Eu adoro quando ele me chama de puta, cachorra ou safada; há alguns anos, ele me comprou uma tornozeleira com a palavra HotWife escrita, e eu a uso com orgulho.
Beto não precisou de mais convite. Ele me curvou sobre o balcão, abriu minhas pernas e enfiou aquele pau maravilhoso direto na minha buceta. Nossa, eu amo essa primeira penetração profunda. Eu gemi alto, o som ecoando pelas janelas abertas do trailer. No acampamento, as pessoas cuidam da própria vida, e se elas me ouvissem transando logo de manhã... ah, bem que se foda.
Ele me penetrava com calma, lentamente, com movimentos profundos, enquanto seus dedos estimulavam meu clitóris exatamente do jeito que eu gosto. Meus seios grandes e sardentos balançavam enquanto ele me fodia com mais força. Quando gozei, minhas pernas bambearam – eu tremia, ofegava, minha boceta apertava o pau dele como se estivesse tentando espremer até a última gota. Beto gemeu e explodiu porra bem fundo dentro de mim, me inundando com sua porra grossa e quente. Nada neste mundo é melhor do que ser preenchida de leite quente por um macho.
Ele continuou me abraçando, beijando a nuca enquanto recuperávamos o fôlego.
- 'Ainda é meu jeito favorito de começar o dia', murmurou.
- 'Mesmo depois de todos esses anos?', perguntei.
- 'Especialmente depois de todos esses anos.'
Um pouco mais tarde, estávamos lá fora aproveitando a manhã, tomando café e observando o acampamento ganhar vida. Eu havia trocado de roupa e estava vestindo meu look favorito: um short preto justo de ciclista, sem calcinha, que delineava minhas pernas grossas e deixava minha boceta inchada à mostra, e uma camiseta bem usada sem sutiã. Meus seios pesados se moviam livremente sob o algodão fino, com os mamilos grossos bem visíveis. A mão de Beto repousava na minha coxa como se eu fosse dele — porque ele é meu dono mesmo.
Estamos estacionados em um camping tranquilo, um lugar com estradas de areia e cascalho, grandes arvores cobertas de musgo e muitas trilhas para caminhada. Nossa caminhonete está estacionada ao lado do trailer, com um adesivo da bandeira no vidro traseiro.
Beto passou décadas como gerente nacional de vendas, viajando por todo o país durante semanas a fio. Naquela época, morávamos em uma casa grande, com piscina e jacuzzi. Sempre gostei de andar nua em casa, até mesmo no quintal e, tomava sol à beira da piscina. Sempre fui muito ativa sexualmente, sempre tarada tive vários amantes e transas casuais com homens e mulheres. Beto sempre queria saber todos os detalhes quando ligava de algum hotel. Pedia fotos e vídeso, ele me incentivava a fazer isso... e ainda incentiva.
Há oito meses atrás, quando Beto se aposentou, vendemos o barco, compramos um trayler e pegamos a estrada sem rumo certo. Viajamos por meses, voltamos pra casa, ficamos alguns dias, achamos outro destino e viajamos novamente. Vamos de acampamento em acampamento, ficando uma ou duas semanas em cada lugar, absorvendo a atmosfera das pequenas cidades do interior e deixando a vida nos surpreender.
Minha libido não diminuiu nem um pouco — pelo contrário, ficou ainda mais forte aqui fora, com a liberdade e o sol quente. Minha buceta sempre pertencerá a Beto, antes de tudo e acima de tudo. Mas quando bate aquela vontade e algum sortudo acaba entre minhas coxas grossas, Beto adora saber disso... e adora ainda mais me reivindicar depois, deslizando para dentro da minha buceta bem usada e cheia de porra com aquele olhar orgulhoso e faminto nos olhos.
Um casal na faixa dos cinquenta anos passou com seu cachorrinho esta manhã. Os olhos do marido se deliciaram com meu decote sardento e ele fixou seu olhar faminto no meio das minhas coxas que meu short de ciclista repartia minha boceta carnuda. Dei-lhe um sorriso doce e movi as pernas, deixando-o olhar à vontade.
Beto apenas deu uma risadinha. Dei um gole lento no meu café e sorri pra ele.
- 'Parece que temos um vizinho interessante. Vamos ver como o dia corre.'
Esta é a minha vida, e estes são os meus diários — a dona de casa que se tornou uma mulher sensual na estrada. Tenho décadas de histórias picantes da antiga casa, das longas viagens de negócios do Beto e de todas as aventuras que ainda me aguardam em cada estrada secundária. Pretendo contá-las todas.
Por enquanto, o sol aquece minha pele sardenta, minha boceta ainda está agradavelmente cheia do esperma de Beto, e o dia está repleto de possibilidades.