- 'Sabe mãe eu achava que era só uma coisa... uma coisa que ia passar mas, agora se tornou algo um pouco mais sério.'
Eu sempre fui muito aberta ao diálogo com minha filha, sempre conversamos abertamente sobre tudo, sexo, seus namorado, Julia me contava até mesmo detalhes sobre as suas transas. Sempre tivemos muita cumplicidade, pois desde cedo eramos apenas nós duas.
- 'O quê foi filha?' perguntei. 'Trabalho ou pessoal? Não são drogas não é?' Ela fez uma pausa.
- 'Trabalho e vida pessoal...' respondeu ela e, então houve uma pausa. '...eu sou Lésbica mãe.'
Ficamos as duas em silêncio por alguns momentos e eu rapidamente liguei os fatos, Julia é uma mulher muito bonita, já teve vários namorados, mas nunca nenhum se tornou sério, então era isso, a sua sexualidade veio a tona. Eu pensei 'tudo bem' eu mesma já experimentei o sexo com mulheres nos primeiros anos após ficar viúva.
- 'Tudo bem Julia, eu te amo, isso não muda nada minha filha' eu respondi confortando-a
- 'Isso está prejudicando o seu trabalho?' perguntei
- 'Não mãe.. na verdade eu estou de rolo com uma mulher lá do meu trabalho. Ela é a diretora do meu departamento'
- 'Sério Julia? E a quanto tempo isso vem acontecendo? Porque você nunca me disse nada filha!'
- 'Ahhh mãe, faz alguns meses. Começou com as mãos nos ombros quando eu estava sentada. Às vezes, com as duas mãos. Eu nunca reagi, e talvez devesse ter reagido. Não sei. Depois, houve algumas vezes em que nos cruzamos nos corredores, que de repente se estreitaram, e tivemos contato físico ao nos cruzarmos. Novamente, eu nunca reagi.'
- 'Eu nunca reagi porque desde a primeira vez eu gostei disso, eu gostei dela, mesmo ela sendo minha chefe.' Ela fez uma pausa novamente.
- 'Aí teve um dia... que, por acaso, ela estava no banheiro feminino quando eu entrei. Trocamos algumas palavras amigáveis e, quando ela passou por mim, me deu um beijo rápido e saiu. Não a vi mais pelo resto do dia.'
- 'Aí mãe, isso foi mexendo comigo e, na outra semana, bem na hora que eu estava saindo do banheiro, ela entrou. Fechou a porta e me deu outro beijo, só que dessa vez foi mais longo e de língua. Ela apertou a minha bunda com as mãos e eu fiquei muito excitada com isso, mas aí alguém entrou bem nessa hora e ela saiu.'
- 'Ai, meu Deus', eu disse. Houve outra longa pausa.
- 'Pois é mãe, então no dia seguinte ela me convidou para jantar'
- 'Ohhhh!'
Júlia olhou para mim demoradamente e fixamente, e então o mundo como eu o conhecia desapareceu e eu entrei em um mundo completamente desconhecido para mim.
- 'Você lembra mãe aquele final de semana... que eu comprei aquele vestido preto, que voce achou lindo?' Eu disse sim eu lembro
- 'Pois é, eu comprei o vestido pra jantar com ela, e naquela noite nós fizemos sexo. Fomos a um bar gay para jantar e bebemos um pouco demais, depois fomos para o APa dela e fizemos sexo.'
- 'Ahhh', foi tudo o que consegui dizer. 'E como voces estão agora?'
- 'Decidimos que talvez fôsse melhor morar juntas. Mas tem um problema. Ela mora bem no centro, num kitinet minúsculo, e o aluguel é caro, até para ela. Podemos achar um apartamento maior, mas são tão caros que pode demorar.'
- 'Então, o que você vai fazer?', perguntei, tentando agir como se fosse algo corriqueiro o fato da minha filha ter me contado que é gay. Júlia fez uma pausa, olhou para mim e respirou fundo.
- 'Pensei que ela pudesse se mudar para cá por alguns meses. Só até encontrar algo maior', ela disse de repente. 'Por favor.'
Abri a boca, mas nenhuma palavra saiu até que respirei fundo. Eu ia dizer 'sem chance', mas saiu...
- 'Sim, querida. Claro que ela pode.' Júlia se jogou em meus braços e nos abraçamos por vários minutos. 'Teremos que comprar uma cama de casal para o seu quarto', eu disse pra ela.
Fizemos isso no sábado, compramos uma cama de casal para o quarto de Julia. O grande amor da vida de Júlia chamava-se Caroline e eu a conheci pela primeira vez naquele domingo à noite.
Uma mulher alta, com uma presença marcante que chamava a atenção, tinha 31 anos, portanto dez a mais que Julia, doze a menos que eu. Por algum motivo, notei que ela tinha olhos azuis e seios maiores que os meus. Nos abraçamos ao nos conhecermos e demos um rápido beijo na bochecha uma da outra. Achei mais fácil estar na presença dela do que imaginava e pensei que poderíamos nos dar bem. Mas a situação ficou um pouco complicada quando as segui pelo corredor até o quarto e ela apalpou a bunda da minha filha na minha frente.
- 'É lindo', ela disse quando entramos no quarto de Julia. 'Espero que isso não seja muito inconveniente.'
- 'Sem problema', eu disse a ela, e depois de dar uma olhada ao redor, fomos até a cozinha e abrimos uma garrafa de vinho enquanto esperávamos a pizza chegar. Conversamos e abrimos outra garrafa quando a comida chegou, e logo ficou óbvio que todas nós tínhamos bebido um pouco demais quando Caroline decidiu ir para casa. Eu me opus à ideia de ela dirigir um pouco alterada, então, depois de concordar que ela deveria passar a noite aqui, abrimos uma terceira garrafa.
Naquela noite, eu não dormi muito, já que passei a maior parte da noite ouvindo os gemidos das duas transando e os gritos de uma ou de outra quando chegavam ao clímax. Cheguei até a me masturbar enquanto as ouvia gemer, mas mordi o cobertor quando gozei. Na manhã seguinte, elas perderam o café da manhã porque Caroline teve que ir para casa se arrumar para o trabalho, então Júlia e ela saíram juntas. Júlia me deu um abraço, assim como Caroline, mas notei que a mão dela estava um pouco baixa na minha cintura enquanto nos abraçávamos. Ela olhou para mim, sorriu e então elas foram embora.
Naquela noite, elas chegaram bem a tempo para o jantar, com malas e os braços cheios de roupas de Caroline. O jantar foi um prato de massa que agradou bastante. Depois, elas subiram para desfazer as malas, o que pareceu demorar uma eternidade e consistiu em muitas risadas, suspiros e alguns gemidos e choramingos ocasionais. Quando voltaram para tomar um drinque, Júlia teve a decência de corar, mas Caroline apenas sorriu para mim.
No dia seguinte, ela perguntou se poderia usar o quarto de hóspedes como escritório. Concordamos, então, depois que elas foram trabalhar, passei o dia carregando ajeitando o antigo quarto de hóspedes para transforma-lo em um escritório. Devo mencionar que eu não trabalho para me sustentar, fiquei com um bom dinheiro que me rende alguns juros e uma gorda pensão do meu falecido marido.
Em algum momento daquela noite, levantei pra mijar e quando voltava para o meu quarto, Caroline saiu do quarto delas. Acenamos uma para a outra, mas então, ao nos cruzarmos, meio sonolentas, nos batemos. Caroline segurou minha cintura e eu toquei os seios dela involuntariamente, senti o calor e a maciez dos seus seios grandes e pesados, ela me puxou para perto. Eu olhei dentro dos seus olhos azuis na penumbra do corredor e ela me beijou nos lábios, sua língua invadindo minha boca. Por algum motivo, eu não resisti e a minha língua se enlaçou na dela por alguns segundos, depois deixei minha mão vagar até seus seios novamente e brinquei com o mamilo duro.
Sem dizer uma palavra, nos separamos e cada uma seguiu seu caminho. Fiquei deitada na cama por um tempo, pensando no que tinha acontecido. Então me masturbei e gozei abafando meu grito de prazer debaixo das cobertas.
Na manhã seguinte, tudo correu normalmente. Tomamos café da manhã e depois elas foram trabalhar. Fiz compras no supermercado e, por algum motivo desconhecido, comprei um conjunto de sutien de rendas e calcinha fio dental que uma pessoa mais jovem usaria. Naquela noite, tudo estava normal. Assistimos à televisão e depois Caroline subiu para o escritório, que ainda estava um pouco bagunçado. Aquela noite foi especialmente barulhenta, rangidos de cama, longos e altos gemidos de prazer. Orgasmos violentos quase aos gritos, eu podia ouvir o som do vibrador zunindo através das paredes. Me masturbei com 3 dedos enfiados em minha boceta e gozei duas vezes antes de cair o sono exausta.
Isso foi de sexta-feira para sábado. Então na manhã de sábado Julia levantou com uma cara de ressaca, Sentou-se na mesa para tomar café comigo e eu brinquei com ela:
- 'Julia.. eu sei que voces estão meio que em Lua de Mel, mas dá uma maneirada senão eu não vou conseguir dormir' eu sorri para dar um tom de brincadeira, mas na real eu estava falando sério
- 'Desculpa mãe, a Carol é muito fogosa, ela é quase insaciável'
Julia então passou a contar alguns detalhes do sexo com a sua namorada. Como Caroline a penetrou com o vibrador e, em seguida, fez com que Júlia a penetrasse. Estávamos sentadas à mesa enquanto Júlia me contava isso, ela não me viu abrir as pernas, afastar minha calcinha e começar a me masturbar por baixo da mesa. Caroline entrou em seguida, pegou um café e sentou-se à mesa.
- 'Ela está te contando sobre a noite passada? Desculpe se fizemos muito barulos, sabe.. na hora do tesão a gente perde um pouco a noção.'
- 'Por favor,' Júlia olhou para Caroline.
- 'Ahhh, por favor, nada. Você gostou.' Caroline riu.
- 'Carol, por favor. Esta é minha mãe', disse ela, constrangida com o que Caroline havia dito, embora ela mesma já tivesse me contado a maior parte do que tinha acontecido.
- 'Julia é um tesão. A sua filha. Uma mulher para se orgulhar', disse Caroline, levantando-se e caminhando atrás de Júlia.
Ela colocou as duas mãos nos ombros de Julia e, lentamente, deslizou-as pelos peitos por baixo da camisola, até encher as mãos com eles e acariciar e brincar com os mamilos da minha filha. Eu não disse nada.
- 'Por favor, não', implorou Júlia, mas não fez nenhum movimento para impedi-la.
E eu também não, eu tinha minha mão direita na xícara de café sobre a mesa, e a esquerda por baixo da mesa dedilhando a minha boceta molhada. Caroline massageou os mamilos de Júlia até que ela gemeu, depois puxou a camisola para baixo até que os seios de Júlia ficassem completamente expostos. Júlia ficou ali sentada.
- 'Meniiinas...' eu disse elevando o tom da voz, sem tirar a mão do meio das minhas pernas
Caroline olhou fixamente em meus olhos com seus grandes olhos azuis, ela sentiu o desejo em meu olhar e disse:
- 'Venha aqui Marta... me ajude com os peitos da sua filha'
Ela disse aquilo em um tom de ordem, e eu obedeci. Levantei-me e contornei a mesa. Assim que Caroline soltou os seios da minha filha, eu assumi o seu lugar e comecei a apalpar os seios da Julia. Eles enchiam as minhas mãos, macios e quentes, então peguei os seus mamilos entre o polegar e o indicador e apertei suavemente. Júlia gemeu e virou sua cabeça, olhou para mim e gemeu antes de morder o lábio inferior. Então eu apertei com força os seus mamilos fazendo minha filha soltar um gritinho de prazer.
Caroline se moveu para as minhas costas e sem cerimonias baixou as alças da minha camisola e soltou ao chão, deixando-me somente de calcinha fio dental. Ela colou seu corpo em mim, espremendo seus seios grandes contra as minhas costas. Carol começou a apertar os meus seios. Ela fez isso por um tempo antes de deslizar uma das mãos pela minha barriga até chegar na minha boceta. Seu dedo começou a massagear meu clitóris durinho e eu me vi inclinando para a frente até que minha mão alcançasse a boceta de Júlia. Júlia abriu as pernas para me dar acesso.
Isso fez com que eu ficasse arqueada sobre a minha filha com a bunda empinada, e Caroline mudou sua mão acessando minha boceta por trás me fodendo com dois dedos. Cheguei ao clímax em questão de segundos e eu quase desmaiei. Dei um passo para trás e Caroline passou por mim, girando a cadeira de Júlia até que ela ficasse de frente para mim. Júlia olhou para mim e, mas não fez nenhum esforço para fechar as pernas. Caroline ergueu a camisola de Julia por sobre a sua cabeça deixando minha filha nua. No instante seguinte, eu estava ajoelhada diante da minha filha e, olhando em seus olhos, inclinei-me para a frente e cobri sua boceta com a minha boca. Lambendo seu clitóris, deslizei alguns dedos em sua boceta e comecei a tentar encontrar seu ponto G.
Caroline ajoelhou-se atrás de mim e puxou meus quadris para trás me fazendo empinar a bunda para ela. Momentos depois, gritei quando ela enfiou a maior parte da mão na minha boceta. Ela começou a movimentá-la para dentro e para fora, e Júlia agarrou minha cabeça e afundou meu rosto de volta na boceta dela.
Não me lembro quem gritou mais alto nem quem gozou primeiro, mas todas fizemos muito barulho. Depois, fomos todas juntas tomar banho. Foi lá que Júlia me fez gozar, ajoelhando-se e me chupando. Em seguida, Caroline urinou nos peitos de Júlia antes de eu empurra-la contra a parede do banheiro e masturbar sua boceta mijada com os dedos.
Naquela tarde, saímos e compramos uma cama king-size com uma cabeceira na qual dava para amarrar os pulsos de uma garota.