Segredos do Caixa 2: A debutante e o quarentão

Oi, meus amores!

Desculpem pelo meu sumiço, mas prometo que vou tentar retomar a frequência dos contos e deixar vocês bem excitados de novo. Pra quem não me conhece ainda,sou a Bruna, tenho 25 anos, uma baixinha de 1,53m de pura tentação, morena de cabelos longos que caem até minha cintura. Depois de algum tempo estou de volta, um pouquinho mais experiente haha e muito mais putinha

Se quiser me mandar uma mensagem, uma foto, um presente ou só dizer um oi, pode entrar em contato comigo pelas mensagens do site. Quero agradecer de coração por cada punheta, cada siririca em minha homenagem… vocês não fazem ideia do quanto me deixam feliz e excitada com isso!

Amo vocês, meus safadinhos

Vamos pro conto…

O despertador tocou às seis e meia da manhã. Abri os olhos devagar, sentindo o sol tímido entrando pela janela do meu quarto,Mais um dia no caixa daquele mercado que já conhecia tão bem.

Levantei, fui até o banheiro, tomei banho. Água quente escorrendo pelo meu corpo, mãos deslizando pelas curvas que eu sabia que causavam tanto alvoroço. Meus seios durinhos, minha cintura fina, minha bunda empinada que chamava atenção até quando eu não queria.

Enquanto me secava, olhei para o espelho. Uma baixinha de 1,53m, cabelos longos e escuros ainda molhados.

Fui até o armário, peguei o uniforme: blusa rosa do mercado, calça legging preta coladinha. Vesti a legging, vi como ela marcava cada curva, cada contorno do meu corpo. Minha bundinha ficava empinada, perfeita. A blusa rosa justa marcava meus seios.

Me dirigi ao mercado, no caminho pensava:

O que eu ouviria hoje?

Cheguei ao mercado, a Tia Rose me olhou quando passei pela porta.

Tia Rose: — Bruna, que linda você tá hoje, meu amor — ela disse, ajustando os óculos.

Eu: — Obrigada, Tia Rose — respondi, sentindo o rosto aquecer. — Você tá me deixando sem graça.

Tia Rose: — Sem graça nada. Você é bonita e tem que saber disso.

Fui para o corredor,limpar a prateleira de enlatados como o seu Paulo me pediu, tirando poeira e verificando se não havia produtos fora do prazo de validade

Senti uma presença atrás de mim, de repente um braço envolta da minha cintura e uma mão indo de encontro a minha bucetinha sobre a calça legging

Cliente Safado: — Nossa, Bruna… hoje você tá uma delícia

Virei rápido. Era um cara que vinha no mercado com frequência, era amigo do seu Paulo e era conhecido no bairro por ser tarado

Eu: — O que você tá fazendo? — exclamei

Cliente Safado: — Tô analisando essa bucetinha, você é toda pequenininha deve ser muito apertadinha

Eu: — Sai fora! — empurrei ele, mas minha bucetinha bem que gostou daquela mão boba

Ele riu e foi embora.

Voltei para o caixa. O dia seguiu com suas provocações.

Um cliente se aproximou, passando as compras.

Cliente Safado 2: — Tá bem gostosinha hoje

Eu: — E vc bem sem noção— respondi.

Cliente Safado 2: — Calma, foi só um elogio.

Eu: — Tá bem então

Outro se aproximou, mais discreto.

Cliente Safado 3: — Essa blusa rosa te deixa linda — disse ele

Eu: — Obrigada — respondi, mantendo o olhar.

Um rapaz mais novo chegou, olhando para o chão, muito tímido.

Cliente Safado 4: — Eu… eu só queria dizer que você é muito bonita — ele gaguejou. — Não quero ser inconveniente nem nada, mas… eu penso em você às vezes. Quando tô sozinho.

Eu: — Obrigada moço — respondi, mais suave.

Cliente Safado 4: — Desculpa — ele corou e foi embora.

Outro, mais ousado:

Cliente Safado 5: — Ei, Bruna, você tem um Whats? — perguntou — Queria ver mais fotos dessa sua bundinha gostosa e quem sabe te mandar umas de como você me deixa

Eu: — Não tenho nem whats e nem interesse nisso — respondi, seca.

Cliente Safado 5: — Que pena.

E assim seguiu o dia. Algumas provocações leves, outras mais pesadas. Eu fingia indignação, mas por dentro eu estava excitada. Cada comentário, cada olhar, me fazia sentir poderosa. Desejada.

Foi perto das 10 que ele apareceu pela primeira vez.

Rodrigo.

Aproximadamente 46 anos, cabelos grisalhos nas têmporas, porte elegante. Não se encaixava ali. Colocou as compras no balcão

Rodrigo: — Boa tarde — disse, olhando nos meus olhos. Não nos meus seios. Nos meus olhos.

Eu: — Boa tarde — respondi

Rodrigo: — Você é?

Eu: — Bruna

Rodrigo: — Meu nome é Rodrigo, estendeu a mão. — Você é muito mais bonita quando sorri.

Eu: —Obrigada

Ele voltou na quinta-feira. Mesmo horário. Mesmas compras.

Eu: — Você de novo — disse eu, surpresa.

Rodrigo: — Bom te ver— ele sorriu. — Parece que eu tenho um motivo para voltar aqui agora.

Eu: — E qual seria?

Rodrigo: — Ver você sorrir.

Fiquei sem graça com a situação, tinha algo nele que era diferente dos demais

Rodrigo: — Posso te fazer uma pergunta?

Eu: — Pode.

Rodrigo: — Você gosta dessa atenção toda? Os olhares, os comentários?

Fiquei sem reação. Ninguém nunca havia me perguntado isso.

Eu: — Eu… — tentei responder, mas travei

Rodrigo: — Não precisa responder — ele sorriu.

Engoli seco, ficou claro que no fundo ele sabia que eu gostava daquilo

Rodrigo: — Até mais, Bruna — ele disse, pegando as sacolas.

E saiu de novo.

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Na terça-feira seguinte, ele apareceu de novo. Desta vez, comprou um chocolate e disse que era para mim

Rodrigo: — Para a moça do caixa — disse, colocando sobre o caixa

Eu: — Você não precisava… — murmurei, sentindo o rosto corar de verdade.

Aquele simples ato me chamou atenção de verdade

Rodrigo: — Então gosta de ser desejada — ele sorriu, sabendo a resposta.

Rodrigo: — Me chama no whats— disse ele, deixando um papelzinho. — Só se quiser.

E saiu.

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Mandei mensagem naquela mesma noite. Estava deitada na cama, nua, mas não me toquei. A imagem dele, a voz dele, a forma como me olhava… já era suficiente.

Rodrigo: — Eu sabia que você iria chamar— ele respondeu

Eu: — Como?

Rodrigo: — Porque você sente o que eu sinto.

Conversamos por horas. Ele perguntava sobre meus sonhos, minha família, meus medos. E quando a conversa fluiu de forma simples e natural

Rodrigo: — Imagino como deve estar linda agora.

Eu: — Talvez eu esteja…

Rodrigo: — Como?

Eu: — Peladinha

Rodrigo: — Nossa…ele respondeu

Eu: — Vem me buscar amanhã, na frente da minha escola perto das 13h

Rodrigo: —Por quê?

Eu estava decidida, queria transar com aquele homem


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No outro dia ele veio até o local que combinamos e no horário que combinamos, invés de entrar na escola eu fui parar no carro dele

Rodrigo: — Você está linda nesse uniforme

Eu parti para cima dele, beijando sua boca e ele não pode se conter mais, começou me beijar e foi descendo suas mãos lentamente explorando meu corpo, beijando meu pescoço suavemente me fazendo ensopar minha calcinha

Então, ali no carro mesmo com aquele Insulfilm escuro e parado em frente a minha escola, Rodrigo começou me despir


Rodrigo: — Seus peitos são perfeitos — murmurou, beijando cada um, sugando meus mamilos até eles ficarem durinhos

Eu: — aaaaah— gemi, arqueando as costas no banco do carro

Ele desceu pela barriga, beijando cada centímetro, lambendo minha pele. Quando chegou à cintura da minha legging, puxou-a devagar, revelando minha calcinha encharcada.

Rodrigo: — Alguém já tá molhadinha… — ele sorriu, olhando para cima, nos meus olhos.

Eu: — É sua culpa… — respirei.

Rodrigo: — Vou deixar você mais molhada ainda.

Ele puxou a calcinha de lado e mergulhou sua língua na minha bucetinha. Gritei, não esperando pela intensidade. Sua língua foi lenta, precisa, explorando cada dobra, cada ponto sensível. Ele lambia minha entrada, subia até meu clitóris, circulava, sugava, voltava.

Eu: — Rodrigo… meu Deus… — gemi, mãos segurando seus cabelos grisalhos.

Rodrigo: — Você tem gosto de mel… — ele murmurou contra minha pele, dedos entrando em mim, sentindo minha bucetinha molhadinha. — Tão apertadinha… tão perfeita…

Ele acelerou a língua, dedos movendo-se em mim, massageando meu ponto G. Eu gemia sem controle, pernas tremendo, corpo se contorcendo.

Eu: — Vou gozar… Rodrigo… vou gozar… — avisei, sentindo a onda subir.

Rodrigo: — Goza, amor… goza na minha boca… — ele intensificou, dedos acelerando, língua pressionando meu clitóris.

Explodi. Corpo inteiro tremendo, ondas de prazer me consumindo. Ele continuou, sugando cada gota, prolongando meu orgasmo até eu não aguentar mais.

Rodrigo: — Vamos para minha casa

Ele baixou a calça e a cueca, sorrindo, beijando minha boca. Eu senti meu próprio gosto em seus lábios.

Rodrigo: — Você é deliciosa — ele disse

Seu pau estava duro, grosso, pulsando.

Rodrigo: — Você quer? — perguntou, olhos nos meus.

Eu: — Quero.

Ele agarrou nos meus cabelos e me colocou para chupar seu pau enquanto dirigia em direção a sua casa

Rodrigo: — Meu Deus… você é demais… — ele gemia

Eu tentava colocar tudo na boca e as vezes engasgava o que deixava ele ainda mais louco de prazer

Rodrigo: — Que boquinha perfeita— ele disse

Chegamos na sua casa e entramos

Nos despimos ali mesmo na sala de estar e ele me jogou no sofá

Ele colocou seu pau na entradinha da minha bucetinha e começou a me penetrar lentamente

Ele acelerou, mas mantendo o ritmo controlado. Me segurou pelos quadris, puxando-me para encontros seus movimentos.

Rodrigo: — Você é tão gostosa… tão apertada… — ele gemia, olhando para seu pau entrando e saindo da minha bucetinha. — Olha como meu pau entra nessa sua bucetinha linda… olha como ela me recebe…

Eu olhei para baixo, vi onde estávamos conectados, e a visão me excitou ainda mais. Ele socava forte fazendo seu pau tocar em lugares que eu nem sabia que existiam e me fazendo gemer feito uma putinha

Eu: — Ahh! Ahh! Ahh! Isso... isso... me come... me come todinha…

Rodrigo: — Porra, você é gostosa demais…Nossa como você é apertadinha

Rodrigo: — Tá gostoso meu pau arrombando você?

Eu: — Tá uma delícia, mete gostoso em mim vai, me arromba todinha

Rodrigo continuou fodendo minha bucetinha com vontade, arrombando ela sem dó, eu sentia ela se esticando cada vez mais com o seu pau dentro de mim o que me fazia ter uma sensação maravilhosa

Ele beijava minha boca enquanto arrombava minha bucetinha, até que ele ouviu a frase que qualquer homem naquela situação gostaria de ouvir

Eu: — Quer foder meu cuzinho?perguntei, olhando para ele com um olhar de putinha submissa


Rodrigo engoliu seco, a garganta fazendo um barulho audível de desejo contido. Seu pau, que já estava duro como pedra, seus olhos brilhavam e a expressão no seu rosto era de alguém que não acreditava no que acabará de ouvir

Rodrigo: — Você tá falando sério, Bruna?


Eu: — Sim — sussurrei, virando de bruços no sofá da sala dele, levantando minha bundinha empinada como um convite impossível de recusar.

Eu: — Quero sentir seu pau grosso entrando no meu cuzinho, Rodrigo. Quero você me fodendo sem dó, me usando, me transformando na sua putinha particular. Vem. Me come. Me arromba todinha até eu não aguentar mais.

Ele soltou um gemido animal, quase um rosnado, e agarrou minhas nádegas com as duas mãos grandes e fortes, espalhando-as com uma urgência que me fez arfar. Ele me abriu, expôs meu cuzinho apertadinho, aquela entrada pequenina que pulsava de tão excitada

Rodrigo: — Porra, Bruna… olha isso… que visão mais linda, mais perfeita… — ele murmurou, a voz embargada.

Rodrigo: — Seu cuzinho tá pulsando, amor… tá pedindo pau…

Senti primeiro o calor da língua dele. Quente, molhada, habilidosa, circulando minha entrada em movimentos lentos e precisos, me preparando, me relaxando, me enlouquecendo. Ele lambia meu cuzinho com uma vontade que me fez ver estrelas, enquanto dois dedos voltavam à minha bucetinha molhada, escorrendo, massageando meu clitóris com uma pressão perfeita.

Eu: — Aaaah… meu Deus… Rodrigo… que delícia… que delícia… — gemi alto, enterrei o rosto no braço do sofá, mordendo o tecido para não gritar demais, arqueando as costas como uma gata no cio.

Eu: — Nossa… sua língua… tá tão gostosa…

Ele continuou, alternando entre lambidas longas e circulares no meu cuzinho e dedos que entravam e saíam da minha bucetinha, me deixando completamente entregue. O som molhado, delicioso de sua boca e dedos me trabalhando preenchia a sala silenciosa, misturado aos meus gemidos descontrolados.

Rodrigo: — Tá prontinha, amor? — ele perguntou, levantando o rosto, os lábios brilhantes, os olhos escuros de desejo.

Rodrigo: — Tá pronta pra sentir meu pau arrombando esse cuzinho lindo?

Eu: — Tô pronta… — eu ofegava, as pernas tremendo, o corpo inteiro vibrando de excitação.

Eu: — Mete, Rodrigo. Mete seu pau grosso no meu cuzinho. Me arromba.

Ele se posicionou atrás de mim, agarrando meus quadris com firmeza, e eu senti a ponta quente e grossa do pau dele tocando minha entrada. Ele massageou primeiro, circulou, molhou com os fluidos da minha bucetinha, preparando, provocando.

Rodrigo: — Vou meter, amor… vou entrar bem devagar… bem gostoso… — ele avisou, a voz tensa de contenção.

Eu: — Aaaah… — gritei quando a cabeça do pau dele começou a forçar minha entrada, abrindo, esticando, invadindo.

Meu cuzinho era apertado, muito apertado, e ele era grosso, muito grosso. A sensação era de ardor delicioso, de esticamento intenso, de ser completamente preenchida naquele lugar proibido. Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, sentindo cada contração minha, cada aperto involuntário.

Rodrigo: — Nossa, Bruna… porra… seu cuzinho tá me apertando tanto… tá tão quentinho… tão perfeito… — ele gemia, as mãos segurando minha cintura fina, as unhas cravando na minha pele.

Eu: — Mete no meu cuzinho Rodrigo… — eu pedia, ofegante, as lágrimas escorrendo dos olhos de tanta intensidade.

Eu: — Quero sentir seu pau todo dentro de mim… me enche… me enche todinha…

Ele continuou, avançando, abrindo caminho no meu cuzinho, até que suas coxas bateram nas minhas nádegas e ele estava completamente enterrado em mim. Paramos um momento, ofegantes, sentindo a plenitude daquela conexão, daquela invasão total.

Rodrigo: — Tá todinho dentro de você..Ele sussurrou, se inclinando sobre mim, beijando minhas costas, mordiscando meus ombros. — Meu pau tá todo enterrado no seu cuzinho apertado… você tá me apertando tão forte…

Eu: — Me fode… me fode agora… — eu implorava, movendo o quadril, sentindo ele dentro de mim, pulsando.

Eu: — Me arromba, Rodrigo. Me usa. Me transforma na sua putinha.

Ele começou a mover. Primeiro lentamente, entocadas longas e profundas, quase saindo completamente para depois entrar de novo, fazendo eu sentir cada centímetro, cada veia do pau dele. O som de nossas peles batendo começou a ecoar na sala, junto com nossos gemidos entrecortados.

Eu: — Ahh! Ahh! Ahh! — eu gemia a cada entrada, sentindo ele socando fundo,

Eu: — Isso… isso… me come… me come todinha, come a tua putinha…

Rodrigo: — Porra, você é gostosa demais… — ele grunhia, aumentando o ritmo, as mãos segurando meus cabelos longos, puxando minha cabeça para trás, me arqueando ainda mais.

Rodrigo: — Nossa como você é apertadinha… como seu cuzinho é gostoso

Eu: — Tá gostoso meu cuzinho, Rodrigo? — eu perguntava, olhando por cima do ombro, a boca aberta, os olhos vidrados de prazer.

Eu: — Tá gostoso me arrombar?

Rodrigo: — Tá uma delícia, amor… uma delícia… — ele ofegava, as coxas batendo com mais força nas minhas nádegas, fazendo estalar. — Sua putinha…

Ele acelerou, transformando as estocadas em socadas profundas e violentas, mas controladas. Me segurava pelos quadris, puxando-me para encontrar seus movimentos, fazendo seu pau entrar ainda mais fundo, me rasgando de prazer.

Eu: — Ahh! Ahh! Ahh! Me fode! — eu gritava, sem controle, as unhas arranhando o sofá, o corpo inteiro tremendo.

Eu: — Isso… isso… me arromba… me arromba todinha…

Rodrigo: — Tá gostoso, amor? Tá gostoso meu pau arrombando seu cuzinho? — ele perguntava, olhando para onde estávamos conectados, fascinado pela visão do pau dele desaparecendo dentro de mim.

Eu: — Tá! Tá uma delícia! — eu respondia, ofegante, a baba escorrendo do canto da boca.

Eu: — Mete gostoso em mim, vai! Me arromba! Me faz gozar!

Ele continuou fodendo meu cuzinho com uma vontade que parecia nunca ter fim, alternando entre ritmos rápidos e profundos e estocadas lentas que me faziam enlouquecer. Ele beijava minhas costas, mordia meus ombros, enquanto arrombava minha bundinha sem piedade.

De repente, ele parou, ainda enterrado em mim.

Rodrigo: — Vira — ele ordenou, a voz autoritária, mas cheia de ternura. — Quero ver seu rosto. Quero olhar nos seus olhos enquanto te arrombo.

Obedeci, virando de costas no sofá, abrindo as pernas para ele, expondo minha bucetinha escorrendo e meu cuzinho ainda pulsando. Ele olhou para mim, para minha pequenez, para meus seios durinhos subindo e descendo com a respiração ofegante, e um sorriso possessivo cruzou seu rosto.

Rodrigo: — Você é perfeita, Bruna… — ele sussurrou, se posicionando entre minhas pernas, guiando o pau até meu cuzinho novamente

Rodrigo: — Minha putinha perfeita…

Ele entrou de novo, dessa vez de frente, e a sensação foi diferente, mais intensa. Eu conseguia ver seu rosto, ver o prazer nele estampado, ver como ele me desejava. Ele segurou minhas pernas, colocando-as sobre os ombros, abrindo-me completamente.

Eu: — Aaaah! — gritei quando ele entrou fundo de uma vez, tocando um ponto profundo que me fez ver estrelas.

Rodrigo: — Olha pra mim, amor… — ele pedia, as mãos segurando minhas coxas, os polegares massageando minha pele.

Rodrigo: — Olha pra mim enquanto eu te arrombo…

Nossos olhos se encontraram, e a conexão foi elétrica. Ele começou a mover, socadas profundas e certeiras, batendo naquele ponto que me fazia perder a cabeça. Minhas mãos foram para meus seios, apertando os mamilos duros, aumentando ainda mais o prazer

Eu: — Fode meu cuzinho… — eu gemia, arqueando as costas, sentindo o sofá balançar com a força de suas estocadas.

— Vai… vai… me fode… me fode mais forte, fode meu cuzinho… aaaaai

Ele acelerou, transformando-se em uma máquina de prazer, entrando e saindo de mim com uma precisão cirúrgica. O som de nossas peles batendo era ensurdecedor, misturado aos nossos gritos de prazer.

Rodrigo: — Você gosta, amor? Gosta de ser arrombada assim? — ele perguntava, ofegante, o suor escorrendo de sua testa.

Eu: — Gosto! Gosto muito! — eu confirmava, as unhas cravando em suas costas.

Eu: — Me arromba! Me usa! Me transforma na sua putinha, acaba com o cuzinho da sua puta vai

Ele me segurou, me levantou do sofá, e eu enrolei as pernas em sua cintura, sentindo o pau dele ainda enterrado no meu cuzinho. Ele me carregou até a parede, me pressionando contra ela, e começou a me foder em pé, com minhas costas apoiadas na superfície fria e ele controlando cada movimento.

Eu: — Ahh! Ahh! Ahh! — eu gritava a cada socada, sentindo o peso dele, a força dele, a posse total.

Eu: — Isso… isso… me come… me come todinha…

Rodrigo: — Segura em mim, amor… segura forte… — ele instruía, as mãos sob minhas nádegas, me levantando e abaixando no pau dele, usando meu peso para penetrar ainda mais fundo.

Ficamos assim por minutos que pareciam horas, ele me fudendo contra a parede, eu segurando em seus ombros, nossas bocas se encontrando em beijos molhados e desesperados. Ele me mordia, eu o mordia de volta, uma fera encontrando outra.

Depois, ele me levou de volta ao sofá, me colocando de ladinho. Ele levantou uma das minhas pernas e entrou em mim de ladinho

Eu: — Aaaah! Fode! Que delícia! — eu gemia gostoso

Eu: — Me fode… me fode… — eu repetia como um mantra, a cabeça jogada para trás, os olhos fechados, completamente perdida na sensação.

Ele então me puxou para cima dele, me fazendo sentar no colo, e eu sabia o que vinha. Era a minha vez de controlar. Eu estava cavalgando ele, com o pau dele ainda no meu cuzinho, e comecei a me mover, lentamente primeiro, sentindo cada centímetro dele dentro de mim.

Rodrigo: — Nossa… amor… você cavalgando… que visão… — ele murmurava, as mãos indo para meus seios, apertando, massageando.

Eu: — Ahh… seu pau… tá tão fundo… — eu gemia, movendo o quadril em círculos, subindo e descendo, controlando o ritmo.

Eu: — Tá me arrombando tão gostoso…

Eu: — Ahh! Ahh! Ahh! — eu gritava, sentindo o orgasmo se aproximando, aquela onda quente subindo pela minha barriga.

Eu: — Vou gozar… Rodrigo… vou gozar…

Rodrigo: — Goza, amor… goza no meu pau… — ele pedia, as mãos descendo para minha bucetinha, massageando meu clitóris enquanto eu cavalgava.

Rodrigo: — Goza pra mim…

Explodi. Foi um orgasmo intenso, profundo, que veio das entranhas e se espalhou pelo corpo inteiro. Eu tremi, gritei, apertei o cuzinho em volta do pau dele em contrações violentas, sentindo cada pulsação do meu próprio prazer.

Rodrigo: — Porra… amor… seu cuzinho tá me apertando tanto… — ele gemia, segurando firme, sentindo meu orgasmo.

Mas ele não parou. Esperou eu voltar um pouco, e então me virou de novo, me colocando de quatro no sofá, de volta à posição inicial, mas dessa vez com uma diferença. Ele agarrou meus braços, puxando-os para trás, me arqueando como um arco, e começou a me foder com uma força que eu nunca tinha sentido.

Eu: — Ahh! Ahh! Ahh! Meu Deus! — eu gritava, sem voz, sem ar, sem nada além da sensação dele me possuindo completamente.

Rodrigo: — Tá gostoso, amor? Tá gostoso ser minha putinha? — ele perguntava, cada palavra acompanhada por uma socada profunda.

Eu: — Tá! Tá gostoso! — eu respondia, ofegante. — Sou sua putinha! Só sua! Me arromba! Me arromba todinha!

Ele continuou, o ritmo frenético, desesperado, animal. O sofá rangia, a parede tremia, o mundo inteiro parecia girar em torno daquele ponto onde nossos corpos se uniam. Eu sentia que ele estava próximo, sentia o pau dele pulsando mais forte, mais grosso, mais quente dentro de mim.

Rodrigo: — Tô gozando… amor… tô gozando… — ele avisou, a voz tensa, as mãos apertando minha cintura.

Eu:— Não! Espera! — eu gritei, me virando rápido, caindo de joelhos na frente dele.

Eu: — Goza na minha boquinha! Quero sentir seu leitinho na minha boquinha! Quero engolir tudo!

Ele olhou para mim, surpreso, ofegante, o pau pulsando na minha frente, vermelho, duro, coberto dos nossos fluidos misturados. Eu abri a boca, olhei para ele com aqueles olhos de putinha satisfeita, e esperei.

Rodrigo: — Aaaah! Porra! — ele gritou, agarrando meus cabelos, guiando o pau até minha boca aberta.

A primeira jorrada foi forte, quente, grossa, enchendo minha língua. Eu saboreei, gemendo, sentindo o gosto salgado e único dele. A segunda veio logo em seguida, e eu engoli, mantendo o olhar nele, vendo o prazer absoluto estampado em seu rosto.

Rodrigo: — Engole… engole tudo, amor… — ele pedia, ofegante, as pernas tremendo.

Engoli. Tudo. Cada gota. Lambi o pau dele limpo, chupando a cabeça, tirando o último resquício de leitinho. Ele tremia, gemendo, as mãos ainda em meus cabelos, me olhando com uma admiração que misturava ternura e desejo.

Rodrigo: — Você é incrível, Bruna… — ele sussurrou, caindo sentado no sofá, me puxando para seu colo.

Eu me aninhei nele, nua, satisfeita, sentindo meu corpo todo doendo deliciosamente do uso intenso.

Eu: — Eu sou sua, Rodrigo… — eu sussurrei, beijando seu peito.

Eu:— Sua putinha… sua para sempre…

Ele me abraçou forte, e ficamos ali, ofegantes, suados, completos, enquanto o sol da tarde entrava pela janela e iluminava nossos corpos entrelaçados.

Quando finalmente recuperei um pouco o fôlego, sentindo meu corpo todo mole e satisfeito, tentei me levantar do colo dele. Minhas pernas tremiam ainda, as coxas doendo deliciosamente daquela foda intensa. Fui até onde minhas roupas estavam espalhadas no chão da sala, pegando minha calcinha para vestir.

Eu: — Acho que é melhor eu ir… — murmurei, ainda ofegante, enquanto tentava equilibrar-me em uma perna só para colocar a calcinha.

Mas antes que eu conseguisse vestir qualquer coisa, senti braços fortes me envolverem por trás. Rodrigo se levantou do sofá com uma agilidade que não esperava de um homem de quase cinquenta anos, e me pegou no colo novamente, me jogando de costas no sofá com um movimento firme e possessivo.

Rodrigo: — Aonde você pensa que vai, minha putinha? — ele rosnou, aquele tom autoritário de volta na voz, mas agora misturado com uma fome que eu reconheci imediatamente.

Eu: — Rodrigo, eu… — tentei protestar, mas ele já estava entre minhas pernas, afastando minhas coxas com as mãos, abrindo-me completamente.

Rodrigo: — Ainda não acabou — ele afirmou, olhando para minha bucetinha exposta, ainda vermelhinha e pulsando do uso anterior

Rodrigo: — Agora é a vez da sua bucetinha ser bem tratada. Quero sentir esse gosto que me deixou louco desde o primeiro dia que te vi no caixa.

Ele mergulhou. Não foi delicado, não foi devagar. Ele atacou minha bucetinha com a boca, a língua entrando fundo de uma vez, me fazendo arquear as costas e gritar sem controle.

Eu: — Aaaah! Rodrigo, chupa minha bucetinha vai— eu gritei, as mãos voando para seus cabelos grisalhos, segurando com força, puxando, sem saber se queria afastá-lo ou aproximá-lo mais.

Ele lambeu de baixo para cima, da minha entrada até o clitóris, circulando a pontinha sensível com a língua habilidosa, depois sugando com uma força que me fez ir ao delírio.

Rodrigo: — Que gosto gostoso… porra… você é um mel, Bruna… — ele murmurou contra minha pele, a vibração de sua voz aumentando ainda mais a sensação.

Dois dedos grossos entraram em mim sem aviso, enquanto sua língua continuava trabalhando meu clitóris. Ele curvou os dedos para cima, encontrando meu ponto G imediatamente, massageando em movimentos firmes e precisos.

Eu: — Ahh! Ahh! Ahh! Nossa! — eu gemia, rebolando no sofá, sem controle sobre meu próprio corpo. — Isso… isso… chupa… chupa gostoso…

Ele acelerou, transformando a chupada em uma fúria controlada, dedos entrando e saindo enquanto sugava meu clitóris, às vezes mordiscando levemente, fazendo eu saltar de prazer misturado com uma dorzinha deliciosa. Minhas pernas envolveram involuntariamente sua cabeça, pressionando-o mais contra mim, querendo mais, querendo tudo.

Rodrigo: — Você gosta, amor? Gosta de ser chupada assim? — ele perguntou, levantando o rosto por um segundo, os lábios brilhantes com minha umidade, os olhos cheios de desejo

Eu: — Gosto! Gosto muito! — eu confirmei, ofegante, a boca aberta, o rosto vermelho de excitação.

Eu: — Não para… não para

Ele voltou, dessa vez focando exclusivamente no meu clitóris, batendo com a ponta da língua em um ritmo frenético, enquanto três dedos agora entravam e saíam de mim, abrindo, esticando, preparando. Eu sentia o orgasmo se aproximando novamente, aquela onda quente e intensa subindo pela minha barriga, acumulando pressão.

Eu: — Vou gozar… Rodrigo… vou gozar de novo… — eu avisei, as unhas cravando em seu couro cabeludo.

Rodrigo: — Goza, amor… goza na minha boca… goza tudo… — ele pediu, intensificando ainda mais, dedos acelerando, língua pressionando sem piedade.

Explodi. Foi um orgasmo diferente, mais profundo, mais intenso. Minha bucetinha contraiu violentamente em volta de seus dedos, jorrando um fluido claro e quente que ele capturou com a boca, lambendo, bebendo, prolongando meu prazer até eu não aguentar mais e empurrar sua cabeça, sensível demais para continuar.

Eu: — Para… para… não aguento mais… — eu implorava, ofegante, o corpo tremendo convulsivamente.

Ele levantou, sorrindo daquele jeito possessivo, e limpou a boca com o dorso da mão. Seu pau já estava duro de novo, pulsando, pronto para a segunda rodada.

Rodrigo: — Agora vou te foder de verdade — ele anunciou, se posicionando entre minhas pernas ainda trêmulas. — Vou arrombar essa bucetinha gostosa até você não conseguir andar direito amanhã.

Ele guiou o pau até minha entrada, massageando primeiro, esfregando a cabeça entre meus lábios molhados, molhando-se com minha umidade. Eu olhei para baixo, vi o tamanho dele, vi como estava duro, vermelho, pulsando de desejo

Eu: — então mete, acaba comigo de vez… mete seu pau grosso na minha bucetinha… — eu pedi, a voz rouca de tanto gemer. — Me arromba… me faz sua puta

Ele meteu. Não foi devagar dessa vez. Ele empurrou de uma vez só, fundo, até as bolas baterem em mim, enchendo-me completamente. Eu gritei, não de dor, mas da sensação de plenitude intensa, de ser completamente possuída.

Rodrigo: — Aaaah! Porra! — ele gemeu, parando um momento, sentindo minha bucetinha apertada em volta dele.

Rodrigo: — Seu cuzinho é gostoso, mas essa bucetinha… porra… tão quente… tão molhada… tão perfeita…

Eu: — Me fode… me fode forte… — eu implorava, movendo o quadril, querendo sentir o movimento, querendo ser usada.

Ele começou. E quando digo que começou, foi como se uma máquina tivesse sido ligada

Eu: — Ahh! Ahh! Ahh! FODE ! — eu gritava, as mãos segurando os braços dele, as unhas cravando em sua pele, deixando marcas vermelhas.

Eu: — Isso… isso… me come… me come… Come minha bucetinha

Rodrigo: — Tá gostoso, amor? — ele perguntava, ofegante, o suor escorrendo de seu peito e caindo sobre meus seios. — Tá gostoso meu pau arrombando sua bucetinha?

Eu: — Tá! Tá uma delícia! — eu respondia, a cabeça jogada para trás, o cabelo longo espalhado pelo sofá. — Me arromba! Me usa! Me transforma na sua putinha!

Ele me virou. De repente, estava de quatro no sofá novamente, mas dessa vez ele entrou na minha bucetinha por trás, em um ângulo que fez eu gritar ainda mais alto. Ele segurava minha cintura fina com uma mão, enquanto com a outra agarrava meus cabelos, puxando minha cabeça para trás, me arqueando.

Eu: — Ahh! Ahh! Ahh! — eu gemia a cada socada, sentindo ele entrando tão fundo que parecia que ia sair pela minha boca.

Eu: — Isso… isso… mais forte… me fode mais forte… tá com dó?

Ele acelerou, transformando-se em um animal, o som de suas coxas batendo nas minhas nádegas ecoando na sala como estalos secos. Ele gemia meu nome, gemia palavrões, dizia o quanto eu era gostosa, o quanto ele queria me possuir para sempre.

Rodrigo: — Sua bucetinha é minha, Bruna… — ele grunhia, cada palavra acompanhada por uma estocada profunda. — Minha putinha… minha para sempre…

Eu: — Sou sua! Só sua! — eu confirmava, ofegante, sentindo outro orgasmo se aproximando, dessa vez mais forte, mais profundo. — Me arromba! Me arromba todinha!

Ele então me puxou para cima dele, me fazendo sentar em seu colo no sofá, e eu comecei a cavalgar. Era eu controlando agora, mas ele não deixava totalmente. Ele segurava minha cintura, me puxando para baixo enquanto empurrava para cima, encontrando-se no meio em impactos que faziam meus seios balançarem freneticamente.

Eu: — Ahh! Ahh! Ahh! — eu gritava, movendo o quadril em círculos, sentindo cada centímetro dele dentro de mim. — Seu pau… tá tão fundo… tá me arrombando tão gostoso…

Rodrigo: — Goza, amor… goza no meu pau… — ele pedia, uma mão descendo para massagear meu clitóris enquanto eu cavalgava. — Goza pra mim… deixa essa bucetinha apertar meu pau…

Eu gozei. Foi o orgasmo mais intenso da minha vida. Minha bucetinha contraiu violentamente em volta dele, apertando, pulsando, massageando seu pau involuntariamente. Eu gritei, tremi, me curvei sobre ele, mordendo seu ombro para não desmaiar de tanto prazer.

Rodrigo: — Porra… amor… seu orgasmo… — ele gemia, sentindo minhas contrações em volta dele.

Mas ele não parou. Enquanto eu ainda tremia no pós-gozo, ele me levantou, me jogou de costas no sofá novamente, e voltou a me foder com uma urgência que dizia que ele estava próximo. Ele segurava minhas pernas abertas, olhando para onde seu pau entrava e saía de mim, fascinado pela visão.

Rodrigo: — Olha isso, amor… — ele pedia, ofegante. — Olha meu pau entrando na sua bucetinha… olha como ela me recebe… como ela me aperta…

Eu olhei, e a visão me excitou ainda mais. Seu pau, vermelho e duro, desaparecendo dentro de mim, saindo coberto de nossos fluidos misturados, brilhando, e entrando de novo. Era obsceno, era lindo, era perfeito.

Eu: — Me fode… me fode… — eu repetia, sem forças para mais nada, deixando-me ser usada completamente.

Ele acelerou, o ritmo ficando desesperado, desenfreado. Ele gemia alto, sem controle, as mãos apertando minhas coxas com força que ia deixar marcas. Eu sentia ele crescendo dentro de mim, sentia o pau dele pulsando mais forte, mais grosso, mais quente.

Rodrigo: — Vou gozar… amor… tô gozando…

E então ele empurrou fundo, o mais fundo que conseguiu, e explodiu. Eu senti. Senti cada jorrada quente, grossa, intensa enchendo minha bucetinha, as pernas trêmulas, enquanto continuava bombando, esvaziando tudo dentro de mim.

Rodrigo: — Aaaah! Porra! Bruna! — ele gritou, as mãos segurando minha cintura, puxando-me para encontrar seus últimos movimentos desesperados.

Ele caiu sobre mim, ofegante, pesado, suado, ainda enterrado em mim, ainda pulsando, ainda jorrando os últimos resquícios. Ficamos assim por longos minutos, respirando ofegantes, nossos corações batendo desenfreados um contra o outro.

Quando finalmente ele se levantou, seu pau saindo de mim, eu senti o fluido quente escorrendo, muito, abundante, molhando minhas coxas e o sofá. Ele olhou para aquela cena, para minha bucetinha vermelha e escorrendo leite, e um sorriso satisfeito cruzou seu rosto.

Rodrigo: — Amanhã compro pílula do dia seguinte para você — ele disse, de forma casual, como se estivesse falando do tempo, enquanto se sentava ao meu lado no sofá, ainda ofegante.

Eu olhei para ele, os olhos arregalados, a boca aberta, ainda processando o que tinha acontecido.

Eu: — Você… gozou dentro? — eu perguntei, embora já soubesse a resposta, sentindo o líquido quente ainda escorrendo de mim.

Rodrigo: — Gozei — ele confirmou, sem remorso, pegando meu rosto entre as mãos e beijando minha boca com ternura. — E vou fazer isso sempre que te foder, amor. Quero sentir essa bucetinha quente recebendo meu leitinho. Amanhã compro a pílula, não se preocupe. Mas agora… agora você é minha, de verdade. Marcada. Preenchida. Minha putinha particular.

Eu deveria ter ficado brava. Deveria ter protestado. Mas olhando para aquele homem, sentindo seu gosto na boca, sentindo o resultado de nossa foda escorrendo de mim, senti apenas uma satisfação profunda, possessiva. Eu era dele. E ele era meu.

— Seu louco… — eu murmurei, mas sorri, me aninhando em seu peito enquanto minha bucetinha pingava leitinho

Ficamos ali no sofá por mais tempo do que deveríamos, nossos corpos entrelaçados, suados, marcados pelo cheiro intenso do sexo. As mãos dele ainda passeavam pela minha pele, acariciando minha cintura, meus seios, minha barriga, como se não quisesse me soltar nunca. Mas o relógio na parede marcava que já passava das quatro da tarde, e eu sabia que precisava ir embora antes que alguém desconfiasse.

— Preciso ir… — murmurei, finalmente me levantando, sentindo as pernas bambas, a bucetinha ainda pulsando e escorrendo o resultado de nossa foda intensa. — Minha mãe vai desconfiar se eu chegar muito tarde.

Rodrigo suspirou, mas assentiu, aquele olhar de quem não queria que o momento acabasse.

Rodrigo: — Vou te levar perto da escola — ele disse, se levantando também, pegando suas roupas espalhadas pelo chão. — Assim você pode fingir que foi na aula normalmente.

Vestimo-nos em silêncio, mas havia uma eletricidade no ar, uma conexão que tinha sido criada e não queria se desfazer. Eu coloquei minha calcinha, sentindo o tecido úmido grudar imediatamente em mim, ainda escorrendo. A legging veio por cima, marcando cada curva, cada contorno do meu corpo

Entramos no carro dele, ele ligou o motor e começou a dirigir em direção à minha escola, mas o silêncio entre nós era carregado de desejo não saciado, de vontade de mais.

Olhei para ele enquanto dirigia, vi o perfil forte, a mandíbula tensa, as mãos grandes segurando o volante, e senti minha boca salivar. Eu queria mais. Queria sentir o gosto dele novamente. Queria dar a ele uma lembrança que o faria pensar em mim o resto do dia, da semana, do mês.


Eu: — Vem Aqui — já desabotoando o cinto de segurança, me inclinando para o banco dele.

Ele parou o carro na sombra de uma árvore grande, próximo da minha escola, desligou o motor, e me olhou com aqueles olhos escuros cheios de desejo renovado.

Rodrigo: — O que você está pensando, minha putinha? — ele perguntou, a mão já indo para meus cabelos, acariciando.

Eu: — Estou pensando que quero sentir seu gosto de novo… — sussurrei, descendo a mão até a calça dele, sentindo o volume já crescendo sob o tecido.

Eu: — Quero chupar seu pau bem gostoso, Rodrigo. Quero sentir ele na minha boca, pulsando, gozando… quero que você encha minha boquinha de leite… quero sair daqui com a boca cheia de porra

Ele gemeu, a cabeça jogando-se para trás no encosto do banco, enquanto eu desabotoava a calça dele, puxando o zíper, libertando aquele pau que já conhecia tão bem em poucas horas. Ele estava duro novamente, vermelho, pulsando, a cabeça brilhando com um pouco de lubrificação já escorrendo.

Rodrigo: — Porra, amor… você é insaciável… — ele gemia, enquanto eu me posicionava entre seus joelhos no banco do motorista, a cabeça dele inclinada para trás, os olhos fechados de antecipação.

Eu: — Sou sua putinha insaciável… — respondi, lambendo os lábios, mas com a bucetinha ainda ardendo de tanto foder

E então mergulhei. Abri a boca e levei o pau dele para dentro, lambendo o gosto salgado, sentindo a textura macia e quente contra minha língua. Ele gemeu alto, as mãos voando para meus cabelos, segurando, guiando, mas me deixando controlar o ritmo.

Rodrigo: — Aaaah… porra… sua boca… — ele ofegava, as coxas tensas, os músculos contraídos.

Eu chupei devagar primeiro, circulando a cabeça com a língua, lambendo de baixo para cima, sentindo cada veia, cada curva dele. Depois fui descendo, tentando levar mais para dentro, relaxando a garganta, sentindo ele encostar no fundo. Engasguei um pouco, o que fez ele gemer ainda mais forte, e continuei, estabelecendo um ritmo.

Rodrigo: — Isso… isso… chupa… chupa gostoso, amor… — ele pedia, ofegante, as mãos em meus cabelos apertando com mais força.

Eu acelerei, subindo e descendo em movimentos rápidos, usando a mão na base do pau dele para complementar, enquanto a outra massageava suas bolas, sentindo o peso delas, a tensão acumulada.

Rodrigo: — Vou gozar… amor… tô gozando… — ele avisou, a voz tensa, as coxas tremendo. — Vou encher essa boquinha… vou te encher de leite…

Mas eu não parei. Queria sentir tudo. Queria a boca completamente cheia dele. Queria sair dali marcada, possuída, transformada na putinha dele de uma forma que ninguém veria, mas que eu sentiria a cada segundo.

Ele Gozoou, e eu continuei, deixando minha boca encher completamente, sem engolir, apenas recebendo, acumulando o leite quente dele como um tesouro precioso.

Rodrigo: — Porra… amor… sua boca… tá cheia… — ele ofegava, as mãos ainda em meus cabelos, me segurando firme, olhando para mim com admiração e desejo.

Eu afastei devagar, mantendo os lábios fechados, sentindo a boca completamente ocupada pelo fluido quente e grosso dele. Olhei para ele, abri a boca levemente para mostrar o quanto estava cheia, e ele gemeu ao ver aquela cena, seu próprio leite brilhando na minha língua, preenchendo minha cavidade oral.

Eu: — Vou guardar tudo… — murmurei, os lábios entreabertos, a voz abafada pela quantidade. — Vou sair daqui com a boca cheia de você…

— Até mais, minha putinha… — ele sussurrou, beijando minha bochecha, sentindo o calor da minha boca cheia.

Eu peguei minha mochila, abri a porta, e desci do carro com a boquinha ainda completamente cheia de porra dele. Mantive os lábios fechados, sentindo o peso delicioso na língua, o gosto intenso e salgado impregnado em cada canto da minha boca. A sensação era deliciosa, possessiva, secreta. Eu estava marcada por ele, por dentro e por fora, e ninguém sabia.

Caminhei em direção à minha casa, então, no meio do caminho, comecei a engolir lentamente, em pequenos goles, sentindo o gosto salgado e único dele descendo pela minha garganta em ondas quentes, deixando rastros de sabor intenso.

Engoli uma primeira porção, sentindo o fluido grosso deslizando, marcando minha garganta. Esperei alguns passos, saboreando o gosto que persistia, lambendo discretamente o céu da boca para capturar cada resquício. Depois engoli mais um pouco, e mais um pouco, transformando o processo em uma experiência prolongada, sensual, só minha.

Durante todo o trajeto, continuei saboreando os resquícios deliciosos e persistentes do leite dele na minha boca. Cada vez que movia a língua, sentia o gosto salgado e único de novo, como se ele estivesse ali comigo, me lembrando de quem eu era agora. A bucetinha ainda doía deliciosamente de tanto uso, ainda escorria um pouco dele, e eu caminhava com uma sensação de plenitude total, lambendo os lábios discretamente para não perder nenhuma gota do precioso sabor, sentindo o último resto do leite dele finalmente descer pela garganta quando já estava quase chegando em casa.

Cheguei em casa e minha mãe nem desconfiou. Disse que a aula tinha sido normal, cansativa, mentiras doces enquanto eu ainda sentia o gosto de Rodrigo em cada respiração, ainda percebendo os últimos resquícios do leite dele impregnados na minha língua, a garganta ainda marcada pela passagem do fluido quente dele. Fui para o meu quarto, deitei na cama, e sorri sozinha, tocando minha bucetinha que ainda ardia depois de ser usada, imaginando o que o futuro nos reservava.

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Comentários


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casadospzs Comentou em 19/05/2026

Que delicia de buceta.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Segredos do Caixa 2: A debutante e o quarentão

Codigo do conto:
262375

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
19/05/2026

Quant.de Votos:
4

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