PROFESSORA DO PILATES FOI A PRIMEIRA A CHUPAR A BUCETA DE CAMILLE

         
          A água quente do chuveiro escorria pelo meu corpo, o vapor subindo por cima da cortina. Com os meus longos cabelos presos num coque desarrumado, espalhei a espuma pelos meus peitos. Levei a mão à bunda para lavar, deslizando entre as nádegas eu resisti à vontade de enfiar um dedo na buceta por trás. Levando a mão pra frente, esfreguei minha barriga e as coxas, provocando mais uma vez a entrada dos lábios. Eu estava com tesão, mas tinha um compromisso.
         
          Sai do chuveiro e limpei o vapor do espelho em frente à pia. Eu nunca gostei muito do meu corpo. Achava os meus quadris estreitos demais, os ombros quadrados demais. Acariciei meus seios com as mãos e pensei. "sim, eu tenho bons peitos, grandes, firmes, talvez os mamilos pequenos demais. Mas a aréola é grande e rosada". Belisquei meus mamilos entre o polegar e o indicador e vi eles ficaram duros pelo espelho.
         
          Vesti minha calça legging rosa-clara favorita e uma blusa preta justa, era hora de ir para a aula de pilates. Peguei minha bolsa de ginástica e garrafa de água, fechei o zíper do meu casaco felpudo. O estúdio ficava a duas estações de metrô da estação perto de casa. Eu sabia que levaria exatamente 27 minutos para chegar lá. Era minha rotina de sábado.

- "Boa tarde", cumprimentou a instrutora da turma.

          Uma mulher baixinha e alegre, ela havia assumido a turma alguns meses atrás. Ela tinha um sotaque do sul, cabelos loiros, peitos médios e um corpo magro e bonito.    Um coro de vozes respondeu. Eu estava entre elas, lá do fundo. Deitei no colchonete, imitando os movimentos, tentando executá-los corretamente. O alongamento era agradável, principalmente quando eu arqueava as costas ou quando levantava os quadris do chão.

- "Camille", eu ouvi a instrutora dizer,
- "Lembre-se de manter a coluna alinhada, não solte. Mantenha o abdômen contraído enquanto estende as pernas."

          Eu senti a mão da instrutora em minha coxa. O toque quente me deu um pequeno choque entre as pernas. Droga, eu pensei, sentindo meu grelo coçar, procurei seguir as instruções da instrutora. Mas logo me distrai. Do meu lugar no fundo da sala, eu tinha uma boa visão dos outros alunos. Todos os tipos de corpo, a maioria mulheres, mas também alguns homens. Eu observei atentamente os movimentos de todos e ouvi suas respirações profundas.
         
          Ao mudar de posição, senti uma umidade familiar entre os lábios vaginais. Isso nunca tinha acontecido antes. Eu nunca tinha ficado excitada na aula de pilates. Estava se tornando insuportável. Meus mamilos endureceram e roçaram contra o top apertado. A costura da calça legging pressionava minha bucetinha e, eu olhei para o relógio: faltavam apenas 10 minutos para o fim da aula. Eu conseguia aguentar, e depois eu podia me aliviar.
         
          Finalmente, a instrutora declarou a aula encerrada. Guardei o tapete, torcendo para que minha bucetinha molhada não tivesse encharcado a calça legging. Corri pro vestiário. Normalmente, eu apenas vestia o casaco e os tênis e saía pra casa, mas hoje eu precisava resolver uma urgência e, me tranquei em uma das cabines. Precisava ser o mais silenciosa possível. Outra turma havia terminado logo depois da minha e havia muita circulando pelo vestiário. Isso fazia meu coração acelerar e a adrenalina subir e meu tesão ficar ainda mais incontrolável.
         
          O banheiro era simples: um banco de madeira, alguns ganchos na parede e, para minha alegria, um espelho atrás da porta. Rapidamente eu despi minha calça legging e a calcinha, puxei meu top para cima, soltando os meus seios. Sentei e flexionei os joelhos, eu ainda estava com as meias antiderrapantes.
         
          Com dois dedos, afastei os lábios inchados da minha bocetinha e meu líquido jorrou, cobrindo meus dedos. Eu estava de frente para o espelho, abri mais minhas pernas pra ter uma visão excitante da minha boceta pegajosa. Olhei para baixo e vi os fios grossos e pegajosos que ligavam a minha boceta aos meus dedos. Levei a mão na boca e suguei como sempre faço. Tinha um gosto incrível e um cheiro inebriante. Desejei conseguir lamber minha boceta, mas o Pilates ainda não tinha me deixado flexível o suficiente.
         
          Levei a mão de volta para me acariciar, assim como fiz tantas outras vezes em casa. Circulei o clitóris e depois deslizei um dedo para cima e para baixo lentamente ao longo da racha carnuda. Senti como meu grelo tinha ficado duro, rígido por baixo. Tive que abafar os gemidos enquanto ouvia as pessoas conversando sobre seus planos para a noite de sábado do lado de fora da porta, a poucos centímetros de distância.
         
          Mais uma vez, eu chupei os dedos e provei meu próprio suco, desejando que talvez um dia eu pudesse provar o sabor de outra mulher. Minha mão esquerda encontrou o caminho até meus peitos. Girei o mamilo com força, provocando dor, segurando um gemido e, desejando uma boca para chupá-lo.
         
          Eu precisava que minha bocetinha fosse preenchida para gozar. Com a mão direita, inseri dois dedos, no início me masturbando lentamente, tentando não fazer barulho. Mas eu precisava de mais, era urgente gozar e eu enfiei um terceiro dedo na boceta, esfregando o clitóris na palma da mão, fodendo com mais rapidez enquanto elevava os quadris forçando contra os dedos. A cada toque do clitóris na mão, eu me aproximava do orgasmo. Pelo espelho atrás da porta eu observava meus dedos deslizarem para dentro e para fora da minha bocetinha brilhante, lambuzando os meu pentelhos aparados.
         
          Alguém bateu na porta da barraca. E eu congelei.

- "Você está bem aí dentro?" Eu reconheci o sotaque da minha instrutora.

- "Sim, estou bem." consegui responder com os dedos enfiados bem fundo na boceta

- "Tem certeza? Todos da sua turma já foram embora. Eu vi sua blusa aqui fora."

          Que merda, eu pensei, eu estava com tanta pressa que esqueci o casaco.   Eu conseguia ver os pés da instrutora por baixo da porta. Minha bocetinha pulsava mastigando os meus dedos inseridos lá dentro.

- "Eu acho que sei o que você está fazendo aí dentro", disse a instrutora, com sua voz suave assumindo um tom diferente, travesso.

- "O quê?" respondi, sem ousar me mexer, com os dedos ainda profundamente enfiados na boceta.

- "Me deixe entrar que eu te ajudo", disse a instrutora.

- "Não tenho outra aula por duas horas. Tranquei a porta do estúdio para ficarmos sozinhas."

          Meu coração batia acelerado. Eu não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo. Uma fantasia que se tornava realidade. Como eu poderia recusar? Retirei os dedos lentamente, abaixei meus joelhos e apoiei os pés no chão. Depois de respirar fundo, destranquei a porta ainda sentada no banco.   A instrutora apareceu e disse:
         
- "Eu conseguia sentir o cheiro da sua boceta do lado de fora da porta", olhando para mim com um sorriso largo.

- "Você é menina bem safada, não é?"

          Sem saber o que responder, pisquei um olho e dei um sorrisinho abrindo um pouco as coxas, dando a ela uma visão da minha boceta. A instrutora trancou a porta atrás de si.

- "Eu te deixei tão excitada assim?"

- "Não, não precisa responder. Não me interessa."

Ela se ajoelhou na minha frente e colocando uma mão em cada coxa disse:

- "Vamos, me deixa ver sua bucetinha."

          Eu abri bem as pernas, e pude sentir o aroma da minha boceta no ar. Eu estava encharcada, pulsante e inchada e o rosto da instrutora a poucos centímetros da minha xota.

- "Meu Deus..." disse a instrutora "...isso não vai demorar muito."

- "Nunca uma mulher me fez sexo oral", confessei

- "Você está falando sério?"

- "Sim, só homens..." eu disse, "...mas eu sempre quis experimentar."

- "Você vai se lembrar disso por muito tempo",

          A instrutora disse, antes de afundar o rosto na minha boceta. Eu fechei os olhos e gemi alto, jogando a minha cabeça para trás. Senti a língua dela fazer movimentos amplos e planos desde a base até onde os lábios se encontravam, acima do clitóris. Ela teve que engolir algumas vezes o meu líquido que jorrava abundante da minha boceta. Então já mais acostumada as sensações, abri os olhos e vi minha instrutora de pilates chupando os meus lábios vaginais. Eu tive um longo gemido contido e ela afastou a boca da minha boceta e olhando pra cima em meus olhos disse:

- "Não tem ninguém aqui. Você pode gemer alto, pode gritar",

E minha instrutora voltou a lamber, chupar e beijar meu clitóris.

- "Ughhhh, argnnhhhmmmmm,"

          Gemi alto em êxtase. Era muito melhor do que qualquer encontro do Tinder. A instrutora continuou a estimular o meu clitóris com a língua, lambendo e pressionando ritmicamente. Depois de alguns instantes, eu arqueei os quadris empurrando contra a boca da instrutora e agarrando um punhado dos seus cabelos loiros gritei:

- "Me fóóódee....", implorei

          Ela entendeu o recado e introduziu dois dedos lentamente em minha boceta. Soltei um gemido longo e enquanto a instrutora movia os dedos curvados para dentro e para fora, roçando meu ponto G, empurrei sua cabeça de encontro a minha boceta quente e ela pressionou os lábios sobre meu clitóris duro. Enquanto fodia minha boceta com os dedos ela chupava o meu clitóris brincando com a lingua por baixo entre os lábios da boceta. Comecei a estremecer, senti aquela sensação subindo da boceta para a boca do estômago e arqueei ainda mais meus quadris forçando contra sua boca, empurrando sua cabeça contra minha boceta, comecei grita e xingar

- "Ai, caralho, chupa porra... tô gozando! Ca..ra...lhooo!!!"

          Eu explodi no orgasmo mais intenso que já senti na vida. Começou lá no fundo, estimulado pelos dedos da instrutora, e se espalhou como fogo até o clitóris e em convulsões pela minha barriga. Meus joelhos tremiam incontrolavelmente. Eu ofegava:
         
- "Porra, porra, porra, Ahhhhh... "

          Quando a onda passou, Eu olhei em volta. Minha leggings e a calcinha estavam no chão, meus duros e pontudos, a instrutora no meio das minhas coxas, descabelada, com o rosto todo lambuzado dos meus sucos. "Meu Deus", eu disse, absorvendo a cena, "não sei por que fiz isso. Normalmente não sou assim." A instrutora se levantou e sorriu para mim.
         
- "Até semana que vem!", falou, saindo pela porta sem esperar uma resposta.
         
          Eu estava sozinha, me questionando de onde veio essa audácia.
         
          Com certeza eu vou descobrir em breve.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
PROFESSORA DO PILATES FOI A PRIMEIRA A CHUPAR A BUCETA DE CAMILLE

Codigo do conto:
258412

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
02/04/2026

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