- Você viu como eles ficaram te olhando com esse biquíni minúsculo- eu disse pra ela excitado.
- E você não sente ciúmes? - ela perguntou com um sorriso malicioso
- Eu sei que eles não vão te tocar e por isso mesmo me dá muito tesão saber que te olham ...
— Talvez eu até goste… — ela respondeu, inclinando levemente o corpo, como quem sabe exatamente o efeito que causa — é como se eu estivesse sendo exibida…, mas só pra você.
— Só pra mim? — eu provoquei, aproximando um pouco mais.
— Eles olham… imaginam… — ela sussurrou, passando a mão pelo próprio quadril, ajustando de propósito o biquíni — mas não fazem ideia do que eu realmente penso.
— E o que você pensa? — perguntei, já preso no jogo dela.
Ela mordeu de leve o lábio inferior, sustentando meu olhar.
— Penso em como você está me olhando agora… — disse baixo — como se estivesse me despindo com os olhos… diferente deles.
Deu um passo mais perto, suficiente pra eu sentir o calor de seu corpo.
— E isso… — continuou — me deixa ainda mais consciente de cada olhar ao redor… porque no fundo… eu sei pra quem realmente me entrego.
Sorriu de lado, provocante.
— Então… — ela inclinou o rosto, quase encostando no meu — vai só assistir… ou vai fazer algo com essa vontade toda?
Ela olhou rapidamente ao redor, como quem mede o risco e justamente por isso parecia ainda mais excitada.
Com um gesto lento, quase calculado, puxou levemente a alça do sutiã, o suficiente para expor completamente os seios. O movimento era mais provocação do que entrega. Seus olhos voltaram pros meus, intensos, desafiadores.
— E se alguém estiver olhando lá de cima…? — sussurrou, inclinando o rosto na direção da sacada.
Segui seu olhar por um instante… não vi ninguém, por isso mesmo meu tesão só aumentava. Poderia ter alguém olhando. Poderia não ter. E isso era parte do jogo.
Quando voltei pra ela, já estava mais perto.
— Melhor ainda… eu gosto de imaginar que estão te olhando e te desejando— completei, quase sem voz.
Ela sorriu, satisfeita com a resposta, e aproximou o corpo do meu, deixando o calor falar antes de qualquer toque mais ousado. Sua mão desceu pelo meu peito devagar, firme, conferindo se realmente eu estava excitado.
— Gosto de saber que posso provocar… — disse baixinho — que posso ser desejada… assim… por você e por outros.
O polegar dela roçou de leve meu queixo, me fazendo erguer o rosto.
— …, mas só você sabe o que fazer com isso.
Por um segundo, tudo ao redor pareceu desaparecer: o barulho da água, as pessoas, o hotel… só ficou aquele espaço carregado entre nós dois, tesão, desejo e uma provocação que não precisava ir além pra ser intensa.
Ela se afastou meio passo, suficiente pra deixar minha excitação exposta e completou com um sorriso de canto:
— Cuidado… ou você vai acabar esquecendo onde a gente está.
E realmente esqueci. Puxei seu rosto pro meu num beijo marcante onde desci até os seios expostos e abocanhei com voracidade a noite já iniciara, dei-lhe um beijo profundo procurando sua intimidade com meus dedos
_ Alguém pode nos ver - ela disse.
- Que vejam a mulher deliciosa que tenho - disse dando-lhe mais um beijo.
Ela prendeu o ar por um instante, os dedos apertando levemente meu sexo, como se estivesse dividida entre recuar e se entregar ainda mais àquele jogo perigoso.
— Você é louco… — sussurrou, mas o tom não era de reprovação.
Seus olhos brilhavam de tesão na penumbra que começava a tomar conta do deck. As luzes da piscina refletiam seu corpo, destacando cada curva no minúsculo biquíni, cada movimento sutil parecia pensado demais pra ser contido.
Quando me afastei o suficiente pra encará-la, ela passou a língua pelos lábios, ainda próximos dos meus.
— Se alguém estiver olhando… — disse, mais baixo agora — vai ver exatamente o que você fode toda noite. - E deslizou a mão pelo meu braço, firme, subindo até o pescoço, me puxando de volta.
— E isso… — continuou, com a respiração quente contra meu ouvido — parece te deixar ainda mais… excitado né.
Afastou o rosto só um pouco, o suficiente pra me provocar com o olhar.
— Você gosta da ideia de que estão me desejando né … — ela afirmou— e eu gosto disso, de saber o quão excitado você fica me imaginado desejada, como você mesmo diz, com você eu posso o que quiser e no fim… sou eu que escolho até onde isso vai.
Deu um meio sorriso, provocante, e recuou um passo, ajeitando o biquíni com calma, como se estivesse se arrumando pra alguém próximo, sabendo exatamente o efeito que aquilo causava em mim e em quem pudesse estar olhando.
Antes de se virar, lançou mais uma frase por cima do ombro:
— Vem… antes que você perca de vez o controle… ou antes que eu resolva testar de verdade até onde vai o meu.
Sorri como quem ignora os riscos
Num movimento ela percebeu um homem na penumbra da noite que se iniciara a pouco, era um hospede do hotel que passará por nós mais cedo e nos cumprimentara, ele estava imóvel demais pra ser distraído, atento demais pra não estar envolvido no que via, e um sorriso malicioso surgiu em seu rosto.
— Ou melhor… — murmurou, com a voz mais baixa, carregada - vamos ver de verdade até onde vai o nosso limite…
Antes que eu reagisse, me puxou contra si com firmeza e me beijou, o corpo colando no meu de um jeito decidido, a mão procurando meu membro duro, não deixava espaço pra dúvidas do que queria naquele momento, o gesto pareceu alimentar ainda mais sua ousadia.
Olhei rapidamente na direção do homem. Ele não desviou o olhar, fez questão de se fazer presente mesmo à distância. Aquilo só aumentou a eletricidade no ar.
— Tá vendo? — ela sussurrou, perto demais — não é só você que me deseja…
Seus toques não eram apressados… eram conscientes e provocadores, como se cada movimento seu fosse pensado também para quem estava assistindo e no fundo eram.
Ela ergueu os olhos pra mim e ajoelhou, puxando minha sunga libertou meu membro teso e disse:
— É incrível o quanto isso mexe comigo também. - E abocanhou meu membro enquanto olhava em direção ao homem sentado nos assistindo
O mundo ao redor parecia suspenso: a água da piscina iluminada, o silêncio da noite, o barulho do mar, o olhar daquele homem nem tão longe que pudéssemos ignorar, nem tão perto que pudesse nos ameaçar e nós dois ali, atravessando uma linha excitante e invisível juntos.
Entre ritmos e saliva ela disse
— Cuidado… porque quando eu entro no jogo… não gosto de parar no meio, percebeu que tem alguém nos olhando?
- Sim percebi que temos companhia. Eu quero tudo o que você quiser, até onde tem coragem de ir? - perguntei
Ela sorriu, lenta e maliciosa, percebendo que poderia mais.
— Até onde eu tenho coragem… — murmurou, passando a ponta da língua pelos meus lábios, como se estivesse saboreando a própria audácia —… é exatamente onde vamos descobrir agora.
Me puxou para mais perto, seu corpo moldando-se ao meu, cada toque calculado me enlouquecia, ela estava consciente de que o que fazia não era pra nós, mas para o olhar do hospede que nos observava.
A atmosfera da piscina tornava tudo mais intenso.
Seus dedos percorreram minha pele com firmeza procurando meu pau, me causando arrepios, enquanto seus olhos procuravam o do espectador distante, como se quisesse desafiar silenciosamente os limites do que era permitido.
Ela se inclinou novamente, sussurrando no meu ouvido:
— Gosta de me ver sendo observada, não é? Quero sentir cada reação sua, cada suspiro, cada tremor… enquanto alguém mais nos vê. Quero saber o que você sente quando alguém me olha...
Seu toque aumentou na intensidade, o ritmo dos nossos corpos se ajustando como se fosse uma dança proibida, me beijou intensamente. Ela parecia saber exatamente o que me consumia, e o simples fato de termos companhia aumentava minha excitação em níveis que eu não sabia que existiam.
— Então me mostra… — disse ela, firme e provocadora —… mostra até onde você quer ir comigo, enquanto alguém nos assiste.
O mundo ao redor desapareceu novamente. Restávamos apenas nós dois, a água iluminada da piscina, a noite silenciosa e o convidado oculto, naquele jogo perigoso de desejo e provocação que nos envolvia, cada próximo segundo era mais intenso que o anterior.
E nessa rede de sedução a beijei intensamente, passando as mãos grandes e fortes por todo seu corpo.
Peguei-a no colo e a sentei numa das mesas da beira da piscina, ajoelhei, puxei a calcinha do biquíni e comecei a chupa-la.
Ela se contorcia de prazer, quando de repente percebi o hospede sentado numa cadeira ainda mais perto de nós
Se olhar estava mais próximo agora, cada movimento nosso parecendo alimentar sua audácia. Ele se tocava lentamente, visivelmente excitado pelo que via.
Ela arqueou as costas, deixando escapar um gemido profundo, enquanto eu a saboreava sem pressa, sentindo cada reação sua contra meus lábios.
— Você está vendo…? — sussurrou ela, afastando meus lábios de sua buceta e virando meu rosto em direção ao homem, os olhos brilhando com desejo e provocação — não é só você que me quer…
O simples fato de saber que ele estava ali, tão próximo, misturava medo e excitação, tornando tudo ainda mais eletrizante. Cada toque meu nela parecia amplificado, cada suspiro seu parecia gritar pelo desconhecido que nos assistia.
Ela me puxou de volta para entre suas pernas, pressionando meu corpo contra o seu.
Eu podia sentir o ritmo acelerado de seu coração, sentia como cada gesto meu aumentava sua entrega.
— Quer que eu continue… tem alguém nos vendo, até onde você tem coragem de ir com isso? — me desafiou ela, provocante, sabendo que cada movimento seu não passava despercebido
O voyeurismo tornou-se um combustível silencioso: a proximidade do homem, o risco, a ousadia de sermos flagrados. E nós dois, consumidos pelo desejo, nos movíamos em sintonia, navegando nesse jogo perigoso de prazer e provocação, onde cada segundo parecia uma eternidade.
De repente o homem levantou e se aproximou de nós
-Gostei do que vi até agora, posso participar? - disse sem pretensões, visivelmente excitado. Olhei para ela que assentiu discretamente com a cabeça, levantei balancei a cabeça e disse baixinho
-É toda sua! - dei a volta na mesa e segurei a mão de minha esposa.
O homem se aproximou com firmeza, e ela o recebeu com um olhar carregado de desejo. Sem hesitar, ele se abaixou e começou a chupá-la com voracidade, substituindo-me naquele momento, enquanto eu observava cada gesto, sentindo o corpo dela se contorcer na língua dele. Seus gemidos saíam ainda mais intensos, o som de prazer preenchendo o ar da piscina iluminada pela lua.
Quando ele a levantou, segurando-a firmemente, me aproximei e passei minhas mãos pelo rosto dela, acariciando cada curva, enquanto nossos lábios se encontravam em beijos longos e ardentes. Ela arqueou o corpo, abriu as pernas oferecendo-se por completo, e ele a penetrou por trás. Cada movimento ressoando com intensidade. Eu continuei ao lado, sentindo cada reação sua, cada arrepio, cada suspiro e gemido, olhando seus olhos, suas expressões que eu conhecia bem e tanto me excitavam.
Nossa eletricidade era quase palpável: a combinação de toque, beijo e penetração, misturada à tensão voyeurista de um completo desconhecido, transformava cada instante em pura loucura e êxtase. Ela se entregava completamente, nossos corpos conectados em uma dança intensa de prazer que muitos diriam proibido, onde cada gesto era amplificado pelo risco e pela ousadia do que havíamos criado naquela noite.
Mais tarde, já de volta ao quarto, nossos corpos ainda vibravam com a adrenalina da noite. Fechamos a porta e nos encaramos, respirando pesadamente, os olhos brilhando com aquela mistura de prazer e a lembrança da ousadia que havíamos vivido.
Nos entregamos um ao outro novamente, sem pressa, cada toque e cada beijo relembrando a fantasia que nem mesmo admitíamos ter antes daquela noite. Minhas mãos exploravam seu corpo como se quisessem gravar cada sensação com desejo, revivendo cada gemido, cada arrepio, cada momento em que ousamos cruzar limites.
O mundo lá fora desapareceu, o homem já não faria mais parte de nossas vidas, agora só existia ela, eu, e a memória do que havíamos feito juntos, a coragem de nos permitir sentir, de nos deixar levar pelo desejo sem restrições. Cada movimento, cada suspiro, cada gemido, era uma homenagem silenciosa à loucura e à ousadia daquela noite.
Quando finalmente nós entregamos ao último êxtase, nos abraçamos exaustos, sorrindo e ofegantes, conscientes de que havíamos descoberto algo mais profundo sobre nós mesmos: a vontade de explorar, de ousar, e de viver a fantasia que sempre esteve ali, escondida, esperando apenas pelo momento certo para se revelar.


