O GAROTO DO ÔNIBUS

Vocês já trocaram olhares com alguém que parece que te olhava no fundo da sua alma? Eu sou uma pessoa que adora observar os outros quando estou dentro do ônibus. Gosto de ver como estão vestidas, o que estão fazendo e até imaginar o que estão pensando.
Ano passado, eu peguei um ônibus para ir para minha dentista fazer manutenção do meu aparelho. A minha dentista fica em outro bairro daqui de Salvador e a viagem costuma ser em torno de uns 30 minutos quando não encontro engarrafamento.
Entrei no ônibus e passei a catraca após pagar a passagem. No fundo do ônibus, vi um rapaz negro lindo. Ele tinha um corte moicano, olhos pretos, meio parrudinho e aparentava ser mais alto do que eu. Passei o olho nele e ele me viu olhando, fingi que não vi e continuei andando em direção ao meu assento.
A viagem foi chegando ao fim e ele se levantou para descer no ponto, fiquei observando ele na esperança de que ele me olhasse novamente. Ele olhou. Eu olhei. Ele desceu. E eu segui minha viagem pensando nele.
Fui para minha dentista como de costume e quando estava lá, decidi baixar o Grindr para tentar encontrá-lo. Era tudo suposição da minha cabeça. Não sabia seu nome, nem se era gay e muito menos se ele utilizaria aquele esgoto de aplicativo. Ao logar na minha conta, apareceu diversas contas e nenhuma delas era dele. Me frustrei. Logo, fui chamado pela dentista para ser atendido e fechei o aplicativo.
Após o atendimento, resolvi passar na casa da minha sogra para vê-la e por o papo em dia. Um tempinho depois, resolvi abrir o aplicativo para ver o que tinha por perto. Comecei a rolar a barra descendo até chegar ao limite de contas que podia ver e nada do menino. Pensei em usar aquela aba em que permitia você pesquisar por locais e tentei procurar nas imediações do bairro em que o rapaz desceu do ônibus. Ele deveria morar por ali…
Apareceu diversos perfis sem foto, fotos de homens que não achava atraentes, fakes e ali no cantinho estava ele.
Com a letra “O” era ele. A sua foto do perfil era ele no banheiro de ladinho mostrando todo seu moicano.
Tomei coragem e mandei um “Oi!”, seguido de “Era você o rapaz que vi no ônibus mais cedo e que desceu em xxxx?”. Aguardei uma resposta e em questão de minutos ele me respondeu. Disse que sim e que tinha me visto olhando pra ele.
Puxei assunto e rapidamente já estávamos conversando bastante. Trocamos número de whatsapp e a conversa seguiu por lá… por dias, nós dois conversávamos sobre absolutamente tudo. Conheci ele um pouco mais. Se chamava Otávio, era formado em Comunicação e fotógrafo.
Contei pra ele sobre mim também. Eu sou gastrônomo. Atualmente, sou professor de gastronomia.
Ele disse que adorava comer e perguntou quando iria cozinhar pra ele. Disse pra ele que conversaria com meu namorado e o chamaria um dia pra passar o dia conosco.
Na época, meu relacionamento estava aberto e eu havia contado pra meu namorado sobre Otávio. Coloquei Otávio lá em cima, falei sobre os interesses em comum com meu namorado e que seria uma oportunidade bacana para finalmente fazermos um sexo a três. Meu namorado adorou a ideia e marcamos pra Otávio passar um fim de semana conosco.
No sábado daquela mesma semana, Otávio veio para nossa casa. Fui o anfitrião e apresentei Otávio para meu namorado. Eles se deram muito bem, deixei os dois muito à vontade e fui na cozinha buscar água. Papo vai, papo vem, eu já estava morrendo de vontade de fuder e os dois papeando sobre a área da cultura do governo do estado. Confesso que adoro conversar, mas naquele momento meu interesse era usar a boca pra outras coisas!
Então, fui me aproximando dos dois e comecei a fazer carinho em Otávio. Agora, consegui vê-lo com muita mais calma.
Ele estava usando uma blusa regata marrom que combinava com a pele dele de chocolate e um short preto, sua altura era de quase 1,80, panturrilhas grossas, pernas peludinhas, barriguinha de leve, tinha um pouco de barba, um olhar sensual e uma boca roxa bem carnuda. Aquela boca de quem gosta de fumar um verdinho. rs
Já meu namorado parece um índio. Ele é bisneto de indígena e tem muitos traços. Seu cabelo é preto e liso, sua cor é negra amarronzada (famoso moreno jambo), magro, sem pêlos, 1,70cm, lábios finos, nariz grande de negro.
Não demorou muito e começamos a nos beijar. Meu namorado assistia aquilo e se aproximava aos poucos. Peguei em sua mão e puxei Otávio em sua direção. Os dois se beijaram e eu já estava duro de tesão.
Os chamei para o quarto e deitamos os três na cama. Ficamos um bom tempo nos beijando e pegando um no pau dos outros. Estava ansioso para ver como era o pau de Otávio. Parecia ser bem grosso.
Fui o primeiro a ficar nu e pedi para que eles também ficassem. Os dois me obedeceram e comecei a olhar para o pau do nosso convidado. Não era grande, mas era muito grosso. Nossa! Salivei só de imaginar aquela pica na minha boca. Era um pau preto, da cabeça roxinha, grosso, reto, deveria ter uns 17cm, mas que compensava sendo bem grosso. O pau dele era muito mais grosso que o meu. E tinha uns pelinhos deliciosos.
Já o pau do meu namorado também não é grande. Ele tem 16cm, pau reto, lindo. Aquele tipo de pau de filme porno. Todo proporcional. Seu saco é grande e pesado. Adoro. É o famoso pau de marido. Aquela pica confortável e acolhedora.
Enfim, agora que já fiz o descritivo das duas picas que estavam na minha cama, vou continuar contando minha história. Eu gosto de dar detalhes das minhas histórias (vocês não aguentariam conversar comigo pessoalmente).
Como um bom anfitrião, cai de boca na pica de Otávio com gosto. Lambi seus pentelhos, chupei seus ovos, mamei sua pica com muito carinho e com meu rabo todo empinado pra meu namorado chupar. Imaginem a cena.
Depois, inverti o lado e passei a chupar a pica do meu namorado e deixei Otávio brincar com meu cuzinho. Ele lambia meu cu e descia em direção ao meu saco. Subia novamente e depois descia. Aquilo me deixava louco. Meu cu piscava tanto. Até a hora que ele caiu de boca no meu pau.
Como comentei com vocês no meu conto anterior, meu pau é curvado para baixo. Não sei explicar, mas quando estou de 4 sinto muito mais tesão quando sou mamado por trás.
Eu dei um gemido alto com a pica do meu amor em minha boca. E Otávio sugava meu pau com tanta maestria. O safado sabia exatamente o que estava fazendo. Meu namorado me vendo delirar de prazer começou a socar a pica dele na minha garganta com força. Me senti uma verdadeira puta sendo alimentada por dois machos.
Parei e disse que queria assistir eles transando. Sentei na cadeira e comecei a mandar nos dois.
Pedi pra eles se beijarem. Em seguida, para que meu namorado chupasse Otávio todo. Depois, para que ele ficasse de 4 e que o rapaz chupasse seu cu e enfiasse os dedos.
Eles me obedeciam. Pareciam adorar me servir. Eu achava excitante tudo aquilo. Era nossa primeira transa a 3 e eu tinha que realizar meu maior desejo. Ver alguém fodendo meu namorado.
Então, falei que queria ver Otávio fudendo meu namorado. Meu namorado continuou de 4 e dei uma camisinha e lubrificante para que Otávio enfiasse aquela pica nele.
A pica dele já estava na porta daquele cuzinho e eu assistia sem piscar os olhos. Cada segundo importava. Queria ver aquele cu ser arrombado por aquela pica grossa.
Pedi para que começassem. Ele pegou a rola dele e colocou na porta do cuzinho do meu bebê. Ele estava gemendo só com a cabecinha na porta. Até a pica entrar toda, demorou e tivemos que usar bastante lubrificante. Não queríamos que ninguém sentisse dor.
Depois que o cu já estava acostumado com aquela pica. Pedi pra que ele metesse no meu namorado com gosto e assim ele fez. Meu namorado estava cada vez mais empinado, levando pica e gemendo. Fui para frente e soquei minha pica na sua boca. Queria ver aquela puta gemendo na minha rola.
Enquanto isso, Otávio metia nele e me olhava nos olhos. Me aproximei dele e tentei beijá-lo. Não deu muito certo e paramos de nos beijar.
Estávamos os 3 suados. Eu saí da boca do meu amor e fui em direção a Otávio. Vim por trás, coloquei uma camisinha e lubrificante e tentei enfiar minha pica no seu cu. Ele deu uma gemida e aparentemente aquele cu já tinha visto picas maiores que a minha. Ela entrou sem muita dificuldade.
Comecei a comer ele devagarinho pra não atrapalhar os dois.
A foda continuou dessa forma por uns 10 minutos até que meu namorado gozou sem tocar no pau. Ele tem essa sorte de quase sempre gozar sem se tocar. E eu o invejo muito!
Ele saiu e deitou na cama. Pediu pra gente continuar e disse que iria assistir.
Deitamos de ladinho e fui socando minha pica no cu de Tavinho. Beijava sua boca, batia uma na sua pica, chupava seus peitos e depois mordia seu pescoço.
Não costumo falar muito durante o sexo, mas nesse dia chamei ele de cachorra. Ele gemia no meu ouvido e pedia pra socar a pica toda no cuzinho dele. Sentia meus ovos batendo e um calor. Estava todo suado.
Punhetei ele com vontade e ele me disse que iria gozar. Soltei minha mão da sua pica e segurei ele pelo pescoço. Dei como se fosse uma chave de braço e soquei minha pica naquele rabo preto sem dó. Ele gritava dizendo que iria gozar. E eu feito um animal, fingia não ouvir. Continuei metendo, metendo, metendo… ele gemeu alto e eu só senti a porra dele escorrendo entre nossas pernas.
Eu continuei metendo nele e avisei que ia gozar também. Aaaaaaaah! Gozei tão gostoso que nem consegui tirar minha pica de dentro dele. Deixei ela ali. Paradinha. Esperando ela amolecer, mas o cuzinho dele piscava como se quisesse me expulsar e como um bom convidado, soube a hora de dar tchau.
Ficamos os três ali deitados, pensando e rindo da situação. O quarto cheirava a sexo, suor e esperma. Estávamos cansados. Aquela brincadeira tinha durado umas duas horas contando desde o momento dos beijos até o climax. Meu estômago roncou. Avisei que ia tomar banho e deixei os dois lá na cama.
Tomei banho e os dois estavam juntos deitados abraçados. Achei uma cena romântica.
Fui em direção a cozinha e abri minha geladeira. Eu já tinha deixado um camarão fresco descongelando e avisei aos dois que iria fazer bobó de camarão para almoçarmos.
Coloquei uma playlist de Gal pra tocar e comecei a cozinhar. Fiz um arroz, farofa de dendê, vinagrete, molho de pimenta e um bobó caprichado com muito camarão. Pedi para que os meninos arrumassem a mesa e levassem os talheres.
Sentamos os três à mesa, ouvindo Gal, comendo camarão e tomando um vinho branco. Foi uma tarde maravilhosa.
Conversamos sobre muitas coisas durante o almoço e após o almoço, limpei a cozinha, escovamos os dentes e tiramos um cochilo de cueca.
Quando acordei, os dois ainda dormiam. Fui em direção ao pau de Otávio e a fiz crescer na minha boca. Acordei e mamei aquela pica com um desejo descomunal. Eu conseguia engolir aquela pica com mais facilidade agora. Queria sentir seu saco batendo no meu queixo.
Ele segurava minha cabeça e empurrava contra o seu pau. Não demorou muito e ele gozou na minha boca. Era sua forma de me agradecer por aquele dia.

Foto 1 do Conto erotico: O GAROTO DO ÔNIBUS


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262199 - O ATENDENTE TATUADO DA PASTELARIA - Categoria: Gays - Votos: 9

Ficha do conto

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Nome do conto:
O GAROTO DO ÔNIBUS

Codigo do conto:
262296

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
17/05/2026

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