia eu me sentir exposta, desejada, vulnerável… e isso me excitava ainda mais. Mas, meu senso de responsabilidade falou mais alto e quando percebi estava tudo dentro e parei dizendo: - sem camisinha não, por favor. Ele com muito respeito, colocou a camisinha e começamos com um papai e mamãe delicioso com muitos beijos molhados e mordidinhas. Eu estava muito lubrificada e seu pau deslizava muito de forma viciante em mim. 

Eu já sabia o que vinha. Não porque ele disse… mas porque o jeito como ele respirava tinha mudado. No time certo, ele passou do modo romântico para o selvagem: me pegou pelo pescoço e disse: - tu veio porque quer pau né? então tu vai ter, vadia. Fica de quatro puta! E eu não resisti ao jeito como ele me falava e nos conduzia. Óbvio que fui uma vadiazinha muito obediente.  Fiquei de quatro, empinei bem o bumbum, abri bem as pernas e esperei aquele homem tesudo. Logo ele veio e de um jeito diferentemente intenso e absurdamente viciante (com os pés no colchão e não os joelhos) colocou seu pau de uma vez lá no fundo que cheguei a dar um gritinho. O pau dele é grosso, então roça bem forte em toda a parede da vagina em um ritmo que encaixava perfeitamente. Preencheu tudo. Depois com força me socou. Me arrombou deliciosamente com direito a tapas na bunda e puxões de cabelo. Aproveitei e comecei a me tocar. Ele era muito selvagem. Nunca havia sido comida daquele jeito. Metia e não parava. Por vezes doía. Mas, era uma dor boa, sem explicação. Ele não diminuía o ritmo nem por um segundo. Achei que ele ia gozar a qualquer momento. Mas, não.

Ele cansou. Sentou na cama e pediu para eu cavalgar (minha posição preferida). Fui em cima dele, tasquei um beijão e fui sentando naquele pau lindo e grosso. Dei umas reboladas e muitos beijos rolando. Comecei a cavalgar e coloquei meus seios na boquinha dele. Enquanto isso eu levava muitos tapas na bunda. Estava muito excitante e confortável e quase gozei mais uma vez enquanto estava aos beijos com ele. Logo depois, ele segurou o meu bumbum com muita força e começou a meter muito forte, rápido e fundo até eu ouvir sua respiração ofegante e um urrar de quem iria gozar e disse para mim: - toma meu leitinho sua vadia!  Ele disse gemendo: - vou gozar. No que eu respondi em tom de brincadeira: se gozar agora vai ter que me comer de novo. Eu me sentia poderosa de um jeito difícil de explicar. Cada arrepio dele, cada gemido contido, cada vez que fechava os olhos tentando aguentar mais um pouco fazia eu perceber o efeito que tinha sobre ele. Era como se meu corpo tivesse virado o centro do mundo dele naquele instante.  Quando percebi que ele estava perto do orgasmo, senti uma onda de satisfação crescer dentro de mim. Não apenas sexual, mas emocional também. A sensação de saber que fui eu quem provocou aquilo, quem levou ele até aquele limite, era absurdamente excitante. Ele gozou gemendo e tremendo. Ele perdeu o ritmo de repente, como se o próprio corpo tivesse deixado de obedecer. Enterrou o rosto nos meus seios e soltou um gemido rouco, profundo, daqueles impossíveis de fingir. Senti as mãos dele me apertando com força enquanto o corpo inteiro tremia contra o meu. 

Ficamos abraçados com o pau dele dentro de mim. Nos beijamos e saí de cima. Quando olhei para a camisinha era uma quantidade enorme de leitinho. O silêncio depois do beijo não era vazio. Era carregado. Como se qualquer palavra estragasse o que ainda estava acontecendo entre nós, mesmo sem toque. Agradeci baixinho, quase sem jeito, pela forma como ele tinha sido ao mesmo tempo firme e cuidadoso, intenso e presente. Eu estava exausta, mas estranhamente em paz. Eu estava acabada, mas, feliz.  Depois, sentou na cama e não me olhava nos olhos. Fui para perto dele e disse que estava tudo bem. Que eu tinha adorado. 
Após, tomamos um banho juntos e voltamos para a cama. Durante o banho nos beijamos, peguei no seu pau até ficar duro de novo.
Eu tinha um plano em mente: me ajoelhei, olhei nos olhos dele e disse: - eu não vim até aqui para não chupar essa delícia. Passei ele nos meus seios, no meu rosto com batidinhas e caí de língua passando de cima  a baixo, depois lambi o saco e por último com a boca cheia de saliva abocanhei quase todo ele e chupei com muito tesão. Eu estava adorando, mas percebi que não estava confortável para ele e decidi parar. 
Quando olhei o celular, já passava das 4h da madrugada. O tempo tinha simplesmente escorrido sem que eu percebesse.
Me vesti devagar, ainda sentindo o corpo pesado, e percebi com um leve sorriso que estava sem calcinha — tinha sido rasgada mais cedo e aquilo me trouxe de volta, por um instante, a intensidade da noite.
Ele ofereceu algo para comer. Sentamos e conversamos um pouco. O clima agora era outro, mais calmo, quase íntimo de um jeito diferente. Confesso que fiquei um pouco sem graça, como se estivesse reaprendendo a realidade depois de tudo.
Ele se ofereceu para me levar em casa, mas recusei. Não queria que aquilo virasse despedida formal. Foi então que ele fez uma revelação, de forma baixa, quase cuidadosa: disse que era casado e pediu para eu ir embora antes da empregada chegar.
Aquilo caiu como um choque silencioso no meio do que até então parecia leveza. Por alguns segundos, só fiquei em silêncio, assimilando.
Mesmo assim, não consegui deixar de pensar na intensidade da noite que tínhamos vivido — e no quanto aquilo tinha sido real para mim, independente de qualquer coisa.
Depois disso, conversamos mais algumas vezes. Mas a realidade, aos poucos, foi se impondo de novo. E eu entendi que era melhor não me envolver mais do que aquilo. Homens casados sempre trazem uma complexidade que não combina com o tipo de intensidade que eu vivi naquela noite.


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Comentários


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elcoincesto Comentou em 17/05/2026

Delícia de conto ...bjs




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262265 - Meu delírio (fictício) - Categoria: Fantasias - Votos: 0

Ficha do conto

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Nome do conto:
A Noite em que Eu Não Voltei Inteira

Codigo do conto:
262263

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
17/05/2026

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